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The Lancet destaca evolução do Brasil no combate a cânceres mais comuns

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O Brasil aumentou a sobrevida de pacientes diagnosticados com câncer de mama e de próstata, que estão entre os mais comuns no mundo. Os dados foram apresentados esta semana pelo estudo Concord-2 da revista de saúde inglesa The Lancet, que avaliou mais de 23,3 milhões de pessoas em 67 países. A pesquisa atribui o resultado brasileiro à expansão do acesso da população aos serviços de saúde, exame e tratamento.
Segundo o estudo, a taxa de sobrevivência para o câncer de mama no Brasil aumentou de 78%, em 2000, para 87%, em 2005, mesmo percentual registrado em países como os Estados Unidos. Para o câncer de próstata, o índice foi ainda maior, chegando a 96% de sobrevivência, mais que o dobro se comparado à chance de sobrevivência no mundo, que é de 40%.

O diagnóstico precoce associado ao tratamento eficaz da doença foi apontado pelo Concord-2 como o principal avanço do Brasil. Para o câncer de mama, o aumento de sobrevida deve-se à redução na mortalidade pós-operatória com tratamento adequado. Já no caso do tumor de próstata, a melhoria foi relacionada diretamente à maior oferta do exame conhecido como Antígeno Prostático Específico (PSA), teste de sangue usado no diagnóstico da doença.

“O estudo reforça a importância da expansão da oferta de exames e do tratamento adequado. No caso do Brasil, sem dúvida, a existência de um sistema público de saúde foi fundamental para os avanços apontados pela revista inglesa. O governo federal tem investido não só na oferta de serviços no SUS, mas também na inclusão de medicamentos mais modernos”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

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INCA lança Atlas de Mortalidade no Dia Nacional de Combate ao Câncer

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Para marcar o Dia Nacional de Combate ao Câncer, o INCA lança nesta sexta-feira, 28, o Atlas de Mortalidade por Câncer – Versão 2014, uma ferramenta virtual, prática e amigável que permite visualizar e analisar informações sobre mortalidade por câncer. O lançamento será às 11h, na sede no Instituto, no Rio de Janeiro. O lançamento pode ser acompanhado ao vivo pela Rede Rute.

Ao ilustrar as distribuições espacial e temporal de mortalidade, o Atlas torna-se um espaço virtual no qual gestores da saúde, pesquisadores, acadêmicos e profissionais da comunicação poderão visualizar, por diferentes abordagens, o comportamento da mortalidade por câncer e também fazer a análise da relação entre a mortalidade da doença e variáveis associadas a estilo de vida, condições ambientais e diferenças populacionais.

O Atlas on line de Mortalidade, utiliza como base o Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM (SVS/DASIS/CGIAE), do Ministério da Saúde, e será útil, por exemplo, no apoio a estudos para identificação de fatores de risco suspeitos que serão explorados em estudos epidemiológicos sobre a doença em todos os municípios brasileiros.

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Fiocruz Brasília promove debate Por que a Aids Cresce Entre os Jovens?

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Promovido pela Fiocruz Brasília em parceria com a Gerência de DST/Aids da Secretaria de Estado de Saúde do DF e da Rede Saúde e Cultura, o debate pretende abordar a questão de maneira simples e descontraída. O objetivo é conscientizar e alertar jovens e adolescentes sobre a importância da prevenção e esclarecer as dúvidas dos participantes sobre o vírus e a doença. Além disso, no dia do evento, serão instalados displays de preservativos em todos os banheiros da instituição e distribuídos materiais informativos.

As infecções por HIV caem no mundo, mas crescem no Brasil, de acordo com informações divulgadas pela Unaids, programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids. Os novos casos de infecções por HIV no Brasil subiram 11% entre 2005 e 2013. A tendência é contrária aos números globais, que apresentaram queda. No mesmo período, a quantidade de casos no mundo caiu 27,5%, de 2,9 milhões, em 2005, para 2,1 milhões, em 2013. Desde 2001, a queda foi de 38%.

O maior crescimento de casos de Aids no Brasil está entre jovens de 15 a 24 anos, de acordo com boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Em oito anos, de 2005 a 2013, foram 29.731 casos da doença neste grupo da população.

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Profissionais de saúde em todo o Brasil podem esclarecer dúvidas por teleconsultoria gratuita

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A iniciativa de criar o 0800 foi desenvolvida pelo projeto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), TelessaúdeRS/UFRGS em parceria com Ministério da Saúde e Secretaria Estadual da Saúde do RS. Desde o início, o 0800 é pró-ativo: os teleconsultores ligam para os médicos da APS do RS para discutir e qualificar os casos que estão na fila de espera para consulta com outros especialistas.

Em atividade desde 2013, as ligações do canal 0800 são atendidas pela equipe de teleconsultores do TelessaúdeRS/UFRGS, composta por médicos e enfermeiros altamente qualificados. A primeira solicitação foi recebida em março de 2013, de uma médica do interior do Rio Grande do Sul para saber qual medicação seria mais adequada para sua paciente utilizar durante a amamentação, minutos depois, outra médica, também do interior do estado telefonou para esclarecer dúvidas sobre sintomas de taquicardia. Nestas ligações o canal 0800 do Telessaúde Brasil Redes atendeu suas primeiras solicitações e evitou seu primeiro encaminhamento. Desde então cerca de 15 mil casos já foram discutidos, com índice 99% de satisfação e capacidade de evitar encaminhamentos de pacientes a outro médico, reduzindo tempo para resolução do problema e custos de deslocamento e consumo de outras consultas no SUS.

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Fernandes Figueira promove o primeiro curso de capacitação profissional em telessaúde

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O Telessaúde Brasil é uma atividade estratégica para o Sistema Único de Saúde SUS pois amplia o atendimento na atenção básica e promove a troca do conhecimento entre a pesquisa e atenção primáriaO Telessaúde Brasil é uma atividade estratégica para o Sistema Único de Saúde SUS pois amplia o atendimento na atenção básica e promove a troca do conhecimento entre a pesquisa e atenção primáriaEm resposta a uma demanda técnica e profissional no campo da telemedicina, o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), por meio do Laboratório de Telessaúde, promove o primeiro curso de capacitação profissional em telessaúde. Em parceria com o Ministério da Cultura, Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Hospital dos Servidores do Estado, Hospital Gaffrée e Guinle e de Núcleos de Telessaúde da cidade do Rio de Janeiro, o curso foi idealizado com a proposta de capacitar e sistematizar o trabalho já realizado e trazer ao mercado profissionais aptos a gerenciar técnicas audiovisuais e processos capazes de sanar lacunas existentes na área e melhorar o trabalho a ser realizado, de forma que a contribuição seja efetiva para a saúde pública.

A responsável pelo Laboratório de Telessaúde do IFF e também coordenadora da capacitação, Angélica Baptista, reconhece essa carência técnica e acredita que o conteúdo aplicado no curso vai agregar e ampliar as habilidades de profissionais que já estão no mercado. “A ideia partiu de uma observação diária, na qual as pessoas que trabalham com Telessaúde conhecem bem as ferramentas de computação e pouco da administração e gestão hospitalar, muitas vezes, essa deficiência se estende ao campo audiovisual dificultando a efetividade do produto final,” pontuou.

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