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Entenda o SUS
  • publicado
  • Publicado: Quinta, 21 de Setembro de 2017, 08h30
  • Última atualização: 21/09/17 16h07

OPAS e OMS destacam parcerias para acabar com a violência contra a mulher

svri-claudia-garcia-morenoA Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) destacaram na terça-feira (19) a importância das parcerias para acabar com a violência contra a mulher, durante a abertura do Fórum da Iniciativa para Pesquisa em Violência Sexual 2017, que ocorre até o dia 21 no município do Rio de Janeiro.

“A violência contra a mulher é um tema complexo que precisa de soluções complexas. Nenhum ator sozinho conseguirá resolver isso. Precisamos de uma ação conjunta para conseguir acabar com esse problema de saúde pública. Por isso, nós encorajamos todas e todos a usar o Fórum como um espaço para renovar antigas parcerias, fortalecer as já existentes e iniciar novas, para que possamos seguir na direção de uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou Claudia Garcia-Moreno, coordenadora da área de violência contra a mulher no Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa da sede da OMS.

 

Ela também destacou que este é um momento sem precedentes para agir, citando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que têm como uma das metas a eliminação de todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas. “Além disso, temos investimentos em pesquisa sobre violência contra a mulher como nunca antes e, ainda que tenhamos um longo caminho pela frente, temos mais governos agindo para responder a esse problema”, disse. 

Para a coordenadora da Unidade de Família, Gênero e Curso de Vida da Representação da OPAS/OMS no Brasil, Haydée Padilla, o Fórum é uma oportunidade para que se possam conhecer diferentes trabalhos realizados no mundo para prevenir e responder à violência contra a mulher. “Uma experiência da Nicarágua, por exemplo, documentou reduções significativas nos níveis de violência de parceiros em apenas uma geração, a partir dos esforços coordenados entre os governos, sociedade civil e doadores. Conhecer esta experiência e outras similares nos encoraja e reafirma que sim, podemos eliminar a violência”, citou.

Ela ressaltou ainda que o evento é um espaço importante também para escutar sobre experiências que não foram exitosas e as razões de tais resultados. “Aprendemos muito ao compartilharmos com transparência o que não funcionou, uma vez que continuamos buscando as estratégias mais efetivas para melhorar a vida das mulheres, meninas e meninos ao redor do mundo”.svri haydee

SVRI

A Iniciativa da Pesquisa em Violência Sexual (SVRI, na sigla em inglês) promove estudos de qualidade sobre esse tema, particularmente em países de baixa e média renda. O grupo de coordenação da SRVI é co-presidido pela assessora regional da OPAS para violência familiar, Alessandra Guedes.

Violência contra a mulher

A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Estimativas globais publicadas pela OMS indicam que aproximadamente uma em cada três mulheres (35%) em todo o mundo sofreram violência física e/ou sexual por parte do parceiro ou de terceiros durante a vida. A violência pode afetar negativamente a saúde física, mental, sexual e reprodutiva das mulheres, além de aumentar a vulnerabilidade ao HIV.

Fonte: OPAS/OMS

svri claudia garcia moreno19 de setembro de 2017 – A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) destacaram nesta terça-feira (19) a importância das parcerias para acabar com a violência contra a mulher, durante a abertura do Fórum da Iniciativa para Pesquisa em Violência Sexual 2017, que ocorre até o dia 21 no município do Rio de Janeiro.

“A violência contra a mulher é um tema complexo que precisa de soluções complexas. Nenhum ator sozinho conseguirá resolver isso. Precisamos de uma ação conjunta para conseguir acabar com esse problema de saúde pública. Por isso, nós encorajamos todas e todos a usar o Fórum como um espaço para renovar antigas parcerias, fortalecer as já existentes e iniciar novas, para que possamos seguir na direção de uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou Claudia Garcia-Moreno, coordenadora da área de violência contra a mulher no Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa da sede da OMS.

Ela também destacou que este é um momento sem precedentes para agir, citando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que têm como uma das metas a eliminação de todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas. “Além disso, temos investimentos em pesquisa sobre violência contra a mulher como nunca antes e, ainda que tenhamos um longo caminho pela frente, temos mais governos agindo para responder a esse problema”, disse.

Para a coordenadora da Unidade de Família, Gênero e Curso de Vida da Representação da OPAS/OMS no Brasil, Haydée Padilla, o Fórum é uma oportunidade para que se possam conhecer diferentes trabalhos realizados no mundo para prevenir e responder à violência contra a mulher. “Uma experiência da Nicarágua, por exemplo, documentou reduções significativas nos níveis de violência de parceiros em apenas uma geração, a partir dos esforços coordenados entre os governos, sociedade civil e doadores. Conhecer esta experiência e outras similares nos encoraja e reafirma que sim, podemos eliminar a violência”, citou.

Ela ressaltou ainda que o evento é um espaço importante também para escutar sobre experiências que não foram exitosas e as razões de tais resultados. “Aprendemos muito ao compartilharmos com transparência o que não funcionou, uma vez que continuamos buscando as estratégias mais efetivas para melhorar a vida das mulheres, meninas e meninos ao redor do mundo”.svri haydee

SVRI
A Iniciativa da Pesquisa em Violência Sexual (SVRI, na sigla em inglês) promove estudos de qualidade sobre esse tema, particularmente em países de baixa e média renda. O grupo de coordenação da SRVI é co-presidido pela assessora regional da OPAS para violência familiar, Alessandra Guedes.

Violência contra a mulher
A violência contra as mulheres – particularmente a violência por parte de parceiros e a violência sexual – é um grande problema de saúde pública e de violação dos direitos humanos das mulheres. Estimativas globais publicadas pela OMS indicam que aproximadamente uma em cada três mulheres (35%) em todo o mundo sofreram violência física e/ou sexual por parte do parceiro ou de terceiros durante a vida. A violência pode afetar negativamente a saúde física, mental, sexual e reprodutiva das mulheres, além de aumentar a vulnerabilidade ao HIV.

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