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Governo federal fala sobre Relatório de Desenvolvimento Humano 2014

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O ministro da Saúde, Arthur Chioro, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, o ministro da Educação, Henrique Paim, falam nesta quinta-feira (24), às 10h, sobre o Relatório de Desenvolvimento Humano 2014, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). A coletiva será no auditório do Térreo do Bloco A da Esplanada dos Ministérios.

Divulgação do Relatório de Desenvolvimento Humano 2014

Data: 24.07.2014

Horário: 10 horas

Endereço: Esplanada dos Ministérios Bloco A - Auditório do Térreo

Outras informações:

Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3580 / 2351

 

Fonte: Agência Saúde


Número de mortes no Brasil é menor que média mundial

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Crédito: www.aids.gov.brCrédito: www.aids.gov.brO índice anual de mortes provocadas por HIV/Aids e pela tuberculose no Brasil é menor que a média mundial. A informação faz parte de um estudo publicado pela revista científica The Lancet divulgado durante a 20ª Conferência Internacional sobre Aids, que acontece em Melbourne, na Austrália, e termina nesta sexta-feira (25). Segundo o estudo, as mortes por aids no Brasil tiveram uma redução da taxa anual de 2,3%, entre 2000 e 2013, enquanto o índice mundial, no mesmo período, foi de 1,5%. O Secretário em Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, e diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, participam da Conferência.

Em relação às mortes por tuberculose, a publicação mostra uma queda de 4,5% de casos por ano, desde 2000. A média global, nos últimos 13 anos, foi de 3,7%. No Brasil, em 2013, 5.788 pessoas morreram vítimas da doença. A publicação acredita que os bons resultados brasileiros estejam relacionados à adoção dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, em 2000. A pesquisa foi conduzida por um grupo internacional de cientistas e coordenado pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) da Universidade de Washington, nos EUA.

No cálculo dos anos de vida salvos, o Brasil atinge o índice de 0,37 em uma escala que varia de 0,07, para países em pior situação, até 0,49, nos países mais ricos. Entre as razões apontadas para explicar o bom resultado brasileiro está o acesso à terapia antirretroviral, os programas para prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho e o estímulo ao uso de preservativos.

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Saiba mais sobre doação de sangue e ajude a salvar vidas

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Médicos, enfermeiros, farmacêuticos e tantos outros profissionais da área de saúde são vistos como heróis que contribuem para salvar vidas diariamente. Você sabia que também pode ajudar a salvar vidas com um simples gesto? A doação de sangue é um ato de amor e solidariedade que todo cidadão pode ter.

Para doar sangue é importante estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 50kg e ter entre 18 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos. Recentemente, jovens que completaram 16 anos começaram a poder doar mediante autorização dos responsáveis. Na hora da doação é importante estar descansado e evitar alimentação gordurosa algumas horas antes, mas o doador não deve estar de jejum. O simples procedimento dura cerca de 40 minutos.

Normas nacionais e internacionais norteiam os procedimentos de doação de sangue para dar segurança e proteção, tanto para o doador como para o receptor. A bolsa coletada pode ser fracionada nos seguintes componentes sanguíneos: concentrados de hemácias e de plaquetas, plasma e crioprecipitado, por isso um único doador pode beneficiar até quatro pessoas. Após a coleta, o sangue passa por diversos tipos de testes e as unidades que apresentam reatividade sorológica, ou seja, possuem resultado positivo para doenças transmissíveis, são descartadas.

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Saúde destina R$ 27,6 mi para estados e municípios

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Ilustração: Corbis ImageIlustração: Corbis ImageO Ministério da Saúde destinou R$ 27,6 milhões para custeio das ações da área de Média e Alta Complexidade (MAC) de 53 cidades de 17 estados. O objetivo do reforço orçamentário é ampliar o atendimento prestado à população na rede pública e conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS). As ações do bloco de financiamento MAC incluem o pagamento de procedimentos como quimioterapia, financiamento de hospitais de pequeno porte, centros de especialidades odontológicas, laboratórios de prótese dentária, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e habilitação de leitos.

Umas das portarias publicadas, que estabelece o maior montante, define o repasse de R$ 18,4 milhões para 46 municípios de 16 estados – ver publicação. Outra portaria destina R$ 3,1 milhões para o custeio de ações da Rede de Urgência e Emergência (RUE) do Espírito Santo, especificamente dos municípios de Santa Teresa e Venda Nova do Imigrante. O Ministério da Saúde também autorizou a transferência de quase R$ 2,5 milhões para o estado do Paraná, que são referentes à habilitação de leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal (UCINCo) e de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, que compõem a Rede Cegonha local.

Outros R$ 2,2 milhões serão transferidos em 12 parcelas mensais para o estado da Paraíba e município de Campina Grande, também para o reforço da área de Média e Alta Complexidade. Para o estado de São Paulo e município de Osasco foi destinado um total de R$ 1,1 milhão, recurso referente à habilitação de leitos de UTI Neonatal, previstos no Plano de Ação da Rede Cegonha estadual. O município de Chapecó, em Santa Catarina, terá R$ 300 mil para custeio das ações.

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Mais de 2 mil órgãos para transplantes foram transportados de avião no primeiro trimestre de 2014

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Você sabia que no primeiro trimestre deste ano mais de 2 mil órgãos e equipes de transplante foram transportados de avião? Isso representa um aumento de 86% em relação ao mesmo período de 2013.

O aumento é decorrente do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Saúde e cinco empresas aéreas para efetuar o transporte de órgãos e tecidos em todo território nacional. A iniciativa tem o objetivo de dar mais agilidade no acesso a informações de logística aérea, como voos disponíveis e condições meteorológicas, permitindo tomada rápida de decisão para reduzir, ao máximo, o tempo entre o deslocamento do órgão após a captação e a realização do transplante no receptor.

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