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  • publicado
  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 16h10
  • Última atualização 27/01/15
  • 16h10

Hanseníase ainda é uma doença invisível, afirmam pesquisadores

A hanseníase, popularmente conhecida como lepra, é uma das doenças mais longevas da História, identificada em relatos já no século 6 a.C.. E, apesar de erradicada na Europa e nos Estados Unidos, ainda é um dos grandes problemas nacionais de saúde pública. O Brasil é o segundo país do mundo com maior incidência da patologia — perde apenas para a Índia. Dados preliminares do Ministério da Saúde apontam 24,6 mil novos casos em 2014. Mas esse número deve aumentar na contabilidade final, que só será divulgada em março. O que significa que o país ainda está muito longe de erradicar a doença, meta divulgada em 2012.

O motivo para que isso ocorra, na opinião dos profissionais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/ Fiocruz) que conduzem a pesquisa e o atendimento ao agravo, resume-se numa frase: a hanseníase é uma doença invisível. “A sociedade não quer saber que ela existe. Não é uma doença que apareça na mídia. Não está na moda e não interessa aos epidemiologistas. É pouco estudada pela saúde coletiva. Devido ao estigma, o doente tenta escondê-la a todo custo. Como não provoca mortes, suas estatísticas não chegam a alarmar. Por isso, é uma doença que não incomoda a ninguém, a não ser aos próprios doentes. E muitos desses sofrem por toda a vida, incapacitados e com dor, em silêncio”, define Euzenir Sarno, chefe do Laboratório de Hanseníase do IOC, que pesquisa o tema na Fiocruz desde 1986.

Infográfico: Ministério da Saúde

Desafio no diagnóstico - O Ambulatório Souza-Araújo, unidade assistencial do Laboratório de Hanseníase do IOC, é um dos principais centros de referência no Brasil. É o único, inclusive, a já ter recebido certificado de excelência internacional — teve sua acreditação concedida, em 2014, pela Joint Commission International (JCI) e pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA). Seus números de atendimento ilustram um dos principais desafios no combate à doença no país: o diagnóstico correto. Em 2014, 805 pacientes recorreram ao ambulatório com suspeita de hanseníase. Mas, destes, apenas 115 realmente eram portadores do agravo. Ou seja: 85% das pessoas — a grande maioria encaminhada por outros serviços de saúde — não haviam passado por um processo eficaz de diagnóstico.

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 15h59
  • Última atualização 27/01/15
  • 16h00

Aplicativo ajuda a identificar vetores da doença de Chagas

Pesquisadores da Fiocruz Minas acabam de criar um aplicativo para celulares que vai ajudar a identificar espécimes de triatomídeos – vetores para doença de Chagas. A demanda surgiu quando, há cerca de dois anos, a doutora e pesquisadora Rita de Cássia Moreira de Souza, do Laboratório de Triatomíneos do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas), constatou que havia um problema no treinamento dos agentes de saúde. “Percebi que havia uma grande rotatividade dos agentes. Quando um sai do cargo, o município fica sem uma pessoa capacitada, o que atrapalha o programa de controle da doença”, disse Rita.

Pensando em solucionar esse problema, a doutora se perguntou se não seria possível pegar os caracteres da chave dicotômica de identificação de triatomíneos e transformá-los em algo prático e interativo. Surgiu a ideia para desenvolver um aplicativo de celulares, inicialmente para o sistema Android. Assim começou o Triatokey.

O aplicativo, que pode ser usado sem conexão com a internet, funciona de forma simples. O usuário responde perguntas sobre características visíveis do inseto a ser identificado. Acontece um processo de eliminação, por meio das perguntas, que estreita as possibilidades. Para facilitar o processo, cada pergunta é acompanhada de fotos que podem ser ampliadas. A pergunta “O aparelho bucal é curvo ou reto?” traz, por exemplo, fotos que exemplificam os dois tipos de aparelho bucal. Ao fim do processo, chega-se ao gênero do animal e a um pequeno número de espécies dentro daquele gênero.

