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  • publicado
  • Publicado: Sábado, 03 de Janeiro de 2015, 10h00
  • Última atualização 06/01/15
  • 17h45

Filtro solar deve ser item obrigatório na bagagem durante as férias

Crédito: GVictoriaDurante as férias de fim de ano, as praias são o destino certo de uma grande parcela da população brasileira. É um período para relaxar, aproveitando o mar e o calor do sol. Entretanto, é preciso tomar muito cuidado com a pele. De acordo com Dolival Lobão Veras Filho, chefe da seção de Dermatologia do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o filtro solar deve ser item obrigatório na bagagem. “O fator de proteção solar (FPS) deve gravitar em torno de 30 e deve ser aplicado uma ou duas horas antes da exposição”, lembra. Além disso, é importante lembrar que de duas em duas horas é preciso reaplicar a loção – ou sempre que houve muita sudorese ou após os mergulhos.

Lobão Veras explica que a exposição cumulativa ao sol é a principal causa do câncer cutâneo. A doença costuma se apresentar de três formas: melanoma, carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular (epidermoide). Os dois últimos tipos também são conhecidos como cânceres de pele não melanoma e são mais frequentes na população de pele clara. Por isso, quem possui menos melanina, uma camada protetora que dá a cor da pele, deve ter cuidado redobrado. “O câncer cutâneo melanoma tem baixa incidência, mas altos índices de mortalidade. Os cânceres não melanoma são os que mais acometem o planeta, porém com baixa mortalidade. Entretanto, eles provocam grandes deformidades”, alerta o especialista.

A falta de cuidados com a pele também pode causar outros problemas, como o envelhecimento precoce e todas as complicações decorrentes desse processo. “Deve ser feito o possível para evitar o contato direto do sol com a pele. Além do uso de protetor, também é indicado o uso de roupas adequadas. Também é necessário procurar um especialista sempre que houver qualquer lesão suspeita, principalmente quando se tem antecedentes familiares ou pessoais de câncer de pele”, afirma Lobão Veras.

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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 02 de Janeiro de 2015, 14h00
  • Última atualização 02/01/15
  • 10h47

Saiba qual é o peso máximo recomendado para as mochilas das crianças

Crédito: michaeljungMuitas escolas voltam às aulas já neste mês de janeiro. Por isso, os pais e responsáveis devem ficar atentos ao peso da mochila escolar. De acordo com o INTO, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, a mochila que será transportada pela criança não pode ultrapassar mais de 10% do peso corporal.

O ortopedista especialista em coluna do Into, Luiz Eduardo Carelli, alerta para os riscos de carregar material escolar em excesso. "Se usar o material escolar ou o peso excessivo e de uma forma inadequada também, vai acontecer, causar contratura muscular, escoliose por dor na musculatura que pode dar dor na criança, desconcentrar nas atividades escolares e até dar algum tipo de deformidade postural, que deve ser evitada. Até adulto que também usa mochila, vai requerer o afastamento do trabalho ou vai necessitar de fisioterapia e um cuidado médico, para poder reabilitar de uma forma mais precoce", explica.

O bombeiro civil ,Gelson Paulino Bezerra, conta que a filha de seis anos usa um modelo de mochila com rodinhas para evitar o peso das costas. "A mochila dela tem as duas rodinhas e a alça de puxar, aí evita de por o peso nas costas. Ela carrega a agenda e mais um caderno e o estojo dela. É mais prático, como é criança fica melhor deles só puxarem e o peso ficar todo nas rodinhas, aí não prejudica a coluna deles quando eles estiverem futuramente maior", relata.

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  • Publicado: Sexta, 02 de Janeiro de 2015, 11h08
  • Última atualização 02/01/15
  • 11h08

Curso de especialização em Informação Científica e Tecnológica em Saúde abre inscrições no dia 5/1

A partir do dia 5 de janeiro de 2015 estarão abertas as inscrições para o Curso de especialização em Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICTS), que terá 15 vagas disponíveis. O tema do curso é Políticas de Acesso Livre: Repositórios e Periódicos Eletrônicos, enfocando quatro eixos: acesso; organização; comunicação e usos; aplicações da informação científica e tecnológica.

