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  • publicado
  • Publicado: Terça, 12 de Novembro de 2019, 19h35
  • Última atualização: 12/11/19 19h46

Alagoas será o primeiro estado a ter saúde conectada e integrada

49050051003 6d632bff8a wFoto: Erasmo Salomão/MSUma das prioridades do Ministério da Saúde é possibilitar ao cidadão saber a sua trajetória no Sistema Único de Saúde – SUS, saber quais vacinas ele tomou, os atendimentos realizados, exames, internações, medicamentos usados, além dos estabelecimentos de saúde mais próximos da sua casa.

E para o didadão ter esse acesso de saúde em qualquer momento que precisar, foi lançado o programa Conecte SUS, uma estratégia da Saúde Digital definida pelo Governo do Brasil que faz o uso de recursos de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) para produzir e disponibilizar informações confiáveis da saúde. Com essa ferramenta, os profissionais de saúde e gestores poderão realizar atendimentos mais apropriados para cada situação e continuar esse cuidado em qualquer lugar do país.

Alagoas é o primeiro estado a começar a implementação do Conecte SUS, que tem início com a adesão dos municípios para informatização das unidades de saúde da Atenção Primária, que contam com o apoio financeiro do Ministério da Saúde. O dinheiro investido para ajudar na Informatização da Atenção Primária em Alagoas será de mais de 21 milhões de reais, sendo 2,4 milhões, em 2019, e 18,7 milhões, em 2020.

“Alagoas vem demonstrando melhoria nos indicadores de Atenção Primária, o que nos faz acreditar que é um momento importante para o que o Governo Federal possa iniciar o Programa por este eatado, a partir de condições administrativas e técnicas ideais. Alagoas será um retrato 3x4 do que vamos encontrar no Brasil no ano que vem”, disse o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta sobre a escolha do estado para o início da implementação do Conecte SUS.

Com essa rede, o cidadão de Alagoas poderá ter um atendimento mais rápido, com mais informações para o médico tomar decisão sobre o cuidado ao paciente e poder acompanhar o paciente mais de perto. “Isso gera previsibilidade e economia de dinheiro público. Além disso, evita fraudes e repetição de exames, por exemplo. Além disso, há a possibilidade de monitorar, identificar o desperdício, saber como pode ser mais eficiente”, afirmou Jacson Barros, diretor do Departamento de Informática do SUS.

Quando todos as unidades de saúde tiverem a tecnologia, as pessoas terão acesso às suas informações por meio do celular, computador ou tablete, utilizando apenas o CPF. “O programa trará benéficos em vários aspectos e para várias esferas. Mas principalmente para os profissionais de saúde, que terão ainda mais recursos vindos da informação para poderem atuar”, destacou o governador de Alagoas, José Renan Vasconcelos.

Com as informações reunidas em uma única ferramenta, será possível também conhecer melhor a saúde da população brasileira. Em março de 2020, inicia a validação do modelo da rede de dados, a partir do monitoramento e avaliação dos processos realizados nos municípios alagoanos. Em seguida, ocorrerá a expansão para todo Brasil.

Luíza Tiné, para Blog da Saúde

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