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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 26 de Fevereiro de 2015, 12h40
  • Última atualização 26/02/15
  • 12h40

Médico paraibano é um dos profissionais que vai atuar pelo programa Mais Médicos este ano

O médico brasileiro João de Oliveira Macedo será um dos profissionais que, este ano, vai começar a atuar pelo programa Mais Médicos na Região Nordeste. Formado em medicina, João irá atuar no município de Curral de Cima, localizado no estado da Paraíba. Ele acredita que a participação no programa será uma ótima oportunidade para oferecer atendimento em saúde cada vez mais humanizado...

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  • Publicado: Quinta, 26 de Fevereiro de 2015, 12h37
  • Última atualização 26/02/15
  • 12h37

Vacina de febre amarela deve ser tomada pelo menos 10 dias antes de visitar regiões de risco

Quem for para regiões com risco de contaminação pela Febre Amarela deve estar atento ao prazo de imunização contra a doença. Isso porque a pessoa que toma a vacina só fica protegida depois de 10 dias que recebeu a dose.

Como a doença é transmitida através da picada dos mosquitos encontrados em áreas com matas próximas a rios, lagos e cachoeiras, os cuidados devem ser tomados com antecedência. É o que explica o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch."Alguém que vai para uma região, onde existe a transmissão da febre amarela, seja a trabalho, seja em turismo ecológico, e nunca tomou a vacina, deve tomar a vacina pelo menos dez dias antes. A vacina atualmente é oferecida no Brasil inteiro e é uma vacina muito eficaz e a recomendação é para que nas cidades dessas regiões, as crianças sejam vacinadas, devendo receber uma dose a partir dos nove meses de idade e um reforço a partir dos quatro anos de idade. No caso da pessoa já ter tomado uma dose da vacina e essa dose ter sito tomada há mais de dez anos, ela deve tomar um reforço e esse reforço é capaz de produzir a proteção imediatamente."

O universitário, Victor Rodrigues, estuda engenharia ambiental e pratica esportes radicais em regiões próximas a rios, lagos e cachoeiras . Por isso, ele conta que está atento aos riscos de ser contaminado pelo mosquito transmissor da febre amarela. "Quase todo final de semana eu vou para cachoeira, fazer trilha, e é importante ter a carteira de vacinação em dia. Tanto para a febre amarela, quanto para as demais vacinas, como a antitetânica, caso você machuque e pode pegar tétano. Teve um evento na Serra dos Pireneus, lá em Pirenópolis. A organização do evento exigiu a vacina da febre amarela e levar o comprovante de dez dias anteriores, para comprovar que você já estava imune. Então, é bastante importante ter a vacinação todas em dia. Quando tem campanha, principalmente a vacina da gripe, aí eu já vou e faço uma revisão de todas as vacinas."

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  • Publicado: Quinta, 26 de Fevereiro de 2015, 12h29
  • Última atualização 26/02/15
  • 12h29

Especialistas esclarecem população sobre casos de malária na região serrana do Rio

Crédito: mycteriaForam confirmados casos de malária em indivíduos com histórico de deslocamento para áreas cobertas por Mata Atlântica ou próximas a ela no estado do Rio de Janeiro. São chamados de casos autóctones, cuja transmissão aconteceu nesse período na região serrana do estado do Rio de Janeiro, entre pessoas que visitaram a localidade. Especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que atua como referência em malária para a região extra-Amazônica, tranquilizam a população e orientam como profissionais de saúde, moradores e turistas devem agir em caso de suspeita da doença. Eles reforçam que o diagnóstico rápido é fundamental e divulgam o Malária-Fone, serviço disponível para atender profissionais de saúde que precisem de auxílio em casos suspeitos.

A investigação e monitoramento dos casos autóctones da Mata Atlântica do estado do Rio atendidos pelo ambulatório de Doenças Febris Agudas e diagnosticados pelo Serviço de Parasitologia do INI vem sendo feita desde 2008 por estudos com o Laboratório de Pesquisa em Malária e Laboratório de Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), integrantes do Centro de Pesquisa Diagnóstico e Treinamento em Malária da Fiocruz (CPD-Mal).

