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Curso de Gestão Federal do SUS acontece no Ceará

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Foto: Simon Jarratt/CorbisFoto: Simon Jarratt/CorbisO Núcleo do Ministério da Saúde no Ceará é sede, no Nordeste, do Curso de Aperfeiçoamento Gestão Federal do SUS. Participam do primeiro encontro do curso em Fortaleza, de 18 a 20 de agosto, 40 gestores dos nove estados da região. Foram ofertadas 200 vagas no país e as aulas presenciais acontecem neste mesmo período em todas as regiões.

Segundo a assessora técnica da Secretaria de Atenção à Saúde do MS, Lígia Santos, o objetivo é a organização dos processos de gestão na esfera federal do SUS, na perspectiva de melhorar a qualidade da Atenção, a partir de uma gestão participativa que fortaleça as relações interfederativas, numa lógica cooperativa e solidária para a qualificação do SUS na perspectiva da assistência à saúde da população com ampliação do acesso e da qualidade.

O curso é resultado de uma parceria do Ministério da Saúde com o Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês (IEP/HSL) e a Fundação Dom Cabral. Na modalidade semipresencial, tem 200 horas aulas, com cinco encontros de três dias que vão acontecer mensalmente até dezembro. Está prevista, para os alunos aprovados, a possibilidade de cursar mais cinco módulos e concluir a modalidade especialização.

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Automedicação

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Foto: Hero Images/CorbisFoto: Hero Images/CorbisA automedicação pode trazer consequências graves à saúde como reações alérgicas e dependência. Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, o hábito pode aumentar a resistência de microorganismos e inibir a eficácia dos remédios.

O estudante, Stuart Figueredo, por exemplo, tem bronquite asmática e compra os medicamentos sem receita médica para tratar a doença. Ele conta que já percebeu os efeitos da automedicação. "Eu compro bombinha, inalador, para melhorar da asma e já tem tanto tempo que eu faço essa automedicação que às vezes o remédio não surte tanto efeito. Já teve algumas situações que o uso da bombinha ou então do inalador, da nebulização, não surtiu efeito que eu precisava. Eu precisa de verdade ir no hospital e fazer o tratamento correto para que eu pudesse sarar daquele sintoma", conta.

O secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, alerta que Stuart está em risco. Segundo Gadelha , optar pela automedicação pode trazer consequências graves para a saúde. "Pode matar, os excessos de medicamentos ou às vezes o uso prolongado de um medicamento. Os efeitos colaterais, os efeitos adversos. Basta ler as bulas, vocês vão ver que todos os medicamentos, eles podem ter efeitos adversos. O uso indevido de medicamentos, ele pode piorar a qualidade de vida em vez de melhorar a qualidade de vida se ele for utilizado inadequadamente", reforça.

De acordo com o Ministério da Saúde, nos últimos cinco anos, quase 60 mil casos de internações por automedicação foram registrados no Brasil. 

 

Fonte:  Karina Chagas/ Agência Saúde


Agências internacionais de medicamentos participam de conferência no Brasil

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icdrapequenaicdrapequenaAgências internacionais de medicamentos participam na cidade do Rio de Janeiro do 16º ICDRA- International Conference of Drug Regulatory Authorities, de 26 a 29 de agosto no Hotel Sofitel, em Copacabana. O evento é promovido pela OMS- Organização Mundial de Saúde que indicou a Anvisa- Agência de Vigilância Sanitária do Brasil para organizar a conferência. A abertura oficial do evento será no dia 26, às 10h30.

O ICDRA é um fórum tradicional de discussão que reúne autoridades reguladoras de medicamentos dos países membros da OMS desde 1980, com o objetivo de estreitar vínculos, debater tendências e compartilhar soluções de interesse comum, fortalecendo a colaboração mútua.

Com a troca de informações, as autoridades sanitárias internacionais contribuem para a convergência regulatória na área de medicamentos, o que resulta na melhoria da qualidade, segurança e eficácia desses produtos em todo o mundo.

