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Cursos e Eventos
  • publicado
  • Publicado: Quarta, 01 de Abril de 2015, 17h28
  • Última atualização 21/01/16
  • 17h06

Ministério da Saúde promove encontro para discutir situação da dengue nas regiões Norte e Nordeste

Técnicos municipais e estaduais de saúde das regiões Norte e Nordeste e integrantes do Ministério da Saúde vão estar juntos nesta terça e quarta-feira para debaterem o fortalecimento e aprimoramento das ações de combate à dengue e a chikungunya. O objetivo da reunião é discutir os aspectos clínicos, de vigilância e de diagnóstico das doenças, além de abordar os desafios e expectativas da vigilância epidemiológica de cada estado e município.

O encontro é fundamental para o planejamento e fortalecimento das ações que combatem essas doenças, como explica o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho.“Tanto a Região Norte, quanto a Região Nordeste, são duas regiões que estão ainda com a baixa incidência de dengue. Mas, por essa razão é importante que as medidas de intensificação sejam mantidas para que esse período de transmissão que ainda vai até maio, essas ações sejam intensificadas.”

Um dos principais pontos debatidos na reunião pelos participantes é sobre a assistência à pacientes com dengue e chikungunya nas regiões Norte e Nordeste . O atendimento adequado a essas pessoas resulta diretamente na redução de casos graves e mortes em decorrência da doença. O coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho, afirma que o encontro é positivo, principalmente, para a população dessas duas regiões. “Principalmente a possibilidade de não ter epidemias de dengue, pois as epidemias determinam uma carga muito grande para a sociedade e, principalmente, diminuir a possibilidade de ter mortes pela doença.”

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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 01 de Abril de 2015, 17h22
  • Última atualização 10/06/15
  • 11h21

Farmanguinhos conquista certificação internacional por gestão ambiental

Equipe de Farmanguinhos comemora a obtenção da certificação (foto: Edson Silva)O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) se tornou a primeira empresa pública a obter a ISO 14001, certificação internacional por um desempenho ambiental correto. A unidade da Fundação é uma das 128 empresas brasileiras, em um universo de mais de três milhões, que receberam esta certificação. A conquista foi obtida após um preparo de nove anos de gestão ambiental e mais dois anos de diversas etapas das auditorias. Farmanguinhos também obteve, no final de 2014, a certificação da Coordenação de Desenvolvimento Tecnológico (CDT), a ISO 9001. O objetivo desta norma é estruturar um sistema de gestão da qualidade com base no mapeamento dos processos da organização e buscando a melhora contínua do sistema, a fim de satisfazer o cliente.

Segundo o responsável pela Gerência de Segurança, Meio Ambiente e Sustentabilidade (GSMS/Farmanguinhos), Alexandre Mosca, a conquista da ISO 14001 foi fruto de um longo trabalho de equipe. “Temos que agradecer as pessoas que passaram e que deixaram uma parte de contribuição. O processo de construção da GSMS foi bem árduo porque é um departamento normatizador, em uma empresa que tem que normatizar outras áreas fins. Fazer parte deste processo de desenvolvimento foi um grande desafio. Mas nós não desanimamos em momento algum. Depois da auditoria, a expectativa era ter o resultado e nós corremos atrás e convencemos todo mundo, que estamos dando um passo mais importante do que o resultado para Farmanguinhos”, agradeceu Mosca.

O chefe da GSMS ainda mostrou o quanto a unidade conseguiu romper as barreiras do serviço público. “Porque estamos dizendo que o poder público, estatal, autárquico é possível estar entre as melhores empresas do país em gestão. E com toda dificuldade que existe nos processos licitatórios ou de mão-de-obra, é factível ter um processo de gestão de excelência, estar na frente e se comparar aos melhores sem nenhum pudor disso. Então, as empresas estatais agora vão pensar que o que era impossível, alguém fez. A certificação da ISO 14001 para Farmaguinhos foi uma quebra de paradigma do serviço público em geral”, enfatiza ele.

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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 01 de Abril de 2015, 10h03
  • Última atualização 01/04/15
  • 10h03

Fiotec seleciona consultores para atuar na área de gestão de custos do MS

A Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec) divulga processo seletivo de contratação de profissionais para atuarem no Departamento de Economia da Saúde, Desenvolvimento e Investimentos do Ministério da Saúde. São três vagas de consultoria: uma na área de gestão em saúde e duas em administração, contabilidade ou economia.

