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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 26 de Fevereiro de 2015, 12h29
  • Última atualização 26/02/15
  • 12h29

Especialistas esclarecem população sobre casos de malária na região serrana do Rio

Crédito: mycteriaForam confirmados casos de malária em indivíduos com histórico de deslocamento para áreas cobertas por Mata Atlântica ou próximas a ela no estado do Rio de Janeiro. São chamados de casos autóctones, cuja transmissão aconteceu nesse período na região serrana do estado do Rio de Janeiro, entre pessoas que visitaram a localidade. Especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que atua como referência em malária para a região extra-Amazônica, tranquilizam a população e orientam como profissionais de saúde, moradores e turistas devem agir em caso de suspeita da doença. Eles reforçam que o diagnóstico rápido é fundamental e divulgam o Malária-Fone, serviço disponível para atender profissionais de saúde que precisem de auxílio em casos suspeitos.

A investigação e monitoramento dos casos autóctones da Mata Atlântica do estado do Rio atendidos pelo ambulatório de Doenças Febris Agudas e diagnosticados pelo Serviço de Parasitologia do INI vem sendo feita desde 2008 por estudos com o Laboratório de Pesquisa em Malária e Laboratório de Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), integrantes do Centro de Pesquisa Diagnóstico e Treinamento em Malária da Fiocruz (CPD-Mal).

Rapidez no diagnóstico - A região onde os casos aconteceram no Estado do Rio é recoberta por Mata Atlântica – bem longe da Amazônia, região que concentra mais de 99% do total de casos no país. Chefe do Laboratório de Pesquisa em Malária do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e coordenador do CPD-Mal da Fiocruz, o imunologista Cláudio Tadeu Daniel-Ribeiro explica que o diagnóstico rápido e correto é importante para aliviar os sintomas do paciente e também para impedir que o número de infectados aumente.

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  • Publicado: Quinta, 26 de Fevereiro de 2015, 12h23
  • Última atualização 26/02/15
  • 12h23

Hospitais e operadoras debatem projeto de incentivo ao parto normal

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reuniu nesta quarta-feira (25), no Rio de Janeiro, representantes de hospitais e de operadoras de planos de saúde de todo o país para apresentar o projeto que visa incentivar a redução de cesáreas desnecessárias na saúde suplementar. A iniciativa é uma parceria entre a ANS, o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI). Mais de 130 representantes de entidades de diversos estados estiveram no encontro e discutiram detalhes do projeto. Também foram apresentados resultados de experiências desenvolvidas por hospitais que já realizam iniciativas similares.

“Não há razões clínicas que justifiquem taxas tão altas de cesáreas no país. Por isso estamos estudando as razões e buscando alternativas que ajudem a mudar esse cenário”, explicou a diretora-presidente substituta da ANS, Martha Oliveira. “A ideia é construirmos uma proposta conjunta. Queremos que esse projeto seja o início de uma verdadeira mudança no modelo de atenção ao parto e nascimento”, ressaltou a diretora.

Atualmente, no Brasil, o percentual de partos cesáreos chega a 84% na saúde suplementar. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados à prematuridade.

O projeto-piloto será desenvolvido por 20 hospitais que tiverem interesse em aderir à iniciativa. Serão trabalhados três modelos distintos de atendimento à parturiente: o parto realizado por uma equipe de plantonistas, por enfermeiras obstetras e por uma equipe de médicos que se reveza no atendimento à grávida durante o pré-natal. O hospital que participar poderá escolher, entre esses modelos, aquele que melhor se adapta à sua realidade e também propor outras estratégias a serem testadas. No escopo do projeto também devem ser discutidas questões como o treinamento dos profissionais e formas de financiamento do procedimento.

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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 25 de Fevereiro de 2015, 11h20
  • Última atualização 04/03/15
  • 10h07

Saiba como tratar queimaduras corretamente para evitar complicações mais graves

Crédito: Remus MoiseAcidentes como queimaduras são muito comuns e tratar o ferimento de maneira inadequada pode piorar a situação. Por isso é importante saber o que fazer nesses casos.

A professora, Polyanna Vasconcellos, por exemplo, se queimou gravemente na cozinha de casa quando tinha apenas um ano e três meses de idade. Ela conta que logo depois do acidente, a mãe de Polyanna não fez nenhuma medicação em casa, mas levou a filha direto para o hospital."Minha mãe colocou a água no fogo e estava olhando a gente brincando e aí o telefone tocou. Ela conta que foi uma questão de dois minutos. Eu puxei o forno, sentei no fogão e meu irmão sentou do meu lado e o fogão virou em cima da gente. Aí queimou meu braço, minha perna, meu rosto, minha cabeça e meu irmão queimou só a barriga. Mas não passou nada. Deixou mesmo sem nada. Aí ela foi para o hospital".

