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  • publicado
  • Publicado: Sábado, 07 de Fevereiro de 2015, 10h19
  • Última atualização 09/02/15
  • 10h21

Ministério da Saúde registra aumento de casos e redução de mortes por dengue

O período de maior transmissão da dengue já começou e demonstra que é preciso ficar alerta. O primeiro balanço do Ministério da Saúde de 2015 registrou um aumento de 57,2% dos casos notificados no mês de janeiro, comparado ao mesmo período do ano passado. Foram 40.916 notificações no primeiro mês de 2015, contra os 26.017 em janeiro de 2014. Por outro lado, os números preliminares de óbitos, casos graves, além da nova denominação “dengue com sinais de alarme” apresentaram queda. Os 77 casos de dengue com sinais de alarme – quando a doença tem maior chance de se agravar – são 80,8% menor que os 402 registrados em janeiro de 2014.

Nos casos graves, a redução foi de 71,42%, caindo de 49 - em 2014 - para 14, em 2015. A queda nos óbitos foi 83,7% (37, em 2014, para seis mortes, em 2015). Os novos dados foram apresentados pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante sua participação, neste sábado (7), no Dia D+1 de mobilização contra dengue e chikungunya, em Valparaíso (GO).

Na ocasião, o ministro chamou a atenção para o aumento dos casos no primeiro mês do ano. Segundo ele, os números representam um alerta à população e aos gestores de que é preciso ficar atento e reforçar as ações de prevenção. “Precisamos focar nas medidas de prevenção, eliminando os criadouros do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti”, afirmou. Chioro também comentou a redução dos casos graves e óbitos. “A boa notícia é que os serviços de saúde estão diagnosticando e tratando melhor, o que vem refletindo em redução dos casos graves e óbitos”. Ele reforçou, no entanto, a importância do manejo adequado dos pacientes. “Os profissionais de saúde devem ficar atentos aos sinais e sintomas da doença, principalmente de agravamento, para evitar os óbitos”, afirmou.

O coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho, ressaltou que cerca de 70% dos focos do mosquito Aedes aegypti estão em residências. “Em 15 minutos semanais é possível fazer uma vistoria em casa e acabar com qualquer possível criadouro do mosquito. Toda a vizinhança precisa se engajar no combate ao mosquito”, convocou Giovanini. O coordenador alertou também para o hábito das pessoas de estocar água em casa, especialmente neste período de estiagem. “Acumular água em casa sem proteção, sem que os vasilhames estejam corretamente fechados, facilita a reprodução do mosquito transmissor da dengue”, ressaltou o coordenador, lembrando que não pode deixar também de considerar os outros fatores de risco para a procriação de mosquitos, como calhas, pneus, brinquedos, caixas d’água destampada, vasilhas de água para animais.

CHIKUNGUNYA - Além do perigo da dengue, o período de chuvas deste ano trará uma nova ameaça à saúde: a febre chikungunya. Em 2015, foram registrados 23 casos autóctones da doença, sendo 22 na Bahia e um em Goiás. Nenhum caso importado.

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  • publicado
  • Publicado: Sábado, 07 de Fevereiro de 2015, 05h07
  • Última atualização 06/02/15
  • 15h09

Doenças da Infância | Caxumba

Crédito: Photographee.euA caxumba é uma doença viral aguda, benigna, autolimitada, cujo agente etiológico tem tropismo por glândulas, principalmente as salivares, e sistema nervoso central (SNC). Seus primeiros sintomas são febre, calafrios, dores de cabeça, musculares e ao mastigar ou engolir, além de fraqueza. Uma das principais características da doença é o aumento das glândulas salivares próximas aos ouvidos, que fazem o rosto inchar. Sua transmissão ocorre pela tosse, espirro ou fala de pessoas infectadas. Nos casos graves, a caxumba pode causar surdez, meningite e, raramente, levar à morte.

A parotidite é a manifestação mais comum da caxumba, ocorrendo em 30% a 40% das pessoas infectadas, e em 60% a 70% daquelas com manifestação clínica. O envolvimento do SNC é a manifestação extra-salivar mais frequente. Após a puberdade, pode causar inflamação e inchaço doloroso dos testículos (orquite) nos homens ou dos ovários (ooforite) nas mulheres e levar à esterilidade.

