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Saúde libera R$ 54 milhões para Hospitais Universitários

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Crédito: JOSE LUIS PELAEZ, INC./ Image Source/ CorbisCrédito: JOSE LUIS PELAEZ, INC./ Image Source/ CorbisO Ministério da Saúde liberou R$ 54 milhões para hospitais universitários de todo país modernizarem suas instalações. O recurso faz parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) e beneficiará 25 unidades em 16 estados. Os Hospitais poderão melhorar suas instalações com obras, compra de equipamentos ou ainda custear procedimentos hospitalares. A Portaria nº 1.482, que autoriza o recurso, foi publicada na segunda-feira (21).

O Rehuf é uma parceria dos Ministérios da Saúde e da Educação e tem o objetivo de aperfeiçoar a gestão administrativa, financeira e hospitalar no campo da assistência e do ensino, melhorando a integração serviço-saúde. Os valores são definidos junto com as instituições e levam em conta os indicadores e metas de desempenho de cada local. Atualmente, 45 hospitais e a outras duas unidades de saúde ligadas às universidades fazem parte do Programa. Essas instituições estão localizadas em 32 cidades do país, sendo 22 capitais.

Este é o segundo repasse do ano para os Hospitais Universitários (HUs). Em maio, as unidades receberam R$ 100 milhões em incentivo para melhoria de suas instalações. Até o final de 2014, a previsão é que sejam repassados pelo Rehuf R$ 463,7 milhões. Deste valor, R$ 328,2 milhões são destinados ao custeio de atividades assistenciais e de ensino, obras e reformas e os outros R$ 140,9 milhões, para a compra de equipamentos e melhoria de infraestrutura. Desde o início do programa, em 2010, o Ministério da Saúde já investiu R$ 2 bilhões em hospitais de ensino de todo país.

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Into fortalece rede de ortopedia e traumatologia no país

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Credito: Judith Haeusler cultura CorbisCredito: Judith Haeusler cultura CorbisUma equipe de especialistas em joelho e quadril do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) iniciou nesta segunda-feira (21) sua participação no mutirão de cirurgias ortopédicas realizado pelo Hospital da Baleia, em Belo Horizonte. O mutirão, que deverá realizar 40 cirurgias, seguirá até a sexta-feira (25) e faz parte de um termo de cooperação técnica entre o Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais. Além de Minas Gerais, os estados de São Paulo, Paraná e Acre também serão beneficiados com a cooperação técnica.

O termo de cooperação possibilita que o Instituto avance em seu compromisso de consultor técnico para a estruturação e o fortalecimento da rede de serviços de alta complexidade em ortopedia, traumatologia e reabilitação pós-operatória. Em Belo Horizonte, a formalização do termo de cooperação técnica, que tiveram suas ações iniciadas há três meses, permite que o Instituto preste assessoria técnica e gerencial ao Hospital da Baleia.

De acordo com o documento, caberá ao Into executar as ações assistenciais e cirúrgicas, além de prover insumos estratégicos necessários para os procedimentos de média e alta complexidade, como órteses, próteses e materiais especiais. “A equipe atuará em apoio aos médicos do Hospital da Baleia em um esforço concentrado para atender os pacientes e também promover o intercâmbio entre os profissionais de saúde, com a troca de experiências e de protocolos para utilização de materiais de alto custo utilizados nas cirurgias de próteses de quadril e joelho”, anuncia o diretor geral do Into, João Matheus Guimarães.

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Medicamentos chegam às farmácias 12% mais baratos

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Crédito: ImageShopCorbisCrédito: ImageShopCorbisOs medicamentos que passaram a ter a isenção do PIS/COFINS chegam mais baratos nas farmácias a partir desta segunda-feira (21). O Governo Federal ampliou em 174 a lista de substâncias que ficam livres da cobrança desses tributos, o que deve levar a uma redução de 12%, em média, nos preços dos produtos. A chamada “lista positiva”, com a inclusão dos novos produtos, já soma mais de mil itens com sistema especial de tributação, o que representa 75,4% dos medicamentos comercializados em todo o país.

