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  • Publicado: Quarta, 18 de Junho de 2014, 18h16
  • Última atualização: 24/06/14 15h25

Doação de Sangue | Seja para quem for, seja doador

Doar sangue ajuda a salvar vidas. E no caso de Solange e Clever, o ato ajudou a estreitar o laço entre os dois. Em 1992, Raimundo Clever de Albuquerque, de Teresina (PI), acordou com uma queimação no estômago. Após a endoscopia, o diagnóstico lhe tomou de surpresa: câncer de estômago. “Já estava em estágio avançado e o médico disso que tinha que fazer a cirurgia urgente, senão eu podia morrer”, relembra.

A gerente de treinamentos, Solange Ferreira de Albuquerque, era casada com o irmão de Clever e estava indo ao Piauí para passar as férias com a família na cidade de Parnaíba, no litoral do estado. “A gente tinha acabado de chegar quando nos deram a notícia que ele passaria por cirurgia. Mas o médico disse que não tinha como operar se não tivesse doação de sangue. E os estoques de sangue na época estavam em baixa. Na mesma hora eu me prontifiquei a doar meu sangue a ele”, conta Solange.

Para Clever, que hoje é professor aposentado de 60 anos, o gesto humanitário da cunhada salvou sua vida. “Só estou vivo aqui hoje contando essa história porque ela doou sangue. Costumo dizer que ela, que já era uma pessoa tão querida para mim, virou minha irmã de sangue”, destaca. “E quando saí da sala de cirurgia, recebi a notícia maravilhosa que seria pai novamente. Se ela não tivesse doado sangue pra mim, eu jamais teria conhecido minha filha, que em breve vai ser formar em medicina”, completa Clever, que hoje está curado e saudável. “E Solange é a responsável por isso”, enfatiza.

A experiência também marcou Solange, hoje com 56 anos. “Essa foi a primeira vez que doei sangue. Achava que não podia, porque eu tinha feito diversas cirurgias. Na época, não se tinha tanta campanha nem divulgação sobre doação de sangue. Hoje em dia as pessoas estão mais esclarecidas e têm muita campanha par incentivar as doações. Mas depois que eu descobri que podia doar, passei a doar sangue sempre que posso”, afirma Solange.

Seja pra quem for, seja doador – Solange doou sangue para alguém que ela conhecia. Mas você não precisa conhecer quem precisa de sangue para doar. A campanha de doação de sangue deste ano, lançado pelo Ministério da Saúde no dia 11 de junho, tem como slogan Seja para quem for, seja doador. “Meu recado é para as pessoas doarem sangue e salvarem vidas, independentemente para quem for. O importante é o ato de amor ao próximo que ajuda a salvar vidas”, finaliza Solange.


Luana Spinillo / Blog da Saúde

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