O cirurgião plástico do hospital Cristo Redentor do grupo GHC, Antônio Joaquim Cortez, diz que a mãe de Polyanna agiu de maneira correta. Ele explica o que deve ser feito no momento do acidente com queimadura."O que nós recomendamos seria a limpeza com água corrente, lavar bem, isso diminui a dor, já limpa possíveis microorganismos, porque com a queimadura existe uma ruptura. Se possível, usar uma compressa com gelo, também diminui a dor. E recomendamos que se procure um serviço de urgência e emergência. Aí o médico especializado vai avaliar a lesão, a profundidade da queimadura e indicar o tratamento adequado. O cuidado caseiro é esse".

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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 25 de Fevereiro de 2015, 11h10
  • Última atualização 25/02/15
  • 16h52

Ministério da Saúde lança guia online sobre a chikungunya

Profissionais de saúde de todo o Brasil já podem acessar o guia online sobre febre chikungunya. A publicação do Ministério da Saúde apresenta casos clínicos com explicações sobre diagnóstico e tratamento. A febre chikungunya é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue. Os principais sintomas são febre alta, dor nos músculos e nas juntas.

O coordenador geral do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, conta quais são as informações que os profissionais de saúde podem encontrar no guia. "Informações sobre a condução do paciente, a diferenciação em relação a outras doenças, tendo como principal diagnóstico diferencial a dengue; bem como informações precisas de qual medicação e quais as dosagens dessas medicações que podem ser ministradas aos pacientes. Um pequeno percentual desses pacientes pode evoluir para uma forma crônica que causam, principalmente, problemas relacionados ao aparelho locomotor. Esse é um quadro que os profissionais de saúde precisam ficar atentos."

Para a infectologista da secretaria municipal de saúde de Salvador, Adielma Nizarala, o guia online sobre febre chikungunya é fundamental para que os profissionais de saúde realizem um atendimento adequado a pacientes com a doença: "Temos algumas cidades, principalmente, aqui na Bahia em que o número de casos de chikungunya é enorme e esses profissionais estão lidando pela primeira vez com essa patologia. Então, é importantíssimo que o Ministério da Saúde tenha lançado um guia pra orientar a conduta, o diagnóstico precoce desses pacientes e até pela forma de você conseguir tranquilizar a população de que, apesar de ser uma doença que maltrata bastante a pessoa, ela tem um grau de mortalidade muito pequeno, pode ser conduzida em casa, na maioria das vezes, o guia mostra muito bem como deve ser feita essa conduta terapêutica, eu acho extremamente importante."

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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 25 de Fevereiro de 2015, 10h40
  • Última atualização 25/02/15
  • 10h40

Ministério da Saúde e ONU formam líderes para controle social do HIV e aids

Crédito: Monkey Business ImagesO Ministério da Saúde está selecionando 50 jovens entre 18 e 26 anos para acompanhar e fiscalizar as políticas públicas de saúde na área de HIV e aids. O objetivo é formar uma turma para participar do Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-Chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV e aids que será realizado em Brasília, entre os dias 07 e 11 de maio deste ano. As informações completas sobre a seleção podem ser obtidas no edital publicado pelo Ministério.

Os interessados em participar da iniciativa poderão realizar suas inscrições no curso, por meio de formulário eletrônico, até o dia 8 de março. Serão priorizados jovens das populações chaves como pessoas que vivem com HIV e aids, gays, travestis e transexuais, profissionais do sexo e pessoas que usam drogas.

O curso, que terá carga-horária de 36 horas, é realizado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, em conjunto com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

“Acreditamos que temos que buscar novas formas de dialogar com o público jovem e esse curso faz parte dessa visão, assim como a recente Campanha de Prevenção às DST e Aids do Carnaval 2015 que investiu em aplicativos de relacionamento. É exatamente entre o público jovem, em especial na população gay, que os índices de infecção vem crescendo e precisamos encontrar maneiras de definir, acompanhar e fiscalizar a execução das políticas de saúde pelos próprios integrantes das populações-chaves”, avaliou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita.

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  • Publicado: Quarta, 25 de Fevereiro de 2015, 09h10
  • Última atualização 25/02/15
  • 16h51

Especial Saúde da Pessoa Idosa - Saúde Bucal

Crédito: Monkey Business Images

Manter uma boa saúde bucal é importante para o bem-estar da pessoa idosa, para a autoestima e a saúde geral do corpo. Além disso, uma boca saudável é também aquela que proporciona uma boa mastigação, o que é fundamental para uma boa digestão dos alimentos e uma melhor absorção dos nutrientes.

