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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 13h58
  • Última atualização 26/01/15
  • 13h58

Cerca de 1000 partos normais já foram realizados na Maternidade de Juazeiro

Para realizar o parto normal, as unidades de saúde da rede pública precisam ter ambiente, espaço físico e equipamentos adequados e profissionais de saúde qualificados. Um exemplo de local que reúne tudo isso é o Centro de Parto Normal da Maternidade Municipal de Juazeiro, no Ceará, que há um ano foi habilitado pelo Ministério da Saúde e atende mulheres grávidas. O Centro de Parto já realizou cerca de 1000 partos normais desde que foi inaugurada. A equipe do Centro de Parto é formada por médicos, enfermeiras obstetras e técnicos de enfermagem.

Para a gestante ser atendida no Centro de Parto, é preciso apresentar laudo médico atestando que a mulher pode ter o bebê de parto normal. O Centro de Parto é reconhecido pelo Ministério da Saúde e preenche todos os requisitos necessários para o funcionamento. A enfermeira obstetra do Centro de Parto,Maria José Gonçalves, explica que tanto durante quanto depois do parto, todo o procedimento é realizado de maneira natural. "A gente procura fazer o mais natural possível, sem o uso de nenhum método farmacológico, o máximo natural, atrás dos exercícios facilitadores. Onde essa mulher retorna para casa sem nenhum problema. Todas as orientações do aleitamento exclusivo. Após o nascimento, a gente coloca o recém-nascido, no primeiro minuto, já em contato pele a pele, incentivando, colocando no peito, para a primeira mamada. Ele fica totalmente em contato com a mãe por uma hora no mínimo. A gente espera tudo que aconteça naturalmente".

A estudante, Ana Flávia do Nascimento, por exemplo, teve seu primeiro filho neste mês de janeiro no centro de parto da Maternidade Municipal de Juazeiro. Ela conta que gostou muito do atendimento dos profissionais de saúde durante o trabalho de parto. "Elas me ajudavam faziam o que podiam para a dor passar. Mandaram eu ficar andando, porque ajudava. Sempre estavam ali para o que eu precisava. Foi bom. Gostei sim".
O parto normal reduz os riscos para saúde tanto da mãe quanto do bebê. É o que explica o ministro da Saúde, Arthur Chioro. "O parto normal é parto não cirúrgico, é o parto que a mulher desenvolve o trabalho de parto, ela entra num trabalho fisiológico, que dá mais proteção, que diminui as internações durante longo período nas UTI's por prematuridade desses bebês. Porque isso é decisivo para diminuir a mortalidade infantil, para diminuir a mortalidade materna, para diminuir a prematuridade, mas acima de tudo, dar o direito às mulheres e aos seus bebês de terem um nascimento com dignidade".

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  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 13h47
  • Última atualização 26/01/15
  • 13h47

Campanha nas escolas quer interromper a transmissão da hanseníasenas comunidades

Em 2014, 354 crianças de escolas públicas foram diagnosticadas com hanseníase. O diagnóstico foi possível graças à Campanha Nacional de Hanseníase, Verminoses e Tracoma realizada no ano passado com alunos de cinco a 14 anos de todo o Brasil. A ação foi uma iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com mais de 1900 municípios. De acordo com a coordenadora geral do Programa...

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  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 09h30
  • Última atualização 26/01/15
  • 09h43

Nota de falecimento: Ministério da Saúde lamenta morte de Aloysio Campos da Paz

Ministério da Saúde lamenta morte de Aloysio Campos da Paz. O médico, fundador da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, foi emblemático pela sua persistência e determinação. O resultado de seu trabalho está espalhado pelo país e traz como símbolo um atendimento de saúde pública de qualidade, contribuindo para a recuperação e reabilitação de milhares de pessoas. O...

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  • Publicado: Domingo, 25 de Janeiro de 2015, 09h00
  • Última atualização 26/01/15
  • 13h41

Saúde da Mulher | Endometriose

Crédito: HalfpointA endometriose é uma doença crônica provocada pela migração do tecido que reveste a cavidade uterina, o endométrio, para outras partes do corpo, principalmente para o abdome, além de ovário, ligamentos uterinos, bexiga e intestino.

