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Seminário de Bio-Manguinhos/Fiocruz reúne governo e especialistas para debater imunobiológicos

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O III Seminário Anual Científico e Tecnológico de Bio-Manguinhos/Fiocruz contará com a presença de representantes do Ministério da Saúde, da Fiocruz e instituições de destaque no cenário biofarmacêutico, entre 4 e 7 de maio. Participe do evento. As inscrições podem ser feitas até 27 de abril.

Em sua abertura, o evento conterá com as presenças do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa; do presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha; do diretor de Bio-Manguinhos, Artur Couto; e do presidente do Conselho Político e Estratégico de Bio-Manguinhos, Akira Homma, selecionado pela organização Vaccination como uma das 20 pessoas mais influentes na indústria de vacinas no mundo.

Por fim, além de sua presença na abertura do evento, o secretário do Ministério da Saúde Jarbas Barbosa também palestrará sobre O que o Estado Brasileiro Necessita Fazer para Ativar o Desenvolvimento Tecnológico de Biológicos no Brasil?

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Ministério da Saúde e ANS selecionam 28 hospitais para projeto de incentivo ao parto normal

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O Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o Hospital Israelita Albert Einstein anunciaram nesta sexta-feira (27/3) as 28 instituições selecionadas para participar de projeto de incentivo ao parto normal. O grupo que fará parte do piloto reúne 23 hospitais privados e cinco maternidades do Sistema Único de Saúde (SUS), escolhidas pelo Ministério da Saúde. A iniciativa, desenvolvida em parceria com o Institute for Healthcare Improvement (IHI), busca identificar modelos inovadores de atenção ao parto, capazes de promover a melhor qualidade do cuidado e a segurança da mulher e do bebê. O objetivo é incentivar o parto normal e reduzir a ocorrência de cesarianas desnecessárias, tanto na saúde suplementar como no sistema público.

Entre as instituições privadas selecionadas, oito estão entre as 30 maiores em volume de partos do país e 11 entre as 100 maiores, o que demonstra o compromisso social com a melhoria da qualidade da atenção ao parto e nascimento. Esses hospitais possuem taxa de cesarianas de 88,7% - superior à identificada na saúde suplementar (84%) e na rede pública (40%). Já os estabelecimentos do SUS foram escolhidos por apresentarem percentual de cesarianas acima de 60% e por realizarem mais de mil partos por ano.

“Estamos lançando um projeto que valoriza a qualificação do parto normal e as entidades que aderiram a essa iniciativa voluntariamente aceitaram esse desafio de qualificar sua assistência obstétrica. Queremos melhorar a qualidade e as condições de atendimento para enfrentarmos o que temos hoje, que é uma verdadeira epidemia de parto cesariano no sistema privado. Fico feliz em ver que as instituições abraçaram a causa e se propuseram a mudar essa realidade", destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

A estratégia de ação desenvolvida para os participantes do projeto envolve adequação de recursos humanos para a incorporação de equipe multiprofissional nos hospitais e maternidades; capacitação profissional para ampliar a segurança na realização do parto normal; engajamento do corpo clínico, da equipe e das próprias gestantes; e revisão das práticas relacionadas ao atendimento das gestantes e bebês, desde o pré-natal até o pós-parto.

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Lei prevê prisão e multa para quem vender bebida alcoólica para menor de idade

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Agora é lei: quem vender, fornecer, servir, ministrar ou entregar bebida alcoólica para adolescentes ou crianças poderá ser preso por até quatro anos. O estabelecimento comercial que descumprir a lei poderá ser interditado até o pagamento de multa que varia de três a dez mil reais.

A coordenadora geral de doenças e agravos não transmissíveis e promoção da saúde do Ministério da Saúde, Marta da Silva, explica que a nova lei fortalece o trabalho de prevenção realizado pelo Ministério da Saúde: “As ações de promoção da saúde são abrangentes. Então, mais do que fazer campanha pra não beber, evitar a venda de bebida alcoólica para criança e adolescente ou uma orientação para os pais do cuidado que eles têm que ter para que os adolescentes não bebam; também existe um trabalho para que tenha uma lei que de fato penalize quem está vendendo essas bebidas. Então, a lei vem reforçar o trabalho que nós estamos fazendo na área de prevenção, na área de promoção da saúde e na área de direitos humanos de crianças e adolescentes.”