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 15h56
  • Última atualização 27/01/15
  • 15h56

Ministério da Saúde incentiva hábitos saudáveis para combater a obesidade

Há três anos, o aposentado Acelino Honorato Pereira e a esposa Valéria Pereira decidiram sair do sedentarismo e começaram a fazer exercício físico. Agora, o casal faz atividade física cinco vezes por semana na Academia da Saúde de Sete Lagoas, em Minas Gerais. "É do nosso querer mesmo, para cuidar da saúde. A academia é muito boa. Nós fazemos ginástica e caminhada e temos...

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 15h40
  • Última atualização 27/01/15
  • 15h40

Saiba como preparar o feijão de forma saudável

Crédito: Mona MakelaPreto, mulatinho, carioquinha, fradinho ou de corda, o feijão está todos os dias na mesa da maioria dos brasileiros. O melhor é que, além de ser delicioso, esse alimento faz bem para a saúde porque é rico em vitaminas, carboidratos, minerais, proteínas e antioxidantes.

Mas é preciso saber preparar o feijão de forma saudável, conforme explica o coordenador de Nutrição e Alimentação do Ministério da Saúde, Eduardo Fernandes: "Primeiro ponto, reduzir a quantidade de óleo e sal que se adiciona, inclusive, de outras fontes de sal é importante porque muitas vezes é costume adicionar carne salgada; e outro ponto é, justamente, aproveitar da variedade de outros temperos que podem, inclusive, substituir muito o próprio papel do sal em relação à questão de dar sabor ao alimento que no feijão a variedade é ainda maior porque se usa desde cebola, alho, louro, salsinha, cebolinha, pimenta, coentro, então vários outros."

O feijão é um dos alimentos indicados ao consumo diário da população e integra o Guia alimentar 2014, organizado pelo Ministério da Saúde. A contabilista Eliete Fernandes conta de que modo prepara todos os dias o feijão de forma bem saudável: "O feijão aqui de casa a gente costuma preparar com verdura, eu pego uma abobrinha japonesa corto, preparo um alho e sal, passo bem no pouco óleo e cozinho o feijão, eu acho que fica mais saboroso, mais saudável e não precisa complementar com aqueles temperos industrializados, com calabresa, bacon, isso não é algo de se comer no dia a dia."

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 14h59
  • Última atualização 27/01/15
  • 15h40

Ministério da Saúde oferta 5.505 bolsas de residência para profissionais de saúde

Profissionais de saúde terão nova oportunidade para se especializar em áreas prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2015, o Ministério da Saúde autorizou a criação de 586 novas bolsas de residência para várias áreas de atuação. As novas vagas representam uma ampliação de 20% em relação ao ano passado nas bolsas disponíveis para os profissionais que estão ingressando na especialização. No total, 5.505 bolsas serão custeadas pelo Ministério da Saúde, sendo 3.461 bolsas para o primeiro ano e 2.044 para o segundo ano de residência.

Confira a lista de novos projetos selecionados

Poderão pleitear bolsas os integrantes de 15 categorias profissionais da saúde: biomedicina, ciências biológicas, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina veterinária, nutrição, odontologia, psicologia, serviço social, terapia ocupacional, física médica e saúde coletiva. As novas vagas estão presentes nas cinco regiões do país e abrangem 46 programas de residência em 12 áreas prioritárias para o SUS: Atenção Básica, Atenção ao Câncer, Saúde mental, Enfermagem Obstétrica, Física Médica, Urgência/Trauma, Neonatologia, Saúde Bucal: Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, Intensivismo, Saúde Funcional e Reabilitação, Saúde Coletiva e Atenção Clínica Especializada.

A ação faz parte do Programa Nacional de Bolsas para Residência em Área Profissional da Saúde, que financia a formação em todas as áreas de saúde (Pró-Residência em Saúde) – exceto medicina, que está contemplada por meio do Pró-Residência Médica. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, enfatiza a importância de se investir na qualificação de todas as profissões de saúde. “Com a expansão das bolsas, teremos mais de 5 mil profissionais fazendo especialização em áreas prioritárias para o SUS. As equipes multidisciplinares são fundamentais para o funcionamento do Sistema Único de Saúde e para garantir a qualidade do atendimento à população”, enfatizou.

