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  • publicado
  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 18h00
  • Última atualização 31/03/15
  • 18h00

Saiba mais sobre a fimose

Fonte: Sebastian KaulitzkiQuando um bebê do sexo masculino nasce, na maioria dos casos ele apresenta o prepúcio, dobra da pele que protege o pênis, aderido à extremidade do órgão, a glande. Com seis meses de idade, 20% das crianças já apresentam o prepúcio retrátil, aos três anos, cerca de 50% já o retraem facilmente e aos 17 anos, em 99%. Mesmo nas crianças maiores e adolescentes, a fimose dita fisiológica pode ocorrer sem problemas como obstrução, dor ou hematúria.

A fimose ocorre quando a abertura distal do prepúcio está tão contraída formando um anel fibroso que não se pode retrair sua superfície sobre a glande, ou seja, a glande não consegue exteriorizar-se. Basicamente, são duas causas: a congênita e a adquirida. Os sintomas incluem dor ao urinar, sangramento e, ocasionalmente, retenção urinária, enurese (micção involuntária) e infecções como bálanopostites (inflamação da mucosa que reveste a glande). As condições para se adquirir fimose incluem repetidos episódios de dermatites, postites, que é uma infecção ou inflamação do prepúcio, balanites, trauma local e persistência de excesso de prepúcio pós circuncisão.

Além disso, a fimose adquirida está associada à retração prepucial forçada ou repetida no sentido de se expor a glande. Esta forma de retração, não é recomendada, pois acarreta várias fissuras longitudinais na abertura prepucial distal, levando a uma cicatrização circular com a formação de um anel fibrótico, ocasionando a fimose. Casos severos de fimose podem causar doenças do trato urinário, como infecções urinárias e bálanopostites de repetição.

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  • publicado
  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 17h07
  • Última atualização 31/03/15
  • 17h09

Norte e Nordeste debatem dengue e chikungunya

Para fortalecer e aprimorar as ações contra dengue e chikungunya no Brasil, o Ministério da Saúde promove reuniões com objetivo de discutir as medidas de prevenção, controle e combate da doença nos estados e municípios. A Reunião Macrorregional Norte e Nordeste sobre dengue e chikungunya realizada em Brasília nesta terça-feira (31) e quarta-feira (01) reúne representantes, gestores e técnicos das secretarias estaduais e municipais de saúde das duas regiões. Na semana passada, o encontro, realizado no Rio de Janeiro e discutiu estratégias para as Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.

As reuniões Macrorregionais são fundamentais para o planejamento e fortalecimento das ações de combate à dengue. Além dos estados, participam representantes de municípios com mais de 100 mil habitantes. O objetivo é discutir os aspectos clínicos, de vigilância e de diagnóstico das doenças, além de abordar os desafios e perspectivas da vigilância epidemiológica.

“Apesar das regiões Norte e Nordeste estarem com uma menor incidência comparada às outras regiões, alguns estados encontram-se em situação de epidemia, então é de extrema importância mantermos as medidas de intensificação para controle e combate à dengue, para evitar novos casos e também que ocorram óbitos. Por isso a importância de uma reunião como essa, onde é possível fazer este alerta aos estados e municípios”, informou o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho.

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  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 16h58
  • Última atualização 31/03/15
  • 16h58

Ministério envia medicamentos às vítimas de Rondônia

O Ministério da Saúde irá contribuir para a assistência à população do estado de Rondônia, após o grande volume de chuvas ocorridas, o que ocasionou o rápido aumento do nível das águas do Rio São Domingos. Como consequência, há 4.172 desabrigados e 148 desalojados no estado. O Ministério da Saúde enviou cerca de duas toneladas de medicamentos e insumos, que chegaram nesta segunda-feira (30), em Porto Velho, no Estado de Rondônia. Ao todo foram enviados oito kits. Cada unidade pesa 240 quilos e tem capacidade para atender a cerca de 1,5 mil pessoas ao mês. São 30 tipos de medicamentos e 18 insumos, incluindo antibióticos, anti-inflamatórios e ataduras.

Na última semana, o Ministério da Saúde também enviou, como procedimento de rotina, 375 mil frascos de hipoclorito - utilizado como suporte no tratamento de água. Casos seja solicitado o envio de uma cota extra, serão enviados novas quantidades como parte do estoque estratégico do composto químico mantido pelo Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde também conta com profissionais de saúde voluntários da Força Nacional do SUS (FN-SUS) para apoiar estados e municípios quando necessário. Atualmente a FN-SUS possui um cadastro com 12.869 voluntários capacitados para atuar em situações de alagamentos, enchentes e deslizamentos, entre outros.

