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UNA-SUSpor meio da Federal de Pernambuco (UNA-SUS/UFPE) lança novo módulo de Atenção Domiciliar

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A Universidade Aberta do SUS, por meio da Federal de Pernambuco (UNA-SUS/UFPE), lança novo módulo do Programa Multicêntrico de Qualificação Profissional em Atenção Domiciliar à Distância nessa quarta-feira (17/12).

O módulo intitulado Abordagem Domiciliar de Situações Clínicas Comuns em Adultos é voltado para médicos e enfermeiros e possui carga horária de 60 horas. As inscrições podem ser realizadas até 30 de junho de 2015, pelo site: http://www.unasusufpe.com.br/cursos.

Os conteúdos apesentam as principais situações clínicas comuns em adultos, descrevendo o manejo dos pacientes na atenção domiciliar e reforçando o papel do cuidador como parte fundamental da equipe de cuidado.

Serão apresentadas as seguintes situações clínicas: asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, pneumonia, coronariopatia, doença vascular periférica, insuficiência cardíaca, hanseníase, SIDA, malária, tuberculose, infecção do trato urinário, osteomielite, pós-operatório em ortopedia, transtornos psiquiátricos, abordagem ao usuário de álcool e outras drogas, esclerose múltipla e esclerose lateral amiotrófica.

Em cada uma das situações serão tratados os aspectos conceituais, o diagnóstico, o manejo na atenção domiciliar, as orientações que devem ser fornecidas ao cuidador, o plano de alta na atenção domiciliar e quando referenciar para outros serviços.

Matrícula na versão do curso com certificação

Para realizar o curso e receber a declaração de conclusão de curso, é preciso atender às especificações abaixo:

Possuir dados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), ativo ou inativo, nas seguintes ocupações:
Médico(a);
Enfermeiro(a).
Acesso como visitante identificado

Se você não atende às especificações para acesso à versão do curso com certificação e tem interesse de participar, pode optar pela modalidade "Acesso como visitante identificado". É necessário realizar inscrição via federação, por meio do Cadastro Nacional de Profissionais de Saúde (CNPS), um cadastro realizado por meio do CPF, e que pode ser feito por todo cidadão para acesso ao conteúdo completo do curso, sem obtenção de declaração de conclusão de curso.

Se você não é cadastrado, faça seu cadastro aqui no CNPS. Caso encontre alguma dificuldade acesse aqui o tutorial que orienta o procedimento.

Fonte: SE/UNA-SUS, com informações da UNA-SUS/UFPE

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Estrutura e funcionamento do Sinasan são temas de oficina

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O Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (Sinasan) foi tema de oficina realizada no dia 16 de dezembro para os (as) empregados (as) de diversas áreas da Hemobrás. Uma equipe da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH) do Ministério da Saúde apresentou a estrutura e o funcionamento do Sistema com ênfase no assessoramento técnico e qualificação da Hemorrede e no Programa de Coagulopatias."A oficina foi uma ótima oportunidade para conhecermos melhor a dinâmica do trabalho da Coordenação do Sangue, percebendo a interface com o nosso trabalho", avaliou a chefe de serviço de laboratório interina, Rafaela Melo.

VISITA À FÁBRICA - No dia seguinte à Oficina do Sinasan (17.12), a equipe da CGSH visitou à fábrica da Hemobrás, em Goiana, e ficou bem impressionada com o andamento das atividades. “Fico muito satisfeito em ver a armazenagem do plasma já funcionando e as obras das demais áreas em andamento”, afirmou o coordenador da CGSH, João Paulo Baccara. “É gratificante ver um projeto em que estive envolvido na concepção, que acompanhei o planejamento e agora já é realidade”, completou Baccara.

A técnica da CGSH, Márcia Amaral, também elogiou a situação da fábrica. “Tivemos acesso às instalações e às obras. O que ficou mais evidente foi a eficiência na gestão do plasma que já está funcionando e o cuidado com os mínimos detalhes na obra e na transferência de tecnologia”, concluiu.

