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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 20 de Março de 2015, 13h47
  • Última atualização 20/03/15
  • 13h47

Leite materno é capaz de reduzir em 13% mortes por causas evitáveis

Crédito: Artem FurmanSegundo a Organização Mundial da Saúde, o leite materno é capaz de reduzir em 13% mortes por causas evitáveis em crianças menores de cinco anos. O simples ato de amamentar oferece aos bebês proteção contra diarreia, infecções respiratórias e alergias. 

O coordenador de saúde da criança e aleitamento materno do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha, destaca que o leite materno estimula as defesas do corpo humano:"O aleitamento materno diminui a chance de um bebê morrer pelas vantagens que traz do ponto de vista de imunidade, de proteção às defesas naturais do bebê que vai ter, portanto, menor chance de ter diarreia, de ter doenças respiratórias, de ter alergias. Então são essas doenças que mais matam bebês no mundo. Do ponto de vista do futuro, bebês amamentados ao peito têm menor chance, no futuro, de serem acometidos por doenças crônicas, tais como obesidade, hipertensão, diabetes."

O filho da gerente administrativo, Paula Barbosa, foi amamentado até os três anos de idade. Paula conta que hoje ele é um adolescente saudável."Desde quando ele nasceu até os cinco anos de idade, nunca teve infecção intestinal, nem com a dentição ele sofreu, com o nascimento dos dentes. Eu o levava ao médico por rotina e ele tem o peso ideal para pessoa da idade dele. Com 14 anos, ele também nunca apresentou alergia, quando ele gripa é coisa de dois, três dias, só água, suco, o tipo de alimentação curam a gripe dele."

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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 20 de Março de 2015, 13h32
  • Última atualização 20/03/15
  • 13h32

Saiba mais sobre o tratamento gratuito para as pessoas que querem parar de fumar

O comerciante Clarisvaldo Costa , mora em Minas Gerais e é fumante desde os 15 anos de idade. Hoje, aos 70, ele sabe que precisa abandonar o vício."Hoje eu estou gastando muito dinheiro e estou sentindo cansaço já. Quando eu subo a escada aqui de casa já sinto cansado. Uma escadinha a toa, parece que tem 12 degraus só. Beber, graças a Deus, já tem mais de 30 anos que eu não boto uma bebida de álcool na boca, o cigarro que está sendo difícil. Às vezes eu passo 12 horas sem fumar, mas quando eu chego em casa adeus! Não passo sem ele [o cigarro]. Eu vejo na televisão o pulmão da pessoa como é que fica e é isso que eu tenho medo aqui também."

O Clarisvaldo e todas as pessoas que querem parar de fumar podem conseguir abandonar o cigarro se aderirem a um tratamento gratuito oferecido por mais de 20 mil equipes de saúde da família espalhadas por todo o país. A coordenadora do programa estadual de controle do Tabagismo, de Minas Gerais, Thereza Senra, explica como é o tratamento. "No primeiro trimestre do tratamento o tabagista faz uso de medicamento, que são fornecidos gratuitamente pelo SUS, para auxiliar na ansiedade. Ele faz uso de nicotina através de adesivos no braço para diminuir essa necessidade enorme que ele tem de pegar o cigarro. E durante as reuniões ele vai recebendo toda a orientação de como ficar sem o cigarro o que ele deve fazer para substituir o cigarro. Ele já sai depois de um ano como ex-fumante. Um ano já é suficiente para o indivíduo conseguir viver sem o cigarro."

A coordenadora do programa estadual de controle do tabagismo, de Minas Gerais, Thereza Senra, explica ainda que a vontade de parar de fumar é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. "O primeiro passo que eu considero mais importante de todos é querer parar de fumar, porque não adianta querer fazer um tratamento se não tiver uma vontade. Às vezes as pessoas falam 'nossa, não parou de fumar porque não quer, porque é fraco e não tem força de vontade'. Não. É porque às vezes não dá conta mesmo. Então, a partir do momento que a possa quer parar de fumar, ela precisa de ajuda. O tabagista quando ele está com vontade de parar de fumar ele pode procurar uma unidade básica de saúde e falar que ele quer para de fumar."

