Alto contraste: A A Aumentar fonte: A | A | A
Assine o nosso feed de notícias: RSS

Dia Nacional da Homeopatia | Cuidado integral para usuários do SUS

Avaliação do Usuário

Estrela ativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

A homeopatia foi criada no século 19 pelo alemão Samuel Hahnemann. Trata-se de um sistema médico completo, de caráter vitalista (que vê o paciente como um todo, não em partes), com base na “Lei dos Semelhantes”. Esta lei postula que todas as substâncias disponíveis na natureza têm potencial de curar os mesmos sintomas que produzir. Por exemplo, se alguém ingerir doses tóxicas de uma determinada substância, apresentará alguns sintomas. Por outro lado, com esta mesma substância preparada homeopaticamente, será possível identificar melhoras durante a terapia.

A homeopatia atua em diversas situações clinicas do adoecimento, como doenças crônicas não-transmissíveis, doenças respiratórias e alérgicas e transtornos pscicossomáticos reduzindo a demanda por intervenções hospitalares emergenciais. Os medicamentos homeopáticos funcionam de forma a fazer com que o próprio organismo reaja aos sintomas, atuando no fortalecimento das defesas naturais que o corpo humano possui para enfrentar aquilo que o prejudica. “O restabelecimento da saúde se inicia a partir do equilíbrio da energia vital. Esse processo leva à melhoria dos sintomas e a uma sensação de bem-estar”, explica Tiago Pires de Campos, da Área Técnica de Práticas Integrativas e Complementares do Departamento de Atenção Básica, do Ministério da Saúde.

Leia mais...

Escrever um comentário (6 Comentários)

Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra é marcado por enfretamento ao racismo no SUS

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Dia Nacional da Consciência NegraDia Nacional da Consciência NegraHoje, 20 de novembro, é comemorado o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. A data simboliza a resistência e continuidade dos esforços sociais pelo enfrentamento aos resquícios escravocratas como: estereótipos, preconceito, discriminação e, se aplica também ao enfrentamento ao racismo institucional no Sistema Único de Saúde (SUS). A População Negra, segundo dados do IBGE de 2010, está representada em 52% da população brasileira, sendo configurada em pessoas de cor de pele preta e/ou parda, totalizando, segundo o IPEA, 74% do público atendido pelo SUS.

O Ministério da Saúde reconhece o racismo, as desigualdades étnico-raciais e o racismo institucional como determinantes sociais das condições de saúde, que afetam a vida de brasileiras e brasileiros em todo o país. “Os séculos de escravização da população negra no Brasil influenciaram as relações sociais de tal modo que muitas práticas preconceituosas e racistas persistem até os dias atuais, afetando os processos de saúde e doença desta população e configurando as iniquidades no acesso e qualidade dos serviços de saúde”, explica Rui Leandro da Silva Santos, Coordenador Geral de Apoio à Educação Popular e à Mobilização Social, do Departamento de Gestão Estratégica e Participativa /DAGEP/SGEP do Ministério da Saúde.

Diversos indicadores apontam discrepâncias entre a saúde da população negra em relação às outras raças. De acordo com os dados do estudo Saúde Brasil 2013, o maior contingente de mortes maternas é de mulheres negras. Mais de 6% das mulheres pretas e pardas não realizam nenhuma consulta de pré-natal, enquanto entre mulheres brancas e amarelas, este índice é de aproximadamente 2%. 

Leia mais...

Escrever um comentário (0 Comentário)

Política de Acesso Aberto da Fiocruz é tema de revista

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

O Icict está lançando a edição 2014.2 da revista institucional Inova Icict. O tema de capa é a Política de Acesso Aberto da Fiocruz, vista como instrumento de justiça social, de garantia do direito à informação e plataforma de preservação dos dados da produção científica da instituição.

Além da questão do Acesso Aberto, Inova traz reportagens sobre a universalização do direito de uso da internet em banda larga, sobre os inquéritos de saúde e a participação do Icict em investigações como a Pesquisa Nacional de Saúde, em parceria com o IBGE, e no levantamento do perfil dos usuários de crack no Brasil.

A revista aponta ainda o processo de constituição dos canais da cidadania, canais públicos que integram o Sistema Brasileiro de Televisão Digital previstos no Decreto nº 5.820 de 2006, que criou a TV Digital no país. A publicação também procura retratar, através da análise de estudos acadêmicos, como se dá a participação social e o processo de constituição de redes na área da saúde e de C&T.

