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  • publicado
  • Publicado: Terça, 13 de Setembro de 2016, 14h30
  • Última atualização: 15/09/16 12h53

Semana do Peixe: Livro de Receitas online disponibiliza dicas sobre o pescado para garantir mais sabor e saúde na alimentação.

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 Vários tipos de pescado são fontes de ômega 3, que é encontrado principalmente em peixes como atum, sardinha, arenque, anchova, tainha, bacalhau e truta. O ômega 3 auxilia na manutenção de níveis adequados de triglicerídeos, protegendo os sistemas cardiovascular e cerebral, desde que associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis. Tanto os peixes de rio como os de mar fazem bem à saúde.Por isso, é importante estimular o consumo em todas as idades, até mesmo em crianças e adolescentes. O Ministério da Saúde recomenda o consumo de pelo menos duas porções de peixe por semana.

Guia Alimentar (Conheça outras orientações do Ministério da Saude sobre alimentação)

Para incentivar o consumo de peixe no Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), realiza todos os anos, desde 2004, a Semana do Peixe. As ações que envolvem esse periodo estão em todos os elos da cadeia produtiva, desde o produtor até o consumidor final, e são realizadas nos principais pontos de comercialização e consumo de pescado: supermercados, feiras livres, bares, hotéis, restaurantes entre outros. A semana do peixe vai até o dia 15 de setembro.

Neste ano, entre as ações, ainda foi disponibilizado pelo MAPA um Livro de Receitas que, além de mostrar opções de preparo para o alimento, traz orientações sobre como comprar o pescado, seja ele fresco, seco ou congelado, garantindo boas escolhas para a mesa.

Seguem algumas dicas que podem ser encontradas no material. Para baixar o livro no seu computador, Clique Aqui.

O que observar ao comprar pescado 

Observe a limpeza do local, a higiene dos atendentes e a forma de conservação do pescado. Quando o pescado for fresco, observe a temperatura do balcão refrigerado (deve ser inferior a 4°C). Já quando for mantido em caixas térmicas ou isopor, deve estar totalmente envolvido por gelo. Outras dicas que podem ajudar na escolha:

• O peixe deve ter pele firme, bem aderida, úmida e sem a presença de manchas.
• Os olhos devem ser brilhantes e salientes.
• As escamas devem ser unidas entre si, brilhantes e fortemente aderidas à pele.
• As brânquias (guelras) devem ter cor que vai do rosa ao vermelho intenso, ser brilhantes e sem viscosidade
• Os crustáceos devem ter cor própria da espécie e não apresentar cor alaranjada ou negra na carapaça.
• Os mariscos frescos só podem ser vendidos vivos.
• Polvos e lulas devem ter carne consistente e elástica.
• O odor deve ser característico e não repugnante.
• O pescado deve estar livre de contaminantes para a venda (como areia, pedaços de metais, plásticos, combustíveis, sabão e moscas).

Uma das vantagens de se comprar o pescado fresco é a possibilidade de verificar, na hora, a qualidade do alimento pelo odor, textura e coloração.

Sobre o pescado congelado industrialmente, geralmente ele é submetido a temperaturas inferiores a -25°C e depois mantido obrigatoriamente a temperaturas inferiores a -15°C. O congelamento industrial é feito muito rapidamente, de forma que conserva melhor e diminui a perda de qualidade e umidade do pescado. O congelamento é um eficiente meio de manter a qualidade do pescado, porém a data de validade deve ser sempre verificada com rigor.

Sempre adquira o pescado (fresco, refrigerado ou congelado) no final das compras. O tempo e temperatura são dois fatores importantes para garantir a qualidade do pescado.

Fique atento também a embalagem do alimento.

O rótulo dos produtos comercializados no Brasil deve apresentar as seguintes informações obrigatórias:

1. Nome do produto.
2. Lista de ingredientes em ordem decrescente de quantidade, isto é, o ingrediente que estiver em maior quantidade deve vir primeiro, e assim por diante.
3. Conteúdo líquido (quantidade ou volume que o produto apresenta).
4. Identificação da origem (identificação do país ou local de produção daquele produto).
5. Identificação do lote.
6. Data de fabricação.
7. Prazo de validade: o dia e o mês para produtos com duração mínima menor do que 3 meses e o mês e o ano para produtos com duração superior a 3 meses.
8. Instruções para o uso, quando necessário.
9. Selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), Serviço de Inspeção Estadual (SIE) ou Municipal (SIM).

No caso de produtos importados, as informações acima devem estar em português. Os produtores de pescado embalado devem ainda declarar a rotulagem nutricional obrigatória com as seguintes informações: valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.

Gabi Kopko, com informacoes do MAPA, para o Blog da Saúde

 

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