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  • Publicado: Sexta, 20 de Março de 2015, 12h21
  • Última atualização 20/03/15
  • 12h21

Tempo maior no aleitamento influencia na inteligência e renda, aponta pesquisa

Foto: Igor BorodinUma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, constatou que quanto maior for o tempo de amamentação, maior vai ser o nível de inteligência e a renda na vida adulta. O estudo, publicado na última quarta-feira, acompanhou três mil e 500 recém-nascidos durante 30 anos. E mostrou que, uma criança amamentada por pelo menos um ano teve, aos trinta, quatro pontos a mais de nível de inteligência e um aumento de 349 reais na renda média. A vendedora, Valéria Maria dos Santos, por exemplo, amamentou a filha até os três anos e meio de idade.

Ela acredita que o longo período da amamentação contribuiu para o sucesso do desenvolvimento da menina. "Eu acho que sim! Ela é bem inteligente. Nisso aí ela sempre foi, mais esperta e habilidade em fazer alguma coisa, mas o que eu vejo mesmo são as alergias, essas coisas que ela não tem. Eu acho que é mais o leite materno e o carinho da mãe, a proximidade da mãe que tem com o seu filho na hora de amamentar."

O coordenador-geral de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Paulo Bonilha, reforça que a amamentação por mais tempo traz benefícios físicos e emocionais para os filhos. "O aleitamento materno, desde o ponto de vista emocional tranquiliza o bebê. Do ponto de vista do vínculo da mãe com esse bebê e vice-versa, isso é muito favorecido. Vai fazer com que o vínculo, a relação de amor entre esse bebê e a sua mãe e vice-versa se fortaleça. Além do que, do ponto de vista nutricional, do ponto de vista, então, de ter os nutrientes que precisa para crescer, do ponto de vista imunológico, de proteção contra doenças. Então, o aleitamento materno é um exemplo do ponto de vista da influência sobre todos esses aspectos: emocional, intelectual e físico".

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  • Publicado: Sexta, 20 de Março de 2015, 12h17
  • Última atualização 20/03/15
  • 12h17

Acesso aberto é tema da revista Cadernos de Saúde Pública

Depois da edição sobre a mudanças climáticas e a relação com a saúde, o número 2 do volume 31 da Cadernos de Saúde Pública traz uma discussão sobre a importância do acesso aberto à ciência. “Na Cadernos damos preferência a tudo que é livre: do acesso aos artigos até os artigos que deixam livre o acesso aos questionários e códigos usados. Vamos também começar a discutir um assunto que passa a tomar forma nas publicações científicas: o acesso livre aos dados”, afirma Marília Sá Carvalho no editorial. Em Aberto, por quê?, a pesquisadora destaca que o tipo de licença de direito autoral adotada em CSP é a mesma definida na ideia essencial de software livre.

(Confira aqui a íntegra do volume)

A seção Perspectivas traz o trabalho coletivo de oito pesquisadores, entre eles Francisco José Roma Paumgartten (Ensp/Fiocruz), abordando o Efeito dos aditivos do tabaco na iniciação e manutenção do tabagismo. O texto destaca que a prevalência de fumantes no Brasil caiu quase pela metade ao longo das duas últimas décadas. Segundo os autores, tal queda levou a melhorias substanciais em saúde pública no país, pela forte associação entre tabagismo e condições mórbidas, tais como doença pulmonar obstrutiva crônica, câncer (pulmão, laringe e outros), morbidade cardiovascular e outras doenças graves. “Esta história de sucesso de saúde pública é o resultado da implementação de políticas rigorosas de controle do tabaco, incluindo aumentos de impostos e preços mais elevados do cigarro, leis de ambiente livre de fumo, proibições de marketing para a indústria do tabaco”, afirmam os autores.

Em Tradução e adaptação transcultural do instrumento da Organização Mundial da Saúde sobre o uso de sinais de alarme para dengue por profissionais de saúde, Luana Sicuro Correa, Yara Hahr Marques Hökerberg e Patrícia Brasil (INI/Fiocruz), junto com Regina Paiva Daumas (Ensp/Fiocruz), ressaltam que a identificação precoce de sinais de alarme e o tratamento de dengue grave são as principais estratégias para reduzir a letalidade da doença, principalmente em crianças. O objetivo do estudo apresentado foi elaborar a versão brasileira do instrumento proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para avaliar o uso de sinais de alarme para dengue grave. Para os autores, “a versão brasileira do instrumento da OMS permite avaliar o uso dos sinais de alarme, preconizados nos recentes manuais de dengue”.