Os profissionais atuarão junto ao Projeto de Formação e Melhoria da Qualidade da Rede de Saúde (QualiSUS-Rede), com o objetivo de colaborar, especificamente, com o trabalho da equipe do Programa Nacional de Gestão de Custos (PNGC) na implantação de gestão de custos em unidades hospitalares do SUS.

Para concorrer a vaga é necessário que o candidato tenha no mínimo seis anos de experiência em gestão de custos ou na área de formação solicitada, no caso da vaga na área de gestão em saúde, o profissional deverá possui no mínimo seis anos de experiência em unidades hospitalares. A contratação da consultoria tem duração prevista para cinco meses, podendo ser prorrogada por igual período.

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  • publicado
  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 18h00
  • Última atualização 31/03/15
  • 18h00

Saiba mais sobre a fimose

Fonte: Sebastian KaulitzkiQuando um bebê do sexo masculino nasce, na maioria dos casos ele apresenta o prepúcio, dobra da pele que protege o pênis, aderido à extremidade do órgão, a glande. Com seis meses de idade, 20% das crianças já apresentam o prepúcio retrátil, aos três anos, cerca de 50% já o retraem facilmente e aos 17 anos, em 99%. Mesmo nas crianças maiores e adolescentes, a fimose dita fisiológica pode ocorrer sem problemas como obstrução, dor ou hematúria.

A fimose ocorre quando a abertura distal do prepúcio está tão contraída formando um anel fibroso que não se pode retrair sua superfície sobre a glande, ou seja, a glande não consegue exteriorizar-se. Basicamente, são duas causas: a congênita e a adquirida. Os sintomas incluem dor ao urinar, sangramento e, ocasionalmente, retenção urinária, enurese (micção involuntária) e infecções como bálanopostites (inflamação da mucosa que reveste a glande). As condições para se adquirir fimose incluem repetidos episódios de dermatites, postites, que é uma infecção ou inflamação do prepúcio, balanites, trauma local e persistência de excesso de prepúcio pós circuncisão.

Além disso, a fimose adquirida está associada à retração prepucial forçada ou repetida no sentido de se expor a glande. Esta forma de retração, não é recomendada, pois acarreta várias fissuras longitudinais na abertura prepucial distal, levando a uma cicatrização circular com a formação de um anel fibrótico, ocasionando a fimose. Casos severos de fimose podem causar doenças do trato urinário, como infecções urinárias e bálanopostites de repetição.

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  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 17h07
  • Última atualização 31/03/15
  • 17h09

Norte e Nordeste debatem dengue e chikungunya

Para fortalecer e aprimorar as ações contra dengue e chikungunya no Brasil, o Ministério da Saúde promove reuniões com objetivo de discutir as medidas de prevenção, controle e combate da doença nos estados e municípios. A Reunião Macrorregional Norte e Nordeste sobre dengue e chikungunya realizada em Brasília nesta terça-feira (31) e quarta-feira (01) reúne representantes, gestores e técnicos das secretarias estaduais e municipais de saúde das duas regiões. Na semana passada, o encontro, realizado no Rio de Janeiro e discutiu estratégias para as Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.

As reuniões Macrorregionais são fundamentais para o planejamento e fortalecimento das ações de combate à dengue. Além dos estados, participam representantes de municípios com mais de 100 mil habitantes. O objetivo é discutir os aspectos clínicos, de vigilância e de diagnóstico das doenças, além de abordar os desafios e perspectivas da vigilância epidemiológica.

“Apesar das regiões Norte e Nordeste estarem com uma menor incidência comparada às outras regiões, alguns estados encontram-se em situação de epidemia, então é de extrema importância mantermos as medidas de intensificação para controle e combate à dengue, para evitar novos casos e também que ocorram óbitos. Por isso a importância de uma reunião como essa, onde é possível fazer este alerta aos estados e municípios”, informou o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho.

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  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 16h58
  • Última atualização 31/03/15
  • 16h58

Ministério envia medicamentos às vítimas de Rondônia

O Ministério da Saúde irá contribuir para a assistência à população do estado de Rondônia, após o grande volume de chuvas ocorridas, o que ocasionou o rápido aumento do nível das águas do Rio São Domingos. Como consequência, há 4.172 desabrigados e 148 desalojados no estado. O Ministério da Saúde enviou cerca de duas toneladas de medicamentos e insumos, que chegaram nesta segunda-feira (30), em Porto Velho, no Estado de Rondônia. Ao todo foram enviados oito kits. Cada unidade pesa 240 quilos e tem capacidade para atender a cerca de 1,5 mil pessoas ao mês. São 30 tipos de medicamentos e 18 insumos, incluindo antibióticos, anti-inflamatórios e ataduras.