Aproximadamente 30% a 40% das infecções são assintomática. O período de transmissibilidade corresponde ao intervalo de um a dois dias antes de iniciar o edema das glândulas salivares até nove dias após seu início. Não há relato de óbitos relacionados à parotidite e, após a infecção, o paciente adquire imunidade de caráter permanente. Entretanto, sua ocorrência durante o primeiro trimestre da gestação pode ocasionar aborto espontâneo.

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  • Publicado: Sexta, 06 de Fevereiro de 2015, 17h22
  • Última atualização 06/02/15
  • 17h22

Ministério da Saúde inicia distribuição de teste oral para aids no SUS

A rede pública de saúde passa a oferecer aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) um novo tipo de diagnóstico para a aids. Trata-se do teste oral, que já está sendo distribuído aos estados pelo Ministério da Saúde. A novidade será anunciada pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta sexta-feira (6), durante a divulgação da Campanha de Prevenção às DST e Aids do Carnaval 2015, em Salvador, que contará com a presença do músico Carlinhos Brown. Na ocasião serão apresentados os primeiros resultados do uso do teste oral para diagnóstico do vírus HIV, além dos resultados regionais da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP).

No início deste ano, o Ministério da Saúde enviou aos estados cerca de 140 mil testes, sendo 10 mil apenas para estado da Bahia. A previsão do Governo Federal é que, no decorrer de 2015, o teste oral já esteja disponível para todas as pessoas que quiserem realizá-lo. Estes testes já estavam sendo utilizados dentro do projeto Viva Melhor Sabendo, parceria do Ministério da Saúde com 60 organizações da sociedade civil de todo o país. As ONGs saem a campo para testar as populações-chave (transexuais, homens que fazem sexo com homens, pessoas que usam drogas e profissionais do sexo) em bares, parques e outros locais de concentração LGBT.

“Esse teste é muito importante porque temos hoje em torno de 150 mil pessoas no Brasil que vivem com o HIV e não sabem. Portanto, ter um teste rápido que produz o diagnóstico em cerca de 30 minutos de maneira extremamente simples porque é extraído da boca e não exige infraestrutura laboratorial. Se der positivo, a pessoa tem a possibilidade de procurar o serviço de referencia e iniciar o tratamento imediatamente”, explicou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

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  • Publicado: Sexta, 06 de Fevereiro de 2015, 15h28
  • Última atualização 06/02/15
  • 15h28

Ministério da Saúde apresenta ação inédita de prevenção à aids em evento na Mangueira

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, apresenta nesta segunda-feira (09), no Rio de Janeiro, dados sobre ação inédita desenvolvida em rede de relacionamento para conscientizar sobre a importância do uso do preservativo, além dos resultados regionais sobre o uso de preservativos pela população brasileira, com base na última Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População...

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  • Publicado: Sexta, 06 de Fevereiro de 2015, 15h00
  • Última atualização 06/02/15
  • 15h00

Ministro da Saúde participa de Dia D contra a dengue e a febre chikungunya em Valparaíso

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participa neste sábado (7/2) do Dia D de mobilização contra o mosquito aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue e da febre chikungunya, no município de Valparaíso, em Goiás. Durante a ação, realizada no bairro Jardim Céu Azul, haverá uma inspeção domiciliar em residências da comunidade para verificar a presença de possíveis...

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  • Publicado: Sexta, 06 de Fevereiro de 2015, 12h24
  • Última atualização 06/02/15
  • 12h24

Brasil tem estimativa de mais de 570 mil novos casos de câncer para este ano

O câncer é um conjunto de doenças que se desenvolvem de maneira desordenada no organismo, causa tumores nos órgãos do corpo e pode levar a morte. No Brasil, a estimativa para o ano de 2015, é de aproximadamente 576 mil casos novos de câncer em homens e mulheres. Para controlar a doença, o SUS oferece tratamentos como cirurgias, quimioterapia e radioterapia para a população. A dona...

