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Entenda o SUS
  • publicado
  • Publicado: Quarta, 28 de Junho de 2017, 07h30
  • Última atualização: 28/06/17 09h46

MG: Hospital realiza primeiro transplante renal com doador vivo de 2017

 Doadora e o receptor passam bem, com previsão de alta para o início de julho

hosp clinica mgUberaba (MG) – Um jovem de 21 anos, morador de Araxá/MG, recebeu o rim de sua mãe, de 51 anos, no primeiro transplante renal com doador vivo deste ano, realizado pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM). A intervenção ocorreu no dia 21 de junho e foi o sétimo transplante renal em 2017. Os demais procedimentos foram realizados com doadores falecidos.

 

“O paciente vinha sendo acompanhado pelo HC desde 2013, por meio de consultas e exames. Trata-se de um caso de retransplante, pois, aos dois anos de idade, ele havia recebido um rim de doador falecido. Em setembro passado foi necessária a remoção do órgão, devido a infecções e perda da função de filtragem do sangue”, explica Vilmar Marques, nefrologista do hospital, filiado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

 De acordo com o médico, rins transplantados a partir de doadores falecidos mantêm a função por um período de 10 a 15 anos, em média. Quando é proveniente de doador vivo, a expectativa de manutenção do funcionamento é de 15 a 20 anos. Em ambos os casos, é necessária a administração contínua de imunossupressores, para evitar a rejeição do órgão, bem como acompanhamento ambulatorial frequente.

A equipe responsável contou com dois urologistas, um nefrologista, um anestesista e dois residentes. Doadora e o receptor passam bem, com previsão de alta para o início de julho.

Qualidade de vida

Desde 1981, o HC-UFTM já realizou 202 transplantes renais. Com a criação do Sistema Nacional de Transplantes, em 1997, a modalidade intervivos passou a ser entendida como uma opção alternativa. “O ideal seria que tivéssemos doadores falecidos em número suficiente, de modo a preservar os doadores vivos”, analisa Marques.

O nefrologista Fabiano Custódio destaca que o transplante é a melhor terapia para o paciente renal crônico, aumentando a qualidade de vida ao permitir maior liberdade com relação à dieta e à hidratação, além de dispensar as sessões de hemodiálise.

Sobre a Ebserh

Desde janeiro de 2013, o HC-UFTM é filiado à Ebserh, estatal vinculada ao Ministério da Educação, que administra atualmente 39 hospitais universitários federais. O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas.

O órgão, criado em dezembro de 2011, também é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações nas 50 unidades existentes no país, incluindo as não filiadas à Ebserh.

Fonte: Ebserh com informações do HC-UFTM

 

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