Voltada para profissionais que atuam nas áreas de produção, organização, análise e disponibilização de informação científica e tecnológica em saúde, e com as tecnologias a elas associadas, a especialização lato sensu também têm como objetivos específicos qualificar a prática profissional, promovendo a reflexão e a atualização conceitual, metodológica e instrumental; favorecer a superação de problemas gerenciais, organizacionais e operacionais; e prover aos profissionais estratégias e metodologias de coleta, organização e disseminação de informação, mais particularmente, pelo desenvolvimento e implementação de repositórios temáticos.

A especialização, que é gratuita tem carga horária total de 360 horas, que serão ministradas de segunda-feira à quinta-feira, durante uma semana por mês, em período integral, das 9h às 17h. As aulas começarão no dia 16/3/2015 e serão encerradas em dezembro/2015.

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  • Publicado: Sexta, 02 de Janeiro de 2015, 11h01
  • Última atualização 02/01/15
  • 11h01

A política brasileira de controle de DST/AIDS e Hepatites Virais: um ano e meio de conquistas e desafios

Desde 8 de julho de 2013, o Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde está sob a gestão do médico, consultor internacional em saúde pública e ativista de direitos humanos Fábio Mesquita. A partir de então, o Departamento abriu, ampliou e intensificou o diálogo entre o governo e os diversos atores inerentes aos temas abordados pelo Departamento – e aprimorou as ações da pasta valendo-se da estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS), além de incorporar inovações tecnológicas baseadas em evidências científicas para enfrentar as DST, o HIV/AIDS e as hepatites virais. O Departamento também realizou outros avanços nestes últimos meses.

No campo da AIDS, um dos destaques é o uso de medicamentos antirretrovirais como medida de prevenção, colaborando para que o Brasil retomasse a liderança global da luta contra este agravo. O Brasil foi o terceiro país no mundo (e o primeiro em desenvolvimento) a adotar esta política de enfrentamento à epidemia. Tal fato fez com que, durante a Conferência Internacional de AIDS, em Melboune, Austrália, em julho desse ano, o protagonismo do Brasil fosse mais uma vez reconhecido e celebrado como padrão global de excelência na resposta à epidemia de HIV/Aids. O Departamento participou do evento com uma delegação inédita, formada por profissionais da casa assim como diversas representações da sociedade civil, de norte a sul do país.

No universo das hepatites virais, ampliou-se o acesso ao tratamento, assim como a reafirmação da liderança brasileira no acesso universal ao tratamento durante a Assembleia Mundial de Saúde, em maio deste ano. Ainda para este agravo, o Departamento está lançando um novo Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas, que incorpora medicamentos que ampliam as chances de cura da hepatite C.

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  • Publicado: Sexta, 02 de Janeiro de 2015, 10h41
  • Última atualização 02/01/15
  • 10h41

Mapa Assistencial da Saúde Suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) torna disponível para consulta em seu portal a publicação Mapa Assistencial 2014, que dá transparência a dados relativos à assistência prestada pelas operadoras de planos de saúde aos seus beneficiários ao longo de 2013.

O Mapa Assistencial da Saúde Suplementar tem como base os dados enviados trimestralmente à ANS pelas operadoras de planos de saúde e mostra um panorama dos procedimentos realizados por profissionais e estabelecimentos de saúde de suas redes credenciadas.

A primeira parte da publicação apresenta dados absolutos da produção assistencial do setor, além de indicadores construídos a partir da relação entre o número de procedimentos, consultas, internações e despesas e os beneficiários relacionados a esses eventos e despesas.

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  • Publicado: Sexta, 02 de Janeiro de 2015, 10h38
  • Última atualização 02/01/15
  • 10h38

ReBEC completa 4 anos e lança plataformas em código aberto

Segundo os coordenadores a nova plataforma iniciou os testes no início de dezembro mas entra no ar definitivamente em março. Crédito: Portal FiocruzO Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (ReBEC), plataforma virtual que concentra informação de estudos envolvendo recrutamento de seres humanos para testes de novos fármacos e procedimentos clínicos, completou em dezembro quatro anos de funcionamento contínuo. Para comemorar, está lançando duas plataformas em código aberto que poderão ser usadas e adaptadas por registros, indústrias e demais interessados do mundo todo.

