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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 17 de Junho de 2015, 12h42
  • Última atualização 17/06/15
  • 12h42

SUS é tema de debate em 40 conferências municipais da região nordeste

Nesta semana, 40 municípios da região Nordeste vão debater o Sistema Único de Saúde. As cidades vão avaliar como a rede pública de saúde poderá ser aprimorada. Todas as reuniões são uma preparação para as Conferências Estaduais de Saúde, previstas para o segundo semestre. Os encontros estaduais antecedem a 15ª Conferência Nacional, que acontece no mês de dezembro.

De acordo com a representante da Conferência Municipal de Saúde de Garanhuns, em Pernambuco, Régia Leite, as etapas de debates são importantes para que, no encontro nacional, sejam apresentadas estratégias de saúde para as três esferas de governo. “Ela tem uma importância, porque a gente vai rever algumas situações e propor para que seja colocado no plano estadual de saúde, algumas proposições que vão ser levadas para a conferência estadual, onde farão parte no plano estadual de saúde no estrado de Pernambuco e posteriormente para o plano nacional de saúde.”

Já o coordenador geral do Conselho Municipal de Saúde de Recife, Oscar da Silva, reconhece a importância da presença dos gestores de saúde nas conferências municipais e estaduais. Mas ele destaca que a participação da sociedade também é fundamental. “O chamamento maior é para essas pessoas estarem presentes lá fazendo as suas propostas, tanto para a municipal, como para a estadual e a nacional, para eles não faltarem e estarem lá presente para a gente fazer essas discussões, tanto para avaliar o que está na saúde nossa hoje e tanto para fazer as propostas.”

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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 17 de Junho de 2015, 12h31
  • Última atualização 17/06/15
  • 12h31

Brasil é referência na área de doação de sangue entre os países da América Latina, Caribe e África

O Dia Mundial do Doador de Sangue foi lembrado no último domingo, 14 de junho. Para marcar a data, a OPAS reuniu nesta terça-feira representantes da política de sangue do Brasil e de mais 10 países latino americanos. O objetivo do encontro foi debater os avanços nas ações e o fortalecimento da doação voluntária.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participou da abertura do evento e destacou que o Brasil é referência na área de doação de sangue entre os países da América Latina, Caribe e África. Segundo o ministro, o exemplo do Brasil deve ser um incentivo para que o número de doadores não pare de crescer no país. “Nós temos uma taxa de brasileiros, entre 16 e 69 anos que fazem doação, dentro dos parâmetros da Organização Mundial da Saúde, mas nós queremos ampliar. Depois, o segundo desafio, além de ampliar, é fidelizar, é fazer com que esse doador voluntariamente tenha o compromisso, o hábito, a disponibilidade de frequentemente fazer a doação.”

No Brasil a doação de sangue é 100% voluntária. Em 2013, o Ministério da Saúde reduziu a idade mínima de 18 para 16 anos e a máxima para 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido antes dos 60 anos. O aposentado Wilson Júnior, por exemplo, começou a doar sangue há 35 anos, quando ajudou um amigo que precisava de transfusão. Ele conta que o gesto foi um incentivo para que ele continuasse sendo solidário. “No início da década de 80, eu tinha um amigo e ele precisava de doações regulares. Aí um dia, ele me pediu e eu me prontifiquei. Eu me acostumei a doar sangue e também comecei a olhar o lado humanitário da situação. O máximo de pessoas que puderem tomar a atitude que eu tomei durante toda a minha vida, além de ser gratificante para a própria pessoa, o próximo agradece.”

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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 17 de Junho de 2015, 12h22
  • Última atualização 17/06/15
  • 12h28

Novo tratamento para hepatite C garante 90% de cura

Os pacientes infectados pelo vírus da hepatite C vão poder contar com um novo tratamento para combater a doença. Trata-se da oferta dos três melhores medicamentos disponíveis no mundo: daclatasvir, sofosbuvir e simeprevir.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destaca que o novo tratamento é inovador e garante um percentual maior de cura.“Em primeiro lugar eles aumentam muito o percentual de cura. Com os medicamentos disponíveis até então, a gente tinha aí, 50, no máximo 70% de cura. Hoje esses novos medicamentos eles garantem um percentual de cura acima dos 90%. Segundo, eles também são capazes de fazer o tratamento em um período mais curto, de apenas 12 semanas e não mais 24 ou 48 que a gente tinha com os medicamentos anteriores. Eles são melhor toleráveis pelos pacientes”.

A hepatite C é uma doença transmitida pela transfusão de sangue, uso compartilhado de seringas, agulhas e demais objetos que furam ou cortam. O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Jarbas Barbosa, lembra que o exame que detecta a hepatite C é simples e rápido. “A detecção da doença é feita pelo um exame simples e rápido. Ele pode ser feito gratuitamente e ele é recomendado principalmente para as pessoas com mais de 45 anos, porque elas tiveram uma exposição potencial quando eram crianças, adolescentes e jovens. Porque, por exemplo, o vírus da hepatite C nem era conhecido até o começo dos anos 90. Então, até aí, não se tinha um teste para fazer triagem no sangue. Quem tomou transfusão de sangue nos anos 80, 1970, 1960 e antes pode ter tomado uma transfusão de sangue contaminadas com o vírus sem nem saber, porque na época nem se conhecia esse vírus”.

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Brasil sedia solenidade pan-americana pelo Dia Mundial do Doador de Sangue

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  • 17/06/15
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