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  • publicado
  • Publicado: Terça, 03 de Março de 2015, 11h32
  • Última atualização 03/03/15
  • 11h32

Creches brasileiras começam a receber suplementação nutricional - NutriSUS

Mais de 300 mil crianças podem ser beneficiadas ainda este ano com uma suplementação nutricional do Ministério da Saúde, nomeada de NutriSUS. A iniciativa pretende reduzir em até 38% os casos de anemia e em 20% a deficiência de ferro na infância. De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, o NutriSUS é um suplemento criado para prevenir essas carências nutricionais, já que a...

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  • Publicado: Terça, 03 de Março de 2015, 11h08
  • Última atualização 03/03/15
  • 11h08

Doenças raras ainda representam desafio para saúde pública

Celebrado no último dia 28 de fevereiro, o Dia Mundial de Doenças Raras tem o objetivo de alertar a população sobre a incidência destas enfermidades e as dificuldades que seus portadores enfrentam no cotidiano. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 400 milhões de pessoas no mundo sofrem com doenças raras (DR). O desafio torna-se ainda maior considerando que 95% delas não possuem tratamento específico e dependem de uma rede de cuidados paliativos bem estruturada, que assegure uma melhor qualidade de vida aos pacientes atendidos. Mas, a questão reside também no significado do termo, não havendo unanimidade em torno do conceito “doença rara”.

A maioria dos especialistas afirma que DR é aquela que afeta apenas uma pequena parcela da população. Por outro lado, algumas já se tornaram mais incidentes e o termo “rara” passou a ser questionado.

Analisando os conceitos adotados em diversos países, é possível situar as doenças raras na faixa das que possuem prevalência máxima variável de 0,5 a 7 por 10.000 habitantes. Apesar da denominação geral, algumas doenças podem ser consideradas “menos” raras em uma população do que na outra, como por exemplo a mucoviscidose, mais frequente nas populações caucasianas, explica a professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Magda Carneiro Sampaio. “Por outro lado, a doença falciforme (também conhecida como anemia falciforme) não é uma doença rara na nossa população, porque é mais comum em descendentes de africanos como somos a maior parte dos brasileiros”, pondera.

De acordo com Sampaio, as distrofias musculares, hemofilias, neurofibromatose, angioedema hereditário, erros Inatos do metabolismo e imunodeficiências primárias já configuram como doenças nem tão “raras” no Brasil.

Histórico - Até o início dos anos 80, havia poucas iniciativas no sentido de encarar as doenças raras como uma questão de saúde pública. Graças à atuação das organizações de pacientes e movimentos sociais, alguns avanços podem ser citados, como a criação, em janeiro de 2014, da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

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  • Publicado: Terça, 03 de Março de 2015, 07h09
  • Última atualização 03/03/15
  • 09h35

Into recebe médicos residentes

Crédito: Lars ZahnerO Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) realiza, a partir desta segunda-feira (02/03), o acolhimento aos 17 médicos aprovados no concurso de residência para as áreas de Ortopedia e Traumatologia e de Cirurgia de Mão. Os novos médicos passarão por diversas atividades, com visitas, apresentações e palestras que estão sendo promovidas esta semana pelas coordenações administrativa, assistencial e de ensino e pesquisa, gerências, divisões, entre outros setores.

Do total aprovado, dois vão se especializar em cirurgia de mão por cerca de dois anos; e os outros 15 em ortopedia e traumatologia, que tem duração de três anos. A cada três meses, os médicos passarão por treinamento nos centros especializados em trauma, quadril, joelho, coluna, pé e tornozelo, ombro, ortopedia pediátrica, microcirurgia, crâniomaxilofacial e tumor ósseo.

O diretor João Matheus Guimarães desejou boas vindas ao grupo e destacou a importância da relação médico e paciente: “A ética tem que estar acima de tudo. É preciso ter responsabilidade, aprender a técnica cirúrgica, entender o que é ser um bom médico, mas, principalmente, aprender a lidar e tratar bem o paciente, que e a nossa finalidade”.

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  • Publicado: Segunda, 02 de Março de 2015, 16h41
  • Última atualização 02/03/15
  • 18h21

Santa Catarina preenche 93% das vagas com profissionais brasileiros

Nas duas primeiras chamadas do Programa Mais Médicos em 2015, 93% (124) das 133 vagas ofertadas para os 61 municípios catarinenses foram preenchidas por profissionais com CRM Brasil. Os selecionados participaram de acolhimento, nesta segunda-feira (2/3), em Florianópolis (SC), onde receberam orientações a respeito dos próximos passos do programa. Os médicos começam suas atividades a partir desta semana. Na terceira chamada, que acontecerá nos dias 17 e 18 de março, os inscritos no Programa poderão selecionar 8 vagas em 8 cidades de Santa Catarina.

