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Promoção da Saúde
  • não publicado
  • Publicado: Quarta, 05 de Setembro de 2012, 15h19
  • Última atualização: 27/09/13 11h53

Semana do peixe: Conheça importância e benefícios do pescado na alimentação infantil

O peixe é um alimento essencial na composição da dieta infantil. Nutrientes como iodo, ácidos graxos e ômega-3 são importantes para o desenvolvimento do sistema nervoso central e cognitivo das crianças. Já o cálcio, fosforo e zinco fortalecem dentes, ossos e auxiliam no correto funcionamento muscular. Também previnem doenças crônicas, como obesidade e hipertensão. O peixe pode ser introduzido na alimentação da criança a partir dos seis meses de idade, por meio de papas salgadas.

“O recomendado são duas porções carne por dia na dieta infantil. O peixe, por ser alimento rico em vitamina D, A, B12, entre outros, auxilia no combate de doenças crônicas, melhora a visão, dá energia e aumenta a resistência a doenças e o cansaço intelectual, além de proteger contra infecções”, afirma a nutricionista da Coordenação Geral de Alimentação, do Ministério da Saúde Lorena Melo. “Os peixes são alimentos essenciais na elaboração do prato infantil”, completa.

A melhor forma de inserir os peixes na dieta das crianças é oferecer diferentes espécies e formas de preparo. A ideia é estimular o consumo e oferecer uma gama de sabores. “Sardinha, tainha, atum são de fácil preparo, baratos e ótimas fontes de ômega 3. A forma de preparo é o que torna o peixe ainda mais saudável e atrativo para os pequenos. Deve-se optar por pescados assados, cozidos, grelhados ou no vapor, colocar pouco sal e evitar temperos artificiais. Isso mantém o sabor e os nutrientes”, explica.

Caso a criança seja muito pequena, é necessário, triturar, desfiar, cortar ou fazer papinhas. Pais e responsáveis devem dispensar atenção especial aos perigos das espinhas. “É importante retirá-las antes de oferecer à criança para evitar acidentes”, orienta a nutricionista.

O consumo regular de pescados, pelo menos duas vezes por semana, só trás benefícios a saúde das crianças. “O peixe, mesmo o mais gordo, tem menor quantidade de gordura e, consequentemente, menos calorias do que as carnes vermelhas, bovinas e suínas, além disso, apresentam uma textura macia, que permite que seja facilmente mastigado, o que ajuda no processo digestivo e evita transtornos como a azia, má digestão ou sonolência após a refeição”, completa a profissional de saúde.

Fonte: Érica Santos / Agência Saúde

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