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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 19 de Março de 2018, 11h07
  • Última atualização: 19/03/18 11h07

Modelo matemático para estimar Hepatite B no Brasil é debatido

O projeto visa estimar a atual população infectada, a progressão da doença e os custos em diferentes cenários da hepatite B

capa modelagem1O Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV e das Hepatites Virais (DIAHV) realizou, na quarta-feira (14) reunião sobre o projeto colaborativo na área de epidemiologia da hepatite B no Brasil, que é constituído de modelos matemáticos que visam estimar a atual população infectada pelo vírus, a progressão da doença nos pacientes e os custos associados a diferentes cenários dessa patologia.

Trata-se de um projeto entre o DIAHV, Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e com o Center for Disease Analysis (CDA/EUA), cujo o enfoque é traçar diretrizes para a gestão deste agravo, principalmente no sentido de implementar ações estratégicas de combate à hepatite B, de ampliação da cobertura vacinal, do diagnóstico e do tratamento, visando a eliminação deste agravo.

A Diretora do DIAHV, Adele Benzaken, explicou que será elaborado um modelo matemático semelhante ao que já foi utilizado para hepatite C. “Agora nós estamos fazendo um modelo matemático para construção de um plano da eliminação da hepatite B, que tem peculiaridades mais complexas do que a hepatite C”.

Daevin Razavi, do Center for Disease Analysis (CDA), argumentou que o instrumento matemático que está sendo construído servirá para elaborar estimativas sobre o que acontecerá no futuro tendo como base o que está sendo feito agora, bem como os efeitos de novas intervenções que poderão ser incorporadas na proposta do modelo atual.

Maria Cassia Jacintho Mendes Correa, da Universidade de São Paulo (USP), comentou que este exercício permitirá obter informações importantes sobre a situação epidemiológica atual da hepatite B, do ponto de vista nacional e também em relação a regiões específicas. “A importância maior desse instrumento é nos possibilitar uma gestação mais adequada de todos os recursos envolvidos nessa doença, seja no planejamento das pessoas a serem vacinadas e as serem tratadas, como no aprimoramento das nossas ações”.

Esta parceria incluiu também uma sequência de treinamentos para a equipe técnica do DIAHV para a construção da modelagem matemática, que teve início na segunda-feira (12) e termina nesta sexta-feira (16).

Participaram da reunião: representantes do CDA/EUA – Ivane Gamkrelidze e Jonathan Schmelzer; Nick Walch, da OPAS; Juan Miguel Villalobos Salcedo, da Universidade Federal de Rondônia; Maria Cassia Jacintho Mendes Correa, Mario Guimarães Pessoa e Paulo Roberto Abrão Ferreira, pela Universidade de São Paulo (USP); Maria Lúcia Cardoso Gomes Ferraz, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Wornei Silva Miranda Braga, da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado; Cyrley Maria de Oliveira Lobato, da Secretaria Estadual do Acre; Fernanda Fernandes Souza, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto; bem coma a equipe da área hepatites virais e representantes de outras áreas técnicas do DIAHV envolvidas no processo.

Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais
Conheça também a página do DIAHV no Facebook:
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