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  • publicado
  • Publicado: Terça, 06 de Janeiro de 2015, 21h00
  • Última atualização 06/01/15
  • 15h22

Daclatasvir, novo medicamento Hepatite C, recebe registro da Anvisa

Foto: Dmitry KalinovskyOs pacientes que convivem com o vírus da hepatite C tiveram uma excelente notícia esta semana, o medicamento daclatasvir usado no tratamento da doença teve o registro liberado pela Anvisa. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou a importância da liberação dos medicamentos para os pacientes. “O daclatasvir é aquilo que temos de mais novo no tratamento da hepatite C. O Brasil será um dos primeiros países do mundo a incorporar e garantir aos pacientes que vivem com hepatite C a possibilidade de se tratarem com o que há de mais moderno. Ele será muito importante para os pacientes que vivem com HIV e que não podem fazer tratamento injetável”.

Este o primeiro de uma série de três medicamentos inovadores para o tratamento da doença e cujo registro está tramitando em regime de prioridade a pedido do Ministério da Saúde, que já estuda a incorporação dos produtos no Sistema Único de Saúde – SUS. São eles: sofosbuvir, daclatasvir e simeprevir. “Os outros dois medicamentos continuam com priorização requerida pelo Ministério da Saúde. E assim que os laboratórios concluírem a documentação o registro será liberado. Esperamos conseguir em 2015 não só analisar a incorporação tecnológica, mas também fazer aquisição e iniciar a distribuição. Reproduzindo em relação à hepatite C o que o Brasil já faz de maneira pioneira em relação ao tratamento da HIV/AIDS”, comentou Chioro.

O produtor de evento Gerson Guarino é portador de Hepatite C e aguarda ansiosamente a chegada do medicamento ao SUS. “Decidi, junto com o meu médico, aguardar os novos medicamentos. O tratamento atual causa uma série de efeitos colaterais e nem sempre o resultado esperado. Como minha saúde permite, preferimos esperar um pouco para ter um medicamento mais com mais chance de cura. Foi uma excelente notícia para os pacientes”, ressalta.

As evidências científicas apontam que os novos medicamentos apresentam um percentual maior de cura (até 90%), tempo reduzido de tratamento (passa das 48 semanas atuais para 12 semanas de tratamento) e a vantagem do uso oral. Esses medicamentos também podem ser utilizados em pacientes que aguardam por transplante ou que já realizaram transplante. Além disso, são medicamentos de menor toxicidade, com menos efeitos colaterais.

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  • publicado
  • Publicado: Terça, 06 de Janeiro de 2015, 15h28
  • Última atualização 07/01/15
  • 12h19

Volta Redonda/RJ produzirá fitoterápicos com auxílio do MS

Parceiro da RedeFito Mata Atlântica Rio de Janeiro, Volta Redonda foi um dos 19 beneficiados pelo edital SCTIE/MS nº 1/2014, do Ministério da Saúde. O município recebeu o valor de R$ 460.779,40 para desenvolver projeto com vistas à produção de fitoterápicos a partir das espécies medicinais Mikania glomerata Spreng (guaco) e Cymbopogon citratus Stapf(capim limão).

De acordo com informações do Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde (NGBS) do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz), o programa será gerido pela Secretaria Municipal de Saúde de Volta Redonda (SMS/VR). O projeto prevê a realização de estudo e diagnóstico do cultivo para produção orgânica integrada em larga escala, considerando o manejo adequado de plantio e colheita de guaco e capim limão.

Segundo a representante da SMS/VR, Fabiola Martins, para a definição das espécies foram considerados vários fatores: o fato das espécies serem aclimatadas na região; as áreas com histórico de cultivo e possibilidade de desenvolvimento socioeconômico; a prevalência de enfermidades passíveis de intervenção com o uso de drogas vegetais e medicamentos fitoterápicos, no caso doenças do aparelho respiratório. Em saúde mental foram relevantes os transtornos de ansiedade e a possibilidade de diminuição das principais causas de morbidade hospitalar.

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  • Publicado: Terça, 06 de Janeiro de 2015, 15h21
  • Última atualização 06/01/15
  • 15h21

Óleo, sal e açúcar podem ser utilizados com moderação nas refeições

O óleo, o sal e o açúcar podem fazer parte de uma dieta saudável. De acordo com o Novo Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, desde que utilizadas com moderação, esses produtos contribuem para uma alimentação mais diversificada e mais saborosa. É o que explica o coordenador geral de nutrição e alimentação do Ministério da Saúde, Eduardo Fernandes....

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  • Publicado: Terça, 06 de Janeiro de 2015, 14h52
  • Última atualização 06/01/15
  • 14h52

OPAS/OMS no Brasil retorna a Serra, no Espírito Santo, para acompanhar evolução do trabalho de médico cubano

No início de junho de 2014, uma equipe da Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil esteve no Espírito Santo visitando algumas unidades que haviam recebido profissionais cubanos do Programa Mais Médicos. Um dos locais escolhidos foi a Unidade Básica de Saúde de Central Carapina, no município de Serra, que contava com um médico cubano recém-chegado ao posto: Hidalgo Rodrigues Matias estava atendendo há apenas dois meses quando falou pela primeira vez com a OPAS.
“A região é muito necessitada. As pessoas são bastante carentes, precisam do serviço e dependem integralmente do Sistema Único de Saúde (SUS). A população trata de tudo aqui, na atenção básica. Por isso temos que ter essa visão de futuro, de tratar os problemas na origem. É um trabalho muito importante e honorável”, disse ele na época (confira a matéria aqui).

Passados 6 meses de atividade no Brasil, Hidalgo fez uma breve análise da evolução de seu trabalho na unidade de saúde.