Fonte: Hemobras

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Retrospectiva | Atriz Claudia Rodrigues fala sobre Esclerose Múltipla

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Atriz Cláudia Rodrigues. Crédito: Manoel GuimarãesAtriz Cláudia Rodrigues. Crédito: Manoel GuimarãesNa semana marcada pelo Dia Nacional de Conscientização sobre Esclerose Múltipla, em 30 de agosto, o Ministério da Saúde anunciou a incorporação no Sistema Único de Saúde (SUS) do primeiro medicamento oral para a doença que afeta cerca de 30 mil brasileiros. A incorporação do fingolimode representa uma conquista para os pacientes que passarão a contar com toda a linha de tratamento no SUS, a partir de janeiro de 2015.

Nesta mesma data, a atriz Claudia Rodrigues contou ao Blog da Saúde sua experiência com o diagnóstico e tratamento da doença autoimune que acomete o sistema nervoso central, mais especificamente a mielina, substância branca responsável por facilitar a condução de impulsos nervosos. No Brasil, a taxa de prevalência na população é de aproximadamente 15 casos por cada 100.000 habitantes.

A humorista só declarou a doença publicamente em 2006 e, em 2010, passou por um grave surto que a fez se afastar de seus projetos profissionais na televisão e no teatro para se dedicar ao tratamento.

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#RetrospectivaSaúde2014 Vitaminas

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Crédito: nmediaCrédito: nmediaSão crescentes as evidências de que uma alimentação adequada e saudável contribui para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. A alimentação incorreta é o grande vilão para a saúde, somada à inadequação da prática regular de atividade física e ao consumo frequente de álcool e alimentos com alto teor de gorduras, sal, açúcar.

Para o bom funcionamento do organismo humano, as vitaminas são nutrientes essenciais. O corpo necessita destes compostos orgânicos em quantidades variadas para exercer as funções vitais. Como não fabricamos a maioria delas, precisamos ingeri-las em nossa alimentação diária.

Desta forma, o Blog da Saúde resgata o Especial Vitaminas, com dicas de como suprir essa necessidade por meio de uma alimentação saudável, com o consumo diário de alimentos in natura e minimamente processados.

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Ministério da Saúde implanta projeto piloto de clínica farmacêutica no SUS

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Crédito: DivulgaçãoCrédito: Divulgação


Depois de um período conturbado com a perda do pai e de um filho, o coração de Cláudio Daniel Lemos de 53 anos, morador da região metropolitana de Curitiba (PR) pediu socorro. Além da cirurgia de ponte de safena, o pedreiro passou a ingerir diariamente 13 compridos, para o tratamento da depressão, colesterol e problemas cardíacos.

Administrar tantos medicamentos se tornou um desafio. Analfabeto, Cláudio começou a confundir os remédios e os horários para cada medicação. Contrariando a prescrição médica, parou de tomar os comprimidos. Quem identificou o problema durante uma consulta foi a farmacêutica da rede municipal de saúde de Curitiba, Linda Tieko. A solução que ela achou para resolver a questão foi simples: separar os medicamentos em envelopes com desenhos de um sol e uma lua que ajudaram seu Cláudio a saber quais os medicamentos deviam ser tomados pela manhã, na hora do almoço ou à noite.
Em Curitiba, os moradores que utilizam os serviços das unidades básicas de saúde e que tomam mais de que cinco medicamentos ao dia passaram a ter um atendimento diferenciado. O Ministério da Saúde queria começar a aplicar no SUS o conceito de clínica farmacêutica e identificou na rede municipal de saúde de Curitiba um parceiro estratégico para o desenvolvimento de um projeto piloto que, deverá ser ampliada essa experiência para outros municípios brasileiros . Acostumados a frequentarem apenas as consultas com médicos, os moradores poli medicados foram convidados a se consultarem também com farmacêuticos. Uma mudança significativa na rotina dos usuários do SUS e no processo de trabalho da equipe de saúde do município.

O Projeto de Cuidado Farmacêutico na Atenção Básica faz parte do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS(QualifarSUS), do governo federal e recebeu investimento em torno de R$400 mil. A experiência foi financiada por meio do projeto Qualisus Rede – cooperação entre o Banco Mundial e o Mistério da Saúde que tem como proposta de intervenção apoiar a organização de redes de atenção à saúde no Brasil.

