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  • Publicado: Quarta, 20 de Agosto de 2014, 17h37
  • Última atualização: 20/08/14 17h37

Automedicação

Foto: Hero Images/CorbisA automedicação pode trazer consequências graves à saúde como reações alérgicas e dependência. Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, o hábito pode aumentar a resistência de microorganismos e inibir a eficácia dos remédios.

O estudante, Stuart Figueredo, por exemplo, tem bronquite asmática e compra os medicamentos sem receita médica para tratar a doença. Ele conta que já percebeu os efeitos da automedicação. "Eu compro bombinha, inalador, para melhorar da asma e já tem tanto tempo que eu faço essa automedicação que às vezes o remédio não surte tanto efeito. Já teve algumas situações que o uso da bombinha ou então do inalador, da nebulização, não surtiu efeito que eu precisava. Eu precisa de verdade ir no hospital e fazer o tratamento correto para que eu pudesse sarar daquele sintoma", conta.

O secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, alerta que Stuart está em risco. Segundo Gadelha , optar pela automedicação pode trazer consequências graves para a saúde. "Pode matar, os excessos de medicamentos ou às vezes o uso prolongado de um medicamento. Os efeitos colaterais, os efeitos adversos. Basta ler as bulas, vocês vão ver que todos os medicamentos, eles podem ter efeitos adversos. O uso indevido de medicamentos, ele pode piorar a qualidade de vida em vez de melhorar a qualidade de vida se ele for utilizado inadequadamente", reforça.

De acordo com o Ministério da Saúde, nos últimos cinco anos, quase 60 mil casos de internações por automedicação foram registrados no Brasil. 

 

Fonte:  Karina Chagas/ Agência Saúde

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