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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 26 de Junho de 2019, 13h03
  • Última atualização: 26/06/19 13h05

Santas Casas são grandes parceiras no atendimento à saúde

 Contando com parcerias com os Governos, as unidades atendem mais de 54% da demanda do SUS

imagemhospitalAcolhimento, orientação, cuidado e atendimento à sociedade são algumas das missões das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos. No Brasil, as primeiras Santas Casas surgiram logo após o seu descobrimento, antes mesmo da própria organização jurídica do Estado Brasileiro, criado pela Constituição Imperial, de 25 de março de 1824.

“A primeira Santa Casa foi fundada em Santos, em 1543, no tempo dos jesuítas, no tempo que as Santas Casas eram bem religiosas. Agora, a gestão pode ser feita por outras pessoas, com contratos”, disse o presidente da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), Edson Rogatti.

No Brasil, as Santas Casas também foram as responsáveis pela criação de alguns dos primeiros cursos de Medicina e Enfermagem, como foi o caso das fundadas na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

Desde sua origem até o início das relações com os governos (especialmente na década de 1960), as Santas Casas foram criadas e mantidas pelas doações das comunidades.

Isso começou a mudar em 1966, com a substituição das funções sociais, previdenciárias e de saúde dos institutos pelo Governo, através do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).

Mas foi com a inclusão do SUS na Constituição Federal que o setor filantrópico ingressou no modelo de assistência com participação efetiva no atendimento e na contribuição de formulação de políticas públicas de saúde do país.

Hoje, as Santas Casas atendem gratuitamente a população contando com parceria dos governos Federal, estaduais e municipais para auxiliar no atendimento das pessoas que mais precisam. “O maior parceiro do SUS são as Santas Casas. Nós temos mais de 2.100 no Brasil e elas atendem mais de 54% da demanda do SUS e alta complexidade, que é cardiologia, neurologia, ortopedia de alta complexidade, transplantes, a gente atende mais de 70%”, finalizou.

Luíza Tiné, com informações da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB

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