Rapidez no diagnóstico - A região onde os casos aconteceram no Estado do Rio é recoberta por Mata Atlântica – bem longe da Amazônia, região que concentra mais de 99% do total de casos no país. Chefe do Laboratório de Pesquisa em Malária do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e coordenador do CPD-Mal da Fiocruz, o imunologista Cláudio Tadeu Daniel-Ribeiro explica que o diagnóstico rápido e correto é importante para aliviar os sintomas do paciente e também para impedir que o número de infectados aumente.

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  • Publicado: Quinta, 26 de Fevereiro de 2015, 12h23
  • Última atualização 26/02/15
  • 12h23

Hospitais e operadoras debatem projeto de incentivo ao parto normal

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reuniu nesta quarta-feira (25), no Rio de Janeiro, representantes de hospitais e de operadoras de planos de saúde de todo o país para apresentar o projeto que visa incentivar a redução de cesáreas desnecessárias na saúde suplementar. A iniciativa é uma parceria entre a ANS, o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI). Mais de 130 representantes de entidades de diversos estados estiveram no encontro e discutiram detalhes do projeto. Também foram apresentados resultados de experiências desenvolvidas por hospitais que já realizam iniciativas similares.

“Não há razões clínicas que justifiquem taxas tão altas de cesáreas no país. Por isso estamos estudando as razões e buscando alternativas que ajudem a mudar esse cenário”, explicou a diretora-presidente substituta da ANS, Martha Oliveira. “A ideia é construirmos uma proposta conjunta. Queremos que esse projeto seja o início de uma verdadeira mudança no modelo de atenção ao parto e nascimento”, ressaltou a diretora.

Atualmente, no Brasil, o percentual de partos cesáreos chega a 84% na saúde suplementar. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados à prematuridade.

O projeto-piloto será desenvolvido por 20 hospitais que tiverem interesse em aderir à iniciativa. Serão trabalhados três modelos distintos de atendimento à parturiente: o parto realizado por uma equipe de plantonistas, por enfermeiras obstetras e por uma equipe de médicos que se reveza no atendimento à grávida durante o pré-natal. O hospital que participar poderá escolher, entre esses modelos, aquele que melhor se adapta à sua realidade e também propor outras estratégias a serem testadas. No escopo do projeto também devem ser discutidas questões como o treinamento dos profissionais e formas de financiamento do procedimento.

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  • Publicado: Quarta, 25 de Fevereiro de 2015, 11h20
  • Última atualização 04/03/15
  • 10h07

Saiba como tratar queimaduras corretamente para evitar complicações mais graves

Crédito: Remus MoiseAcidentes como queimaduras são muito comuns e tratar o ferimento de maneira inadequada pode piorar a situação. Por isso é importante saber o que fazer nesses casos.

A professora, Polyanna Vasconcellos, por exemplo, se queimou gravemente na cozinha de casa quando tinha apenas um ano e três meses de idade. Ela conta que logo depois do acidente, a mãe de Polyanna não fez nenhuma medicação em casa, mas levou a filha direto para o hospital."Minha mãe colocou a água no fogo e estava olhando a gente brincando e aí o telefone tocou. Ela conta que foi uma questão de dois minutos. Eu puxei o forno, sentei no fogão e meu irmão sentou do meu lado e o fogão virou em cima da gente. Aí queimou meu braço, minha perna, meu rosto, minha cabeça e meu irmão queimou só a barriga. Mas não passou nada. Deixou mesmo sem nada. Aí ela foi para o hospital".

O cirurgião plástico do hospital Cristo Redentor do grupo GHC, Antônio Joaquim Cortez, diz que a mãe de Polyanna agiu de maneira correta. Ele explica o que deve ser feito no momento do acidente com queimadura."O que nós recomendamos seria a limpeza com água corrente, lavar bem, isso diminui a dor, já limpa possíveis microorganismos, porque com a queimadura existe uma ruptura. Se possível, usar uma compressa com gelo, também diminui a dor. E recomendamos que se procure um serviço de urgência e emergência. Aí o médico especializado vai avaliar a lesão, a profundidade da queimadura e indicar o tratamento adequado. O cuidado caseiro é esse".

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  • Publicado: Quarta, 25 de Fevereiro de 2015, 11h10
  • Última atualização 25/02/15
  • 16h52

Ministério da Saúde lança guia online sobre a chikungunya

Profissionais de saúde de todo o Brasil já podem acessar o guia online sobre febre chikungunya. A publicação do Ministério da Saúde apresenta casos clínicos com explicações sobre diagnóstico e tratamento. A febre chikungunya é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue. Os principais sintomas são febre alta, dor nos músculos e nas juntas.

