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  • publicado
  • Publicado: Terça, 06 de Junho de 2017, 10h00
  • Última atualização: 06/06/17 10h14

Núcleo do MS no Rio reciclou mais de 2,8 toneladas de lixo em cinco meses

destaque1Profissionais do núcleo podem colaborar com a coleta seletiva dos resíduos nas salas. O material é recebido por uma cooperativa de mulheres da baixada.

No dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado na próxima segunda-feira (05/06), o Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro (NERJ) tem uma importante conquista: a implantação do processo de coleta seletiva de resíduos produzidos no prédio de 12 andares. O material é separado e destinado a uma cooperativa. O compromisso com o meio ambiente já resultou na reciclagem de mais de 2,8 toneladas de conteúdo reaproveitável, em cinco meses.

O trabalho envolve todos os setores do núcleo, pois depende da colaboração dos profissionais para uma coleta mais eficiente. Ele é coordenado pela Comissão de Sustentabilidade do NERJ e atende à legislação existente sobre a contribuição ambiental de órgãos públicos. Esse setor treinou a equipe da limpeza para coletar os resíduos nas salas, separar o material que pode ser reciclado, pesar e acomodar no espaço indicado no prédio.

 

Nos resíduos do NERJ são separados e devolvidos ao ciclo produtivo três principais materiais: papel, papelão e plástico. Esses três resíduos devem ser descartados separadamente, nas lixeiras, pois ao entrar em contato com lixo orgânico (alimentos e bebidas) ou embalagens com restos de alimentos ficam contaminados e perdem o valor para quem recicla. A separação correta desses resíduos nas salas otimiza o trabalho da equipe de limpeza e garante um maior aproveitamento do material.

Patrícia Ludmila, membro da Comissão de Sustentabilidade, explicou como está sendo essa mudança de cultura, com a difusão do respeito ao meio ambiente a partir do local de trabalho: “A rotina de muitas pessoas ainda carece de conscientização ambiental. Precisamos que haja mudança nessa rotina, com a adoção de novas práticas que sejam ambientalmente sustentáveis. Isso é incômodo, mas necessário”, reforçou.

A realização da coleta seletiva no NERJ foi um processo de conquistas iniciado em 2015, lembram Alan Barreto e Patrícia, membros da comissão. Em 2015 houve a reserva de espaço para acomodação do material, no térreo; prosseguiu com a aquisição e a instalação da balança – que já fazia parte do patrimônio do Ministério da Saúde - para pesar a coleta; foi concretizada, em 2016, com a celebração de convênio com uma cooperativa habilitada. “A coleta começou em janeiro deste ano e é feita de acordo com o volume de resíduos. Quando as baias da coleta estão preenchidas, a cooperativa vem buscar. Este ano, até maio, já houve cinco coletas”, informou Patrícia.

A Cooperativa Popular de Reciclagem e Serviços das Mulheres da Baixada (COOMUB), de Nilópolis, foi a parceira selecionada pelo NERJ para coletar os resíduos do órgão. A entidade é formada por mulheres e está em funcionamento há 15 anos. Ela recicla cerca de oito toneladas, por mês, e a renda proveniente desse trabalho impacta cerca de 400 famílias da baixada fluminense. Cibele Antônia, coordenadora da COOMUB, explica que o material reciclado volta às empresas produtoras. “Vendemos o papelão coletado para empresas de celulose”.

POLÍTICA REVERSA - A chamada política reversa, quando os produtores  recebem de volta os produtos vendidos aos consumidores para reutilização, é uma estratégia sustentável que também está sendo realizada no NERJ. As lâmpadas fluorescentes estão sendo destinadas ao descarte sustentável, por meio da manutenção predial SM21. Eles irão devolver cerca de 3 mil lâmpadas, coletadas em três anos, para as empresas de origem. Este ano também foram coletados 70 kg de pilhas, dispensadas pelos colaboradores no coletor do hall da entrada. Por fim, os cartuchos de impressora também são reciclados por meio da devolução às empresas para reutilização. Este ano, a empresa HP coletou 1000 cartuchos no NERJ. Os demais fornecedores de tonners e cartuchos do núcleo já têm a política de coleta reversa prevista em contrato.

Pâmela Pinto para o Blog da Saúde

 

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