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  • Publicado: Quinta, 19 de Março de 2015, 15h26
  • Última atualização 30/06/15
  • 09h36

Doenças Respiratórias Crônicas | Rinite

Crédito: antoniodiazRinite é a inflamação aguda ou crônica, infecciosa, alérgica ou irritativa da mucosa nasal, sendo os casos agudos, em sua maioria, causada por vírus, ao passo que os casos crônicos ou recorrentes são geralmente determinados pela rinite alérgica, induzida pela exposição a alérgenos, que, após sensibilização, desencadeiam resposta inflamatória.

Como toda doença alérgica, ela pode apresentar duas fases. A primeira, chamada imediata, ocorre minutos após o estímulo antigênico e a segunda, denominada fase tardia ou inflamatória, ocorre quatro a oito horas após o estímulo. Os sintomas mais comuns são corrimento nasal, obstrução ou prurido nasal e espirros. Muitas vezes acompanham sintomas oculares como prurido, hiperemia conjuntival e lacrimejamento.

Esses sintomas podem melhorar espontaneamente. Nos casos crônicos, pode ocorrer perda do paladar e do olfato. Os principais alérgenos ambientais desencadeantes e/ou agravantes da rinite são os ácaros da poeira domiciliar, barata, os fungos, epitélio, urina e saliva de animais (cão e gato). Os principais irritantes inespecíficos são a fumaça do cigarro e compostos voláteis utilizados em produtos de limpeza e construção, desencadeando os sintomas por mecanismos não imunológicos.

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  • Publicado: Quinta, 19 de Março de 2015, 15h25
  • Última atualização 19/03/15
  • 15h25

Into registra apenas uma captação de ossos no Rio de Janeiro

O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) registrou apenas uma doação de ossos até esta quarta-feira (18/03) no Rio de Janeiro. No ano passado, foram feitas 27 captações de doadores falecidos, sendo em média dois doadores por mês. As doações de 2014 beneficiaram 478 pacientes em cirurgias ortopédicas e odontológicas que necessitavam de enxertos ósseos, disponibilizados para transplante pelo Banco de Tecidos do Into.

Foram beneficiados com as doações pacientes atendidos em 40 hospitais credenciados no Sistema Nacional de Transplantes de 11 estados: Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Ceará. Do total, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina foram os três estados que mais utilizaram o serviço com 86% dos enxertos solicitados para transplantes ósseos.

“O estoque hoje está atendendo parte da nossa demanda. Se não houver doações em curto prazo, não poderemos atender às solicitações dos hospitais. As cirurgias têm crescido a cada ano nos estados e precisamos continuar captando para poder ofertar, disponibilizando o material no estoque para o transplante”, afirma o ortopedista Rafael Prinz, chefe do Banco de Tecidos.

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  • Publicado: Quinta, 19 de Março de 2015, 12h04
  • Última atualização 03/08/16
  • 16h06

Combinação de anticoncepcional e cigarro pode causar derrame e trombose

Fonte: PiyatoA agente de trânsito de Brasília que pediu para não se identificar é fumante e usa anticoncepcional. Há quase um ano, ela sofreu um derrame mas não teve sequelas. "Na verdade eu não falei para o médico que eu fumava. Eu só fumo quando estou bebendo, mas eu não falei para o médico que eu fumava. Eu não falei nada. Posso até na próxima consulta informar né. Você quer saber a verdade mesmo? Eu não penso em falar porque eu não penso em parar, então ele vai me mandar parar. Por isso que eu não penso em falar."