Para que se tenha um sorriso bonito e saudável, é preciso escovar os dentes todos os dias após cada refeição e também uma última vez antes de dormir. A higiene dos dentes deve ser feita utilizando-se uma escova de dentes de tamanho adequado, com cerdas macias e creme dental com flúor. Para complementar a escovação, é necessário passar o fio dental entre todos os dentes e escovar a língua, pois ela acumula restos alimentares e bactérias que provocam o mau hálito. Os movimentos devem ser cuidadosos com a escova, “varrendo” a língua da parte interna até a ponta.

 

Além de manter uma boa higiene bucal, também é preciso ter uma alimentação saudável e ir ao dentista regularmente.

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  • publicado
  • Publicado: Terça, 24 de Fevereiro de 2015, 12h00
  • Última atualização 27/12/16
  • 10h02

Quem teve relação sexual sem proteção deve esperar 30 dias para fazer o teste de HIV

O lavrador Wallas Barros decidiu fazer o teste para identificar o vírus da aids depois do carnaval. "Hoje em dia para transmitir, qualquer coisinha já pega, não é só em relação ao sexo não, se você tem alguma ferida na boca. Tem amigos meus que falam: 'ah eu não vou, tenho vergonha, tenho medo'. Mas sempre é bom fazer [o exame]. Pra mim eu faço para minha saúde. Mais vale saber antes do que depois que a doença começar a aparecer."

Mas o que o Wallas e muitos não sabem é que quem teve relação sexual sem proteção deve esperar 30 dias para fazer o teste que identifica o vírus da aids. É o que explica a coordenadora de laboratório do Departamento de DST/Aids e Hepatites virais do Ministério da Saúde, Miriam Franchini "Por isso que não adianta se a gente tiver um contato arriscado em um dia, ir fazer o exame no dia seguinte. O exame invariavelmente vai dar negativo, mesmo se a gente tiver tido contato com o vírus. Trinta dias é o tempo que o corpo da gente leva, quando ele é infectado, para produzir anticorpos contra o HIV, que os testes que detectam a infecção vão identificar. O diagnostico do HIV não é feito com um único teste. Se deu reagente naquele primeiro teste é feito um segundo teste imediatamente para confirmar a infeção. Dois testes reagentes, a pessoa é considerada definitivamente positiva para HIV. Nesse caso, vai ter que repetir o exame no período de 30 dias e usar camisinha durante todo esse tempo."

A coordenadora de laboratório do Departamento de DST/Aids e Hepatites virais, Miriam Franchini, orienta o que deve ser feito quando o resultado do teste de aids der positivo. "Em caso de um resultado reagente, não entrar em pânico. Porque a aids não tem cura, mas ela tem tratamento e ela vai ser encaminhada pra fazer os exames complementares para poder acompanhar o tratamento dela corretamente. A recomendação para qualquer pessoa, independente do resultado do teste é fazer sexo com proteção. É usar a camisinha."

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  • publicado
  • Publicado: Terça, 24 de Fevereiro de 2015, 11h56
  • Última atualização 24/02/15
  • 11h56

Farmanguinhos faz doação de remédios à Venezuela

Em mais uma iniciativa de âmbito internacional, Farmanguinhos enviou, nesta semana, um total de 160.050 comprimidos do antimalárico artesunato + mefloquina (ASMQ) à Venezuela. Desses, 25.020 foram para tratamento infantil, os demais para uso adulto. A doação foi realizada a partir de uma solicitação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) ao Núcleo de Assistência Farmacêutica (NAF), a fim de apoiar o país sul-americano no tratamento de pessoas com a doença.

O coordenador de Assistência Farmacêutica, Antônio Carlos Morais, explicou os motivos dessa triangulação na negociação. “Quando o medicamento é enviado por meio da PAHO (sigla em Inglês para Opas) não é necessário ter registro no país que receberá a doação. Significa que a transação é feita por um fundo rotatório”, frisou.

Morais disse ainda que a doação não causará impacto ao orçamento institucional. “O Ministério da Saúde não nos tem solicitado novas distribuições do ASMQ. O que estamos doando é excedente de produção”, enfatizou. Aqui no Brasil, o ASMQ é um dos medicamentos que fazem parte do programa de combate à malária. Os outros dois são a cloroquina e a primaquina, ambos produzidos por Farmanguinhos.

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Mais de 3 mil profissionais já se apresentaram nos municípios que vão atuar no programa Mais Médicos

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  • publicado
  • 24/02/15
  • 11h50
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Universidade Federal do Maranhão, integrante da rede Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS/UFMA) abre as inscrições para novas turmas para os cursos do Programa Multicêntrico de...

  • publicado
  • 24/02/15
  • 11h46
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Especial Saúde da Pessoa Idosa – Alimentação

Com o passar dos anos, o corpo começa a apresentar naturalmente algumas mudanças, que muitas vezes as pessoas demoram a perceber, mas que podem interferir na sua alimentação....

  • publicado
  • 24/02/15
  • 09h00
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