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  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 14h58
  • Última atualização 11/06/15
  • 15h37

Anvisa libera registro de medicamento inovador contra a hepatite C

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira o registro do novo medicamento para o tratamento da hepatite C crônica, conhecido como sofosbuvir. Esse é o terceiro medicamento aprovado pela Anvisa em 2015 para o tratamento da doença. O primeiro foi o daclatasvir, aprovado em janeiro e o segundo foi o simeprevir, registrado em março. Juntos, esses três remédios compõem um novo e eficiente tratamento para a hepatite C disponível no mundo, com um percentual de cura de cerca de 90%.

A expectativa do diretor do Departamento de DST, aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, é que os medicamentos sejam disponibilizados no Sistema Único de Saúde até o final deste ano: “Uma grande vitória nesse campo de controlar a hepatite C no Brasil, primeiro porque a taxa de cura era uma taxa baixa. Toda questão de que a gente agora está curando 90% das pessoas já é um diferencial bastante importante, tão importante quanto isso é o fato de que o medicamento agora não precisa mais ser feito de maneira injetável; a pessoa ia ao serviço de saúde semanalmente pra fazer a injeção, ela pode tomar o medicamento oral em casa.”

Além do aumento do percentual de cura e da forma oral, o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita, destaca as reduções dos efeitos colaterais e do período do tratamento com os novos remédios para hepatite C crônica: “Os efeitos eram diversos, tinha desde a questão da injeção periódica que podia causar uma série de problemas, era muito comum anemia muito grave, alguns dos medicamentos antivirais ainda tinham outros efeitos, por exemplo, pro próprio fígado e até pro rim e, nesse momento, esses medicamentos novos os efeitos colaterais praticamente desapareceram. Tinha tratamento que durava mais de dois anos e hoje estamos falando exatamente de um tratamento de 90 dias, dependendo do caso, um pouquinho mais.”

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  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 14h49
  • Última atualização 11/06/15
  • 15h38

Aplicativo vai ajudar torcedores a prevenirem doenças durante os jogos

Faltam 493 dias para o ínicio dos Jogos Olimpicos no Brasil. E o Ministério da Saúde já está desenvolvendo uma série de ações, entre elas uma ferramenta que vai ajudar na prevenção de doenças durante os jogos . Trata-se de um aplicativo de vigilância participativa para as Olimpíadas. Previsto para ser lançado no início do ano que vem, a ferramenta vai ter como base o “Saúde na Copa”, que foi utilizado com sucesso no período da competição mundial no ano passado.

A consultora, Greice Madeleine, por exemplo , foi umas das várias pessoas que já conheceu a ferramenta em 2014. Segundo ela, o aplicativo ajuda não só os turistas, como os próprios moradores da cidade a acharem os serviços de saúde mais rápido.“Eu utilizei também e tenho o aplicativo até hoje no meu celular em função da utilidade dele em localizar os serviços de saúde mais próximos e as farmácias mais próximas, além do aplicativo ter outras informações relacionadas aos cuidados sobre a saúde. Eu recomendaria. Eu acho que ele é extremamente útil, principalmente para quando você vai para uma cidade que você não conhece.”

O aplicativo de vigilância participativa para as Olimpíadas vai permitir ainda que a população ajude a monitorar os eventos de saúde pública, além de acompanhar orientações sobre cuidados de saúde em três idiomas e verificar os serviços mais próximos. De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, o aplicativo vai contar com a participação de todos os usuários. “É uma maneira de fazer vigilância epidemiológica participativa, ou seja, envolver o usuário, o próprio cidadão, o próprio turista num conjunto de informações que possam nos ajudar a antecipar o processo de intervenção.”

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  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 14h46
  • Última atualização 31/03/15
  • 14h46

DDAHV divulga resultado as seleção para estágio na França

O Departamento divulga hoje, 31/03, o resultado da seleção de candidatos a estágio na França. Foram analisados os currículos e anteprojetos em HIV de quatorze candidatos, dos quais seis foram selecionados para o referido estágio. O programa de Cooperação Técnica Brasil-França é uma iniciativa do Ministério da Saúde do Brasil e do Ministério das Relações Exteriores da França, por...

