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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 24 de Junho de 2019, 13h47
  • Última atualização: 24/06/19 13h50

Ministério da Saúde estimula novas tecnologias durante a Campus Party

WhatsApp Image 2019-06-24 at 13.36.14A Campus Party é um dos maiores eventos de imersão tecnológica do mundo e, neste ano, o Ministério da Saúde participou do evento, em Brasília, para estimular o desenvolvimento de soluções inovadoras e de impacto para o Sistema Único de Saúde (SUS). Durante três dias, equipes formadas por jovens estudantes, programadores, designers, entre outros profissionais, desenvolveram ferramentas voltadas ao hackathon “Desafio Zé Gotinha”, com objetivo de facilitar o acesso à informação sobre vacinas e coberturas vacinais. E, no sábado (22), foram realizadas premiações com as melhores propostas nesse sentido. As avaliações dos projetos tiveram como base critérios como criatividade, viabilidade técnica, design e execução.

A primeira colocada foi a MetaData, formada por Bruno Morais, Leandro Silva, Samuel Ferreira, Thiago Aquino do Instituto Federal de Brasília e Marília Suzart, idealizadora do projeto. A equipe se destacou ao desenvolver uma plataforma web para ajudar o controle de áreas de vacinação, incluindo a visualização das crianças de até um ano de idade não vacinadas – o sistema permite a ampliação para outras faixas etárias. “Também desenvolvemos um aplicativo para otimizar o trabalho dos profissionais de saúde, cadastrando a vacina em tempo real. O agente de saúde escaneia no app o documento do usuário no celular, os dados são preenchidos automaticamente, em seguida o rótulo da vacina para poder confirmar a informação sem precisar digitar todos os dados e todos esses dados são enviados para uma plataforma do Ministério da Saúde para que o órgão tenha controle”, explicou Suzart.

Bruno destacou a importância de conscientizar os brasileiros sobre a vacinação, explicando que o “desafio chamou atenção justamente pelo impacto que poderíamos causar na saúde”. Além disso, ele conta que foi fundamental utilização todos dados e informações que estão disponíveis no site do minsitério para criar o aplicativo. “Os mentores nos deram um panorama real de sobre a vacinação, começamos a navegar sobre os dados, a partir daí criamos pensamos como seria o aplicativo para a coleta dos dados durante o processo da vacina. Foi um momento muito bom, apendemos muitas coisas e mostrou que assim que a equipe unida é capaz de produzir trabalhos que realmente ajudem a sociedade”, frisou.

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O resultado do hackathon será incorporado às ações do Programa Nacional de Imunizações (PNI). “Os jovens é que vão mudar a cobertura vacinal no Brasil. E, os jovens da Campus Party, nos apresentaram novas formas de valorizarmos a caderneta de vacinação e a vacina”, contou o Wanderson Oliveira, secretário de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde.

Com o objetivo alcançado Bruno espera que o projeto reverta as quedas das coberturas vacinais no país nos últimos anos. “Um projeto que pode agregar bastante o Ministério da Saúde a enxergar melhor a questão da vacina, por isso, não quero parar, espero que eu consiga me desenvolver ainda mais questão de manipulação de dados ciência de dados para continuar ajudando a sociedade”, contou Bruno.

CAMPUS PARTY

Entre os dias 19 e 23 de junho, Brasília sediou a capital da tecnologia no país. A terceira edição da Campus Party Brasília levou o tema Indústria 4.0, focando assuntos sobre as tendências de produção em tempos pós-contemporâneos. Mais de 70 mil pessoas passaram no Estádio Mané Garrincha para acompanhar as mais de 350 horas de atividades, entre palestras, workshops, hackathons, games, simuladores e muitas outras atrações.

O evento é considerado a maior imersão tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo. No Brasil, é realizada pelo Instituto Campus Party, uma associação civil sem fins lucrativos fundada em 2009, com o objetivo de incentivar e promover atividades e projetos nas áreas cultural, educacional gratuita, de inclusão digital, do desenvolvimento tecnológico e econômico, dos direitos estabelecidos, da assistência social e da cidadania.

O evento acontece no Brasil desde 2008 e é pioneira em hackathons com propósitos sociais, já tendo sido realizados desafios com vários temas: Saúde, Educação, Segurança Pública, Tecnologias Assistivas, Mobilidade, Cultura, etc. A Campus Party já produziu edições nos seguintes países: Espanha, Holanda, México, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Equador, Itália e Singapura. São mais de 550 mil campuseiros cadastrados em todo mundo.

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Luíza Tiné, para Blog da Saúde 

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