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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 07 de Janeiro de 2016, 11h04
  • Última atualização: 07/01/16 11h04

Hospital universitário de São Luís ultrapassa a marca de 500 transplantes

O sonho de muitas pessoas é ter o privilégio de receber um novo órgão e, junto com ele, a possibilidade de uma maior expectativa e qualidade de vida. Esse foi o presente que o agente comunitário de saúde, Francisco José Nunes do Nascimento, de 37 anos, recebeu no dia 24 de dezembro, véspera de Natal.

Do interior do Maranhão, da cidade de Urbano Santos, Francisco do Nascimento passava seus dias à espera de um doador que pudesse lhe permitir uma nova vida. Foram 5 anos e 11 meses presos à máquina de hemodiálise, se submetendo três vezes por semana a sessões com quatro horas de duração cada, uma rotina difícil e cansativa, mas necessária já que em sua família não tinha nenhum doador compatível.

 

No dia 24 de dezembro veio a notícia mais aguardada por Francisco e toda sua família, a de que aparecera um doador. O paciente marcou o alcance de 500 transplantes realizados no Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HU-UFMA).

A realização dos transplantes representa a salvação de várias vidas e os esforços de muitos profissionais em prol da conscientização da sociedade sobre a importância da doação de órgãos. “Alcançar a marca de mais de 500 transplantes também é um grande presente para o HU-UFMA que completa 25 anos neste ano de 2016”, afirmou a superintendente da unidade, Joyce Santos Lages.

Saiba mais - O HU-UFMA, gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), foi o pioneiro em transplantes no Maranhão. Iniciou as atividades no ano 2000 com transplantes entre doadores vivos e, somente no ano de 2005, com doadores falecidos. Hoje, chega à marca de 502 transplantes renais, incluindo doadores vivos e falecidos.

Atualmente, há uma lista no Maranhão de cerca de 150 pacientes esperando por um rim. Apesar de tantos esforços o número de transplantes realizados no estado ainda é pequeno, devido à desinformação e mitos correlacionados ao processo de doação. A falta de informação gera um medo que acaba por dificultar o processo e enquanto isso a fila de espera, só tende a aumentar.

Fonte: ebserh.gov.br com informações HU-UFMA

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