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Cursos e Eventos
  • publicado
  • Publicado: Segunda, 09 de Novembro de 2015, 10h42
  • Última atualização: 09/11/15 10h48

Congresso de Hepatites Virais apresentará quadro completo sobre o tema

capa materia congressoA menos de duas semanas da abertura do 3º Congresso de Hepatites Virais do Ministério da Saúde, o infectologista Evaldo Stanislau – coordenador científico do evento, que será realizado entre os dias 17 e 20 de novembro, em João Pessoa (PB) – reitera o valor do encontro para todos que estão envolvidos com o tema das hepatites virais – hoje a oitava entre todas as causas de mortes no mundo. O Congresso de Hepatites Virais será realizado simultaneamente ao 10º Congresso de HIV/Aids e reunirá organismos internacionais, governo brasileiro e sociedade civil.
“O Congresso é extremamente abrangente, e contempla ao mesmo tempo o estado da arte da ciência, os militantes de advocacy e os pacientes”, observa Dr. Evaldo – acrescentando: “Trata-se de uma excelente oportunidade para ter uma visão da hepatite C a partir de diversos ângulos diferentes – de organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Centers for Disease Control (CDC) dos EUA e o Médicos Sem Fronteiras; do Ministério da Saúde; de médicos ligados à pesquisa e à ciência; e, evidentemente, da sociedade civil”.

Para Stanislau, os participantes do Congresso poderão “entender um pouco as estratégias rumo à eliminação das hepatites virais até 2030”, conforme a meta da OMS que preconiza o acesso universal aos mais modernos medicamentos da hepatite C, livres de interferon. O Brasil é o primeiro país em desenvolvimento do mundo a implementar esse acesso universal. Recentemente, a OMS estabeleceu metas intermediárias para 2020 que se referem à ampliação de diagnóstico e tratamento, à supressão de carga viral da hepatite B, à cura da hepatite C e à consequente redução de mortalidade.

Stanislau lembra que o 3º Congresso de Hepatites Virais apresentará as experiências internacionais de países que já avançaram nesse campo – como os EUA e a França. “O Brasil também irá apresentar seu ótimo momento na luta contra as hepatites virais, narrando toda a história que construiu para disponibilizar tornar os novos medicamentos no Sistema Único de Saúde”, diz. (Saiba mais aqui sobre a implementação dos novos medicamentos).

O infectologista também destaca o aspecto puramente científico do Congresso. “Estarão presentes expoentes da ciência do Brasil e do exterior, discutindo resultados entre as populações específicas, a interação da hepatite C com outras infecções, e o risco potencial da resistência dos vírus aos medicamentos, por exemplo”, diz.

PROGRAMAÇÃO - No dia 19, o 3º Congresso de Hepatites Virais abrigará duas sessões plenárias: Hepatites Virais e Coinfeção com HIV, às 9h, coordenada por Evaldo Stanislau, e Impacto & Resposta às Hepatites Virais em Diferentes Cenários, às 16h, moderada pelo coordenador de Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Marcelo Naveira. No dia 20, às 9h, a sessão plenária Eliminação da Hepatite C como Problema de Saúde Pública, coordenada pelo infectologista Antonio Alci Barone, será a última do Congresso, e terá a participação de Marc Bourlière.

Veja mais detalhes da programação aqui.

PRÉ-CONGRESSO – No dia 16 de novembro, as atividades pré-Congresso incluem o 1º Encontro Amazônico em Hepatites Virais, uma iniciativa do Ministério da Saúde para discutir o cenário epidemiológico das hepatites virais nos países da Região Amazônica.

Estarão presentes especialistas convidados e representantes de hepatites virais dos ministérios da Saúde de Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, além de membros da Opas/OMS. A ideia será identificar prioridades para desenvolver as ações de combate às hepatites virais na região e definir ações para uma resposta integrada às hepatites virais na região, baseada na cooperação entre países. troca de experiências sobre a resposta à epidemia de hepatites virais nos países da Região Amazônica, com foco nas hepatites virais B e D, considerando as características epidemiológicas da região.

Por meio de breves apresentações sobre as experiências dos países em boas práticas para o enfrentamento das hepatites virais e discussões guiadas com os demais participantes, serão abordados os seguintes tópicos: acesso a serviços e intervenções; políticas públicas; medidas baseadas em evidências; informações estratégicas; e a integração e a cooperação entre os países envolvidos.

Fonte: aids.gov.br

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