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Saiba mais sobre a sífilis doença que pode provocar queda de cabelo e até aborto em gestantes

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A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema Pallidum. Ela pode ser transmitida de uma pessoa para outra durante a relação sexual sem camisinha, por transfusão de sangue contaminado ou da mãe infectada para o bebê durante a gestação ou o parto. Os primeiros sintomas são pequenas feridas nos órgãos sexuais e caroços nas virilhas, que surgem entre sete e 20 dias após a relação desprotegida com alguém infectado. As feridas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Mas, se não forem tratadas podem se desenvolver e provocar manchas em várias partes do corpo e queda de cabelo.

De acordo com o diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, a população precisa ficar atenta a alguns cuidados.“É uma doença possível de controlar, é possível erradicar, sobretudo a sífilis congênita. Hoje, é muito importante que a população faça o diagnóstico. É fundamental que todas as mulheres gestantes insistam com o seu médico para fazer o exame de sífilis para poder proteger o bebê. Uma outra medida extremamente importante para a população para se proteger da sífilis é o uso da camisinha. A gente tem este meio que protege não só contra a sífilis, mas também de outras doenças como a aids, a hepatite B e, portanto, é importante que nos relacionamentos sexuais a gente insista no uso da camisinha.”

Quando não existem sinais ou sintomas, é necessário fazer um teste laboratorial ou teste rápido, disponibilizado gratuitamente pelo Ministério da Saúde em todo o território brasileiro. A nova tecnologia de testagem permite que os resultados sejam feitos em, no máximo, 30 minutos, sem a necessidade da estrutura de um laboratório. Se você foi diagnosticado com sífilis, procure uma unidade de saúde próxima de casa, para indicar o tratamento mais adequado. Para saber mais acesse a página www.aids.gov.br/sifilis

Fonte: Victor Maciel/ Agência Saúde

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Nova pesquisa mostra que metade das pessoas com hepatite sofre discriminação

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VIENA - ÁUSTRIA - Metade das pessoas infectadas com hepatites virais já sofreu discriminação e um quarto delas admite que seus familiares têm evitado contato físico após descobrirem que elas estavam infectadas. Uma pesquisa impressionante apresentada no The International Liver Congress (Congresso Internacional do Fígado) 2015 mostrou o impacto devastador da infecção sobre a vida diária dessas pessoas.

Uma pesquisa conduzida pela ONG Grupo Otimismo e pelo Ministério da Saúde do Brasil interrogou 1.217 pessoas infectadas com hepatite B ou C na Europa e nas Américas com o uso de uma ferramenta de pesquisa online. O objetivo da pesquisa foi descobrir, entre as pessoas infectadas, quando e com que intensidade o estigma e a discriminação afetaram sua qualidade de vida.

A pesquisa revelou que quase a metade (49,6%) das pessoas infectadas sofreu algum tipo de discriminação. Dos 94,1% que contaram às suas famílias que estavam infectados, um quarto (24,6%) disse que seus parentes começaram a evitar contato físico. Além disso, dos 73,7% que contaram aos seus amigos a respeito da sua condição, quase metade (46,9%) disse que sofreu discriminação e 23,8% disseram que não eram mais convidados para eventos sociais.

"Poucos estudos avaliaram as circunstâncias e o grau em que o estigma e a discriminação estão presentes para aqueles que vivem com hepatites virais. Este é um dos primeiros estudos que ouve a voz do paciente para saber deles qual o contexto e a intensidade do estigma e da discriminação que eles experimentam e como isso afeta sua qualidade de vida", disse Carlos Varaldo, presidente do Grupo Otimismo "Grupo de Apoio a Pessoas Que Vivem com Hepatite".

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Brasil reafirma compromisso pelo fim de epidemias até 2030

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“Foi um enorme privilégio sediar este evento tão importante”, disse na última quinta-feira (16/04) o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, ao fim do terceiro e último dia da consulta regional Estratégias Globais da área da saúde para HIV, IST e Hepatites Virais e plano de ação da Opas para Hepatites Virais: definindo a agenda pós-2015.

Promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e o Ministério da Saúde, por meio do DDAHV, a consulta foi a primeira de uma série de seis que a OMS irá realizar em diferentes regiões do planeta para abordar e subsidiar três estratégias globais de saúde (global health sector strategies/GHSS, na sigla em inglês) referentes a estes agravos no período 2016-2021. Em pauta, portanto, as estratégias globais da OMS para DST, HIV e hepatites virais; a estratégia global pós-2015 do Unaids para HIV e aids; e a estratégia regional da Opas para hepatites virais na América Latina e no Caribe.

Estavam presentes representantes dos Estados Unidos, do Canadá e dos países da América Latina e do Caribe, entre membros de organismos internacionais e agências de cooperação, de governos e da sociedade civil. “Esta mobilização abre o debate e os caminhos, para que o que ajudamos a construir aqui possa ser implementado nos próximos seis anos – e para que o mundo possa cumprir estas metas até 2030”, disse Mesquita.

A escolha do Brasil para sediar a consulta foi da própria OMS. Para o diretor de DST/Aids, Hepatites e Tuberculose da Opas, Massimo Ghidinelli, a escolha se deu em reconhecimento à contribuição histórica do país no enfrentamento às DST, ao HIV/aids e às hepatites virais. “O Brasil continua a ser uma grande referência na resposta a estes três agravos”, reiterou Ghidinelli.

TRÊS ESTRATÉGIAS – Um dos maiores destaques da consulta foi o debate em torno do primeiro plano global para as hepatites virais – hoje, a oitava entre todas as causas de mortes no mundo. Para fazer frente a esta realidade, o grupo de discussão focado na GHSS para as hepatites virais debruçou-se sobre a tarefa de discutir as bases deste primeiro plano de ação global para o agravo, a ser apresentado ao mundo na 69ª Assembleia Geral da OMS, em 2016.

“A meta da eliminação das hepatites começou aqui", disse o diretor do departamento de HIV/Aids da OMS, Gottfried Hirnschall, ao comentar a estratégia global para as hepatites virais – a primeira da história da OMS. O coordenador-geral de Hepatites Virais do DDAHV, Marcelo Naveira, lembrou que, “diferentemente da aids, ainda não existe uma estratégia global de acesso universal aos medicamentos para hepatites”. O Brasil será o primeiro país em desenvolvimento do mundo a implementar este acesso universal aos mais modernos medicamentos da hepatite C, livres de Interferon.

Reduzir o preço dos medicamentos, alcançar o tratamento universal e ampliar o acesso a ambos são algumas das estratégias. Foram estabelecidas metas intermediárias para 2020, para que seja possível chegar a 2030 com ampliação de diagnóstico, tratamento, redução de mortalidade, supressão de carga viral da hepatite B e a cura da hepatite C. Também foi ressaltada a urgência do enfrentamento da discriminação de pessoas vivendo com HIV, IST e hepatites virais.

IST – Segundo a diretora adjunta do DDAHV, Adele Benzaken, o campo das IST é ainda “internacionalmente negligenciado”. “O desafio priorizado na consulta regional foi a eliminação da sífilis congênita, com ênfase para a vacinação do HPV e a possibilidade concreta de impactar o câncer de colo do útero, que é uma das principais causas de mortalidade em mulheres no mundo todo”, disse Adele.

HIV – Quanto ao HIV/aids, tanto as estratégias globais do Unaids quanto a da OMS propõem eliminar a epidemia até 2030.

Entre os objetivos traçados está diminuir as novas infecções para 200 mil por ano. O desafio dos países é garantir que, de todas as pessoas que vivem com HIV, 90% sejam testadas e conheçam seu diagnóstico; que 90% destas pessoas entrem em tratamento antirretroviral; e que 90% destas tenham a carga viral suprimida.

“Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – em vigor até o final de 2015 – colocaram a aids, a tuberculose e a malária no mesmo patamar de importância; agora, na pauta que está sendo discutida na Organização das Nações Unidas para depois de 2015 – as Metas de Desenvolvimento Sustentável –, a aids, a tuberculose, a malária e as hepatites passaram a ter o mesmo status”, celebrou o diretor Fábio Mesquita.

Qualquer cidadão do planeta pode participar, até 30 de abril, da pesquisa online aberta pela OMS sobre a consulta das Estratégias Globais da área da saúde para HIV, IST e Hepatites Virais.

A pesquisa está disponível em inglês, espanhol, francês e outras línguas.
http://www.who.int/hiv/strategy-survey/en/#

Fonte: Assessoria de Comunicação /Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

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Ministério da Saúde e Anvisa orientam consumidores sobre compras seguras na internet

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Com o objetivo de auxiliar o consumidor brasileiro na tomada de decisões mais seguras, conscientes e saudáveis sobre os produtos que compra na internet, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou, nesta sexta-feira (24/4), a iniciativa Click Saudável. O projeto conta com uma página na internet para orientar a população na compra de produtos de saúde em sites de comércio eletrônico. O início da ação foi marcado pela assinatura de Termo de Cooperação com a plataforma MercadoLivre – um dos maiores sites de comércio eletrônico no Brasil – e pelo edital de chamamento para outras empresas de comércio eletrônico aderirem à iniciativa, que será divulgado nos próximos 30 dias.

Veja aqui a apresentação da coletiva

Entre os assuntos que serão abordados na plataforma estão alimentação, medicamentos, tabaco, produtos químicos, saúde e beleza. O site também realizará enquetes sobre o perfil de comportamento e consumo dos usuários da internet. Com uma linguagem simples e direta, o objetivo é favorecer o contato do cidadão com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e os órgãos de defesa do consumidor.

“É uma satisfação colocar à disposição do brasileiro uma ferramenta como o Click Saudável. No momento em quem o Ministério da Saúde busca mudar a consciência e valorizar a prevenção e promoção da saúde. A parceria da Anvisa com o MercadoLivre é a possibilidade de dialogar com a sociedade em outro patamar. Ganha a sociedade brasileira e ganha também a empresa, por uma ação de responsabilidade e ética social. E também ganha o Estado brasileiro que contará com uma ferramenta e parceiros comprometidos para ajudar no papel regulatório”, comentou o ministro da Saúde. Arthur Chioro.

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Conheça mais sobre os métodos contraceptivos distribuídos gratuitamente no SUS - Parte II

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Crédito: Victor BraveCrédito: Victor BraveNa última matéria do Blog da Saúde falamos sobre a importância do planejamento sexual e reprodutivo é condição importante para a saúde das mulheres e homens adolescentes, jovens e adultos. Confira. Nesta matéria mostraremos mais algumas alternativas que estão disponíveis no SUS.

Pílula anticoncepcional de emergência

É um método utilizado para evitar uma gravidez indesejada após uma relação sexual desprotegida. A pílula anticoncepcional de emergência também é conhecida como pílula do dia seguinte. Pode ser usada em situações como: relações sexuais desprotegidas, rompimento do preservativo, em caso de deslocamento do diafragma, deslocamento e expulsão do DIU, uso incorreto da pílula anticoncepcionals ou em situações de violência sexual.

A pílula anticoncepcional de emergência ajuda a diminuir o número de abortos provocados, na medida em que evita a gravidez não desejada impedindo ou retardando a ovulação e diminuindo a capacidade dos espermatozoides de fecundarem o óvulo. Deve ser utilizada até cinco dias após a relação sexual desprotegida.

A pílula anticoncepcional de emergência não é abortiva, porque ela não interrompe uma gravidez já estabelecida. A pílula anticoncepcional de emergência não deve ser usada como método anticoncepcional de rotina, ou seja, substituindo um outro método anticoncepcional. Deve ser usada apenas em casos de emergência, porque a dose de hormônios é maior em relação às outras.A pílula de emergência pode ser utilizada por qualquer mulher em idade fértil, independente da idade. Não há restrição do uso por adolescentes.

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