O anúncio da liberação dos códigos já havia sido feito em novembro, no evento anual do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) do Ministério da Saúde, mas somente a partir de 31 de dezembro estão sendo disponibilizados oficialmente os links, datas e condições de uso e testagem. Segundo os coordenadores do ReBEC, Josué Laguardia e Luiza Silva, as plataformas partiram da expertise, acumulada desde 2010 pelo ReBEC, em atendimento ao público, curadoria de dados e tecnologia.

"Uma das plataformas é um sistema para controle de fluxo de registros de ensaios clínicos, que nós batizamos de Piccolo e já testamos durante seis meses. Checamos o interesse de pesquisadores, de programadores e de técnicos da indústria farmacêutica por essa experiência, em eventos dentro e fora do país. Já a nova plataforma oficial de registro, o ReBEC 2.0, deve contribuir bastante para a celeridade da aprovação dos registros, que é uma antiga reivindicação dos pesquisadores", disse Laguardia.

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  • Publicado: Terça, 30 de Dezembro de 2014, 14h27
  • Última atualização 30/12/14
  • 14h27

Férias exigem cuidados especiais com alimentação e hidratação

Crédito: Brian SFérias: período de descanso e para muitas pessoas de descaso tanto com a alimentação quanto com a hidratação. Seja na praia ou na casa de campo, geralmente nesta época o cardápio costuma ser mais diverso e cheio de frituras e guloseimas. De acordo com a Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição (CGAN) do Ministério da Saúde, é imprescindível que uma alimentação saudável e equilibrada seja levada a séria durante todo o ano, como recomenda o Guia Alimentar para a População Brasileira. Prefira sempre alimentos in natura (obtidos diretamente de plantas ou animais e não sofrem qualquer alteração após deixar a natureza) ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.

As férias de fim de ano coincidem com o início do verão e por isso a hidratação tem que ser reforçada nessa época. Tendo em vista o aspecto das mudanças no metabolismo diante o aumento das temperaturas e as mudanças de hábitos alimentares nessa estação do ano, o consumo de frutas, verduras e legumes e água são ainda mais importantes, pois auxiliam na hidratação e reposição de sais minerais perdidos na sudorese. Alimentos como melancia, laranja e melão, bem como saladas cruas, são ótimas opções para esse período do ano, segundo a CGAN, pois têm alto teor de água e por isso aumentam a sensação de saciedade e reduzem a sede. Preparações muito gordurosas e produtos ultraprocessados devem ficar de lado, considerando que são nutricionalmente desbalanceados.

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  • Publicado: Terça, 30 de Dezembro de 2014, 12h43
  • Última atualização 30/12/14
  • 12h48

Quem não toma vacina contribui para a propagação de doenças contagiosas

O Brasil é referência internacional quando o assunto é imunização contra doenças. O Sistema Único de Saúde garante à população brasileira acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde. Ao todo são 17 vacinas contra mais de 20 tipos de doenças, algumas delas já eliminadas do país ou em fase de eliminação, como a paralisia infantil e o sarampo.

Conforme explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, existe o risco de reintrodução dessas doenças no país, bem como o aumento da propagação de outras, se as pessoas recusarem a vacinação. "Doenças que já foram graves, que já tiveram milhares de casos, com milhares de óbitos, hoje não são consideradas mais como problema de saúde pública no nosso país. Mas, para isso, é necessário mantermos, não só as crianças vacinadas, mas adolescentes e adultos, não só iniciando, mas também tomando as demais doses, dependendo da vacina ela pode ter uma, duas, três doses mais reforços, porque só quando você tem esse esquema completo é que você está devidamente protegido. Se a gente não tiver a nossa população devidamente vacinada, essas doenças podem voltar a acontecer", alerta.

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Saiba mais sobre a importância do filtro solar

Durante o verão, as pessoas precisam redobrar os cuidados quando forem se expor ao sol. Isso porque nesta época do ano, há maior incidência de raios ultra violeta que podem provocar...

  • publicado
  • 30/12/14
  • 12h37
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ANS lança cartilha com orientações sobre cartões

Para dar cada vez mais poder de decisão consciente ao consumidor, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está lançando uma cartilha com informações sobre os cartões de...

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  • 29/12/14
  • 15h20
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Você sabe o que é Lúpus?

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune caracterizada pela produção de autoanticorpos e inflamação em diversos órgãos e dano tecidual. A causa do LES ainda é...

  • publicado
  • 06/12/14
  • 09h00
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