Desde a implantação em abril de 2014, já foram realizadas mais de 2.500 consultas em 54 unidades de saúde de Curitiba. O número é quase três vezes maior que as 868 realizadas em 2013, e seis vezes superior as 439 consultas realizadas em 2012. A parceira entre o Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba permitiu que 45 profissionais farmacêuticos fossem capacitados e deixassem de ser apenas uma peça importante na logística de medicamentos nas unidades de saúde e passassem a lidar diretamente com os pacientes e com o cuidado integral da população.

“O máximo que a gente fazia era orientar o paciente sobre como conseguir algum remédio que não estava disponível na unidade. Eu lidava mais com as caixinhas de medicamentos, porque o paciente era um dado numa tabela”, relembra a farmacêutica Linda Tieko.

Nas consultas individuais que duram em média uma hora, os farmacêuticos conversam com os pacientes, em sua maioria mulheres com idade média de 66 anos identificam problemas relacionados à prescrição, manipulação, intoxicação e qualidade dos medicamentos, orientam sobre o uso correto e avaliam a necessidade real desses medicamentos para a pessoa.

Para o Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, a experiência traz um novo enfoque em que o usuário do SUS, e não o medicamento é o foco principal do governo federal nesta área. “Esse projeto é um marco porque integra o médico e o farmacêutico numa atividade fundamental onde o ensino e o conhecimento são colocados para ajudar o nosso bem mais precioso que é o cidadão. O Ministério da Saúde vai continuar garantindo o acesso a medicamentos, mas queremos mostrar que além de fornecedores nós também somos cuidadores”, explica.

Nos três primeiros meses do projeto, foi possível identificar que dos 548 pacientes atendidos, 54% deles omitiam doses dos medicamentos indicados, 34% desistiam do tratamento após alguma melhora, 33% não respeitavam o horário da medicação e 21% faziam adição de doses que não estavam prescritas.

Já as principais doenças foram a hipertensão, diabetes, dislipidemia, obesidade, hipotireoidismo e depressão. Cada um dos pacientes ingeriam em média sete medicamentos diferentes ao dia, sendo os mais utilizados ácido acetilsalicílico, sinvastatina, metformina, enalapril e omeprazol.

O especialista em Saúde do Bando Mundial, Esaú Costa, que esteve em algumas das unidades de saúde em Curitiba para ver de perto como funciona a clínica farmacêutica, se mostrou entusiasmado com a possibilidade de expansão do projeto. “O que nós precisamos discutir e avançar são os as consequências dessa intervenção para o sistema de saúde público no que se refere à manipulação dos dados decorrentes do atendimento, como isso impacta as questões da gestão. Mas é fato que através do Banco Mundial nós temos espaço para ampliar esta experiência com outros estados e até com outros países”.

Para a Coordenadora nacional da Assistência Farmacêutica Básica do Ministério da Saúde e responsável pelo projeto, Karen Costa, essa experiência piloto reforça as estratégias do Governo Federal de fortalecer a Atenção Básica como orientadora da rede de atenção e fundamentalmente como coordenadora do cuidado. “O saber do profissional farmacêutico por meio dos serviços de clínica, são essenciais para contribuirmos com os desafios do Sistema de Saúde e com as necessidades da nossa população medicalizada. Vamos buscar expandir o Eixo Cuidado do QualifarSUS para o maior número de municípios do país.”

Toda a experiência da implantação do projeto em Curitiba está relatada em detalhes na série de cadernos temáticos intitulados “Cuidado Farmacêutico na Atenção Básica”. As publicações orientam a implantação do serviço em qualquer município que trata dos serviços farmacêuticos na atenção básica à saúde. Os cadernos estão disponíveis para download na biblioteca virtual do Ministério da Saúde: Caderno 1. http://bit.ly/1DQdEvZ; Caderno 2: http://bit.ly/1C2iR22 e Caderno 3: http://bit.ly/1v2W66w

Para Seu Cláudio, que já está na sua quarta consulta farmacêutica, o serviço está aprovado. “A gente se sente realmente cuidado. Sou ouvido, orientado, não tenho mais medo de tomar os meus remédios.”

 

Fonte: Cibele Tenório / Assessora de Comunicação Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Ministério da Saúde

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