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Suas fontes de informação sobre saúde na internet são confiáveis?

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Crédito: Jean-Philippe WALLETCrédito: Jean-Philippe WALLETDe acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2013 (PNAD), metade das pessoas com 10 anos ou mais de idade acessou a internet no Brasil em 2013, o que representa aproximadamente 86,7 milhões de pessoas. O aumento do acesso à internet no país vem mudando de forma significativa o processo de busca de informações, que passam a ser encontradas com maior facilidade e rapidez. No que se refere aos temas de saúde, esses números alteram diretamente o conhecimento dos brasileiros sobre doenças, prevenção, tratamento, medicamentos, profissionais da área e até mesmo o contato com outros pacientes. Mas será que as pessoas estão buscando informações em ambientes virtuais confiáveis?

O conhecimento em saúde adquirido por meio da internet pode ter caráter complementar, mas o contato pessoal entre o paciente e o médico ou profissional de saúde não deve ser substituído. Ana Miguel, coordenadora das Redes Sociais do Ministério da Saúde, explica que a possibilidade de buscar diversas informações na internet pode ser muito positiva, mas alerta sobre ter cautela e sabedoria ao interpretar cada conteúdo. “As informações disponibilizadas de forma online costumam ser generalizadas e não levam em consideração as particularidades dos pacientes. Cada pessoa tem um histórico, características e necessidades próprias, que exigem uma abordagem individualizada, por mais simples que o caso pareça ser”, adverte.

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Dengue | Combater o mosquito é responsabilidade de todos

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Levante, olhe seu quintal e as proximidades de sua residência. Verifique se há recipientes abertos que possam armazenar água, evite que isto aconteça recolhendo os entulhos, mantendo caixas ou barris de água fechados com tampa adequada, guardando garrafas sempre de cabeça para baixo e enchendo de areia até a borda os pratos dos vasos de plantas. Por fim, incentive seus vizinhos a fazer o mesmo e aproveite para colocar o papo em dia! 

O fim da primavera e a proximidade do verão trazem uma grande preocupação em relação ao combate à dengue e, agora, da febre chikungunya no Brasil. Nestas estações começam os períodos de chuva e aumento das temperaturas, que contribuem para a proliferação dos mosquitos. Por isso o esforço de cada pessoa conta muito para que o Brasil possa vencer essa guerra. Em todo o país as ações de prevenção e combate aos focos têm importância e são sempre bem-vindas. O Blog da Saúde conta, abaixo, histórias de pessoas que trabalham duro e motivam outras tantas nesta missão.

Sinovei Antonio Corso, de Santa Helena - Paraná

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Minas Gerais receberá R$ 20,4 milhões mensais para a melhoria do atendimento de saúde

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A população de 853 municípios de Minas Gerais será beneficiada com a melhoria do atendimento nas unidades de saúde. A lista das cidades que vão receber os recursos adicionais pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) foi publicada nesta quinta-feira (20) pelo Ministério da Saúde. O incentivo faz parte do processo de modernização da gestão da saúde do Governo Federal, com adoção de novos padrões e indicadores de qualidade, estimulando tanto a autoavaliação das equipes como a oportunidade de aprimoramento do cuidado. Nessa primeira lista serão repassados R$ 20,4 milhões referentes à certificação de 4.069 equipes de atenção básica e 2.311 equipes de Saúde Bucal.

Das equipes de atenção básica avaliadas, 57% (2.328 equipes) atingiram resultado acima da média ou muito acima da média e aproximadamente 39% (1.598 equipes) ficaram com conceito mediano ou abaixo da média. Quanto à saúde bucal, 55% (1.277 equipes) tiveram avaliação acima da média ou muito acima da média e 36% (839 equipes) mediano ou abaixo da média.

As equipes de atenção básica que recebem conceito muito acima da média recebem adicional de R$ 8,5 mil por mês; acima da média passa a ter um aditivo de R$ 5,1 mil. As demais avaliações ganham um complemento de R$ 1,7 mil. Para as equipes de saúde bucal os valores são, respectivamente, R$ 2,5 mil, R$ 1,5 mil e R$ 500.

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Infância | Experiências positivas contribuem para o desenvolvimento saudável das crianças

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Crédito: Gelpi JMCrédito: Gelpi JMOs primeiros mil dias de vida da criança devem ser preenchidos com experiências positivas trocadas com os familiares e pessoas próximas, de acordo com o Ministério da Saúde

Segundo o ministério, as crianças que não recebem bons estímulos podem desenvolver complicações no futuro, conforme explica o coordenador-geral da Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha. "Estresse e falta de carinho, de o bebê se sentir acolhido, um dia atrás do outro, isso vai gerando um estresse, cria uma situação de estresse crônica. Essa situação num bebê faz com que, vá levar a que esse bebê, ele tenha chance maior na vida adulta, não apenas de ter problemas emocionais, então, por exemplo, ser um adulto com maior chance a ter depressão, ter envolvimento com álcool ou droga, mas também problemas físicos. Então, por exemplo, populações de crianças que foram acompanhadas e passaram por situações desse tipo tiveram maior chance, por exemplo, de ter problemas cardíacos no futuro", afirma.

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Postos de saúde ficam abertos neste sábado para vacinação contra sarampo e poliomielite

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Pais e responsáveis terão mais uma oportunidade de levar as crianças menores de cinco anos para se vacinarem contra a poliomielite e o sarampo neste sábado (22/11). Mais de 100 mil postos fixos e móveis em todo o país estarão abertos para o segundo Dia D de mobilização contra as doenças. A iniciativa serve como reforço da Campanha Nacional de Vacinação, que teve início em 8 de novembro e já vacinou 6,4 milhões de crianças contra a poliomielite, o que representa 50,4% da meta estabelecida. Contra o sarampo, 5,1 milhões de crianças já receberam a dose, cerca de 48,1% do público-alvo. A campanha prossegue até o dia 28 de novembro.

O objetivo é imunizar 12,7 milhões de crianças contra a poliomielite e 10,6 milhões de crianças contra o sarampo. Devem tomar a vacina contra a poliomielite as crianças entre seis meses e cinco anos de idade incompletos. O objetivo é manter a erradicação da doença no Brasil, que não apresenta casos de poliomielite desde 1990. Para isso, o Ministério disponibilizou mais de 17,8 milhões de doses da VOP (Vacina Oral Poliomielite). A meta é vacinar, até o dia 28, pelo menos 95% do público-alvo, cerca de 12 milhões de crianças.

A recomendação é que todas as crianças na faixa etária sejam vacinadas contra a poliomielite, pois a vacina oral vale tanto para colocar em dia a vacinação atrasada como para reforço de quem está com o calendário em dia. A VIP (Vacina Inativada Poliomielite), utilizada no início de esquema de vacinação, também estará disponível para crianças com o calendário atrasado, ou seja, que não iniciaram o esquema de vacinação com as duas primeiras doses injetáveis, aos dois e quatro meses de idade.

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