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Promoção da Saúde
  • publicado
  • Publicado: Quinta, 29 de Novembro de 2018, 16h37
  • Última atualização: 04/12/18 15h09

Mosaico com mensagens de apoio às pessoas vivendo com HIV estarão expostas na Esplanada

Além das cerca de 2.600 colchas de retalhos da campanha, visitantes poderão assistir ao vídeo da campanha dos 30 anos de luta contra a aids

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As cerca de 2.600 colchas de retalhos com mensagens para quem vive com o vírus HIV estarão expostas nestas sexta-feira (30) e sábado (1º de dezembro) no gramado da Esplanada dos Ministérios, em frente ao prédio do Ministério da Saúde. 

Também chamadas de quilt, as peças compõem um mosaico de mensagens enviadas por uma plataforma digital de apoio à causa, em alusão aos 30 anos de luta contra a aids e o HIV em todo o mundo. No total, foram enviadas 7.909 mensagens de todo o Brasil. 

A exposição é uma das ações da campanha do Ministério da Saúde para o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, lembrado em todo o mundo em 1º de dezembro. A data foi instituída em 27 de outubro de 1988 pela Assembleia Geral da ONU e da Organização Mundial de Saúde (OMS). O mosaico foi exposto na terça-feira (27), logo após a cerimônia de lançamento do Boletim Epidemiológico HIV/Aids

História dos Quilts

No início da epidemia, produzir os quilts era uma prática na década para lembrar as vítimas da aids. Em 1987, durante a terceira Conferência Internacional de Aids em Washington (EUA), 200 mil pessoas participaram do lado de fora do evento. Eram ativistas, pessoas vivendo com o vírus que queriam ser ouvidas pela comunidade científica e pelo mundo. Por esse motivo, por iniciativa da ONG americana ACT UP, formou-se um grande mosaico de colchas (quilts) em frente ao Capitólio para lembrar e homenagear vítimas da aids. Era um forma de protesto e de reafirmar a luta pela vida.

No ano seguinte, por iniciativa de dois oficiais de informação pública da Organização Mundial de Saúde, James Bunn e Thomas Netter, foi proposto a criação do Dia Mundial de Luta contra Aids. A ideia foi levada ao então diretor do Programa Global sobre Aids (atual UNAIDS), Jonathan Mann, como uma forma de combater o preconceito e a desinformação que ainda havia em torno do tema. A iniciativa vingou e até o hoje o Primeiro de Dezembro é marcado em todo o mundo como a data para o combate ao preconceito e ao estigma em torno da doença.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação - Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais
Conheça também a página do DIAHV no Facebook: https://www.facebook.com/ISTAidsHV 

 

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