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Perguntas e Respostas sobre Sarampo

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O Sarampo

1. O que é o sarampo?

É uma doença viral exantemática, aguda, grave, transmissível e de alta contagiosidade. O sarampo é considerado uma antroponose (circulação exclusiva inter-humana) que atinge ambos os sexos indistintamente. É causa de muitos sofrimentos e mortes entre crianças menores de 5 anos, sobretudo as desnutridas e de países subdesenvolvidos, em vista das suas frequentes complicações.

2. Quais são as manifestações do sarampo?
Em geral, é febre alta, que inicia entre 10 e 12 dias após a exposição ao vírus, e permanece por 4 a 7 dias, exantema (manchas vermelhas), coriza, tosse, olhos vermelhos e lacrimejantes, conjuntivite e pequenas manchas brancas no interior das bochechas (manchas de Koplic), que se desenvolvem na fase inicial da doença. O exantema inicia no pescoço, face, tronco e membros superiores, durante três dias, com disseminação atingindo mãos e pés, permanecendo entre 5 e 6 dias. 

3. Qual é o modo de transmissão do sarampo?
O sarampo é transmitido pelo contato com as secreções de saliva, espirros de pessoas infectadas. A infecção se produz por disseminação dessas gotículas ou pelo contato direto com o doente.

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Exposição apresenta ações da Vigilância em Saúde no país

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ExpoExpoUma das atrações da 14ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi) é a exposição Vigilância em Saúde no Brasil: resultados, inovações e desafios. Ao todo, estão dispostos 22 painéis com informações sobre as principais ações de vigilância do país. Os trabalhos podem ser visitados no térreo do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília/DF, até o fim do evento, no dia 31 de outubro. A realização é da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).

Entre os temas abordados está o Programa Nacional de Imunização (PNI). O Brasil possui uma das mais altas coberturas vacinais do mundo, com uma oferta de 14 vacinas para 27 doenças. Existem no país 36 mil salas de vacinação, responsáveis por 300 milhões de doses aplicadas ao ano - o que resulta em um investimento de R$ 2,1 bilhões.

Outro tópico é o Plano de Ações Estratégicas (DCNT) lançado em 2011. Acesso a medicamentos, ao diagnóstico de câncer de mama, consumo alimentar, consumo de álcool e tabagismo são abordados. Nos quadros também é possível ver informações sobre emergências em saúde pública. O Sistema Único de Saúde (SUS) tem monitorado casos de importância nacional e internacional, atuando conjuntamente com Centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), nas três esferas de gestão.

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Ministério da Saúde realiza campanha de vacinação contra o sarampo e a paralisia infantil

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Erasmo Salomão/MSErasmo Salomão/MSPara manter a erradicação da poliomielite e garantir a eliminação do sarampo no Brasil, o Ministério da Saúde lança nesta quinta-feira (28) a Campanha Nacional de Vacinação, que terá início no dia 8 de novembro. A expectativa do Ministério da Saúde é de que mais de 11 milhões de crianças sejam vacinadas até o dia 28 de novembro. Neste ano, o Dia D de Mobilização Nacional será realizado em dois momentos: no primeiro dia da campanha, 8 de novembro, e no dia 22. A meta é atingir a cobertura vacinal de 95% do público-alvo.

A vacinação contra a poliomielite – responsável pela paralisia infantil – terá como população-alvo crianças de seis meses até menores de cinco anos. A expectativa é vacinar mais de 12,7 milhões de crianças em todo o país. O Ministério da Saúde distribuirá cerca de 17,8 milhões de doses da vacina oral poliomielite (VOP) – vacina em gotas – que será utilizada prioritariamente. No entanto, é recomendada às Coordenações Estaduais de Imunizações a disponibilização da vacina inativada poliomielite (VIP), que é injetável, para as crianças acima de seis meses que estão com esquema vacinal atrasado.

Já a vacina tríplice viral, destinada à vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola, será aplicada em crianças de um ano a menores de cinco anos. A estimativa é promover a vacinação de 10,9 milhões de crianças. O Ministério da Saúde distribuirá cerca de 12,5 milhões de doses da vacina. A campanha de seguimento contra o sarampo será realizada em todos estados e no Distrito Federal. No estado do Ceará e em alguns municípios de Pernambuco a vacinação foi antecipada para interromper a cadeia de transmissão do vírus devido ao registro de casos da doença em 2013 e 2014.

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Antes de tatuar, é preciso checar higiene e materiais do estúdio

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Estpudio de tatuagem dentro da 14ª Expoepi Foto: Erasmo Salomão?MSEstpudio de tatuagem dentro da 14ª Expoepi Foto: Erasmo Salomão?MSNa hora de fazer uma tatuagem, não basta escolher o desenho que você carregará consigo pelo resto da vida. É preciso, antes de tudo, conhecer o estabelecimento onde o trabalho será feito e se certificar de que os profissionais (tatuadores e body piercings) sigam as boas práticas de segurança e higiene. Caso a tatuagem seja feita em um local que não observe essas condições, é possível contrair uma série de doenças infecciosas, como as hepatites B e C.

De acordo com Budega, que tatua há mais de 20 anos, é muito importante ser seletivo na hora de escolher o estúdio onde se fará a tatuagem. "As pessoas têm que procurar, em primeiro lugar, higiene. Um ambiente limpo e agradável. É importante que se peça para ver os trabalhos do profissional responsável, que se converse muito com ele. Tatuagem não é brincadeira. Colocamos na pele, não no papel", afirma.

Para mostrar aos profissionais de saúde inscritos na Expoepi como os procedimentos devem ser realizados com segurança dentro de um estúdio, Budega tatua gratuitamente em um dos estandes do evento. Ele alerta para o que deve ser considerado na hora de escolher o profissional que marcará sua pele. "É ideal que quem quer fazer uma tatuagem confira se o material é descartável ou autoclavado, que muitos ainda utilizam (para esterilização). Hoje em dia, todo o material liberado para o Brasil passa pela Anvisa antes de vir para a nossa mão. Então é importante também pedir para ver se o tatuador tem o registro da agência", lembra.

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Anvisa prioriza análise de novos medicamentos para hepatite C

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hepatite pqhepatite pqTendo em vista as solicitações de informações recebidas pela Anvisa sobre o procedimento de avaliação de novas terapias para o tratamento da hepatite C no Brasil, a Agência informa que está avaliando novas moléculas para o tratamento das hepatites virais.

Até o momento, a Agência já adotou medidas em relação a três processos de registro. O primeiro foi o início da avaliação dos dados clínicos do medicamento com o princípio ativo simperevir. Nos outros dois casos, foram aprovados pedidos de priorização de análise para os medicamentos com os princípios ativos sofosbuvir e daclatasvir, ambos a pedido do Ministério da Saúde e das empresas solicitantes do registro.

Esses pedidos de prioridade já foram aprovados dentro do que prevê a Resolução da Diretoria Colegiada RDC 37/2014, que disciplina as priorizações de análise de registro de medicamentos.

A hepatite C é uma doença causado por um vírus (HCV), sendo transmitida principalmente pelo sangue, contato sexual (rara) ou para os recém nascidos durante a gravidez (rara). Trata-se de uma doença que pode levar à lesões no fígado e até mesmo ao câncer hepático.

Fonte: Anvisa



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