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  • publicado
  • Publicado: Terça, 13 de Março de 2018, 10h52
  • Última atualização: 13/03/18 10h55

Estudos visam fortalecer as Redes de Atenção para resposta rápida à sífilis

 As ações focam em 100 municípios acima de 100 mil habitantes que concentram índices elevados de sífilis

capa sifilis naoOs resultados iniciais da análise de situação referente ao projeto “Resposta Rápida à Sífilis” foram apresentados em reunião no Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) na sexta-feira (09), em Brasília, pela equipe de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), integrantes do projeto.

Um dos eixos do projeto é a análise de situação de saúde. Nesta etapa, é feito um estudo de todos os indicadores de sífilis, que inclui também dados socioeconômicos e demográficos. Esta análise situacional fornecerá subsídio e dará diretrizes para as ações do a serem implementadas em conjunto com estados e municípios, visando atuar localmente com objetivos precisos e eficazes.

 

“Este estudo preliminar é o ponto de partida do nosso plano de trabalho. O Ministério da Saúde, estados e municípios vão intensificar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da sífilis”, explicou Adele Benzaken, Diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV).

A Diretora destacou ainda que o aumento nos índices significa uma melhora na identificação da doença. “Os aumentos nos índices indicam também que a cobertura da testagem está aumentando”. A estratégia, chamada de Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção, foi pactuada na Comissão Intergestores Tripartite (CIT).

Para o integrante da equipe de pesquisadores da UFRN, Ângelo Roncalli, uma atuação eficaz sobre a sífilis é preciso mapeá-la em toda a sua extensão, visando identificar de modo pontual todos os fatores que causam impacto nos índices epidemiológicos. “No eixo de pesquisa desse projeto é essencialmente entender por que houve crescimento, quais são os fatores, inclusive os fatores individuais, o contexto, o serviço. Porque alguns municípios são diferentes um do outro”, afirmou Roncalli.

Nesta fase, 100 municípios com população acima de 100 mil habitantes, e que concentram os maiores números dos casos da doença, farão parte do projeto.

PENICILINA - De acordo com reportagem publicada pelo DIAHV, em 01 de março (consulte aqui) o Ministério da Saúde vai distribuir para todos os estados e o Distrito Federal, em março, 526 mil frascos-ampola de penicilina benzatina – para tratamento da sífilis adquirida e em gestantes mais parcerias – e 116 mil da penicilina cristalina ou potássica – para tratamento da sífilis congênita, em bebês. A confirmação da distribuição está na Nota Informativa Nº 4, do publicada pelo DIAHV em 23 de fevereiro. A medida faz parte da Agenda de Ações Estratégicas para Redução da Sífilis no Brasil, lançada ano passado.

A agenda é um esforço conjunto do Governo Federal, estados e municípios para intensificar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, para conter o avanço da sífilis no país.

Mais informações sobre a aquisição de penicilina clique aqui

Confira a lista dos 100 municípios prioritários da agenda.

Acesse a Agenda de ações estratégicas para redução da sífilis no Brasil

Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais
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