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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 28 de Setembro de 2018, 18h00
  • Última atualização: 01/10/18 12h00

Combater Fake News é questão de saúde pública

 

saude sem fakenews 1

As chamadas Fake News, termo em inglês para notícias falsas, continuam sendo motivo de discussões constantes. Essas notícias, usadas para manipular, enganar e prejudicar a população, têm ganhado força com a popularização do uso das redes sociais e aplicativos de mensagens nos últimos anos. Na saúde, a propagação de boatos pela internet causa desinteresse e preocupações infundadas por assuntos relacionados a vacinação, medicamentos, curas milagrosas, entre outros assuntos. 

 


Um canal exclusivo para confirmações

Para combater as Fake News sobre saúde, o Ministério da Saúde disponibiliza um número de WhatsApp para envio de mensagens da população. Vale destacar que o espaço é exclusivo para receber informações virais, que serão apuradas pelas áreas técnicas e respondidas oficialmente se são verdade ou mentira.

As informações recebidas são verificadas e devolvidas aos usuários com um dos dois seguintes selos: se for falsa “Ministério da Saúde adverte: isto é fake news! Não divulgue”. Se a informação for verdadeira, o selo traz a seguinte mensagem: “Ministério da Saúde adverte: esta notícia é verdadeira. Compartilhe! ”
Qualquer cidadão pode enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando. O número é (61) 99289-4640

Confira algumas notícias avaliadas pelo Saúde Sem Fake News na última semana:


Vacinas causam autismo - FAKE NEWS

Vacina causa autismo fake

Um estudo apresentado em 1998, que levantou preocupações sobre uma possível relação entre a vacina contra o sarampo, a caxumba e a rubéola e o autismo, foi posteriormente considerado seriamente falho e o artigo foi retirado pela revista que o publicou.


Beber água antes de pintar o cabelo - FAKE NEWS!

 

FAKE NEWS  BEBER AGUA ANTES DE PINTAR O CABELO

Garantir que a ingestão de água durante “todo o tempo de ação do produto, manter a bexiga cheia e só esvaziar após lavar os cabelos” como forma de precaução “para que as partículas de chumbo que as tinturas contêm não fiquem depositadas na bexiga, que é para onde elas são direcionadas”, prevenindo assim o surgimento de câncer é uma interpretação muito superficial sobre a cinética do chumbo no organismo. Este ato pode ainda levar maior quantidade de chumbo aos tecidos mineralizados, favorecendo seu acúmulo em ossos e dentes, ao invés de contribuir com a sua eliminação de fato.


Fenilpropalamina em medicamentos - FAKENEWS

FAKENEWSANVISA

Uma corrente nas redes sociais sobre a fenilpropanolamina voltou a circular em aplicativos de troca de mensagens como o Whatsapp. O texto traz a informação de que a substância chamada fenilpropalamina, suspensa pela Anvisa em 2000, por meio da Resolução RDC 96/2000, ainda está presente em 22 medicamentos.
A mensagem chega a orientar as pessoas a suspenderem o uso dos produtos, em sua maioria destinados ao tratamento dos sintomas da gripe. No entanto, tudo não passa de um boato. Há 17 anos a fenilpropanolamina não existe mais no mercado nacional.

Confira outras matérias do Blog da Saúde sobre o assunto:

O perigo das Fake News para nossa saúde

Dos antigos boatos às modernas Fake News

8 passos para identificar Fake News

O vírus das Fake News


Janaina Bolonezi, para o Blog da Saúde. 

 

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