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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 09 de Março de 2015, 12h02
  • Última atualização 09/03/15
  • 12h02

Saiba como as sobras de alimentos podem se transformar em uma refeição nutritiva

Crédito:Ildi PappA cozinheira Josiene Silva não desperdiça nenhum alimento em casa. Ela conta que o jantar da família é sempre preparado com as sobras do almoço"O que sobre a gente dá um jeitinho de fazer outra coisa. Sobra arroz, faz sopa. O que tem, eu faço. Quando eu chego faço uma sopa. Eu coloco batata, cenoura, macarrão, alho, cebola. O que tiver eu vou colocando. Quando sobra [a sopa] minha filha bate e toma. Ela adora sopa batida."

De acordo com o coordenador-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Eduardo Nilson, dona Josiene está certa em aproveitar as sobras dos alimentos. Segundo ele, a sopa pode ser uma excelente opção de refeição nutritiva. "A sopa é uma forma culturalmente bem comum. Quanto mais diversa, mais o potencial dela ser nutritiva. De trazer, não só os micronutrientes: carboidratos, as proteínas e as próprias gorduras saudáveis, mas também os micronutrientes, que aí entra as vitaminas e minerais que são essenciais para a nossa saúde. As sopas processadas, seja aquelas prontas ou aquelas que são para diluir em água, elas normalmente têm uma quantidade muito grande de gorduras, mas principalmente de sódio. Então, muita atenção sempre uma preferência pelos alimentos naturais, pela sopa preparada em casa, com muito cuidado com a higiene e uso moderado tanto de sal quanto de gordura."

O coordenador-geral de Alimentação e Nutrição, Eduardo Nilson, conta ainda que algumas dicas de aproveitamento de alimentos podem ser encontradas no Guia Alimentar para a População Brasileira, elaborado pelo Ministério da Saúde. "A grande regra do Guia Alimentar para a população brasileira é justamente fazer dos alimentos in natura e minimamente processados a base da alimentação. E a sopa usa principalmente esse tipo de alimento. Justamente onde você pode colocar as verduras, vegetais, carne, inclusive grãos e outros ingredientes, que permitem dar essa diversidade e essa variedade nutricional, contribuindo para a questão de aproveitamento de alimentos, tendo em vista evitar desperdício, que é um problema sério que tem para a população."

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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 09 de Março de 2015, 11h52
  • Última atualização 09/03/15
  • 15h24

Saiba por que brincar é importante para o desenvolvimento da criança

Foto: Zurijeta

A brincadeira é muito mais que uma forma de passar o tempo. De acordo com a integrante do Comitê de Especialistas em Desenvolvimento na primeira infância do Ministério da Saúde, Carolina Drügg, a brincadeira é a principal forma de expressão da criança e o principal meio de ela observar e interagir com o mundo. "É na brincadeira que ela vai vivenciar muitas questões relacionadas ao bem-estar. Então, vai vivenciar liberdade, criatividade, desenvolvimento do corpo, a imaginação, a tolerar as diferenças. Não tem limite a brincadeira, a criança precisa sempre com essa oportunidade de estar imaginando, de estar fantasiando, de estar inventando o mundo, de estar reinterpretando o mundo através da brincadeira. Não tem limite pra brincar, brincar é a atividade mais saudável que vai trabalhar desde a saúde mental dessa criança, seu bem-estar mental até seu bem-estar físico porque explora o corpo dela, ela pula, ela corre, ela rola."

O filho da nutricionista, Christiane Lopes, que vai completar três anos de idade tem uma excelente coordenação psicomotora. Christiane conta que o incentivo às brincadeiras do filho contribuiu para isso:"Sempre foi uma criança que não teve limites com relação a brincadeiras. A gente sempre brincou junto com ele, a gente tira aquele tempo pra desenvolver tarefas com ele, seja de pintar, seja de montar, seja de ir ao parquinho, seja de correr. A gente vem percebendo ao longo desse tempo que ele se desenvolveu muito rápido, pouco se machuca quando cai, cognitivamente, ele também pensa muito rápido, ele gosta de brincar de montar, de quebra-cabeça, essas coisas assim. Então, a gente percebeu que, a gente deixando, ele foi além do que a gente queria."

A especialista em desenvolvimento na primeira infância, Carolina Drügg, explica que as brincadeiras devem estar acordo não só com a faixa etária da criança, mas com a condição motora e intelectual e com o espaço comunitário e familiar onde ela vive. Carolina Drügg cita algumas dessas brincadeiras:"Quando é bebê eler brinca com o corpo da mãe, com o corpo daquele cuidador, do pai, da avó, brincando com as mãozinhas, batendo palmas, brincando com os sons que ela emite com a voz; depois maiorzinha ele vai poder explorar os brinquedos, explorar coisas que ele possa levar a boca, que ele possa aprender como é que esses brinquedos funcionam. Lá pelos quatro, cinco anos de idade, a criança entra no mundo da fantasia e aí entra o faz de conta, as histórias infantis. Uma criança que é , por exemplo, é uma cadeirante, o limite é o cuidado para que ela não se machuque, acho que isso é uma coisa presente para qualquer criança."

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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 09 de Março de 2015, 11h36
  • Última atualização 09/03/15
  • 11h36

Capacitação visa reduzir mortalidade infantil em distritos indígenas

Foto: Divulgação Sesai

Médicos e enfermeiros do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Solimões participaram, na última semana, de uma capacitação em Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI). A estratégia é da Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi adotada pelo Ministério da Saúde. O objetivo é melhorar a eficácia no primeiro nível de atendimento e, consequentemente, a redução da mortalidade infantil.

Essa foi a primeira de quatro capacitações que ocorrerão no primeiro semestre de 2015 para 80 profissionais, sendo 60 do DSEI e 20 dos municípios que são referências para os Polos Base do distrito: Tabatinga, Benjamin Constant, São Paulo de Olivença, Santo Antônio do Içá e Tonantins.

Segundo o enfermeiro do DSEI Alto Rio Solimões, Danilo Donizete da Silva, em média, são atendidas 4200 crianças no DSEI, principalmente por problemas de infecção respiratória, pneumonia, diarreia e agravos nutricional. “As crianças são atendidas e acompanhadas pela equipe do Polo Base e, quando necessário, são encaminhadas ao município de referência”, explica o enfermeiro.

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