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Combate ao Aedes
  • publicado
  • Publicado: Sexta, 04 de Dezembro de 2015, 18h29
  • Última atualização: 05/01/16 11h52

Nota sobre medida do perímetro cefálico para diagnóstico de bebês com microcefalia relacionada ao vírus zika

O Ministério da Saúde, em consonância com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, passa a adotar, a partir de agora, a medida de 32 cm para a triagem e identificação de bebês possíveis portadores de microcefalia. Este procedimento consta do “Protocolo de Vigilância e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo Vírus Zika” e está de acordo com recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera, como medida padrão mínima para a cabeça de recém-nascidos, 32 centímetros.

Diante do aumento inesperado e inusitado dos casos de microcefalia em recém-nascidos, atribuído ao vírus Zika, no primeiro momento, o Ministério da Saúde recomendou que fosse adotada a medida de 33 cm para o PC. A iniciativa teve como objetivo incluir um número maior de bebês na investigação, visando uma melhor compreensão da situação.

O perímetro cefálico (PC) varia conforme a idade gestacional do bebê. Assim, na maioria das crianças que nascem após nove meses de gestação, o PC de 33 cm é considerado normal para a população brasileira, podendo haver alguma variação para menos, dependendo das características étnicas e genéticas da população.

Até o dia 28 de novembro, o Ministério da Saúde havia recebido 1.248 notificações de casos suspeitos. Todos esses casos têm medida craniana igual ou inferior a 33 cm. Na primeira triagem desses casos suspeitos, muitos dos diagnósticos realizados precocemente e preventivamente já foram descartados. A nova medida visa agilizar os procedimentos clínicos, sem descuidar dos bebês que fizeram parte da primeira lista de casos notificados.

O crânio é formado por uma série de ossos. Nos recém-nascidos e nas crianças menores eles não estão “soldados”, permitindo que a caixa craniana cresça durante o desenvolvimento do bebê. A cabeça das crianças recém-nascidas tem moleiras, que são as fontanelas, e suturas, que são áreas livres para o crescimento dos ossos. Quando isto não ocorre, podem surgir casos de microcefalia ou outras anomalias.

Por esta razão, após o parto, a cabeça das crianças é sempre medida, permitindo que o pediatra identifique, precocemente, se há algum problema. O perímetro da cabeça da criança continuará sendo medido ao longo da sua infância.

A classificação de casos fica assim organizada: Casos Notificados/Suspeitos; Casos Confirmados; e Diagnóstico Descartado.

 Fonte: Agência Saúde

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