O médico pneumologista da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA, Instituto Nacional do Câncer, Ricardo Meirelles, explica que o derrame sofrido pela agente de trânsito pode ter sido provocado pela combinação do cigarro com anticoncepcional."Mulheres que fumam e usam pílula anticoncepcional elas têm um risco maior de ter problemas vasculares e ter até trombose, então, tem que ter muito cuidado e ser sempre avaliada pelo seu médico. Então, a associação do anticoncepcional com o tabagismo, propicia um aumento muito grande dessa possibilidade de ter um derrame cerebral, da mulher ter um infarto agudo do miocárdio. Então, se a mulher é fumante e usa o anticoncepcional, ela tem que parar um dos dois. De preferencia o cigarro. Mas ela não pode fumar e usar o anticoncepcional porque ela está usando uma bomba relógio que pode explodir a qualquer momento e ela ter um problema sério de saúde."

O Sistema Único de Saúde acolhe as mulheres que usam anticoncepcional e não conseguem parar de fumar. O pneumologista do INCA, Ricardo Meirelles, conta que existem mais de 23 mil equipes de saúde que oferecem tratamento de graça para quem quer interromper o vício."Tabagismo é uma doença existe um tratamento. Esse tratamento já está colocado na rede SUS há mais de dez anos. Então, existe várias unidades de saúde públicas no seu município que tem profissionais capacitados a prestar o tratamento do tabagismo, através de orientações, através de tratamento individual em grupos de apoio com tratamento específico e com medicamentos que vão diminuir os sintomas da falta de nicotina no cérebro, através de orientações e os medicamentos fazendo com que o fumante entenda como parar de fumar, como resistir à vontade de fumar e principalmente, como viver sem cigarro."

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  • Publicado: Quinta, 19 de Março de 2015, 11h57
  • Última atualização 19/03/15
  • 11h57

Papanicolau é essencial para detectar o vírus responsável pelo câncer do colo do útero

O câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil e o vírus HPV é o principal responsável por essa doença. Esse vírus é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto.

O Inca, Instituto Nacional do Câncer, estima que, somente este ano, surjam no Brasil 15 mil novos casos de câncer do colo do útero. A maioria das infecções por HPV não provocam sintomas. Por isso, o cirurgião oncológico do Inca, Gustavo Iglesias, alerta sobre os cuidados para evitar essa doença: "Isso realça a importância de que todas as mulheres com vida sexual ativa, a partir dos 25 anos de idade, comecem a fazer o rastreio na forma do exame que a gente conhece popularmente como preventivo que é a citologia vaginal; a gente recomenda que se adotem as medidas preventivas, principalmente, o uso do preservativo na relação sexual; e agente agora tem uma nova oportunidade de intervir, no sentido de prevenir o câncer do colo uterino, que é a vacina contra o HPV, busca imunizar as meninas que ainda não começaram sua vida sexual."   

A universitária, Luciana Alcântara, descobriu que estava com o vírus HPV há seis anos. Ela acredita que o exame ginecológico Papanicolau é importante para o diagnóstico da doença e a prevenção do câncer do colo do útero: "Ainda tem muitas mulheres que não dão importância, às vezes, fazem o exame e não voltam pra pegar o resultado. Isso é uma falta mesmo de cuidado com o próprio corpo, com a saúde. Quando a gente vai descobrir um problema mais na frente, não tem mais o que fazer e o exame preventivo, se tiver alguma coisa, dar tempo de resolver. O HPV é uma porta de entrada pra outras doenças como o câncer de colo de útero e é importante que a mulher tenha consciência disso, que não é".

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Anvisa amplia medidas para aumentar a segurança do receptor e do doador de sangue

O Diário Oficial da União publicou, nesta quarta-feira (18/3), os procedimentos, normas e diretrizes essenciais para as Boas Práticas no Ciclo do Sangue. As regras estão descritas na...

  • publicado
  • 19/03/15
  • 11h52
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Brasil avança em direção ao cumprimento da meta 90-90-90

O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde sediou ontem (17/03), em Brasília, reunião do grupo de trabalho que cuida da parcela brasileira do Relatório da...

  • publicado
  • 19/03/15
  • 11h43
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Conheça o passo a passo da doação de sangue

Doar sangue é um ato que ajuda muitas pessoas. Necessitam de sangue pessoas que passam por cirurgias, fazem quimioterapia entre vários outros tratamentos. Como ele não pode ser...

  • publicado
  • 18/03/15
  • 17h40
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