Atualmente, quase a totalidade dos medicamentos tarja vermelha e preta estão isentas de PIS/COFINS. Essa medida visa reduzir o custo para a população com medicamentos essenciais, utilizados para o tratamento de artrite reumatoide, câncer de mama, leucemia, hepatite C, doença de Gaucher e HIV, entre outros problemas de saúde.

Os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde e a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) na seleção das substâncias que terão o benefício levam em consideração as patologias crônicas e degenerativas; os programas de saúde do governo instituídos por meio de políticas públicas e a essencialidade dos medicamentos para a população. Para fazerem jus ao benefício, os medicamentos devem estar sujeitos à prescrição médica e estarem destinados à venda no mercado interno.

A Câmara de Regulação é responsável pelo monitoramento dos preços dos remédios e por garantir que as reduções tributárias sejam integralmente refletidas nos preços fixados como teto para os produtos.

 

Fonte: Vera Stumm/  Agência Saúde


Saúde da Criança | Conheça a importância da suplementação da Vitamina A

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Crédito: Mark Hunt/ Huntstock/ CorbisCrédito: Mark Hunt/ Huntstock/ CorbisA vitamina A tem diferentes funções no organismo humano, atuando, por exemplo, na visão e na produção de tecidos. Mas o corpo não produz essa vitamina que é absorvida por meio de alimentos como, fígado bovino, leite, verduras, frutas e legumes amarelos. Por isso, o Ministério da Saúde oferece suplementação de vitamina A para crianças de seis meses de idade a menores de cinco anos nas regiões que participam do programa Brasil Carinhoso do Governo Federal. conforme explica a nutricionista da coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Ana Maria Cavalcante.

"A suplementação é iniciada aos seis meses de idade e, a cada seis meses, ela volta à unidade básica de saúde para tomar outra cápsula de vitamina A. Então, de seis em seis meses ela está protegida e com aporte adequado de vitamina A. Dos seis meses aos 59 meses, ela tomaria aí nove cápsulas de vitamina A porque a cada seis meses ela deve retornar à unidade básica de saúde", explica a nutricionista da coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Ana Maria Cavalcante.

Ainda de acordo com a nutricionista vinculada ao Ministério da Saúde, Ana Maria Cavalcante, a deficiência de vitamina A provoca sérios problemas à saúde da criança. "Podem desenvolver sinais clínicos de deficiência ocular, pessoas que têm uma deficiência instalada. Pode ocorrer, por exemplo, ressecamento da pele conjuntiva e da córnea ocular. Crianças suplementadas com vitamina A têm melhor resposta a doenças e, por isso, também tem dados que mostram que crianças que recebem suplementação de vitamina A têm menor risco de mortalidade, principalmente a mortalidade causada pela diarreia", afirma Cavalcante.

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Nota de pesar pela morte de pesquisadores da aids

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O trágico incidente envolvendo o avião da Malaysia Airlines, nesta quinta-feira (17), não apenas tomou a vida de mais de 290 pessoas, mas deve trazer um enorme prejuízo para a pesquisa e o debate sobre a luta contra o HIV/Aids no mundo. As notícias apontam que mais de cem cientistas e representantes de entidades e de movimentos sociais envolvidos com o controle da doença estavam a bordo do voo. Trata-se de um cenário perturbador para as milhares de vidas perdidas todos os anos para essa epidemia.

O Ministério da Saúde do Brasil é um dos participantes do congresso internacional sobre aids, que acontece na Austrália, para onde iam os cientistas e ativistas. No mundo, avançamos na prevenção, no diagnóstico e no tratamento das pessoas infectadas pelo HIV. Neste momento, sofremos uma grave derrota. Sem essas referências mundiais, o debate será menos rico e cada instante que contamos sem novas perspectivas para a doença, milhares de vidas se vão.

É lamentável o ocorrido. O Ministério da Saúde se solidariza com as famílias das vítimas. O combate à aids é um símbolo da luta pela vida e pela paz. Em homenagem a esses cientistas e ativistas, devemos nos fortalecer e continuar na busca de soluções e tecnologias para o controle do HIV.

Fonte: Agência Saúde

 

 



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