As mudanças ocorridas na vida da mulher tem favorecido o aumento da endometriose. A mulher esta menstruando mais vezes, pois o início da menstruação tem sido mais precoce e as gravidezes mais tardias com menor número de filhos. Além disso existem os fatores ambientais, como a combustão de poluentes que acumulam toxinas (dioxina) nos tecidos gordurosos da mulher, e as tendências genéticas de parentes de primeiro grau, que também são observadas.

Renata Garcia Nerys, da cidade de Araucária, no Estado do Paraná, recebeu o diagnóstico de endometriose em 2013, após sofrer episódios de dores abdominais intensas e cólicas fortes. “A endometriose prejudica muito minha rotina de trabalho, pois sinto dores o tempo todo e não dá para ficar nem muito em pé, nem muito sentada. Em casa, na minha rotina diária, não aguento fazer tanto esforço, durante e depois da relação sexual também sinto muitas dores, uns dias mais e outros menos, parece que tem dias que tudo dói mais. O meu intestino não funciona mais legal, tenho muita dificuldade nessa parte”, conta Renata.

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  • Publicado: Sábado, 24 de Janeiro de 2015, 09h00
  • Última atualização 26/01/15
  • 17h19

Asma, Bronquite Crônica e Enfisema

Crédito: megainarmyFatores genéticos, poeira, infecções, medicamentos, exercícios, refluxo gastroesofágico e até mesmo uma flor, em virtude do pólen, minúsculos grãos produzidos pelas plantas, podem desencadear crises de asma. A doença é resultado da inflamação crônica das vias aéreas inferiores, que causa o estreitamento dos bronquíolos, dificultando a passagem de ar. A asma é comum e afeta cerca de 10% da população mundial.

A estudante Caroline Schlucat, 21 anos, conta que suas memórias de infância são da convivência com os sintomas e crises de asma. “Eu não me lembro de mim sem asma. Foi na infância quando eu tive mais problemas e era internada pelo menos uma vez por mês. Nas crises tenho dificuldades para respirar, meus lábios ficam roxos nos cantos e sinto cansaço. A pior coisa que a asma me causa é a baixa imunidade. Durante os tratamentos, eu tinha muita pneumonia, gripe e viroses”, relembra.

Caroline ressalta que, antes do tratamento, ela não conseguiria praticar esportes e atividades aeróbicas ou até mesmo realizar o intercâmbio de estudos que está fazendo nos Estados Unidos da América, por exemplo. Apesar de não ter cura, existe tratamento e medicamentos para que os sintomas da doença afetem menos a vida de quem convive com a asma. No programa Aqui tem Farmácia Popular, os medicamentos definidos para o tratamento de asma são distribuídos gratuitamente aos usuários do Sistema Único de Saúde brasileiro. Confira a lista de medicamentos. 

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  • Publicado: Sexta, 23 de Janeiro de 2015, 16h49
  • Última atualização 23/01/15
  • 16h49

São Paulo ganha nova Unidade de Pronto Atendimento

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participa neste sábado (24) da inauguração da Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 horas) Vila Santa Catarina, em São Paulo (SP). A solenidade acontece às 10h, com a presença do prefeito da capital paulista, Fernando Haddad. Essa é a segunda unidade do município, com capacidade para atender cerca de 350 pacientes por dia, beneficiando até 300 mil...

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  • Publicado: Sexta, 23 de Janeiro de 2015, 16h39
  • Última atualização 23/01/15
  • 16h39

Baixada Santista ganha unidades de saúde para reforçar atendimento

Crédito: Ascom/MSOs municípios de São Vicente e Cubatão, localizados na Baixada Santista (SP), terão um reforço na atenção básica para ampliar o atendimento à população. O Ministro da Saúde, Arthur Chioro, inaugurou nesta sexta-feira (23) no município de São Vicente, a Unidade da Estratégia de Saúde da Família “Humaitá” e a primeira academia de saúde do município. No mesmo dia, o Ministro também entregou à população da cidade de Cubatão a Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Vila Nova. As três obras representam investimento de, aproximadamente, R$ 1,5 milhão e oferecerão à população da Baixada Santista atendimento para prevenção, diagnóstico e tratamento de cerca de 80% dos problemas de saúde dos usuários.

