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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 13 de Março de 2015, 12h17
  • Última atualização 14/07/15
  • 15h37

CUIABÁ (MT) é a única capital brasileira com risco de epidemia de dengue

O município de Cuiabá, em Mato Grosso, é a única capital brasileira colocada em situação de risco para a ocorrência de epidemia de dengue. A informação é do Levantamento Rápido para índices do Aedes Aegypti, o LIRAa, divulgado nesta quinta-feira, pelo Ministério da Saúde. Para se ter uma ideia, a capital matogrossense já registrou 128 notificações apenas nos dois primeiros meses deste ano.

O pedreiro Manoel Belo Gomes, por exemplo, mora no Bairro Jardim Silvanópolis, localizado no norte de Cuiabá. Ele conta que está sempre convocando os vizinhos para combater o mosquito transmissor da dengue. "Saio de casa em casa avisando para a pessoa não deixar a garrafa de boca para cima, pega aquelas garrafas plásticas, a gente desembarca ela, derrama a água que ela tem e aviso o morador para não deixar, porque se pegar a dengue contamina os outros e pode até morrer", conta.

Apesar de terem pessoas que assim como Manoel, ajudam no combate à dengue, a responsável-técnica do Centro de Informações e Estratégias de Vigilância e Saúde de Cuiabá, Moema Porto, acredita que uma parte dos moradores da cidade ainda não se mobilizou para combater os criadouros do mosquito transmissor."Então, o que que é? A pessoa realmente não colabora e aí esse sem dúvida eu diria para você que é um grande problema para a gente conseguir mais efetividade no combate ao vetor (dengue). Eles esperam, em alguns casos, é claro. Eu estou generalizando, mas esperam que você entre dentro do quintal para catar o lixo e isso não dá. Assim não se educa ninguém", alerta.

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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 13 de Março de 2015, 12h13
  • Última atualização 13/03/15
  • 12h13

Novo tratamento contra Hepatite C deve ser incorporado ao SUS ainda este ano

A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou, nesta semana, o registro de um novo medicamento para o tratamento da hepatite C crônica, o simeprevir. Ele se junta ao daclatasvir, aprovado em janeiro deste ano, e ao sofosbuvir, ainda em análise. Esses medicamentos vão compor o mais novo e eficiente tratamento contra a hepatite C, disponível no mundo. A expectativa é que o tratamento com esses medicamentos seja incorporado ao SUS ainda este ano.

De acordo com o coordenador de Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Marcelo Naveira, os novos remédios vão facilitar a realização do tratamento."Atualmente, o tratamento da hepetite C é realizado num período entre 48 a 52 semanas, necessita de pelo menos 10 comprimidos de um ou dois medicamentos determinados diariamente mais uma injeção semanal, tem muitos efeitos adversos, muitas pessoas desistem do tratamento da hepetite C. com os novos medicamentos, existe a possibilidade de tratar os pacientes em 12 semanas, a presença de eventos adversos é quase mínima, a gente passaria para dois comprimidos diários em 12 semanas", explica.

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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 13 de Março de 2015, 11h49
  • Última atualização 13/03/15
  • 11h49

Quem sentir os sintomas da febre chikungunya deve procurar uma unidade de saúde imediatamente

A febre chikungunya é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, o Aedes Aegypti. E é nesta época do ano que as chances de contaminação aumentam, já que o clima quente e úmido favorece a reprodução do mosquito.

Quem sentir dor de cabeça, dores no corpo, nas articulaçõese febre, deve procurar uma unidade de saúde imediatamente, conforme explica o coordenador geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho. "Uma parcela pequena dos pacientes, principalmente nos pacientes mais idosos, eles podem desenvolver uma forma crônica. Ou seja, essa dor articular intensa pode persistir por mais de 3 meses. Esse é o principal problema que se observa a chikungunya. Que aí vai exigir uma atenção diferenciada, esse paciente vai exigir cuidado de fisioterapia, de reabilitação postural. Por isso que é importante o atendimento precoce pelo profissional de saúde e uma atenção maior principalmente para esse grupos etários extremos, adultos e crianças", recomenda.

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 12 de Março de 2015, 17h41
  • Última atualização 12/03/15
  • 17h41

Ministro acompanha presidenta em visita ao Acre

Registro do Ministro Arthur ChioroO ministro da Saúde, Arthur Chioro, acompanhou nesta quarta-feira (11) a presidenta da República, Dilma Rousseff, em visita às áreas atingidas por enchentes no Acre, para verificar a necessidade de intensificar as ações de auxílio aos desabrigados e desalojados. Para atender às vítimas da cheia histórica do rio Acre, o Ministério da Saúde enviou 9,8 toneladas de medicamentos e insumos incluídos em 41 kits. Cada unidade pesa 240 quilos e tem capacidade para atender a cerca de 1,5 mil pessoas ao mês. São 30 tipos de medicamentos e 18 insumos, incluindo antibióticos, anti-inflamatórios e ataduras, em cada unidade.

O Ministério da Saúde também está enviando 100 mil frascos de hipoclorito - utilizados no tratamento e purificação da água –, e outros 375 mil devem chegar até o final deste mês. O Ministério ainda presta apoio técnico nas áreas de vigilância e assistência, devendo credenciar 20 leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINco) e Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINca).

Além do apoio material, na última semana, a Força Nacional do SUS (FN-SUS) enviou representantes ao município, em uma missão exploratória. A equipe tem como objetivo fazer um diagnóstico da rede de saúde e verificar a necessidade de apoio em relação a equipamentos, insumos e profissionais de saúde.

