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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 27 de Setembro de 2018, 15h40
  • Última atualização: 28/09/18 18h09

Kell Smith apresenta nova música para o Dia Nacional da Doação de Órgãos

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A cantora Kell Smith apresentou hoje, Dia Nacional da Doação de Órgãos, junto ao Ministério da Saúde a trilha sonora intitulada de "Espalhe amor. Doe órgãos.".  A música faz parte do curta-metragem em animação da campanha, que foi criado em comemoração a data com objetivo de conscentizar as pessoas sobre a importância da doação de órgãos. 

Na ocasião, a cantora contou sobre a experiência de fazer parte da campanha e como se sente sobre o tema. E, sendo a segunda vez que empresta sua voz em prol da causa, como foi o retorno da campanha do ano anterior. Confira a entrevista: 

Em primeiro lugar, como é pra você fazer parte novamente da campanha de Doação de Órgãos do Ministério da Saúde?

Considero participar desse projeto pelo segundo ano uma honra dupla. Foi uma grande honra na primeira vez que fui convidada para fazer parte da campanha e incrível saber que escolheram a minha voz e a minha arte novamente. Na vez passada, a música anterior acabou crescendo mais do que eu imaginava. Muitas pessoas tratam a música como se ela fizesse parte do meu último álbum. É muito legal porque a música da campanha tem total conexão com as coisas que eu “prego” nas minhas letras.

Como foi o feedback do público sobre a música anterior?

O feedback que eu recebo é que essa arte chegou e fez mudar algo nas pessoas. Conscientizou de alguma forma, trouxe informação. Senti que trouxe um abraço para quem está passando por isso, para pessoas que perdem um ente querido e acabam tendo que tomar essa decisão. É uma forma de enxergar isso da maneira mais positiva possível, porque é positivo de fato. Doar órgãos é fazer com que a vida tenha continuidade, é sofrer com a perda de alguém e transformar isso em força para ajudar alguém. O retorno é muito mais bonito do que a gente possa imaginar. A dor é difícil de lidar, mas eu tenho certeza que essa música serve como um abraço. Nada melhor que receber um apoio em um momento tão complicado.

Como cantora, você sente que a música pode contribuir para que as pessoas pensem mais sobre a doação de órgãos? Fazer que reflitam sobre o tema de uma forma diferente?

A música para mim é um veículo de expressão, qualquer pessoa que usa a música acaba influenciando. Nada nos toca mais do que a arte e a música é uma das formas mais conhecidas e mais sentidas de arte. Não existe transporte melhor para levar uma mensagem. Ela chega em todas as classes, todas as pessoas, você sente a música. É muito importante usar desse veículo para falar de algo tão importante, acredito que faça toda diferença.

Atualmente, apenas metade das famílias de pacientes com morte encefálica permitem a retirada de órgãos para doação, esse ainda é um grande problema que contribui para o baixo número de doadores no Brasil. Que mensagem você passaria para essas famílias?

O que eu gostaria de escutar, se eu estivesse nessa situação, é que você pode transformar o amor que você tem pela pessoa que se foi em algo maior e espalhar esse amor para outras pessoas. O amor não é egoísta, então porque a representação dele seria?

A inspiração para escrever “Era uma vez” veio exatamente da necessidade de falar de saudade. Como esse tema conversa também com a campanha de doação de órgãos?

Sim, me sinto muito honrada por fazer parte da campanha porque vai muito de encontro com o que eu levo para minha música e vai muito de encontro pelo o que eu passo. O que faz essa ponte, essa conexão, é que eu estou falando de realidade, estou representando algo real. Não podemos pensar que somente falar de amor é real. Precisamos falar de todos os tipos de sentimento, todos os tipos de fases da vida realmente para representar a todos. A música foi feita para ser atemporal e universal no seu ápice e eu acredito que vá de encontro com minha arte o que eu recebi de arte do Ministério da Saúde, me propondo essa campanha.

Janaina Bolonezi, para o Blog da Saúde. 

Foto: Erasmo Salomão

 

 

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