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Entenda o SUS

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 21 de Setembro de 2017, 12h52
  • Última atualização 21/09/17
  • 15h07

21 de setembro - Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência

O esforço para seguir lutando por questões como igualdade de oportunidades, respeito às diferenças e inclusão social faz dessas pessoas, e seus familiares, vencedoras a cada dia

deficiencia 170921“Aquilo que não me mata, me fortalece”, escreveu o filosofo alemão Friedrich Nietzsche. No século XIX, o contexto era outro, mas se encaixa perfeitamente na superação das barreiras que surgem no cotidiano e ao longo de toda a vida das pessoas que possuem algum tipo de deficiência. O esforço para seguir lutando por questões como igualdade de oportunidades, respeito às diferenças e inclusão social fazem dessas pessoas, e seus familiares, vencedoras a cada dia. 

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), 80% das pessoas que vivem com alguma deficiência moram nos países em desenvolvimento ou emergentes, como o Brasil. Por aqui, mais de 45 milhões de pessoas tem algum tipo de deficiência, o que corresponde a quase 24% da população, como revela a última pesquisa Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 21 de Setembro de 2017, 08h30
  • Última atualização 21/09/17
  • 16h07

OPAS e OMS destacam parcerias para acabar com a violência contra a mulher

svri-claudia-garcia-morenoA Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) destacaram na terça-feira (19) a importância das parcerias para acabar com a violência contra a mulher, durante a abertura do Fórum da Iniciativa para Pesquisa em Violência Sexual 2017, que ocorre até o dia 21 no município do Rio de Janeiro.

“A violência contra a mulher é um tema complexo que precisa de soluções complexas. Nenhum ator sozinho conseguirá resolver isso. Precisamos de uma ação conjunta para conseguir acabar com esse problema de saúde pública. Por isso, nós encorajamos todas e todos a usar o Fórum como um espaço para renovar antigas parcerias, fortalecer as já existentes e iniciar novas, para que possamos seguir na direção de uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou Claudia Garcia-Moreno, coordenadora da área de violência contra a mulher no Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa da sede da OMS.

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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 20 de Setembro de 2017, 06h00
  • Última atualização 20/09/17
  • 11h45

Equipes de Atenção Básica são reconhecidas pelo governo federal

 Nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) amplia o número de equipes aptas a receber recursos do Ministério da Saúde.

atençãoA partir da demanda dos gestores municipais, o Ministério da Saúde reconheceu um novo formato de atendimento à população: as Equipes de Atenção Básica (EAB). Elas atuam prevenindo doenças e promovendo a saúde. Agora, o Ministério começa a colaborar com os municípios para que essas equipes - que já existem e recebem apenas investimento municipal - continuem seu importante trabalho, que hoje atende em torno de 10% da população do Brasil.

O coordenador-geral de acompanhamento e avaliação Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Allan Nuno, explica que a pasta trabalha na perspectiva de cada vez mais dialogar com a realidade dos municípios. “É preciso que se reconheça que existem outros jeitos de fazer Atenção Básica. Esta é uma expansão do olhar do Ministério da Saúde para além daquilo que a gente vem fazendo nos últimos anos”, destaca.

Nuno ressalta que o atual modelo de organização da Atenção Básica, por meio da Estratégia Saúde da Família, é eficaz e continua sendo o formato prioritário e receberá o maior recurso financeiro. “Mas percebemos que havia uma dificuldade de implantação do modelo de Saúde da Família em algumas localidades. Hoje temos quase 30% da população, ou seja, 60 milhões de brasileiros, que não têm cobertura de Saúde da Família”, diz.

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