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  • Publicado: Sexta, 06 de Fevereiro de 2015, 12h19
  • Última atualização 06/02/15
  • 12h19

Saiba como os profissionais do Mais Médicos inscritos serão selecionados para atuarem nos municípios

O novo edital para selecionar profissionais para atuarem no programa Mais Médicos está em fase de concorrência entre os candidatos que se inscreveram. Como eles podem apontar até quatro municípios onde querem atuar e muitos devem escolher as mesmas cidades, regras de desempate foram definidas pelo Ministério da Saúde. Vão ser levados em conta vários critérios, como título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade, experiência na Estratégia Saúde da Família e participação em programas do governo federal, entre outros.

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Heider Pinto, explica que a população só tem a ganhar com esses profissionais que são capacitados em saúde da família. "O especialista em saúde da família, ele é especialista em 80% dos problemas que uma pessoa adoece ao longo da vida. Com esses critérios, o programa, ele tentou valorizar mais os profissionais que tenham mais perspectiva de continuarem mais tempo no município. Estabelecendo um vínculo com a comunidade, tendo a possibilidade de cuidar do pré-natal de uma mulher, vai acompanhar o nascimento daquela criança e depois poder fazer todo o desenvolvimento e crescimento, acompanhar a família".

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, reforça que o profissional com registro no Brasil tem preferência para atuar no programa Mais Médicos. "Ofertar sempre as vagas aos médicos com CRM brasileiro, que terão a oportunidade de ter três chamadas. Ou seja, na verdade, potencialmente, o médico com CRM brasileiro, ele vai poder identificar, ao longo das três chamadas, até 12 municípios nos quais ele gostaria ou poderia potencialmente desempenhar suas atividades. Então, só depois disso se abre para os médicos brasileiros formados no exterior sem o CRM validado, na sequencia para os médicos estrangeiros e, por fim, lançando mão naquela vaga em que nenhum profissional médico tenha escolhido, a cooperação com a Organização Pan-Americana".

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  • Publicado: Sexta, 06 de Fevereiro de 2015, 12h14
  • Última atualização 06/02/15
  • 12h14

Candidato a vacina se mostra eficaz contra a doença de Chagas

A doença de Chagas afeta cerca de 12 milhões de pessoas no mundo. Somente no Brasil, três milhões sofrem com o agravo, segundo o Ministério da Saúde. Considerada a pior das complicações ocasionadas pela doença, a cardiopatia chagásica crônica (CCC) acomete pelo menos um terço dos pacientes e é a causa de mortalidade mais importante relacionada à doença. Na ausência de um tratamento específico, os médicos recorrem a medicamentos usados para combater outras enfermidades do coração, capazes apenas de atenuar os sintomas. É das bancadas do Laboratório de Biologia das Interações do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) que surge uma esperança para os pacientes: um candidato vacinal capaz de reprogramar a resposta imunológica, controlar a progressão da doença e recuperar as lesões provocadas pela enfermidade nos tecidos do coração. O resultado dos testes promissores realizados em camundongos acaba de ser publicado na revista científica internacional PloS Pathogens.

O estudo é fruto de uma parceria com diversas instituições, por meio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Vacinas, envolvendo o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Centro de Pesquisa René Rachou (CPqRR/Fiocruz), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de São Paulo e Universidade de Massachusetts Medical School.

(Acesse o artigo, disponível gratuitamente clique aqui.)

Construindo o imunizante - Para a construção do imunizante em testes, chamado rAdVax, a ideia foi modificar um vírus muito comum – o adenovírus, presente em cerca de 95% da população mundial – para funcionar como um ‘sistema de entrega’ de elementos capazes de provocar a resposta imunológica. Este adenovírus recombinante foi programado para transportar pequenas sequências genéticas de duas diferentes fases da vida do Trypanosoma cruzi, parasito causador da doença: a sequência ASP2, referente à forma amastigota do T. cruzi (que vive apenas dentro das células do hospedeiro), e a sequência TS, referente à enzima trans-sialidase, que está presente na forma tripomastigota (um dos estágios do parasito).

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Ensp mobiliza profissionais de saúde contra a hanseníase

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  • 06/02/15
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  • 06/02/15
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  • 06/02/15
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