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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 20 de Março de 2015, 12h21
  • Última atualização 20/03/15
  • 12h21

Tempo maior no aleitamento influencia na inteligência e renda, aponta pesquisa

Foto: Igor BorodinUma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, constatou que quanto maior for o tempo de amamentação, maior vai ser o nível de inteligência e a renda na vida adulta. O estudo, publicado na última quarta-feira, acompanhou três mil e 500 recém-nascidos durante 30 anos. E mostrou que, uma criança amamentada por pelo menos um ano teve, aos trinta, quatro pontos a mais de nível de inteligência e um aumento de 349 reais na renda média. A vendedora, Valéria Maria dos Santos, por exemplo, amamentou a filha até os três anos e meio de idade.

Ela acredita que o longo período da amamentação contribuiu para o sucesso do desenvolvimento da menina. "Eu acho que sim! Ela é bem inteligente. Nisso aí ela sempre foi, mais esperta e habilidade em fazer alguma coisa, mas o que eu vejo mesmo são as alergias, essas coisas que ela não tem. Eu acho que é mais o leite materno e o carinho da mãe, a proximidade da mãe que tem com o seu filho na hora de amamentar."

O coordenador-geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha, reforça que a amamentação por mais tempo traz benefícios físicos e emocionais para os filhos. "O aleitamento materno, desde o ponto de vista emocional tranquiliza o bebê. Do ponto de vista do vínculo da mãe com esse bebê e vice-versa, isso é muito favorecido. Vai fazer com que o vínculo, a relação de amor entre esse bebê e a sua mãe e vice-versa se fortaleça. Além do que, do ponto de vista nutricional, do ponto de vista, então, de ter os nutrientes que precisa para crescer, do ponto de vista imunológico, de proteção contra doenças. Então, o aleitamento materno é um exemplo do ponto de vista da influência sobre todos esses aspectos: emocional, intelectual e físico".

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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 20 de Março de 2015, 12h17
  • Última atualização 20/03/15
  • 12h17

Acesso aberto é tema da revista Cadernos de Saúde Pública

Depois da edição sobre a mudanças climáticas e a relação com a saúde, o número 2 do volume 31 da Cadernos de Saúde Pública traz uma discussão sobre a importância do acesso aberto à ciência. “Na Cadernos damos preferência a tudo que é livre: do acesso aos artigos até os artigos que deixam livre o acesso aos questionários e códigos usados. Vamos também começar a discutir um assunto que passa a tomar forma nas publicações científicas: o acesso livre aos dados”, afirma Marília Sá Carvalho no editorial. Em Aberto, por quê?, a pesquisadora destaca que o tipo de licença de direito autoral adotada em CSP é a mesma definida na ideia essencial de software livre.

(Confira aqui a íntegra do volume)

A seção Perspectivas traz o trabalho coletivo de oito pesquisadores, entre eles Francisco José Roma Paumgartten (Ensp/Fiocruz), abordando o Efeito dos aditivos do tabaco na iniciação e manutenção do tabagismo. O texto destaca que a prevalência de fumantes no Brasil caiu quase pela metade ao longo das duas últimas décadas. Segundo os autores, tal queda levou a melhorias substanciais em saúde pública no país, pela forte associação entre tabagismo e condições mórbidas, tais como doença pulmonar obstrutiva crônica, câncer (pulmão, laringe e outros), morbidade cardiovascular e outras doenças graves. “Esta história de sucesso de saúde pública é o resultado da implementação de políticas rigorosas de controle do tabaco, incluindo aumentos de impostos e preços mais elevados do cigarro, leis de ambiente livre de fumo, proibições de marketing para a indústria do tabaco”, afirmam os autores.

Em Tradução e adaptação transcultural do instrumento da Organização Mundial da Saúde sobre o uso de sinais de alarme para dengue por profissionais de saúde, Luana Sicuro Correa, Yara Hahr Marques Hökerberg e Patrícia Brasil (INI/Fiocruz), junto com Regina Paiva Daumas (Ensp/Fiocruz), ressaltam que a identificação precoce de sinais de alarme e o tratamento de dengue grave são as principais estratégias para reduzir a letalidade da doença, principalmente em crianças. O objetivo do estudo apresentado foi elaborar a versão brasileira do instrumento proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para avaliar o uso de sinais de alarme para dengue grave. Para os autores, “a versão brasileira do instrumento da OMS permite avaliar o uso dos sinais de alarme, preconizados nos recentes manuais de dengue”.

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 19 de Março de 2015, 15h26
  • Última atualização 30/06/15
  • 09h36

Doenças Respiratórias Crônicas | Rinite

Crédito: antoniodiazRinite é a inflamação aguda ou crônica, infecciosa, alérgica ou irritativa da mucosa nasal, sendo os casos agudos, em sua maioria, causada por vírus, ao passo que os casos crônicos ou recorrentes são geralmente determinados pela rinite alérgica, induzida pela exposição a alérgenos, que, após sensibilização, desencadeiam resposta inflamatória.

Como toda doença alérgica, ela pode apresentar duas fases. A primeira, chamada imediata, ocorre minutos após o estímulo antigênico e a segunda, denominada fase tardia ou inflamatória, ocorre quatro a oito horas após o estímulo. Os sintomas mais comuns são corrimento nasal, obstrução ou prurido nasal e espirros. Muitas vezes acompanham sintomas oculares como prurido, hiperemia conjuntival e lacrimejamento.

Esses sintomas podem melhorar espontaneamente. Nos casos crônicos, pode ocorrer perda do paladar e do olfato. Os principais alérgenos ambientais desencadeantes e/ou agravantes da rinite são os ácaros da poeira domiciliar, barata, os fungos, epitélio, urina e saliva de animais (cão e gato). Os principais irritantes inespecíficos são a fumaça do cigarro e compostos voláteis utilizados em produtos de limpeza e construção, desencadeando os sintomas por mecanismos não imunológicos.

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