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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 18 de Março de 2016, 10h12
  • Última atualização: 18/03/16 10h16

Departamento prepara Relatório da Resposta Global à Aids 2016 do Unaids

capa relat resp“Quero agradecer a todos pela presença ao longo deste dia – para que nosso relatório seja completo, e para que possa abranger todas as áreas que vocês representam”, disse nesta quinta-feira (17/03) a diretora adjunta do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Adele Benzaken, ao abrir a reunião anual do grupo de trabalho responsável pela contribuição brasileira ao Relatório da Resposta Global à Aids de 2016 (Global Aids Response Progress Report/GARPR), do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids). O encontro reuniu uma profícua mistura de representantes do governo e da sociedade civil, além de membros do Unaids e de outras instâncias da ONU, para analisar os indicadores de HIV no Brasil e a resposta brasileira à epidemia entre 2015 e 2016.

“Este é um processo muito importante em nível global: é a partir dele que os países relatam o os seus desafios e êxitos”, lembrou a diretora do Unaids no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, em referência ao relatório construído por 180 dos 193 países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU). “Apesar de bastante extenso e complicado, dedicamos especial atenção e carinho a essa consulta com a participação de atores não governamentais, porque ela é a medida global da epidemia, hoje”, completou.

Ao longo do dia, entre apresentações, debates e discussões em grupo, abordou-se a resposta brasileira, 30 anos depois de iniciada; os avanços da resposta global; e a importância da Reunião de Alto Nível (High-Level Meeting/HLM) sobre HIV e aids, que será realizada em junho de 2016 para avaliar o progresso global desde 2011, assegurar o compromisso político e elaborar um roteiro para os próximos cinco anos, rumo ao fim da epidemia até 2030.

Além de técnicos do Departamento e coordenadores estaduais de DST/aids, a reunião contou com a presença de representantes da academia, do Centers for Disease Control (CDC) do governo norte-americano, e de organizações da sociedade civil como a Rede Brasileira de Redução de Danos (Reduc), a Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/Aids (RNP+ Brasil), a Associação Brasileira de Redução de Danos (Aborda), a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), o Movimento Nacional de Cidadãs Posithivas (MNCP), a Central Única de Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais (Cuts), a Associação de Prostitutas da Paraíba (Apros), a Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil (Rede Trans) e a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), entre outros.

Fonte: Assessoria de Comunicação/ Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

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