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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 11 de Dezembro de 2019, 18h23
  • Última atualização: 11/12/19 18h24

Pesquisas ajudam a melhorar ações de saúde no Brasil

avaliacaoAs pesquisas são fundamentais para orientar a construção de políticas públicas em saúde no país. Isso porque permitem que o governo planeje as ações sabendo quais são as necessidades reais da população. Elas também trazem informações que auxiliam no processo de tomada de decisão e geram benefícios para toda a sociedade.

Por isso, o Ministério da Saúde sempre investiu em pesquisas e continua investindo. Por exemplo, a parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem duas décadas. E, para os próximos dois anos, serão feitas três pesquisas de âmbito nacional que vão possibilitar a construção do retrato da saúde da população e da capacidade instalada do Sistema Único de Saúde (SUS). Tendo por base dados obtidos pelo IBGE, a iniciativa vai incluir assuntos que permitam avaliar o momento atual do SUS, priorizando e reforçando o papel da Atenção Primária à Saúde (APS), prioridade do governo do Brasil.

O convênio contará com R$ 30,1 milhões do Ministério da Saúde para a realização de três pesquisas: um suplemento da Atenção Primária na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS) e a Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária (AMS).

A PNAD Contínua foi planejada para produzir indicadores sobre formas de trabalho, cuidados de pessoas e afazeres domésticos, tecnologia da informação e comunicação, entre outros. A ideia é obter dados mais apurados sobre APS. A pesquisa contará também de forma inédita com um suplemento sobre saúde com um módulo voltado para a APS e outro sobre desenvolvimento infantil.

Já a PNDS, feita pela última vez em 2006, atualizará as informações da saúde materno-infantil, principalmente sobre fecundidade e intenções reprodutivas, assistência à gestação e ao parto, morbidade feminina, estado nutricional das crianças, desenvolvimento infantil e qualidade dos serviços da atenção primária. Essa pesquisa será iniciada no primeiro semestre de 2021. Por meio de entrevistas domiciliares com visitas a 110 mil domicílios, ela fornecerá dados e indicadores relevantes para o contexto da saúde da mulher e da criança.

A pesquisa AMS vai traçar o perfil da capacidade instalada e da oferta de serviços de saúde, tendo como unidade de investigação o estabelecimento de saúde que presta assistência à saúde individual ou coletiva. Além disso, ela também possibilitará mapear a força de trabalho do SUS. Para a AMS, prevista para 2º semestre de 2021, calcula-se a participação de aproximadamente 100 mil estabelecimentos de saúde no país.

Com essa parceria, o cidadão e a gestão pública ganham com dados mais precisos, com maior frequência e transparência à disposição. “Queremos que essa junção de força, conhecimento e autonomia resulte na produção de conhecimento e na melhoria de vida dos brasileiros”, destacou o secretário de Atenção Primária à Saúde, Erno Harzheim.

Para a presidente do IBGE, Suzana Cordeiro, a parceria traz uma cooperação orçamentária entre ministérios e instituições muito relevante. “É importante estarmos avançando na transparência de dados. Estamos em busca de dados transparentes, atuais e reais. Todo esse conhecimento servirá para toda a sociedade brasileira”, ressaltou ela.

 Luíza Tiné, para Blog da Saúde 

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