Confira lista das vagas disponíveis para Santa Catarina

Das 4.146 opções disponíveis em todo Brasil, 3.823 (92%) já foram ocupadas nas primeiras chamadas. Para a terceira chamada, os médicos poderão optar dentre as 318 vagas em 218 municípios e dez Distritos Indígenas. Dos 757 profissionais alocados em 2ª chamada, 519 (68%) se apresentaram nos municípios portando a documentação exigida até última sexta-feira (27). A maioria (451) optou pelo benefício da pontuação de 10% nas provas de residência médica. Outros 68 profissionais escolheram os benefícios do Mais Médicos. Na primeira chamada, dos 3.936 médicos inscritos, 3.304 (84%) comparecem às prefeituras até o dia 20 de fevereiro.

"Diferente do primeiro ano do programa, quando os médicos brasileiros ocuparam apenas 10% das vagas, agora, na expansão, das mais de 4.000 vagas, 94% delas já foram ocupados por médicos brasileiros. Isso demonstra o quanto o Mais Médicos está consolidado do país", enfatizou Hêider Pinto, Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde do Ministério da Saúde, durante acolhimento em Florianópolis (SC).

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  • Publicado: Segunda, 02 de Março de 2015, 16h38
  • Última atualização 02/03/15
  • 16h38

Pernambuco preenche 96% das vagas com profissionais brasileiros

Nas duas primeiras chamadas do Programa Mais Médicos em 2015, 96% das 309 vagas ofertadas para os 82 municípios pernambucanos foram preenchidas por profissionais com CRM Brasil. Os selecionados participaram de acolhimento, nesta segunda-feira (2/3), em Caruaru (PE), onde receberam orientações a respeito dos próximos passos do programa. Os médicos começam suas atividades a partir desta semana. Na terceira chamada, que acontecerá nos dias 17 e 18 de março, os inscritos no Programa poderão selecionar 11 vagas em 10 cidades pernambucanas.

Confira lista das vagas disponíveis para Pernambuco

Das 4.146 opções disponíveis em todo Brasil, 3.823 (92%) já foram ocupadas nas primeiras chamadas. Para a terceira chamada, os médicos poderão optar dentre as 318 vagas em 218 municípios e 10 Distritos Indígenas. Dos 757 profissionais alocados em 2ª chamada, 519 (68%) se apresentaram nos municípios portando a documentação exigida até última sexta-feira (27). Na primeira chamada, dos 3.936 médicos inscritos, 3.304 se apresentaram (84%) comparecem às prefeituras até o dia 20 de fevereiro.

“A grande adesão dos médicos com CRM Brasil mostra o quanto o Mais Médicos está aceito e pulverizado. Nossa ideia é justamente atender a população que mais necessita, a mais vulnerável e para isso precisamos da adesão dos profissionais brasileiros”, enfatizou a secretária executiva do Ministério da Saúde, Ana Paula Soter.

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  • Publicado: Segunda, 02 de Março de 2015, 16h36
  • Última atualização 02/03/15
  • 16h49

NutriSUS | Creches começam a suplementação alimentar de crianças neste semestre

Ministro Arthur Chioro em creche de Niterói-RJ. Crédito: Divulgação

Por meio da estratégia NutriSUS, sachês de vitaminas e minerais já começam a suplementar a alimentação de crianças neste primeiro semestre do ano letivo das creches participantes do Programa Saúde na Escola (PSE). A ação beneficiará mais de 330 mil crianças de 1.717 municípios brasileiros. A creche e educação infantil pública Professora Odete Rosa da Mota, localizada em Niterói, no Rio de Janeiro, já deu início ao uso da suplementação nutricional feita em parceira entre o Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e Ministério da Educação.

O sachê entregue para as creches é composto de 15 micronutrientes, que não alteram o sabor do alimento, e deve ser adicionado uma vez ao dia em uma das refeições oferecidas. A diretora da instituição, Mariney Rodrigues da Silva, ressalta a importância da qualidade da suplementação utilizada na alimentação das crianças. “O produto é lacrado e vem muito bem guardado. A mistura é colocada no feijão e no arroz sempre no almoço. Como mãe que eu sou, avó, educadora e diretora da escola, espero que esse projeto vá adiante e o suplemento alimentar continue sendo aplicado no desenvolvimento infantil que é importantíssimo”, relata Mariney. 