Boas práticas de fabricação na indústria farmacêutica, redução de riscos em produtos derivados do sangue, regulação de dispositivos e equipamentos médicos, monitoramento da produção de vacinas e medicamentos biossimilares são algumas dos temas que estarão em debate durante o ICDRA.

Um pouco antes, dias 24 e 25, também no Hotel Sofitel, será realizado o Pré-ICDRA, à margem da reunião principal. Este evento oferece oportunidade à indústria, academia, organizações não-governamentais e outras instituições internacionais de participar das discussões, beneficiando-se, igualmente, da aproximação propiciada pelo ICDRA. Assegurando a qualidade e a segurança dos biossimilares para pacientes ao redor do mundo” é o tema central da pré-conferência. Os diretores da Anvisa, participam do Pré-ICDRA e também do ICDRA.

Esta é a primeira vez que o Brasil é sede do ICDRA. O Diretor-presidente da Anvisa, farmacêutico Dirceu Barbano, salienta que “a regulação feita pela Agência, em seus 15 anos, completados em 2014, fez com que o Brasil se tornasse um lugar mais confiável em relação aos medicamentos e produtos que estão sob o controle sanitário. O Brasil, por intermédio da Anvisa, participa em nível de igualdade de agendas com agências congêneres que têm uma história de vida muito mais longa. Sabemos que estamos fazendo um trabalho sério e minimizando riscos à saúde da população tanto no Brasil como nos países que adquirem nossos produtos”, concluiu Barbano.

A Diretora da Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), Carissa Etienne; o Chefe de Regulação de Medicamentos e Produtos para a Saúde da OMS, Lembit Rago; e o Diretor de Medicamentos Essenciais e Políticas Farmacêuticas da OMS, Kees de Joncheere, participarão da solenidade de abertura do ICDRA. Na ocasião, a Diretora da OPAS representará a Diretora Geral da OMS, Margaret Chan

No sábado, dia 30, extra-agenda do ICDRA, haverá uma reunião com os representantes das agências reguladoras dos países de língua portuguesa, que integram o Fórum das Agências Reguladoras de Medicamento do Espaço Lusófono, Farmed. A Anvisa preside o Conselho Consultivo deste Fórum, sendo o Conselho Consultivo pela agência agência portuguesa .

Serviço
16º ICDRA- International Conference of Drug Regulatory Authorities
Quando: de 26 a 29 de agosto
Hora: Abertura às 10h30 do dia 26 de agosto
Onde: Hotel Sofitel, Cobacabana, Rio de Janeiro, Brasil

 

Fonte: Anvisa


Segurança da pessoa idosa

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Foto: Whisson Jordan/CorbisFoto: Whisson Jordan/CorbisOs anos passam e o corpo já não responde da mesma forma. Os movimentos ficam mais difíceis, os reflexos mais lentos e a visão não é tão aguçada. Com o processo de envelhecimento alguns detalhes podem fazer a diferença na vida das pessoas idosas e evitar os temidos acidentes domésticos, como as quedas.

Dados mostram que as quedas são responsáveis por 56,6% das mortes acidentais de pessoas acima de 75 anos, segundo o levantamento do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde. Os dados foram comparados com porcentagens de homicídios, suicídios, acidentes de trânsito e lesões indeterminadas.

Um simples tapete pode causar um escorregão que pode trazer fraturas muito dolorosas. Por isso, como diz o proverbio popular, “é melhor prevenir do que remediar”. Pequenas adaptações podem evitar consequências perigosas.

Um dos locais da casa que mais gera acidente é o banheiro. O piso escorregadio pode ser facilmente corrigido com tapetes antiderrapantes, geralmente de borracha e grudados no chão. Tanto dentro do box, como ao lado do vaso sanitário é importante instalar barras sólidas de apoio para auxiliar nos movimentos e dar mais segurança no caminhar. Outra pequena solução é fixar um banco dobrável na parede do chuveiro, ele torna o banho mais confortável. Ainda no banheiro, elevar o vaso sanitário alguns centímetros auxilia o movimento de sentar-se e levantar-se, lembrando que o usuário do assento precisa estar com os pés apoiados firmemente no chão. Já existem no mercado tampas que ajudam esta adaptação, evitando o trabalho de alvenaria e mantendo o vaso acessível a todos.

