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Ministério da Saúde esclarece principais dúvidas sobre a hemofilia

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A hemofilia é uma deficiência da coagulação do sangue. Essa doença é passada de pai para filho, sendo predominante entre os homens. Apesar de não ter cura, as pessoas que têm a doença vivem bem se fizerem o tratamento adequado. Neste 17 de abril, é lembrado o dia mundial da hemofilia. O coordenador- geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, João Paulo Baccara, aproveitou a data para esclarecer as principais dúvidas da população sobre a doença.

A hemofilia é uma doença exclusiva dos homens?

Na verdade não é exclusiva nos homens não. Ela é predominantemente nos homens. Por que o que acontece: a pessoa, ela tem na constituição genética dela: os cromossomos X e Y. O homem tem um cromossomo X e um cromossomo Y e a mulher tem só os dois X. Então por que é predominantemente no homem? Porque a mulher tendo um cromossomo X com a deficiência, ao juntar com o outro cromossomo Y, o homem fica XY. Aí ele fica doente, o homem. Ele recebe o cromossomo da mãe, no caso.

A hemofilia tem cura?

Ela ainda não tem cura. É possibilidade de cura, mas no momento o que a gente pode assegurar é que ela tem tratamento. E se o tratamento seguir os protocolos a pessoa tem uma vida praticamente normal.

Como é possível saber se uma criança tem hemofilia?

Nos primeiros meses de vida, quando a criança começa a andar, começa a engatinhar, começa a levar tombos. Aqueles pequenos tombos começam a aparecer as hemorragias na pele, aquelas que a gente chama de hematoma e as vezes torce o tornozelinho , torce o joelho, aí o joelho incha, o tornozelo incha. Ou às vezes a mãe vai pegar a criança no colo e ao pegar, no bracinho ou no tórax aparece manchas vermelhas. Então, as suspeitas são basicamente essas, as principais. E as vezes também está na família. Ah, olha eu também tenho na família um irmão, um tio que é hemofílico, ai você junta. Bom eu tenho um parente que tem hemofilia e o meu filho tá aparecendo sangramento, mancha roxa isso então induz ao diagnóstico. O diagnóstico é laboratorial apoiado em dados clínicos.

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Avanços no tratamento do SUS aumentam qualidade de vida dos pacientes com hemofilia

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Para proporcionar assistência mais qualificada e maior qualidade de vida aos cerca de 12 mil hemofílicos brasileiros, a Política Nacional de Sangue e Hemoderivados, desenvolvida pelo Ministério da Saúde, tem alcançado importantes avanços nos últimos anos. Uma das principais conquistas foi o início da oferta do Fator VIII Recombinante (Hemo 8-R), considerado o tratamento mais moderno para hemofilia A, com a marca da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás).

A oferta do Fator VIII recombinante marca o Dia Internacional da Hemofilia, celebrado nesta sexta-feira (17). A hemofilia se apresenta por dois tipos – A ou B –, atinge predominantemente o sexo masculino e não tem cura. A doença, que vitimou personalidades como o cartunista Henfil e seu irmão, o sociólogo Betinho, é grave, hereditária e genética. Entre os sintomas registrados estão as hemorragias e sangramentos constantes.

O Brasil é o terceiro país do mundo em número de portadores de coagulopatias (enfermidades do sangue). Diante deste cenário, desde 2004 a Coordenação-geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH) desenvolve uma política de atenção aos pacientes com coagulopatias hereditárias, trabalhando tanto no fornecimento de pró-coagulantes, quanto no fomento da assistência prestada a estes pacientes.

Desde 2011, o Ministério da Saúde passou a promover uma série de avanços na política de atenção aos pacientes com coagulopatias hereditárias que impactaram, de forma positiva, na qualidade de vida dos pacientes, com a implantação de tratamentos de Imunotolerância e Profilaxia Primária, de forma preliminar.

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Saiba mais sobre diabetes que atinge 246 milhões de pessoas no mundo

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Fonte: alexwhiteFonte: alexwhiteO diabetes é uma doença metabólica que é caracterizada pelo aumento da glicose no sangue. O distúrbio acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir a insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo. A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia. 

A coordenadora geral de atenção às pessoas com doenças crônicas do Ministério da Saúde, Patrícia Chueiri, explica quais são os fatores de risco que podem provocar o diabetes. “Os principais fatores de risco para desenvolver o diabetes é a obesidade, o sedentarismo e má alimentação. Geralmente é uma doença mais silenciosa, um fator de risco para ter infarto, para ter derrame. Os principais métodos de prevenção em relação ao diabetes estão desde a prática da atividade física, pelo menos 30 minutos, 5 vezes na semana, controle da alimentação, alimentar várias vezes por dia, não fazer grandes períodos de jejum, balancear a alimentação dentro de carboidratos, proteínas, gordura, ampliar a ingesta de verduras e legumes, são esses tipos de ações. É recomendado que procure uma unidade básica de saúde para ter as orientações individualizadas."

Para tratar o diabetes, o Ministério da Saúde oferece gratuitamente medicamentos pelo programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.

Fonte: Victor Maciel/ Agência Saúde

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Saiba mais sobre a asma que atinge cerca de seis milhões de pessoas no Brasil

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Fonte: Victoria ChernousFonte: Victoria ChernousA asma é uma doença crônica que inflama as vias aéreas e dificulta a passagem do ar para os pulmões. Com isso, a pessoa que sofre do problema passa a ter dificuldades para respirar . As crises podem ser provocadas pela fumaça de cigarro, ácaros, pelos de cães e gatos, mofo, aquecedores e fogões a gás e odores fortes de perfumes, produtos de limpeza e tinturas.

Os sintomas mais frequentes são a falta de ar, tosse seca, chiado e aperto no peito. A diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, explica o que as pessoas precisam fazer para evitar as crises de asma.“Então, é muito importante que a família verifique tapetes, cortinas, colchas que ficam sobre a cama durante muitos meses e anos, então isso sempre tem que ser higienizado, sempre lavado para que possa ter a menor proporção de alérgenos possível. Em crianças é muito comum também o uso de roupas de lã e isso deve ser evitado. As vezes tem também animais de estimação, como cachorros e gatos que soltam pelos e são partículas pequenas que podem desencadear muito esse tipo de crise.”

As pessoas que vivem com asma têm acesso gratuito ao medicamento oferecido pelo programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.

Fonte: Victor Maciel/ Agência Saúde

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Quatro mil novos profissionais para o Mais Médicos

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O Programa Mais Médicos se prova acertado e exitoso em todas as suas frentes. Os 14.462 médicos contratados na primeira etapa já atendiam a 50 milhões de brasileiros. Com a nova etapa, serão mais 13 milhões de pessoas com atendimento médico garantido nas periferias, no interior do País e em regiões de maior vulnerabilidade.

Este ano, o Ministério da Saúde abriu nova inscrição para municípios que desejem aderir ou ampliar sua participação no Programa. A demanda identificada levou à autorização para contratar mais 4.146 médicos, ampliando o atendimento à população. Em 2015, teremos médicos atuando em 4.058 municípios, 73,8% do total de cidades do País, além dos 34 distritos indígenas. Neste momento, estão em atividade 17.128 médicos em 3.992 municípios (72%), beneficiando 59 milhões de pessoas.

Além da expansão de vagas, o Mais Médicos se integrou ao Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), o que assegura às prefeituras a permanência de médicos, antes contratados por um ano, por três anos. Além disso, os médicos com CRM emitido no Brasil passaram a ter o direito de escolher entre os benefícios do programa (auxílio-moradia, transporte e alimentação) e o bônus de 10% na prova de seleção para programas de residência.

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