A diretora conta que, para implementar o projeto, foi realizada uma reunião com os pais, sob orientação do Setor de Nutrição da Fundação Municipal de Educação (FME), juntamente com a direção da escola, com a finalidade de esclarecer sobre a estratégia bem como orientá-los acerca da utilização do suplemento. O NutriSUS já funciona como projeto piloto em 470 creches de 151 municípios e beneficia mais de 29 mil alunos.

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  • Publicado: Segunda, 02 de Março de 2015, 16h07
  • Última atualização 02/03/15
  • 16h09

Infecção do Trato Urinário

Crédito: Vladimir GjorgievA correria da rotina te faz esquecer de urinar ao longo dia? Então fique atento! O esvaziamento periódico da bexiga é uma defesa do corpo e reter a urina por longos períodos pode causar infecção do trato urinário (ITU).

O sistema urinário é composto pelos rins, ureteres, a bexiga e a uretra, responsáveis pela filtragem e eliminação de substâncias nocivas ao organismo. A urina é filtrada pelos rins e segue pelos ureteres, sendo armazenada na bexiga. Para ser expelida, ela percorre o canal chamado uretra.

A ITU ocorre com a invasão de bactérias, comumente a Escherichia Coli, mas outros microorganismos podem causar o quadro, que atinge o trato urinário inferior (cistite e uretrite ou vulvonaginite) e superior, os rins e a pelve renal (pielonefrites).

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  • Publicado: Segunda, 02 de Março de 2015, 15h55
  • Última atualização 05/03/15
  • 11h55

Nos últimos 4 anos, Saúde destinou R$ 5 bilhões para reforma e ampliação de 26 mil postos de saúde

O Ministério da Saúde já destinou R$ 5 bilhões para a reforma e construção de 26 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) em 5 mil municípios brasileiros. A ação faz parte do Programa Requalifica UBS que tem como objetivo melhorar as unidades de saúde existentes, além de possibilitar a construção de novas unidades para ampliar o atendimento à população pelo SUS. Criada em 2011, a iniciativa permite que sejam firmadas parcerias com os municípios para que os gestores locais possam estruturar seus postos de saúde e oferecer melhor atendimento à população. Atualmente, 22,7 mil obras estão em andamento ou já foram concluídas. A previsão é que outras 14 mil unidades entrem em obras nos próximos anos.

No Brasil, 40,6 mil UBS estão em funcionamento, sendo responsáveis pelo atendimento da população que reside na área de abrangência da Unidade. O setor é responsável pela resolução de até 80% dos problemas de saúde e tem recebido prioridade nos investimentos do governo federal. Uma prova disso é o investimento atual na atenção básica, que dobrou nos últimos quatros anos, alcançando R$ 20 bilhões em 2014. A gestão das UBS é responsabilidade das Prefeituras, com apoio técnico e financeiro do Ministério da Saúde.

O governo federal, em parceria com os municípios, também tem investido na ampliação dos profissionais que prestam atendimento nos postos de saúde. Atualmente, há 39.064 equipes de Saúde da Família, crescimento de 135% quando comparado a 2002, quando foram registradas 16.698 equipes. Também houve crescimento expressivo no número de agentes comunitários de saúde (ACS), atualmente em 265.272  / (265.698), um aumento de 49% se comparado a 2002, quando foram registrados 175.463 agentes.

A população coberta pelas equipes de Saúde da Família também teve um crescimento importante de 120%, passando de 54,9 milhões de pessoas em 2002 para 120,5 milhões em 2015. Também houve crescimento de 40,5% na cobertura feita pelos agentes comunitários de saúde, que saltou de 90,6 milhões de pessoas em 2002 para 128,5 milhões.

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Ministro recepciona profissionais brasileiros do Programa Mais Médicos no Maranhão

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, recebe, nesta terça-feira (3/3), em São Luís (MA), do acolhimento aos médicos com CRM Brasil que vão atuar a partir deste ano no Programa Mais...

  • publicado
  • 02/03/15
  • 15h37
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Ministro recepciona profissionais brasileiros do Programa Mais Médicos

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participa, nesta terça (3), em Fortaleza (CE), do acolhimento aos médicos com registro no Brasil que vão atuar a partir deste ano no Programa Mais...

  • publicado
  • 02/03/15
  • 15h31
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Creches brasileiras começam a receber suplementação nutricional

Com o objetivo de prevenir anemia e controlar carências nutricionais na infância, o Ministério da Saúde realiza nesta segunda-feira (2) o lançamento nacional do NutriSUS, estratégia...

  • publicado
  • 02/03/15
  • 14h24
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