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Promoção da Saúde
  • não publicado
  • Publicado: Terça, 04 de Setembro de 2012, 12h05
  • Última atualização: 27/09/13 12h02

Semana do Peixe: Conheça os principais nutrientes encontrados nos pescados

Aumentar o consumo de peixe é uma ótima opção para quem busca ter uma alimentação mais nutritiva e saudável. Por isso, é importante estimular incluir o alimento na dieta desde a infância. O teor de gordura nos peixes é baixo, o que os torna uma ótima opção de proteína. Para uma dieta saudável, o Ministério da Saúderecomenda o consumo de duas porções de peixe por semana.

O peixe é considerado fonte importante de ferro, vitamina B12, cálcio, fósforo, iodo e cobalto. Além disso, vários deles fontes de ômega 3. “Consumir peixes diariamente proporciona inúmeros benefícios à saúde. Os pescados são boas fontes de aminoácidos essenciais, que auxiliam na formação de proteínas, necessárias para constituir e renovar a musculatura – o que auxiliando no processo de crescimento. Ajudam também a prevenir doenças cardiovasculares e neurológicas. É um alimento saboroso e com baixo teor de gordura”, explica a nutricionista, da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde (CGAN/DAB/MS), Maria da Penha Ferrer.

  • Conheça os principais nutrientes encontrados nos pescados:

Ômega 3 - “O corpo humano não produz ômega 3. Por isso, devemos obtê-lo através da alimentação. É um ácido graxo que auxilia e evita a formação de placas de ateroma, responsáveis pelo entupimento dos vasos sanguíneos. Ajuda na redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos e da pressão arterial. Está associado a redução do risco de desenvolver diversas doenças, entre elas: diabetes; derrames; asmas; síndromes inflamatórias intestinais (colites) e alguns tipos de câncer e Alzheimer”, diz. O ômega 3 é encontrado principalmente em peixes como atum, pintado, sardinha, arenque, anchova, tainha, bacalhau e truta.

Ferro - Consumir peixe ajuda no aumento da produção de ferro em nosso organismo. “É um nutriente essencial para saúde e atua principalmente na fabricação das células vermelhas do sangue e no transporte do oxigênio para todas as células do corpo. O ferro reduz o nascimento de bebês prematuros, melhora a capacidade de aprendizagem em criança e aumenta a resistência a infecções. Nos adultos, a falta de ferro pode causar anemia, fadiga e diminuir a capacidade produtiva. Por isso, é muito importante consumir alimentos fontes de ferro”, orienta.

Vitamina B12 - Os peixes são fontes importantes de vitamina B12, que atua principalmente na prevenção e combate da anemia. “Esta vitamina, também conhecida como cobalamina, mantém as células vermelhas e nervosas do sangue saudáveis e ajuda a metabolizar as gorduras no organismo. A carência de vitamina B12 pode causar anemia perniciosa, síndrome de má absorção, hipotireoidismo e baixa produção de ácido clorídrico. É comum casos de pessoas vegetarianas estritas, com essas doenças”, diz.

Cálcio – É um importante mineral e possui muitas funções benéficas. “Ele atua juntamente com a vitamina K, no sistema circulatório, auxiliando na coagulação do sangue. Alimentos fontes de cálcio, como o peixe, são responsáveis pelo equilíbrio do organismo humano como um todo. O cálcio também previne doenças dos ossos, como a osteoporose”, afirma.

Fósforo – É um mineral fundamental para o organismo. “Possui um importante papel na constituição da membrana celular, pois participa da composição dos fosfolipídios. Também auxilia na formação dos ossos e dentes (onde se encontra a maior parte do fósforo em nosso corpo, combinado com o cálcio), bem como auxilia nas contrações musculares”, diz.

Cobalto - É um mineral que faz parte da vitamina B12 . “É essencial para a função normal de todas as células, particularmente das células da medula óssea, sistemas nervoso e gastrointestinal”, explica.

Iodo - Micronutriente essencial para o homem e outros animais. “Promove o crescimento e o desenvolvimento do organismo do cérebro. Contribui também para a saúde, mantendo em equilíbrio as funções do organismo. Além de melhorar a resistência às infecções”, esclarece.

Fonte: Érica Santos/ Comunicação Interna do Ministério da Saúde

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