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  • Publicado: Quarta, 05 de Dezembro de 2012, 12h54
  • Última atualização: 25/09/13 14h43

Associação Médica Brasileira lança movimento ‘Salve Saúde’

Ajudar a sociedade a reduzir a incidência de doenças crônicas. Foi com este objetivo que a Associação Médica Brasileira (AMB) lançou nesta terça-feira (4) o movimento ‘Salve Saúde’. O evento aconteceu em Brasília, e contou com a participação do secretário de Gestão Estratégica e Participativa, Luiz Odorico Monteiro, representando o ministro Alexandre Padilha.

A partir de um compilado de informações médicas, a AMB passou a disponibilizar no site www.salvesaude.com.br um conteúdo que esclarecerá dúvidas e ajudará o público a escolher hábitos de vida mais saudáveis. “Queremos que a população viva mais. No entanto, queremos menos hipertensos, menos diabéticos, menos pessoas com câncer. Para isso, é preciso que as pessoas adotem estilo de vida mais saudável”, destacou Florentino Araújo, presidente da AMB.

O movimento já tem a adesão de mais de 100 entidades médicas e ainda espera contar com o apoio de 400 mil médicos e 200 mil dentistas. “Este é um audacioso movimento que, para ter sucesso, precisa da união de todos. Contamos com parceiros públicos e privados que acreditam que podemos ajudar a população a ter mais qualidade de vida”, reforçou Florentino.

Após entregar o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil 2011-2022 ao presidente da AMB, o secretário Luiz Odorico lembrou que o Ministério da Saúde já vem atuando no intuito de prevenir alguns tipos de doença.

“Ainda no primeiro ano de gestão, o ministro Alexandre Padilha assinou um acordo com empresas alimentícias que previa a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos. Isso mostra que o trabalho precisa ser preventivo”, reiterou o secretário.
Segundo Luiz Odorico, a ação de prevenção, no entanto, não pode partir só das entidades governamentais. “Por isso, parabenizamos a iniciativa da AMB. Desenvolver novos hábitos na sociedade não é uma prerrogativa somente do poder público, mas de todos os setores”, finalizou.

Fonte: Paloma Abdallah / Ascom-SGEP

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