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  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 12h35
  • Última atualização 31/03/15
  • 12h35

Ministério da Saúde lança sistema para monitorar procedimentos de transfusão de sangue

Para garantir o maior controle dos processos que envolvem a doação de sangue na rede pública de saúde – da coleta e realização dos testes até a transfusão do sangue – foi lançado nesta terça-feira (31) pelo ministro da Saúde, o Sistema Hemovida Web - Módulo Transfusional. O sistema, produzido pelo Datasus, vai facilitar a rastreabilidade dos componentes de sangue, como plasma, plaquetas e hemácias, recebidos e distribuídos pelas Agências Transfusionais (ATs) que ficam, em sua maioria, dentro de hospitais. O lançamento aconteceu durante a Reunião Hemorrede Pública com gestores do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (Sinasan), em Brasília.

Cabe às agências transfusionais a responsabilidade por armazenar o sangue e seus derivados, realizar exames pré-transfusionais, liberar e transportar os produtos sanguíneos para as transfusões nos setores do Complexo Hospitalar. O sistema estará disponível a partir desta terça-feira (31) para todas as Agências mediante adesão dos gestores locais. A expectativa é que a ferramenta atenda cerca de 1.700 serviços da rede de hemoterapia brasileira, que representa aproximadamente 70% da rede. No total, o Brasil conta hoje com 2.700 serviços de coleta e distribuição de componentes do sangue.

Durante o lançamento do sistema, o ministro lembrou que, apenas no ano passado, foram realizadas no Brasil mais de três milhões de transfusões de sangue. “Esse sistema é de fundamental importância para garantir qualidade e segurança em todo o procedimento, desde a coleta até a transfusão sanguínea”, afirmou Chioro. Segundo ele, o monitoramento mostra que o país, apesar de suas diferenças regionais, pode ter uma rede de qualidade, com agilidade nos processos de transfusão de sangue.

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Promoção da Saúde
  • publicado
  • Publicado: Terça, 31 de Março de 2015, 11h49
  • Última atualização 10/06/15
  • 11h30

Aumento permitido no preço máximo dos medicamentos fica abaixo da inflação

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED) fixou em 6% o ajuste anual médio do preço máximo dos medicamentos. O índice se mantém abaixo da inflação dos últimos 12 meses, cujo IPCA acumulado de março de 2014 até fevereiro de 2015 foi de 7,7%. Para a fixação do valor são seguidos critérios técnicos definidos na Lei Federal 10.742/2003, que consideram a produtividade da indústria, a variação de custos dos insumos e a concorrência dentro do setor, além da inflação do período. O reajuste passa a valer a partir desta terça-feira (31), data da sua publicação no Diário Oficial da União.

A regulação atinge 9.120 medicamentos e varia de acordo com níveis de concorrência. Este ano, a maior parte (50,18%) dos produtos teve o menor percentual de ajuste, de 5%. Fazem parte desse grupo medicamentos de alta tecnologia e de maior custo, como a ritalina (tratamento do déficit de atenção e hiperatividade) e a stelara (psoríase). Esse grupo é considerado de menor concorrência, pois compõem mercado altamente concentradOs medicamentos da categoria dois, referentes a mercados moderadamente concentrados (25,37% do total), sofrerão aumento máximo, autorizado pelo Governo Federal, de até 6,35%. Entre eles, estão lidocaína amoxicilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias) e imipenem (antibiótico). Já o grupo um, de maior concorrência e que tende à manutenção de preços mais baixos (24,45% do total), terá o maior ajuste, que pode chegar ao teto de 7,7%. Dentre estes medicamentos, estão o omeprazol (tratamento de gastrite e úlcera) e a risperidona (antipsicótico).

O secretario-executivo da CMED, Leandro Safatle, esclarece que a resolução define o limite de aumento autorizado pelo Governo, o que não significa que, na prática, o consumidor sentirá esse acréscimo, devido à concorrência entre empresas e descontos oferecidos.

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Ministério da Saúde promove encontro para discutir dengue nas regiões Norte e Nordeste

O Ministério da Saúde promove nesta terça-feira (31), em Brasília, a Reunião Macrorregional Norte e Nordeste sobre dengue e chikungunya. O encontro, que tem como objetivo debater a...

  • publicado
  • 30/03/15
  • 18h08
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Saúde lança Sistema Hemovida Web - Agência Transfusional para 1.700 serviços

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participa nesta terça-feira (31) do lançamento do Sistema Hemovida Web – Agência Transfusional, que possibilitará o controle das etapas envolvidas...

  • publicado
  • 30/03/15
  • 16h39
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Brasil vai promover ações para prevenir doenças transmissíveis durante Olimpíadas 2016

Faltam 494 dias para começar os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. E o Ministério da Saúde já anunciou algumas ações para prevenir a transmissão de doenças no período da...

  • publicado
  • 30/03/15
  • 15h10
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