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  • publicado
  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 09h30
  • Última atualização 11/06/15
  • 16h44

Higiene no preparo de alimentos evita contaminação por salmonella

Crédito: Michal KowalskiOvos, leites, carnes ou frutos do mar. Todos estes alimentos podem conter salmonella, bactéria que oferece sérios riscos à saúde por agir de forma rápida no organismo, provocando sintomas como febre, náusea, diarreia, dores abdominais, calafrios e mal-estar. A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde é responsável pela vigilância epidemiológica e pelo controle das infecções provocadas por essa bactéria, chamada de salmoneloses, que ocorrem a partir da ingestão de alimentos contaminados.

Entre 2007 e 2014, foram notificados ao Ministério da Saúde 450 surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) e causadas pela bactéria do gênero Salmonella spp. No total, 13.165 pessoas adoeceram. Desta forma, é importante estar atento ao consumir alimentos fora do ambiente domiciliar e sempre ter hábitos de higiene no preparo das refeições, optando sempre por comidas frescas ou refrigeradas de forma adequada. Pessoas que moram ou trabalham em ambientes com condições de saneamento básico precários estão mais suscetíveis à bactéria.

Em casos leves e de diarreia aguda deve-se hidratar bem utilizando sais de reidratação oral, disponibilizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, ou outras soluções de reidratação oral. Em todos os casos, porém, é importante a reposição de líquidos, principalmente em crianças, idosos e imunodeprimidos que apresentam diarreia. Persistindo os sintomas, o mais recomendado é procurar os serviços de saúde para avaliação, diagnóstico e medidas de suporte.

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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 17h29
  • Última atualização 26/01/15
  • 17h29

Paciente diagnosticado em 1989 fala sobre medicamento 3 em 1 para a aids

Wanderley Estrella. Foto: Arquivo PessoalEste ano, pacientes diagnosticados com teste positivo para aids começaram a poder fazer uso do medicamento 3 em 1, previsto no Protocolo Clínico de Tratamento de Adultos com HIV e Aids do Ministério da Saúde. A dose tripla combinada é composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) e vai beneficiar 100 mil novos pacientes com HIV e aids. As doses já foram entregues aos estados, responsáveis pela distribuição para os municípios. Até o final deste ano, pacientes que já estavam em tratamento também serão beneficiados com a medicação.

Wanderley Estrella, 49 anos, cabeleireiro residente no Distrito Federal, recebeu o diagnóstico positivo para o vírus HIV em 1989 e conta como foi complicado seguir o tratamento nessa época em que ainda havia poucas informações disponíveis sobre a doença e as medicações utilizadas. “No primeiro momento eu tomava 27 remédios. As primeiras medicações eram terríveis. Você tomava e vomitava a metade. Em um segundo momento, com a evolução do tratamento, eu comecei a tomar 21 comprimidos. De 2007 pra cá eu estou indetectável, então eles começaram a me passar cinco comprimidos por dia e agora eu tenho a notícia de que existe um comprimido que serão 3 em 1”, conta.

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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 14h11
  • Última atualização 26/01/15
  • 14h12

Projeto de dimensionamento da força de trabalho é iniciado

Na última semana, a Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (CGESP/SAA/SE) se reuniu com o Fundo Nacional de Saúde (FNS) para iniciar o Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho do Ministério da Saúde. O FNS foi a área priorizada para realizar o projeto piloto.

O objetivo desse trabalho é desenvolver o binômio tecnologia-metodologia para o dimensionamento da força de trabalho do Ministério da Saúde, uma vez que é considerado um instrumento de fundamental importância para qualificar o planejamento de pessoal na organização, para subsidiar as negociações de recomposição da força de trabalho, bem como para responder às diversas recomendações recebidas dos órgãos de controle.

A realização desse projeto de pesquisa prevê o desenvolvimento e a aplicação de uma metodologia de dimensionamento da força de trabalho própria para o Ministério da Saúde, considerando suas especificidades e necessidades, e terá como resultado a quantidade e o perfil de servidores necessários por Coordenação Geral.

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  • 26/01/15
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