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  • Publicado: Quinta, 12 de Março de 2015, 15h34
  • Última atualização 12/03/15
  • 15h34

Ministério da Saúde e Anvisa anunciam medidas para aprimorar vigilância no Porto de Santos

Os ministros da Saúde, Arthur Chioro, e da Secretaria dos Portos, Edinho Araújo, anunciam nesta sexta-feira (13) as medidas para aprimorar as ações de vigilância sanitária realizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Porto de Santos. Além do ministro, participam do evento o Diretor-Presidente da Anvisa, Jaime Oliveira, e o Superintendente de Portos, Aeroportos,...

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  • Publicado: Quinta, 12 de Março de 2015, 15h21
  • Última atualização 12/03/15
  • 15h21

Mobilização de todos é fundamental no combate à dengue e chikungunya

Foto: Gabriel Jabur/Agência BrasíliaO Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira, 12, o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), instrumento utilizado para orientar ações de controle da dengue e chikungunya. Dos 1844 municípios avaliados no período de janeiro e fevereiro deste ano, 340 estão em situação de risco para a ocorrência de epidemias e 877 estão em alerta.

O Ministro da Saúde, Arthur Chioro, destacou a relevância das informações do levantamento, que apontam, além dos números de focos de mosquitos, o perfil dos criadouros nas regiões, e permitem uma melhor orientação das prefeituras nas ações de prevenção e controle da doença, com a participação e mobilização da sociedade e outros setores de apoio. “O LIRAa tem grande capacidade de mapear a situação das cidades para podermos orientar as ações de forma eficaz. Na região Sudeste tivemos um aumento de 6% dos focos em água armazenada em virtude da crise hídrica. Informações como essa são importantes para guiar as mobilizações, que, neste caso, por exemplo, as prefeituras podem incentivar os moradores a realizarem uma vistoria de 15 minutos em suas residências para contribuírem no combate às doenças”, orienta.

No Distrito Federal, mesmo com índice satisfatório na classificação do LIRAa, o governo buscou parceria com bombeiro e militares do Exército para atuarem com agentes de saúde no combate às doenças. Segundo dados da Secretaria de Saúde, este ano ocorreu uma redução de 60,6% no número de casos de dengue em relação ao mesmo período de 2014.

O coordenador do Programa de Combate à Dengue do Distrito Federal, Ailton Domício, conta que as parcerias estão focadas em inspecionar residências e eliminar possíveis focos de mosquitos nas áreas que houveram casos registrados das doenças. “Nosso objetivo é manter a estratégia de buscar diversas parcerias do ponto de vista da prevenção e da mobilização social e do combate ao vetor propriamente dito. Nesse sentido e considerando que o efetivo de agentes de vigilância ambiental e saúde do Distrito Federal é insuficiente para realizar o trabalho de inspeção de imóveis e, ao mesmo tempo, o trabalho de bloqueio do vetor, nós sugerimos que pudesse ser criada uma força tarefa que inicialmente começou com 40 bombeiros e 100 militares do exército”, explica.

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  • Publicado: Quinta, 12 de Março de 2015, 14h04
  • Última atualização 12/03/15
  • 14h04

Dengue: LIRAa aponta 340 municípios em situação de risco

Novo mapa da dengue mostra que 340 municípios brasileiros estão em situação de risco para a ocorrência de epidemias e 877 estão em alerta. O Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nesta quinta-feira (12) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, revela ainda que outras 627 cidades apresentam índice satisfatório. No total, 1.844 municípios brasileiros realizaram o levantamento, entre janeiro e fevereiro deste ano, um aumento de 26,38% em relação aos participantes de 2014. No ano passado, 1.459 municípios fizeram a pesquisa no mesmo período do ano.

Confira a apresentação

Lista dos municípios participantes do LIRAa

O LIRAa é considerado um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue e chikungunya. O levantamento identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor das doenças e os tipos de recipientes com água parada, que servem de criadouros mais comuns. A pesquisa proporciona informação qualificada para atuação das prefeituras nas ações de prevenção e controle, permitindo a mobilização de outros setores, além das secretarias de saúde, como os serviços de limpeza urbana e abastecimento de água.

O índice utilizado no LIRAa leva em consideração a percentagem de casas visitadas com larvas do mosquito Aedes aegypti. Os municípios classificados como de risco apresentam larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis pesquisados. É considerado estado de alerta quando menos de 3,9% dos imóveis pesquisados têm larvas do mosquito; e satisfatório quando o índice está abaixo de 1% de residências com larvas do mosquito.

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  • Publicado: Quinta, 12 de Março de 2015, 12h04
  • Última atualização 12/03/15
  • 12h04

Quase 4,5 mil profissionais participam de módulo EaD sobre Saúde da População Negra

A Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS) divulgou em fevereiro dados consolidados sobre o Curso Saúde da População Negra, módulo produzido em pareceria com o Departamento de Apoio à Gestão Participativa (DAGEP), da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS).

Segundo os dados divulgados, 4.473 pessoas foram matriculadas no curso e, até fevereiro, 150 pessoas o concluíram. Dos cursistas que informaram seus estados de origem, São Paulo, Bahia e Minas Gerais, são, respectivamente, os estados com mais inscritos.

O curso, disponível no site da UNA-SUS, é autoinstrucional e tem como foco a capacitação de profissionais que trabalhem na rede pública de saúde com vistas à eliminação do racismo institucional dentro do SUS, bem como ampliar os conhecimentos desses profissionais para atendimento adequado às especificidades de saúde da população negra, conforme orientado pela Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, portaria GM/MS 992, de 13 de maio de 2009.

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