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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 02 de Abril de 2015, 17h00
  • Última atualização 02/04/15
  • 17h03

Profissional do Mais Médicos relata experiência em Taboão da Serra (SP)

Luiza Jacomett. Foto: Arquivo Pessoal

Mais de quatro mil profissionais que se inscreveram no edital 2015 do Programa Mais Médicos já estão em atividade desde o início do mês de março atendendo a população brasileira. Até o final deste ano, mais de 60 milhões de pessoas terão assistência médica garantida com a ocupação das vagas apontadas pelos municípios no edital. Com este novo contingente de médicos, o governo federal garantirá em 2015 a permanência de 18.247 profissionais, beneficiando 72,8% de todas as cidades do Brasil, além de 34 distritos indígenas.

A médica Luiza Jacomett Fonseca, de Belo Horizonte, Minas Gerais, foi chamada para o município de Taboão da Serra, em São Paulo, e começou a atuar na primeira semana de março na Unidade de Saúde Jardim Record. “Eu acho que o programa é uma oportunidade muito boa, porque a gente tem contato com o paciente, tratamento e diagnóstico, o paciente fica na nossa mão. A gente que trata dele desde o início até o final. Descobre o que o paciente está sentindo e vamos tratando. Para os recém-formados é muito bom, mesmo porque os 10% da prova de residência ajudam muito, além do aprendizado que tem e o salário que é bom”, afirma.

Na inscrição, alguns profissionais escolheram os benefícios do Mais Médicos para atuar por até três anos na atenção básica com direito a auxilio moradia e alimentação, além de ajuda de custo para instalação no local. Mas a maioria dos inscritos optou pela pontuação de 10% nas provas de residência médica, Provab, caso tenha conceito satisfatório durante os 12 meses de atuação no programa. A médica Luiza optou pelo benefício da prova e pretende utilizar os 10% na nota para cursar residência em medicina clínica. “Eu penso em fazer residência para clínica. No final do ano eu vou tentar. Minha perspectiva é essa, passar em clínica e depois fazer especialização em outra área que ainda não decidi ainda”, conta.

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 02 de Abril de 2015, 15h48
  • Última atualização 13/04/15
  • 17h02

Fiocruz inova em estudo de vacina contra a leishmaniose

Pesquisa realizada no Laboratório Interdisciplinar de Pesquisas Médicas do IOC mostrou que o antígeno 'Leishmania amazonensis' (LaAg) protegeu as cobaias da infecção pelo 'L. Brazilienses' (foto: Gutemberg Brito)Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) estudam uma vacina experimental que, na etapa de estudos com animais, mostrou resultados positivos na proteção contra o parasita Leishmania braziliensis, principal agente causador da forma cutânea da leishmaniose no Brasil e nas Américas. A pesquisa inovou duplamente: além de usar como modelo de estudo os hamsters dourados, que apresentam um quadro mais semelhante ao que acontece em humanos, foi testada a via de administração intranasal. O estudo, realizado pelo Laboratório Interdisciplinar de Pesquisas Médicas do IOC em parceria com o Laboratório de Imunofarmacologia do Instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aponta para o possível desenvolvimento de uma primeira vacina contra a leishmaniose.

O desafio da leishmaniose cutânea - A forma cutânea da leishmaniose afeta cerca de 28 mil pessoas no nosso país a cada ano, segundo dados de 2013 do Ministério da Saúde. O tratamento, além de causar muitos efeitos colaterais é longo e exige o deslocamento do paciente até unidades de saúde, o que resulta em importantes taxas de abandono. “O problema é agravado por falhas no tratamento, além da resistência aos medicamentos existentes”, alerta Luzinei da Silva Couto, aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical do IOC e um dos autores do estudo. Nestas circunstâncias, prevenir a doença se torna ainda mais importante. Atualmente, não existem vacinas disponíveis para humanos e a prevenção consiste basicamente em evitar contato com o mosquito-palha, inseto transmissor da doença.

O desenvolvimento de vacinas contra a L. braziliensis tem sido dificultado por conta do desafio de encontrar modelos experimentais que consigam reproduzir a forma como o parasita se manifesta em humanos. “Recentemente, foi demonstrado que o hamster dourado é um modelo adequado para o estudo da imunopatogênese da leishmaniose cutânea causada por L. braziliensis”, explica Silva-Couto.

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 02 de Abril de 2015, 15h42
  • Última atualização 13/12/16
  • 10h51

Governo prioriza Norte, Nordeste e Centro-Oeste para criação de curso de Medicina

A expansão da formação médica no país recebe novo impulso este ano. O Governo Federal selecionou mais 22 municípios para a criação de cursos de Medicina em instituições particulares. Essas cidades estão em oito estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, regiões com menor proporção de vagas de graduação e médicos por habitantes. A medida faz parte da estratégia do Programa Mais Médicos para ampliar a oferta do curso superior nas regiões que mais precisam.

Confira aqui a lista de municípios pré-selecionados

“A criação de cursos de Medicina é uma das medidas mais estruturantes do Mais Médicos, pois permite chegarmos a meta de 600 mil médicos em todo o país até 2026. Mas sabemos da importância de expandir as vagas invertendo a lógica que existia antes. Agora, vamos ampliar a formação médica conforme as necessidades identificadas pelo governo federal”, destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro. “Os municípios são chamados a aderir e a se comprometer com as condições para abrir os novos cursos. Este edital permite ampliar a formação médica com a qualidade adequada para a população”, afirmou.

Segundo o ministro da Educação, Luiz Cláudio Costa, “o novo edital dá seguimento à política de expansão de vagas de graduação por meio do Mais Médicos, corrigindo assimetrias regionais no que se refere a proporção de médicos por habitantes e selecionando cidades com condições de atender os critérios de qualidade.”

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Governo divulga edital para criação de novos cursos de medicina

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  • 01/04/15
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