Exames preventivos são fundamentais para tratamento precoce e cura de doenças

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Muitas pessoas não seguem o conselho de que prevenir é melhor que remediar e deixam para cuidar da saúde quando ela já está em perigo. Por meio de um bom check-up e de exames preventivos é possível detectar desde o início alguma enfermidade e realizar o melhor tratamento para evitar surpresas desagradáveis que afetam o bem-estar.

Segundo o coordenador do ambulatório do Hospital Conceição, do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), vinculado ao Ministério da Saúde, José Fossari, a alta incidência de tipos comuns de câncer poderia ser evitada com exames preventivos regulares. “É importante as pessoas fazerem exames para saber como está a saúde ou detectar alguma doença que possa estar em evolução. Todos os tipos de câncer, por exemplo, são curáveis quando detectados inicialmente”, explica.

O especialista indica para homens a partir dos 40 anos que façam anualmente uma visita ao urologista. Ele indicará os exames necessários para a prevenção do câncer de próstata. As mulheres em idade fértil devem realizar consultas periódicas com o ginecologista e a partir dos 50 anos realizar anualmente o exame de mamografia, além do autoexame das mamas. “Temos ainda uma grande incidência de câncer do colo do intestino, então é importante também a colonoscopia ou a endoscopia, pelo menos a cada cinco anos”, indica Fossari.

A prevenção também inclui a boa orientação médica. “Ela é fundamental, mas não podemos fazer do check-up uma indústria onde se submete o paciente a um alto custo financeiro e de tempo que muitas vezes se torna desnecessário. A orientação profissional é fundamental para apontar os exames indispensáveis”, alerta Fossari. Exames físicos e raciocínios clínicos após uma conversa com o paciente são suficientes para o médico indicar os exames complementares em cada caso de check-up preventivo.

O cuidado em prevenir enfermidades começa já no nascimento e não deve ser descuidado em nenhuma fase. “Algumas pessoas desde muito jovens começam a presentar infartos e alterações importantes, seja pelo estresse, tabagismo, alcoolismo ou pelo fator genético que contribui para uma doença. As pessoas não podem quantificar o quanto elas estão em risco ou não”, alerta o coordenador.

Por isso, a prevenção não deve ser responsabilidade apenas do médico. “Só se consegue longevidade com qualidade de vida quando se fazem exames preventivos e mantêm bons hábitos, ou seja, evitando o cigarro e o álcool, o estresse, fazer uma atividade física compatível com sua capacidade, e que se tenha uma continuidade”, indica Fossari.

Fonte: Fabiana Conte / Comunicação Interna e Conteúdo Web

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