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Ministério da Saúde celebra parceria com UnB em projeto de ouvidoria itinerante

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Fotos: Karina ZambranaFotos: Karina Zambrana

Aconteceu na última sexta-feira (15), na sede do Núcleo de Estudos em Saúde Pública (NESP) da Universidade Brasileira (UnB), a reunião de ajustes técnicos para o projeto 'Ouvidoria que vai ao Cidadão: Rede Integrada para a Gestão da Informação, Comunicação em Saúde e Mobilização para a 15ª Conferência Nacional de Saúde'.

O projeto é uma inciativa conjunta entre o NESP e os Departamentos de Gestão Participativa (DAGEP) e de Ouvidoria Geral do SUS (DOGES), ambos da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS), e tem como foco principal o desenvolvimento de estratégias de ouvidoria itinerante e escuta qualificada dos movimentos sociais e gestores do SUS, cujos resultados serão utilizados na mobilização das etapas da 15ª Conferência Nacional de Saúde, que deve ser convocada até o fim do mês de setembro.

O encontro de sexta-feira, que contou com a presença de pesquisadores, professores da UNB e colaboradores do DOGES e DAGEP, serviu como reunião técnica pré-operacional, onde foram apresentadas e discutidas as ferramentas de intervenção e escuta dos movimentos sociais e gestores em encontros nacionais/regionais promovidos ou apoiados pelo DAGEP.

Escuta para gestão - Segundo Kátia Souto, secretária Substituta da SGEP e diretora do DAGEP, a parceria com o NESP e os resultados do projeto serão benéficos para nortear o trabalho da gestão em prol das demandas das populações que vivem em situação de vulnerabilidade em saúde e vão ajudar na superação de desafios e identificação de gargalos para a compreensão do SUS.

“Nós temos dois grandes desafios na gestão do SUS: um deles é o desconhecimento da sociedade sobre o funcionamento dos conselhos de saúde e outro é o casamento entre os princípios da equidade e da integralidade. Portanto, este projeto de escuta qualificada e itinerante é uma grande conquista para o cidadão, na medida em que podemos usar os seus resultados como ferramenta para a implementação de políticas públicas e superação de desafios”, disse.

Metodologia e instrumentalização -  Ao todo, cinco eventos com expressivo número de participantes, todos focados em temáticas intimamente ligadas às demandas de movimentos sociais em saúde, oferecerão campo aos pesquisadores do NESP para que as ferramentas de pesquisa sejam aplicadas.
Ao final da fase de coleta e experimentação, o consolidado com os dados pesquisados servirá como termômetro para nortear as ações da SGEP na mobilização para a Conferência. A instrumentalização de escutada qualificada, elaborada pelo grupo coordenador do projeto, será posta em prática, pela primeira vez, entre os dias 25 e 27 de agosto, em Curitiba, no Encontro da Articulação Nacional das Pescadoras (ANP).

Segundo a coordenadora do NESP, Valéria Mendonça, a metodologia adotada pretende contemplar a escuta de brasileiros de todos os segmentos sociais, gerações, gênero e orientação sexual.

“A partir de uma metodologia de abordagem dialógica e participativa, o projeto pretende traduzir os principais questionamentos trazidos em oficinas livres junto aos representantes dos mais diversos segmentos da população brasileira, que serão abordados em eventos promovidos ou apoiados pelo Ministério da Saúde ainda neste semestre. As questões serão levadas à SGEP e à 15ª Conferência Nacional de Saúde", disse.

Todas as etapas do projeto serão registradas por meio audiovisual e de texto, e todo material resultante poderá ser visto em seu site oficial, cujo endereço virtual será divulgado pela SGEP e pelo NESP.


Fonte: Sócrates Bastos/ Agência Saúde



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