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 09h30
  • Última atualização 11/06/15
  • 16h44

Higiene no preparo de alimentos evita contaminação por salmonella

Crédito: Michal KowalskiOvos, leites, carnes ou frutos do mar. Todos estes alimentos podem conter salmonella, bactéria que oferece sérios riscos à saúde por agir de forma rápida no organismo, provocando sintomas como febre, náusea, diarreia, dores abdominais, calafrios e mal-estar. A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde é responsável pela vigilância epidemiológica e pelo controle das infecções provocadas por essa bactéria, chamada de salmoneloses, que ocorrem a partir da ingestão de alimentos contaminados.

Entre 2007 e 2014, foram notificados ao Ministério da Saúde 450 surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) e causadas pela bactéria do gênero Salmonella spp. No total, 13.165 pessoas adoeceram. Desta forma, é importante estar atento ao consumir alimentos fora do ambiente domiciliar e sempre ter hábitos de higiene no preparo das refeições, optando sempre por comidas frescas ou refrigeradas de forma adequada. Pessoas que moram ou trabalham em ambientes com condições de saneamento básico precários estão mais suscetíveis à bactéria.

Em casos leves e de diarreia aguda deve-se hidratar bem utilizando sais de reidratação oral, disponibilizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, ou outras soluções de reidratação oral. Em todos os casos, porém, é importante a reposição de líquidos, principalmente em crianças, idosos e imunodeprimidos que apresentam diarreia. Persistindo os sintomas, o mais recomendado é procurar os serviços de saúde para avaliação, diagnóstico e medidas de suporte.

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  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 17h29
  • Última atualização 26/01/15
  • 17h29

Paciente diagnosticado em 1989 fala sobre medicamento 3 em 1 para a aids

Wanderley Estrella. Foto: Arquivo PessoalEste ano, pacientes diagnosticados com teste positivo para aids começaram a poder fazer uso do medicamento 3 em 1, previsto no Protocolo Clínico de Tratamento de Adultos com HIV e Aids do Ministério da Saúde. A dose tripla combinada é composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) e vai beneficiar 100 mil novos pacientes com HIV e aids. As doses já foram entregues aos estados, responsáveis pela distribuição para os municípios. Até o final deste ano, pacientes que já estavam em tratamento também serão beneficiados com a medicação.

Wanderley Estrella, 49 anos, cabeleireiro residente no Distrito Federal, recebeu o diagnóstico positivo para o vírus HIV em 1989 e conta como foi complicado seguir o tratamento nessa época em que ainda havia poucas informações disponíveis sobre a doença e as medicações utilizadas. “No primeiro momento eu tomava 27 remédios. As primeiras medicações eram terríveis. Você tomava e vomitava a metade. Em um segundo momento, com a evolução do tratamento, eu comecei a tomar 21 comprimidos. De 2007 pra cá eu estou indetectável, então eles começaram a me passar cinco comprimidos por dia e agora eu tenho a notícia de que existe um comprimido que serão 3 em 1”, conta.

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  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 14h11
  • Última atualização 26/01/15
  • 14h12

Projeto de dimensionamento da força de trabalho é iniciado

Na última semana, a Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (CGESP/SAA/SE) se reuniu com o Fundo Nacional de Saúde (FNS) para iniciar o Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho do Ministério da Saúde. O FNS foi a área priorizada para realizar o projeto piloto.

O objetivo desse trabalho é desenvolver o binômio tecnologia-metodologia para o dimensionamento da força de trabalho do Ministério da Saúde, uma vez que é considerado um instrumento de fundamental importância para qualificar o planejamento de pessoal na organização, para subsidiar as negociações de recomposição da força de trabalho, bem como para responder às diversas recomendações recebidas dos órgãos de controle.

A realização desse projeto de pesquisa prevê o desenvolvimento e a aplicação de uma metodologia de dimensionamento da força de trabalho própria para o Ministério da Saúde, considerando suas especificidades e necessidades, e terá como resultado a quantidade e o perfil de servidores necessários por Coordenação Geral.

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Into alerta foliões sobre calçados inadequados durante feriado

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  • 26/01/15
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Cerca de 1000 partos normais já foram realizados na Maternidade de Juazeiro

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  • 26/01/15
  • 13h58
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Campanha nas escolas quer interromper a transmissão da hanseníasenas comunidades

Em 2014, 354 crianças de escolas públicas foram diagnosticadas com hanseníase. O diagnóstico foi possível graças à Campanha Nacional de Hanseníase, Verminoses e Tracoma realizada no...

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  • 26/01/15
  • 13h47
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