“O início foi muito difícil, chegar e falar em outra língua, mas com o estudo sistemático fui aprendendo. Na parte pessoal, este trabalho para mim é desafiador. Tenho a oportunidade de conhecer uma nova realidade, tratar doenças de forma diferente do que em Cuba, então estou aprendendo muito. Para a população eu também acho que foi muito bom porque esta unidade conta com mais um médico. Eu consulto aproximadamente trinta pacientes diários. São trinta pessoas a mais por dia que podem ser atendidas, e que antes provavelmente tinham que esperar. Então o fluxo melhora, é mais rápido conseguir consulta e agendamento”.

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  • Publicado: Terça, 06 de Janeiro de 2015, 12h57
  • Última atualização 06/01/15
  • 12h57

Ministério da Saúde e ANS publicam regras para estimular parto normal na saúde suplementar

O Ministério da Saúde e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicam nesta quarta-feira (7/1) resolução que estabelece normas para estímulo do parto normal e a consequente redução de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar. As novas regras ampliam o acesso à informação pelas consumidoras de planos de saúde, que poderão solicitar às operadoras os percentuais de cirurgias cesáreas e de partos normais por estabelecimento de saúde, por médico e por operadora. As informações deverão estar disponíveis no prazo máximo de 15 dias, contados a partir da data de solicitação. Atualmente, 23,7 milhões de mulheres são beneficiárias de planos de assistência médica com atendimento obstétrico no país, público-alvo dessas medidas. As regras foram apresentadas pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, e os diretores da ANS nesta terça-feira (6/1), em Brasília, e passam a ser obrigatórias em 180 dias.

Confira aqui a apresentação da coletiva.

Atualmente, no Brasil, o percentual de partos cesáreos chega a 84% na saúde suplementar. Na rede pública este número é menor, de cerca de 40% dos partos. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados a prematuridade.

“Não podemos aceitar que as cesarianas sejam realizadas em função do poder econômico ou por comodidade. O normal é o parto normal. Não há justificativa de nenhuma ordem, financeira, técnica, científica, que possa continuar dando validade a essa taxa alta de cesáreas na saúde suplementar. Temos que reverter essa situação que se instalou no país”, enfatizou o ministro da Saúde, Arthur Chioro. O Ministro reforçou ainda que a redução de cesáreas não é uma responsabilidade exclusiva do poder público, mas de toda a sociedade brasileira. “É inaceitável a epidemia de cesáreas que há hoje no país e não há outra forma de tratá-la senão como um problema de saúde pública”, destacou.

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  • Publicado: Terça, 06 de Janeiro de 2015, 10h22
  • Última atualização 06/01/15
  • 10h22

Governo irá investigar ilegalidades e aperfeiçoar regulamentação do setor

Os ministros da Saúde, Arthur Chioro, e da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciaram nesta segunda-feira (05) medidas para o enfrentamento de problemas relacionados às distorções nos gastos de órteses, próteses e materiais especiais (OPME). Deve ser assinada amanhã portaria que cria um Grupo de Trabalho interministerial que envolve os ministérios da Saúde (Anvisa e ANS), da Justiça e Fazenda, além dos Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) para apurar responsabilidades e punir responsáveis por práticas ilícitas na aquisição e uso de dispositivos médicos. O GT também prevê a participação de especialistas e instituições públicas e privadas que possam colaborar para uma proposta de reformulação de dispositivos médicos na área da saúde pública e privada.

O grupo formado irá investigar e propor alterações em toda a cadeia que envolve órteses, próteses e materiais especiais, desde a importação, registro, aquisição, diretrizes de acesso e clínicas para o uso de dispositivo médicos, até transparência nos preços praticados. “São um conjunto de elementos que já identificamos que precisarão ser tratadas pelos ministérios, gestores municipais, Anvisa e ANS”, informou o ministro da saúde, Arthur Chioro. A ideia é apresentar em até 180 dias um conjunto de medidas que possam reestruturar a política de dispositivos médicos.

Chioro repudiou práticas ilícitas denunciadas pela imprensa durante o fim de semana. “É inaceitável que possam existir situações que gerem tanto prejuízo ao setor público, ao setor privado, com indicações inadequadas a pacientes. Essas práticas merecem o nosso veemente repúdio. Tenho certeza que todos aqueles que têm compromisso com a saúde e responsabilidade ético e profissional não se furtarão de participação na apuração e busca de solução para esses problemas que estamos vivendo em nosso país”, reforçou.

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  • Publicado: Segunda, 05 de Janeiro de 2015, 16h54
  • Última atualização 05/01/15
  • 16h54

Ministério da Saúde e ANS anunciam medidas para estímulo ao parto normal na saúde suplementar

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, e os diretores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgam nesta terça-feira (6/1), em Brasília, medidas para estímulo ao parto normal e para redução de cesarianas desnecessárias entre as consumidoras de planos de saúde. Na oportunidade, serão apresentados os resultados da consulta pública realizada de outubro a novembro de 2014 para a...

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  • Publicado: Segunda, 05 de Janeiro de 2015, 14h23
  • Última atualização 05/01/15
  • 14h44

Segurança na comercialização de próteses, órteses e materiais especiais

O ministro da saúde, Arthur Chioro, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciam nesta segunda-feira (5) medidas para ampliar segurança na comercialização de próteses, órteses e materiais especiais e a estruturação do plano de ação para prevenção de irregularidades no setor. Serviço:Data: segunda-feira (5)Horário: 15h15Local: Palácio da Justiça, Bloco T,...

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Filtro solar deve ser item obrigatório na bagagem durante as férias

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  • 03/01/15
  • 10h00
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