Na última semana, o Ministério da Saúde também enviou, como procedimento de rotina, 375 mil frascos de hipoclorito - utilizado como suporte no tratamento de água. Casos seja solicitado o envio de uma cota extra, serão enviados novas quantidades como parte do estoque estratégico do composto químico mantido pelo Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde também conta com profissionais de saúde voluntários da Força Nacional do SUS (FN-SUS) para apoiar estados e municípios quando necessário. Atualmente a FN-SUS possui um cadastro com 12.869 voluntários capacitados para atuar em situações de alagamentos, enchentes e deslizamentos, entre outros.

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  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 14h58
  • Última atualização 11/06/15
  • 15h37

Anvisa libera registro de medicamento inovador contra a hepatite C

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira o registro do novo medicamento para o tratamento da hepatite C crônica, conhecido como sofosbuvir. Esse é o terceiro medicamento aprovado pela Anvisa em 2015 para o tratamento da doença. O primeiro foi o daclatasvir, aprovado em janeiro e o segundo foi o simeprevir, registrado em março. Juntos, esses três remédios compõem um novo e eficiente tratamento para a hepatite C disponível no mundo, com um percentual de cura de cerca de 90%.

A expectativa do diretor do Departamento de DST, aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, é que os medicamentos sejam disponibilizados no Sistema Único de Saúde até o final deste ano: “Uma grande vitória nesse campo de controlar a hepatite C no Brasil, primeiro porque a taxa de cura era uma taxa baixa. Toda questão de que a gente agora está curando 90% das pessoas já é um diferencial bastante importante, tão importante quanto isso é o fato de que o medicamento agora não precisa mais ser feito de maneira injetável; a pessoa ia ao serviço de saúde semanalmente pra fazer a injeção, ela pode tomar o medicamento oral em casa.”

Além do aumento do percentual de cura e da forma oral, o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita, destaca as reduções dos efeitos colaterais e do período do tratamento com os novos remédios para hepatite C crônica: “Os efeitos eram diversos, tinha desde a questão da injeção periódica que podia causar uma série de problemas, era muito comum anemia muito grave, alguns dos medicamentos antivirais ainda tinham outros efeitos, por exemplo, pro próprio fígado e até pro rim e, nesse momento, esses medicamentos novos os efeitos colaterais praticamente desapareceram. Tinha tratamento que durava mais de dois anos e hoje estamos falando exatamente de um tratamento de 90 dias, dependendo do caso, um pouquinho mais.”

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  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 14h49
  • Última atualização 11/06/15
  • 15h38

Aplicativo vai ajudar torcedores a prevenirem doenças durante os jogos

Faltam 493 dias para o ínicio dos Jogos Olimpicos no Brasil. E o Ministério da Saúde já está desenvolvendo uma série de ações, entre elas uma ferramenta que vai ajudar na prevenção de doenças durante os jogos . Trata-se de um aplicativo de vigilância participativa para as Olimpíadas. Previsto para ser lançado no início do ano que vem, a ferramenta vai ter como base o “Saúde na Copa”, que foi utilizado com sucesso no período da competição mundial no ano passado.

A consultora, Greice Madeleine, por exemplo , foi umas das várias pessoas que já conheceu a ferramenta em 2014. Segundo ela, o aplicativo ajuda não só os turistas, como os próprios moradores da cidade a acharem os serviços de saúde mais rápido.“Eu utilizei também e tenho o aplicativo até hoje no meu celular em função da utilidade dele em localizar os serviços de saúde mais próximos e as farmácias mais próximas, além do aplicativo ter outras informações relacionadas aos cuidados sobre a saúde. Eu recomendaria. Eu acho que ele é extremamente útil, principalmente para quando você vai para uma cidade que você não conhece.”

O aplicativo de vigilância participativa para as Olimpíadas vai permitir ainda que a população ajude a monitorar os eventos de saúde pública, além de acompanhar orientações sobre cuidados de saúde em três idiomas e verificar os serviços mais próximos. De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, o aplicativo vai contar com a participação de todos os usuários. “É uma maneira de fazer vigilância epidemiológica participativa, ou seja, envolver o usuário, o próprio cidadão, o próprio turista num conjunto de informações que possam nos ajudar a antecipar o processo de intervenção.”

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  • 31/03/15
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