A unidade “Humaitá”, localizada em São Vicente, conta com cinco consultórios para atendimento, três consultórios odontológicos, salas para os agentes comunitários de saúde, salas de vacina, curativo, farmácia, além de sala de procedimentos. Atuarão na nova estrutura duas equipes de saúde da família, 12 agentes comunitários de saúde e uma equipe de saúde bucal. A nova unidade contará com o apoio de profissionais do Mais Médicos. “A atenção básica muda a condição de vida da população e consegue reduzir em até 80% os encaminhamentos para os hospitais. Essa nova unidade é um lugar que vai defender a vida das pessoas e cuidar da saúde da população”, enfatizou o Ministro.

A cidade de São Vicente também ganhou seu primeiro polo de Academia da Saúde, que tem como objetivo contribuir para a promoção da saúde e estímulo ao modo de vida saudável da população. O projeto teve um investimento federal de R$ 180 mil e o município ainda receberá ajuda de custo de R$ 3 mil por mês para manutenção do serviço. A nova estrutura, localizada próximo a Unidade da Estratégia de Saúde da Família “Humaitá”, conta com 15 equipamentos voltados para a prática de exercícios físicos, beneficiando cerca de 13 mil pessoas, entre crianças, adultos e idosos. Atualmente, o Brasil conta com 3.790 polos habilitados em todas as regiões do país. “A nossa expectativa é que esse espaço seja utilizado para o desenvolvimento de atividades físicas, grupos de caminhadas, aulas de dança para promover a saúde. Sair do modelo de doença para o modelo de promoção à saúde, com investimento em atividade física, alimentação saudável, controle de pressão e diabetes, faz toda diferença para a saúde da população”, afirmou Arthur Chioro.

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  • Publicado: Sexta, 23 de Janeiro de 2015, 15h57
  • Última atualização 23/01/15
  • 19h17

Asma atinge 6,4 milhões de brasileiros

Doença crônica que afeta as vias respiratórias e o pulmão, a asma atinge 6,4 milhões de brasileiros acima de 18 anos, segundo Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do Ministério da Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As mulheres são as mais acometidas pela doença: cerca de 3,9 milhões delas afirmaram ter diagnóstico da enfermidade contra 2,4 milhões de homens, ou seja, prevalência de 39% a mais entre o sexo feminino.

A PNS é o primeiro estudo que monitora a ocorrência da asma em adultos no país. “A doença é mais comum em crianças e tende a desaparecer, na maioria dos casos, com o desenvolvimento do sistema imunológico”, observa a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta. Na sua avaliação, a ocorrência mais acentuada entre as mulheres pode ser explicada pelo fato de que elas procuram mais os serviços de saúde e, por isso, apresentam maior oportunidade de diagnóstico.

A estudante Caroline Schlucat, 21 anos, natural de Brasília, faz parte dessa estatística. Ela conta que suas memórias de infância são da convivência com os sintomas e crises de asma. “Eu sempre convivi com a asma, mas foi na infância que tive mais problemas. Nessa época, eu era internada pelo menos uma vez por mês. Nas crises, tenho dificuldades para respirar, meus lábios ficam roxos nos cantos e sinto cansaço. No meu caso, a baixa imunidade é a pior consequência da asma. Durante os tratamentos, cheguei a ter pneumonia, gripe e viroses”, relembra.

WEB RÁDIO SAÚDE: MAIS DE 1 MILHÃO DE PESSSOAS TIVERAM ACESSO GRATUITO A TRATAMENTO

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Verão exige cuidado redobrado com as crianças

Em janeiro e fevereiro, os moradores de diversas localidades do país sofrem com o calor acima do normal, mesmo para o verão. No Rio de Janeiro, por exemplo, os medidores do Centro de...

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  • 23/01/15
  • 12h00
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Mais de um milhão de pessoas foram beneficiadas em 2014 com tratamento gratuito para asma

No Brasil, cerca de seis milhões de pessoas têm asma. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada recentemente pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE. De acordo...

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  • 23/01/15
  • 11h40
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Profissional brasileiro recomenda aos médicos a se inscreverem no programa

O médico brasileiro Leonildo Aparecido Júnior atua no programa Mais Médicos há um ano. Ele atende em média 32 pacientes por dia no município de Corumbá, em Mato Grosso do Sul....

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  • 23/01/15
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