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Promoção da Saúde
  • publicado
  • Publicado: Quinta, 15 de Outubro de 2015, 12h28
  • Última atualização: 15/10/15 16h17

Madrinha do Outubro Rosa, Zezé Motta apoia a campanha de 2015

zezemottaZezé Motta tem uma longa carreira como atriz e cantora. Com 50 anos de profissão, é conhecida por papéis marcantes como na novela Xica da Silva e no filme Orfeu. Engajada em diversas causas sociais, Zezé apoia, desde 2012, o Outubro Rosa em parceria com o Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva  (INCA) e o Ministério da Saúde. A campanha foi criada para promover a conscientização sobre o câncer de mama, compartilhar informações e proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e tratamento da doença.

O câncer de mama é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos, e representa cerca de 25% de todos os tipos de câncer diagnosticados nas mulheres. Este é câncer mais comum entre as brasileiras, com exceção do câncer de pele não melanoma. Para o Brasil, em 2015, são esperados 57.120 casos novos, com um risco estimado de 56,09 casos a cada 100 mil mulheres.

Um em cada três casos de câncer pode ser curado se for descoberto logo no início. A detecção precoce ajuda a reduzir a mortalidade e traz melhores resultados no tratamento.

Em entrevista ao Blog da Saúde, Zezé conta um pouco mais sobre seu envolvimento com a causa.

Como começou sua parceria com o Inca e o Outubro Rosa?
Sou madrinha da campanha há quatro anos. Recebi um convite e gosto muito de participar de projetos como este. Me sinto muito bem de poder apoiar a causa. Me interesso muito pelos direitos humanos, principalmente os das mulheres. Este ano, fiquei triste de não ter participado mais ativamente. Estou gravando no interior de São Paulo e não pude estar tão presente.

Algo pessoal te motivou a se engajar na causa?
Não tenho nenhum caso de câncer da mama na família, mas tenho várias amigas que tiveram, algumas ainda bem jovens. O que me motiva ainda mais. Uma delas, a Carla Vidal, que há muitos anos batalha contra a doença. Mas independente de ter ou não uma ligação pessoal com assunto, eu nunca deixaria de atender o chamado.

Nestes anos que você apoia a campanha, você sente uma resposta das mulheres?
Eu me lembro que assim que eu fui convocada, estava até em um momento bastante ocupada, mas como sei a importância da participação das pessoas públicas nesse tipo de campanha topei na hora. Sinto que as pessoas param para ouvir, prestam atenção, acreditam naquilo que você está falando. Por isso, é muito importante aproveitar a credibilidade e visibilidade com o público para alertar as mulheres.

Mulheres, independentemente da idade, devem conhecer o próprio corpo para saber o que não é normal em suas mamas. Ao identificarem alterações suspeitas, devem procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação profissional. Também é recomendado que as mulheres entre 50 e 69 anos façam mamografia a cada dois anos. A mamografia pode ajudar a identificar o câncer antes de a pessoa ter sintomas. Incentive outras mulheres na conscientização sobre o câncer de mama.

Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde

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