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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 21 de Fevereiro de 2018, 12h27
  • Última atualização: 21/02/18 12h27

Conferência Nacional de Vigilância em Saúde começa no dia 27 de fevereiro

susA Vigilância em Saúde é um braço importante do Sistema Único de Saúde (SUS) que garante o direito constitucional dos brasileiros à saúde. Com as ações da área, é possível obter informações e intervir para reduzir riscos de doenças e promover a qualidade de vida.

É justamente para fortalecê-la que o Conselho Nacional de Saúde (CNS) promove, de 27 de fevereiro a 2 de março, a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS), cujo objetivo é propor uma Política Nacional de Vigilância em Saúde. Esse documento vai contribuir com um modelo de atenção à saúde voltado para a redução do risco da doença e de outros agravos, onde a promoção, proteção e prevenção têm a mesma importância da recuperação e a assistência.

A Vigilância em Saúde é um setor estratégico, que deveria influenciar todas as políticas destinadas à saúde pública. Entretanto, opera muitas vezes apenas quando necessário. Conheça cada uma das seis áreas em que a Vigilância em Saúde está subdividiada e saiba porque é essencial defender seu papel central no âmbito do SUS:

1 – Vigilância Sanitária

Sabe aquele cosmético que prometia suavizar as marcas do rosto, mas acabou provocando alergia? Ou aquele anticoncepcional que não passava de pílula de farinha? Lembra daquele brinquedo que soltava tinta e intoxicava as crianças? Evitar que casos como estes voltem a ocorrer é uma das missões da Vigilância Sanitária, o braço da Vigilância em Saúde responsável por garantir a qualidade de todos os bens, produtos e serviços consumidos pelos brasileiros. No caso dos bens e produtos, o controle e a fiscalização vão desde a produção até o consumo. Já os serviços fiscalizados pela vigilância sanitária incluem locais como hospitais, escolas, clubes, academias e centros comerciais.

2 – Vigilância Epidemiológica

Dentre as suas funções, estão a coleta, análise e divulgação de informações de fatores que influenciam a saúde. São dados sobre doenças de notificação obrigatória, como tétano e sarampo, ou de interesse epidemiológico, como diabetes ou hipertensão. O trabalho auxilia na elaboração de estratégias para a prevenção e o controle desses agravos, como a vacinação e a oferta de remédios gratuitos nos postos de saúde. Também faz parte das ações a investigação de epidemias, como a dengue, a zica e a chucungunha.

3 – Análise de Situação de Saúde

Em 40 anos, a mortalidade infantil de crianças com até 5 anos caiu 87% no Brasil, enquanto a proporção de mortes violentas em relação ao total de óbitos cresceu 59%, conforme pesquisa do IBGE. Monitorar e analisar permanentemente dados como estes, observando suas implicações em cada território, é a função da área de Análise de Situação de Saúde. O trabalho orienta as mudanças necessárias nas políticas públicas e contribui para um planejamento mais efetivo.

4 – Promoção da Saúde

Em pesquisa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) os dados mostram que 156 mil pessoas morrem no Brasil, a cada ano, por complicações causadas pelo tabagismo, enquanto as perdas econômicas para o país chegam a R$ 56,9 bilhões ao ano. Para melhorar a qualidade de vida do brasileiro, o setor de Promoção da Saúde atua por meio de intervenções individuais, coletivas e ambientais. O setor combate o tabagismo, o uso de álcool e de drogas, além de estimular a alimentação saudável e a prática de exercícios. Também faz parte da promoção da saúde o estímulo ao desenvolvimento sustentável, à prevenção de acidentes de trânsito e à cultura da paz.

5 – Vigilância em Saúde Ambiental

O Brasil ocupa o 1º lugar no ranking mundial de consumos de agrotóxicos. De acordo com o Inca, é como se cada brasileiro tomasse um galão de cinco litros de veneno por ano. A Vigilância em Saúde Ambiental atua no monitoramento e controle fatores de risco do meio ambiente que interferem na saúde humana. Fazem parte desta ação não só o controle do risco à exposição de contaminantes, como o agrotóxico, mas também o monitoramento da água para consumo humano, do risco de desastres naturais e do controle de resíduos e de vetores transmissores de doença.

6 – Vigilância em Saúde do Trabalhador

A cada 3 horas, um trabalhador morre por acidente de trabalho no Brasil, de acordo com o Observatório Digital De Saúde e Segurança no Trabalho. O dado reforça a importância do setor de Vigilância em Saúde do Trabalhador, que agrega um conjunto de ações que auxiliam na proteção e na recuperação da saúde da população trabalhadora. O objetivo é promover saúde e diminuir os riscos de acidentes de trabalho, morte e adoecimento.

Fonte: Ascom CNS

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