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  • publicado
  • Publicado: Terça, 13 de Janeiro de 2015, 14h29
  • Última atualização: 13/01/15 14h29

Remador inicia travessia do Atlântico para pesquisa do Into

Crédito: site RemacaêCom a missão de ajudar no financiamento da pesquisa do osteossarcoma, desenvolvida no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), o advogado carioca Caetano Altafin, 31 anos, mais conhecido como Caê, inicia nesta quarta-feira (14/01) a tão sonhada travessia do Oceano Atlântico, ao lado de outros sete remadores estrangeiros, das Ilhas Canárias (Espanha) a Barbados (Caribe), percorrendo o total 5,5 mil quilômetros.

Inspirado no famoso navegador brasileiro Amyr Klink e no seu melhor amigo Rafael Cordeiro - que morreu em 2006 com osteossarcoma -, Caê está animado com os preparativos finais para a travessia e tomou uma decisão em relação à campanha “Remacaê”, criada na internet para conseguir financiamento cronwdfundig com doações para custear a viagem e a pesquisa.

“Publiquei nas redes sociais e no site do projeto algo que, espiritualmente, já havia decidido há muito tempo. Todos os valores arrecadados pelo crowdfunding serão direcionados para o Into. Até o momento, arrecadamos pouco menos de R$30 mil. A repercussão com os colaboradores da campanha foi muito positiva”, contou Caê que continua na expectativa de conseguir outros patrocinadores para ajudar no custeio da viagem e da embarcação.

 

De acordo com o remador, a competição pelo recorde continua grande na Europa para a quebra de 32 dias e 5 horas na travessia. “Agora é torcer para termos competência e sorte para conseguirmos o êxito”. As notícias em tempo real sobre a aventura podem ser acompanhadas pelo site: http://www.oceanrowing.com/ .

Osteossarcoma - O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia iniciou, em agosto de 2012, a pesquisa com células-tronco tumorais em pacientes com diagnóstico de osteossarcoma, tumor maligno dos ossos. A incidência desse tipo de câncer é maior em crianças e jovens em fase de crescimento. O tumor é altamente agressivo e atinge ossos das pernas, braços e coluna. Na fase mais adiantada, geralmente, acomete os pulmões em decorrência de metástase.

O tratamento envolve um grande procedimento cirúrgico como amputação (27% dos casos) ou a substituição do membro por prótese ou enxerto ósseo. Por se tratar de um tumor altamente maligno, o índice de mortalidade pela doença também é muito alto. A taxa de sobrevida do paciente é de 64% em cinco anos e cai para 50% quando ocorre metástase. O índice de sobrevivência com osteossarcoma é menor do que 5%

Para os pesquisadores, o estudo irá fornecer informações importantes para que futuramente os médicos possam programar um tratamento oncológico individualizado para o paciente.

Fonte: Into

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