Para ter acesso à Inova Icict, clique aqui

Fonte: Icict

Escrever um comentário (0 Comentário)

Pesquisadores decifram genoma de bactéria causadora da coqueluche no Brasil

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

A tecnologia disponível na Plataforma de Sequenciamento de Alto Desempenho do IOC contribuiu para decifrar o genoma da linhagem de B. pertussis isolada no Brasil (foto: Gutemberg Brito)A tecnologia disponível na Plataforma de Sequenciamento de Alto Desempenho do IOC contribuiu para decifrar o genoma da linhagem de B. pertussis isolada no Brasil (foto: Gutemberg Brito)Um estudo liderado por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) apresentou o genoma da bactéria Bordetella pertussis, que vem, atualmente, causando a coqueluche no Brasil. A informação – publicada na edição de novembro da revista científica Memórias do Instituto Oswaldo Cruz – pode ajudar o país a entender as causas do aumento do número de casos da doença observado nos últimos anos. Em 2013, foram cerca de seis mil registros, dez vezes mais que em 2010, quando foram computadas cerca 600 ocorrências, segundo dados do Ministério da Saúde (MS). Coordenadora da pesquisa e chefe do Laboratório de Genética Molecular de Micro-organismos do IOC, Ana Carolina Vicente, explica que este cenário não está restrito ao Brasil: entre as doenças que podem ser prevenidas por vacinas, a coqueluche é, atualmente, a infecção mais frequente no mundo. Segundo a pesquisadora, trata-se de um retrocesso já que esta infecção era considerada controlada. “Há algum tempo, a re-emergência da B. pertussis é observada em países desenvolvidos, onde há programas de vacinação estabelecidos. Isso levou à realização de pesquisas para investigar as características desta bactéria, e a forma mais direta de se fazer isso é o estudo do material genético”, afirma a pesquisadora. Clique aqui para acessar o estudo.

O sequenciamento do DNA mostrou que o micro-organismo isolado no Brasil pertence à mesma linhagem que tem provocado casos de coqueluche em diversos países nos últimos anos e, por isso, está sendo chamada de pandêmica. Segundo Ana Carolina, pesquisas internacionais já verificaram que há diferenças no código genético destes novos bacilos em relação às antigas linhagens, que circulavam antes do desenvolvimento e implementação dos programas de vacinação contra a coqueluche, na década de 1950. “Entre outras modificações, a linhagem pandêmica tem uma mutação no gene que determina a produção da toxina pertussis. A princípio, nesta nova linhagem, este gene está mais ativado e, por isso, ela produz mais toxina, um fator de virulência da bactéria, que pode trazer mais prejuízos ao ser humano”, relata a geneticista. A amostra foi cedida pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE), parceiro no estudo.

Leia mais...

Escrever um comentário (0 Comentário)

Into lança livro sobre câncer ósseo em congresso de ortopedia

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) lança, nesta quinta-feira (20), às 17h, o livro Tumores Musculoesqueléticos no 46º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, que acontece até sábado (22), no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. A publicação foi organizada pelo oncologista ortopédico Walter Meohas e reúne casos clínicos sobre o tratamento dos principais tipos de câncer ósseo tratados no Instituto, como o tumor de célula gigante e o osteossarcoma.

De acordo com o especialista, a oncologia evoluiu até 1970, mas não há novas drogas para tratamento e a sobrevida do paciente continua sendo de cinco anos no Brasil. “Se o tumor for diagnosticado no início, ainda pequeno, a sobrevida pode ser bem maior”, alertou. O tumor ósseo ou musculoesquelético representa 1% das patologias oncológicas, e 10% dos pacientes com câncer acabam tendo metástase que se instala no osso.

O Centro de Oncologia Ortopédica do Into mantém equipe multidisciplinar para o tratamento de pacientes do Sistema Único de Saúde com tumores malignos ou benignos nos ossos. O serviço tem parceria com o Instituto Nacional do Câncer, que realiza o tratamento de quimioterapia e encaminha os pacientes para a cirurgia oncológica no Into. Ao todo, são cinco cirurgiões especializados em oncologia ortopédica que realizam cerca de 350 cirurgias deste tipo por ano. Entres os procedimentos, estão os transplantes e alongamentos ósseos e a ressecção de tumores malignos e benignos.

SERVIÇO:
46º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia
Local: Centro de Convenções Sulamérica
Endereço: Av. Paulo de Frontin, 1 - Cidade Nova (Centro) Rio de Janeiro/RJ
Estande do INTO
Datas: 19 a 22 de novembro de 2014
Informações: cbotsicot2014.com.br

 

Fonte: Into

Escrever um comentário (0 Comentário)


Web radio saúde