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Entenda o SUS
  • publicado
  • Publicado: Terça, 03 de Maio de 2016, 07h13
  • Última atualização: 04/05/16 10h09

VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE: Entenda se você faz parte do grupo prioritário

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A definição de quem vai ser vacinado prioritariamente numa campanha no Brasil é uma decisão respaldada em bases técnicas, científicas, conhecimentos sobre a transmissão da doença em cada região e faixa etária, assim como os riscos que essa população pode correr caso não seja imunizada. A análise leva em conta todos as estados e o Distrito Federal, regiões onde grupos podem ser mais afetados, frequência e proporção de casos, mortalidade, gravidade dos casos, entre outros aspectos.

Do resultado dessa análise, de 30 de abril a 20 de maio, o Brasil está voltado à vacinação contra a influenza. A infecção  que é também conhecida como gripe é responsável por um grande número de internações hospitalares no país. Com a vacinação, espera-se que o mínimo de pessoas possíveis contraiam a infecção, diminuindo também seus desfechos mais graves que podem levar até a morte.  

Confira aqui se você se encaixa no grupo prioritário que pode ser vacinado:

Crianças de 6 meses a menores de 5 anos – Todas as outras que ainda não completaram os 5 anos, que tiverem de seis meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias, poderão ser levadas a Unidade de Saúde para tomar a dose. As crianças que já tiverem completado 5 anos não poderão tomar a vacina na rede pública.

Crianças que vão tomar a vacina pela primeira vez esse ano, devem tomar uma dose de reforço 30 dias após receberem a primeira dose.

Gestantes - A vacinação das grávidas poderá ser feita em  qualquer idade gestacional, ou seja, desde a descoberta da gestação até as 40 semanas.

Puérperas -  Até 45 dias após o parto, as mães poderão tomar a vacina da influenza, sem a necessidade de aguardar qualquer intervalo após o parto.

Trabalhador de saúde - A vacina está indicada para todos os trabalhadores de saúde da rede pública ou privada: médicos, enfermeiros, funcionários de outros serviços administrativos ou gerais das Unidades de Saúde. Os estudantes de qualquer área da saúde só poderão se vacinar se estiverem atuando nos serviços de saúde (estagiários, por exemplo).

Povos indígenas – Indígenas em qualquer faixa etária e que residam no país.

Indivíduos com 60 anos ou mais de idade -  Completou 60 anos, pode procurar a Unidade de Saúde.

População privada de liberdade – Nesse grupo estão todas as pessoas que estejam cumprindo pena no sistema prisional brasileiro.  Estão incluídos nesse grupo também os adolescentes e jovens, de 12 a 21 anos de idade, sob medidas socioeducativas.

Funcionários do sistema prisional – Todas as pessoas envolvidas no funcionamento do sistema prisional brasileiro, incluindo guardas,  seguranças e cargos administrativos em presídios.

Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis ou Pessoas portadoras de outras condições clínicas especiais – Todas as pessoas que se encontrarem nesse grupo deverão levar a Unidade de Saúde uma prescrição médica solicitando a vacinação contra a influenza. O documento precisa vir com justificativa e deve estar assinado por um médico.

Pacientes já cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem se dirigir aos postos que estão cadastrados para receberem a vacina. Pacientes que são atendidos na rede privada ou conveniada também devem buscar a prescrição médica com antecedência, junto ao seu médico assistente, devendo apresentá-la nos postos de vacinação durante a realização da campanha de vacinação de 2016.

Segue a lista de doenças que fazem parte do grupo de doenças crônicas não transmissíveis e condições clínicas especiais:

Categoria de risco clínico

Indicações

Doença respiratória crônica

Asma em uso de medicamentos (corticóides inalatório ou sistêmico)

Doença pulmonar obstrutiva crônica;

Bronquioectasia;

Fibrose Cística;

Doenças Intersticiais do pulmão;

Displasia broncopulmonar;

Hipertensão arterial Pulmonar;

Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.

Doença cardíaca crônica

Doença cardíaca congênita;

Hipertensão arterial sistêmica;

Doença cardíaca isquêmica;

Insuficiência cardíaca.

Doença renal crônica

Doença renal nos estágios 3,4 e 5;

Síndrome nefrótica;

Paciente em diálise.

Doença hepática crônica

Atresia biliar;

Hepatites crônicas;

Cirrose.

Doença neurológica crônica

Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;

Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares;

Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;

Deficiência neurológica grave.

Diabetes

Diabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.

Imunossupressão

Imunodeficiência congênita ou adquirida

Imunossupressão por doenças ou medicamentos

Obesos

Obesidade grau III.

Transplantados

Órgãos sólidos; Medula óssea.

Portadores de trissomias

Sídrome de Down, Sídrome de Klinefelter, Síndrome de Wakany, dentre outras trissomias.

    Fonte: Informe Técnico Campanha Nacional contra a Influenza. Ministério da Saúde, 2016.


Outras informações sobre sintomas, meios de transmissão e tratamentos para a Gripe você confere aqui: #FAQMS | Perguntas e respostas sobre influenza.

 

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