O coordenador geral do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, conta quais são as informações que os profissionais de saúde podem encontrar no guia. "Informações sobre a condução do paciente, a diferenciação em relação a outras doenças, tendo como principal diagnóstico diferencial a dengue; bem como informações precisas de qual medicação e quais as dosagens dessas medicações que podem ser ministradas aos pacientes. Um pequeno percentual desses pacientes pode evoluir para uma forma crônica que causam, principalmente, problemas relacionados ao aparelho locomotor. Esse é um quadro que os profissionais de saúde precisam ficar atentos."

Para a infectologista da secretaria municipal de saúde de Salvador, Adielma Nizarala, o guia online sobre febre chikungunya é fundamental para que os profissionais de saúde realizem um atendimento adequado a pacientes com a doença: "Temos algumas cidades, principalmente, aqui na Bahia em que o número de casos de chikungunya é enorme e esses profissionais estão lidando pela primeira vez com essa patologia. Então, é importantíssimo que o Ministério da Saúde tenha lançado um guia pra orientar a conduta, o diagnóstico precoce desses pacientes e até pela forma de você conseguir tranquilizar a população de que, apesar de ser uma doença que maltrata bastante a pessoa, ela tem um grau de mortalidade muito pequeno, pode ser conduzida em casa, na maioria das vezes, o guia mostra muito bem como deve ser feita essa conduta terapêutica, eu acho extremamente importante."

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  • Publicado: Quarta, 25 de Fevereiro de 2015, 10h40
  • Última atualização 25/02/15
  • 10h40

Ministério da Saúde e ONU formam líderes para controle social do HIV e aids

Crédito: Monkey Business ImagesO Ministério da Saúde está selecionando 50 jovens entre 18 e 26 anos para acompanhar e fiscalizar as políticas públicas de saúde na área de HIV e aids. O objetivo é formar uma turma para participar do Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-Chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV e aids que será realizado em Brasília, entre os dias 07 e 11 de maio deste ano. As informações completas sobre a seleção podem ser obtidas no edital publicado pelo Ministério.

Os interessados em participar da iniciativa poderão realizar suas inscrições no curso, por meio de formulário eletrônico, até o dia 8 de março. Serão priorizados jovens das populações chaves como pessoas que vivem com HIV e aids, gays, travestis e transexuais, profissionais do sexo e pessoas que usam drogas.

O curso, que terá carga-horária de 36 horas, é realizado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, em conjunto com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

“Acreditamos que temos que buscar novas formas de dialogar com o público jovem e esse curso faz parte dessa visão, assim como a recente Campanha de Prevenção às DST e Aids do Carnaval 2015 que investiu em aplicativos de relacionamento. É exatamente entre o público jovem, em especial na população gay, que os índices de infecção vem crescendo e precisamos encontrar maneiras de definir, acompanhar e fiscalizar a execução das políticas de saúde pelos próprios integrantes das populações-chaves”, avaliou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita.

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  • Publicado: Quarta, 25 de Fevereiro de 2015, 09h10
  • Última atualização 25/02/15
  • 16h51

Especial Saúde da Pessoa Idosa - Saúde Bucal

Crédito: Monkey Business Images

Manter uma boa saúde bucal é importante para o bem-estar da pessoa idosa, para a autoestima e a saúde geral do corpo. Além disso, uma boca saudável é também aquela que proporciona uma boa mastigação, o que é fundamental para uma boa digestão dos alimentos e uma melhor absorção dos nutrientes.

Para que se tenha um sorriso bonito e saudável, é preciso escovar os dentes todos os dias após cada refeição e também uma última vez antes de dormir. A higiene dos dentes deve ser feita utilizando-se uma escova de dentes de tamanho adequado, com cerdas macias e creme dental com flúor. Para complementar a escovação, é necessário passar o fio dental entre todos os dentes e escovar a língua, pois ela acumula restos alimentares e bactérias que provocam o mau hálito. Os movimentos devem ser cuidadosos com a escova, “varrendo” a língua da parte interna até a ponta.

 

Além de manter uma boa higiene bucal, também é preciso ter uma alimentação saudável e ir ao dentista regularmente.

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  • 24/02/15
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  • 24/02/15
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Mais de 3 mil profissionais já se apresentaram nos municípios que vão atuar no programa Mais Médicos

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  • 24/02/15
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