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Promoção da Saúde
  • publicado
  • Publicado: Quinta, 13 de Abril de 2017, 07h30
  • Última atualização: 13/04/17 10h04

A Meta é Saúde: Começar é difícil, mas é sempre possível

Foto 3 semana 1Na segunda-feira eu começo. Esta é a desculpa oficial para quem quer deixar para depois aquilo que deveria começar a fazer de imediato. Sempre foi assim comigo. Amanhã eu me exercito, amanhã eu como melhor, amanhã eu reduzo o açúcar. Acontece que o amanhã nunca chegou. Por isso, aconteceu o previsível: a saúde ficou em segundo plano. Colesterol, triglicerídeos, vitaminas e insulina desreguladas.

No início fiquei assustada, meio sem rumo, e uma série de privações começou a me assombrar. Achei que não iria poder comer mais doce, nem o fast food que eu amo, nem tomar refrigerante, e passar o dia todo me exercitando. Acontece que não é bem assim que as coisas funcionam. Na verdade, demorei para entender que melhorar a saúde e obter mais qualidade de vida começa aos poucos, com pequenas mudanças de hábito.

Comecei a fazer atividade física e resolvi melhorar a qualidade da minha alimentação. Aumentei a salada do prato, diminuí os sódios, açúcares e gorduras. Se parei de comer tudo isso? Jamais. Mas acreditem: eu reduzi tanto a quantidade que foi uma surpresa até para mim. Outra surpresa veio quando , depois de um período me exercitando regularmente, senti vontade de praticar atividade física, deixando para trás a ideia de ficar no sedentarismo, hábito que fazia parte da minha vida  há tantos anos.

 

Quando surgiu a ideia de fazer “A meta é saúde”, encontrei uma excelente oportunidade para reverter meus resultados ruins do exame de sangue, e , consequentemente,  ter mais disposição, ânimo, e bem estar. Foto 1 semana 1

Na primeira semana, a área técnica do Ministério da Saúde me propôs as seguintes tarefas: ir a uma feira e cozinhar para alguém e andar de bicicleta por 3 horas durante a semana. Confesso que não foi fácil encaixar essas atividades na minha rotina. Há muito tempo eu não andava de bicicleta, e como chego tarde em casa, também não tenho muita disposição para cozinhar ou tempo para receber alguém. Mas fiquei feliz em tentar me organizar melhor para conseguir cumprir as metas.

Fui à feira no domingo passado pela manhã e foi incrível. Por ter sido criada em fazenda, nunca tinha ido á uma feira antes, e a experiência foi muito bacana. Até me permiti comer o clássico pastel de feira, com a massa feita pela família que já trabalha na Feira do Bicalho, em Taguatinga (DF), há mais de 15 anos. Comprei temperos, berinjela, abobrinha, mandioquinha, batata, cebola, tomate, maracujá, e gastei por volta de 20 reais em tudo. Um valor muito bom para adquirir a  quantidade de produtos ideal para quem mora sozinha e não quer desperdiçar comida.

Foto 2 semana 1No domingo usei o maracujá para fazer uma receita de um bolo delicioso que eu encontrei no Guia Alimentar “Na cozinha com as Frutas, Legumes e Verduras”, publicado pelo Ministério da Saúde. Durante o preparo, tive a companhia da esposa do meu primo, que me ajudou a cozinhar. Podem acreditar que o resultado ficou uma delícia.

Outro momento em que me aventurei na cozinha foi quando reencontrei minha amiga Jordana. Há meses  não nos encontrávamos. Fizemos um risoto de abobrinha com arroz integral, e foi uma excFoto 4 semana 1elente oportunidade de colocar o papo em dia.

Mas o desfio de cumprir as metas propostas pelo Ministério da Saúde não ficaram apenas na cozinha. Fui para a rua andar de bicicleta. Com certeza, pedalar foi a minha maior dificuldade. Por conta de um machucado no joelho senti dores e por conta do longo tempo sem me aventurar em cima de uma “bike” fiquei com muito medo de me machucar ou machucar alguém. Por isso, não consegui andar os três dias que me foram pedidos. Andei dois dias, e nos outros fiz caminhadas e treinamento físico funcional para completar as horas de exercício propostas. De qualquer maneira, o pouco que andei na “magrela” me lembrou muito a infância, e me deixou nostálgica.

Ah! Também não consegui filmar o momento, só tirar algumas fotos do meu encontro com a bike, pois o equilíbrio já foi difícil com as duas mãos, imagina com uma segurando o celular! Segurança é tudo!

Estou animada para começar esse processo de transformação na minha vida. Mal posso esperar pelo que vem por aí e poder contar para vocês! Torçam por mim, e venham ser saudáveis comigo! Participem e compartilhem conosco a sua experiência usando a hashtag #AMetaÉSaúde.

Confira o resumo da semana no vídeo:

Aline Czezacki, para o Blog da Saúde

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