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Ministério da Saúde investe na qualidade da saúde bucal no país

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Para melhorar cada vez mais a saúde bucal da população, o Ministério da Saúde destinou R$ 48 milhões anuais para os Centros de Especialidades Odontológicas, localizados em 673 municípios brasileiros. O incentivo faz parte das iniciativas de modernização da gestão da saúde que vêm sendo promovidas pelo Governo Federal, com adoção de novos padrões e indicadores de qualidade. Além do investimento, os centros são avaliados pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade dos Centros de Especialidades Odontológicas (PMAQ-CEO).

A avaliação é composta por três módulos. No primeiro, é verificado se a infraestrutura, a manutenção e o uso dos equipamentos, instrumentais e insumos, estão sendo feitos de forma adequada. No segundo, são entrevistados o gerente do CEO e um cirurgião dentista para a obtenção de informações sobre o processo de trabalho, organização do serviço e cuidado aos usuários. No terceiro módulo, é feita uma pesquisa de satisfação com pacientes do Centro, que inclui perguntas sobre o acesso e qualidade do atendimento.

Para o coordenador Nacional de Saúde Bucal, Gilberto Pucca, esse processo de certificação é um grande avanço, considerando que o país só passou a ter uma política pública de saúde bucal após a criação do programa Brasil Sorridente, em 2004. “Antes, quem precisasse de atendimento especializado tinha que procurar a iniciativa privada. Agora, além de termos saído de zero para 1.037 Centros de Especialidades Odontológicas em onze anos, estamos avaliando a qualidade dos serviços oferecidos à população, premiando com mais recursos os estabelecimentos que se destacam”, afirma Pucca.

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Campanha de vacinação de gripe ultrapassa meta de 80%

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Mais de 40 milhões de pessoas em todo o Brasil já se vacinaram contra a gripe neste ano. Esse número representa 84% do público prioritário definido pelo Ministério da Saúde para receber a imunização. 

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, explica por que a meta da campanha de vacinação era imunizar pelo menos 80 % dos brasileiros mais vulneráveis à doença.“O grande objetivo é evitar as complicações e reduzir, ao máximo, as internações e os óbitos. Por isso que os segmentos que são cobertos pela vacina são exatamente aqueles mais vulneráveis e que apresentam mais condições de desenvolverem complicações, internações e óbitos decorrentes da gripe. Em relação às internações, até 45% de redução com a vacina. Em relação aos óbitos, até 75% de proteção, de redução do número de óbitos.”

A vacina contra a gripe oferecida pelo Ministério da Saúde é segura e também considerada uma das medidas mais eficazes na prevenção de complicações e casos graves da doença.

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Período de seca pede cuidados especiais

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Em algumas regiões do país, o inverno coincide com o período mais seco do ano. A baixa umidade aumenta a incidência de doenças respiratórias, como rinite alérgica e asma, além de problemas na pele, nos olhos e sangramento nasal.

As doenças respiratórias são as mais preocupantes, principalmente entre crianças e idosos. Pela fragilidade do organismo, existe uma chance maior de complicação. Por isso, o cuidado precisa ser redobrado e, ao sinal de mal-estar, deve-se buscar acompanhamento médico.

Nosso organismo é composto por, aproximadamente, 70% de água e, principalmente nesta época, é fundamental ter cuidado com a hidratação. A água é o componente fundamental de todas as células do organismo. Ela ajuda a regular a temperatura corporal e o funcionamento dos órgãos, elimina toxinas, ajuda na lubrificação de mucosas e age como um veículo de transporte de nutrientes. Por isso, a pessoa deve se hidratar bem, preferencialmente com água, sucos naturais e água de coco. Nesta época do ano, é importante levar consigo sempre uma garrafinha contendo água fresca, assim a hidratação é mantida o dia todo.

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Fungos aumentam no frio e podem causar doenças respiratórias

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Foto: Kenneth ManFoto: Kenneth ManNos dias frios muitas pessoas fecham a casa para manter o ambiente aconchegante e quente. Mas isso pode oferecer riscos à saúde porque microrganismos, conhecidos como mofo, gostam de locais úmidos e escuros. O banheiro é o local mais propenso a dar mofo por causa do vapor dos banhos quentes. Pessoas que têm asma, bronquite ou rinite alérgica são as mais sensíveis à presença dos fungos em casa, podendo ter crises sérias dessas doenças.

O alergista do Hospital Federal da Lagoa, vinculado ao Ministério da Saúde, Simonides Carriço, alerta que a presença do mofo em casa pode, nos casos mais extremos, causar complicações mais sérias. “O mofo pode causar principalmente as alergias respiratórias, rinites, asma, sinusites, e também pode provocar doenças mais graves, como sinusites fungicas, que é provocada pelo próprio mofo. Pode levar a pneumonias fungicas que é um quadro bem mais grave, ela é de difícil diagnóstico e o tratamento é meio complicado. Todas as doenças respiratórias são aumentadas quando você tem uma proliferação maior do mofo.”

O alergista Simonides Carriço diz quais cuidados devemos ter para evitar a proliferação dos microrganismos. “Você deve deixar entrar sol, se possível na casa, primeira coisa. Se possível também colocar um desumidifcador, isso tem que ser de acordo com a metragem da residência. Então todas as pessoas têm que limpar, colocar aqueles anti-mofos em armários. Todas as roupas têm que ser tiradas antes. Tem que tirar de preferência um ou dois dias antes, bater, deixar no sol, lavar antes para tentar controlar essa umidade.”

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É gripe ou alergia?: Saiba diferenciar uma da outra

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Foto: DoglikehorseFoto: DoglikehorseTodos os anos, quando chega o inverno, há um aumento de casos de doenças respiratórias, como gripe e alergia. Diferenciar uma da outra acaba sendo problema.

O chefe do serviço de alergia do Hospital Federal da Lagoa, vinculado ao Ministério da Saúde, Simonides Carriço, explica quais são as diferenças. "Alergia respiratória se caracteriza por coriza, espirros, obstrução nasal, coceira no nariz. Normalmente ela vem sem febre, ao passo que o estado gripal é um pouco diferente até do resfriado comum, aquele resfriado que você tem um quadro muito semelhante ao da alergia. Mas o estado gripal ele vem com febre, queda do estado geral, dores no corpo, e mais todos os sintomas iguais ao da rinite."

Segundo o alergista Simonides Carriço manter as janelas abertas para evitar o desenvolvimento de microorganismos pode evitar as alergias. Além disso, é importante tirar o mofo das paredes porque, além de causar alergia, ele provoca rinite, asma e até pneumonia.

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