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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 22 de Janeiro de 2016, 10h48
  • Última atualização: 22/01/16 10h48

Página especial na internet trata da 'pílula do câncer'

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) criou um espaço especial na internet com informações sobre a fosfoetanolamina, elemento da "pílula do câncer". O ministério destaca que espaço foi criado dante da repercussão da distribuição da substância para fins terapêuticos no tratamento do câncer pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP).

Atualmente, MCTI e o IQSC, de forma articulada, estão estudando a segurança e a eficácia da fosfoetanolamina em instituições nacionais de excelência e com reconhecida experiência na pesquisa e desenvolvimento de fármacos.

 

A página "Pesquisa sobre fosfoetanolamina" explica que a substância que foi sintetizada pela primeira em 1936 por Edgar Laurence Outhouse, do Departamento de Pesquisas Médicas do Instituto Banting da Universidade de Toronto, Canadá. No Brasil, começou a ser estudada por Gilberto Orivaldo Chierice, no início dos anos 1990. Ele integrava o Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo.

A partir de resultados preliminares animadores em alguns modelos experimentais em linhagens celulares de câncer e em animais teve início o uso em alguns pacientes portadores de câncer na região da cidade de São Carlos (SP), destaca o MCTI. Em novembro de 2015, o governo liberou R$ 2 milhões para pesquisas sobre a fosfoetanolamina.

Visite a página do MCTI com informações sobre a fosfoetanolamina.

Fonte: Portal Brasil, com informações do MCTI

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  • Antônia Gomes

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    Acho que agora é só investir em pesquisas para saber se realmente pode ser utilizado em humanos. Espero que sim, iria salvar muitas vidas :)

    cerca de 4 anos atrás
  • Olá, Antônia Gomes! Com previsão de investimento de R$ 10 milhões, o Ministério da Saúde e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação somam esforços para apoiar os estudos sobre a fosfoetalonamina. Foram envolvidos diversos órgãos, como universidades, centros de pesquisa, a Anvisa e o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) para a realização da síntese do produto, dos testes pré-clínicos e dos ensaios clínicos.

    A previsão é que em sete meses, contados a partir da entrega da síntese, já seja possível ter acesso os primeiros resultados dos estudos pré-clínicos. A síntese foi entregue ao Grupo de Trabalho em dezembro de 2015. Acesse maiores informações no#PortalSaúde: http://portalsaude.saude.gov.br/ #SaúdenasRedes :)

    cerca de 4 anos atrás
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