O proprietário de um bar no Distrito Federal, Luiz Henrique, conta que já cumpre a lei desde a abertura do estabelecimento: “O bar é situado entre duas escolas. Geralmente, aparecem alguns menores querendo comprar, geralmente, eles vêm até de uniforme e em todas as situações eu nego, peço carteira de identidade porque realmente não é legal você vender bebidas pra menores. Já possuo o cartaz que alerta sobre a proibição da venda pra menores e eu acho que com a frequência que tem aqui de menores pedindo e eles vendo a proibição aqui até mesmo pararam de tentarem comprar e eu pretendo ser rigoroso.”

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Pacientes atendidos pela rede particular também podem retirar medicamento de graça

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Muitas pessoas sabem que podem ter acesso a medicamentos gratuitos em farmácias vinculadas ao programa Farmácia Popular. O benefício vale para qualquer pessoa, inclusive para aquelas que receberam a prescrição de um médico particular, que não atua no Sistema Único de Saúde.

É o que explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa“Para ter acesso ao Farmácia Popular a pessoa precisa ter uma prescrição de um médico. Ela pode ter a prescrição desse médico em uma unidade do SUS ou em um serviço particular que ela procure, desde que haja uma prescrição e um receituário dentro do padrão. É um programa extremamente importante porque ele beneficia pessoas que precisam tomar medicação de uso continuado para hipertensão, diabetes e asma. As pessoas podem receber esse medicamento de forma gratuita, ou na própria unidade de saúde do SUS que ela se receitou, ou ela pode buscar em uma farmácia privada que seja conveniada.”

A educadora física do Rio de Janeiro, Elisa Gomes, tem asma e retira a medicação gratuitamente em uma farmácia conveniada ao programa Farmácia Popular. Ela conta que não teve problemas em retirar o medicamento prescrito por um médico particular. “No momento eu estou desempregada e a minha mãe é médica, então, eu conto com a ajuda dela em termos da receita, conforme a minha necessidade. Dá uma segurança para a gente saber que a gente que é dependente, digamos assim, de uma bombinha. Porque realmente, se não utiliza a crise é bem forte, de passar mal mesmo, de falta de ar. Então assim, realmente é bem positivo essa ajuda do posto de saúde, da farmácia popular do governo. No momento, essa ajuda está sendo de grande valia para mim. Só tenho o que elogiar, agradecer e ficar muito grata a isso.”

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Proposta em tramitação no Senado Federal pode inviabilizar Programa Mais Médicos

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Em reunião nesta quinta-feira (26) com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o vice-presidente, Jorge Viana, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, mostrou preocupação com projeto apresentado pela liderança do PSDB que inviabiliza o Programa Mais Médicos. A iniciativa do governo federal chegará neste ano a um total de 18.247 médicos atuando em mais de 4 mil municípios do país. Com isso, 63 milhões de brasileiros que antes não tinham acesso a médico na Unidade Básica de Saúde passam a ter o atendimento garantido.

Veja aqui matéria da Web Rádio Saúde

“Os autores do requerimento querem acabar com o Mais Médicos, um programa que construímos para atender uma demanda histórica de falta de médicos concentrada, sobretudo, nas regiões mais vulneráveis do país. O programa foi criado para beneficiar exclusivamente a população brasileira que depende do SUS. O projeto apresentado no Senado demonstra profundo desconhecimento sobre a construção do programa e sua absoluta legalidade. Os autores demonstram-se insensíveis aos benefícios e resultados desta iniciativa”, afirmou o ministro Chioro.

A referência é o Projeto de Decreto Legislativo 33/2015 apresentado no Senado Federal na última segunda-feira (23). A proposta dos senadores Cassio Cunha Lima e Aloysio Nunes, líder e vice-líder do PSDB, respectivamente, tem como objetivo invalidar o termo de cooperação firmado pelo Ministério da Saúde com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que garante a participação de médicos cubanos no Mais Médicos. O projeto está em tramitação na Comissão de Constituição de Justiça do Senado.

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