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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 09 de Fevereiro de 2015, 13h57
  • Última atualização 09/02/15
  • 13h57

Congresso mundial discute impacto social e ambiental na saúde

Discutir os impactos de fatores sociais e ambientais na vida das pessoas para influenciar a percepção de que o acesso a saúde vai além da assistência médica. Este é o objetivo da delegação brasileira que vai ao 14º Congresso Mundial de Saúde Pública, entre os dias 11 e 15 de fevereiro em Calcutá, na Índia. O evento, cujo tema é "Pessoas Saudáveis, ambientes saudáveis", reunirá pesquisadores e profissionais de gestão de organizações internacionais.

Um dos objetivos é influenciar as decisões das Nações Unidas, que discute a adoção das novas metas do milênio. Entre os 17 novos objetivos previstos está “assegurar uma vida saudável e promover bem-estar para todos”. Na avaliação dos especialistas, a meta precisa estar ligada às demais, como acabar com a pobreza, garantir acesso à água, ao saneamento e à energia elétrica, e o cuidado com o meio ambiente.

Pontos de debate - Representando a Federação Mundial de Associações em Saúde Pública, o conselheiro e ex-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Luiz Facchini, explica que as condições de saúde das pessoas são determinadas por vários fatores, entre os quais, a pobreza é um dos principais. “A escassez de água, como vemos hoje no Sudeste, sendo persistente no Nordeste, a poluição atmosférica são problemas de todos, mas que afetam mais os pobres”, disse.

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  • Publicado: Segunda, 09 de Fevereiro de 2015, 13h45
  • Última atualização 09/02/15
  • 13h45

Dia D+1 de mobilização contra dengue e chikungunya, em Valparaíso-GO

Ministrro Arthur Chioro visita casas em Valparaíso (GO) Crédito: Rodrigo Nunes/MSO ultimo sábado (7/2) foi de mobilização em Valparaíso de Goiás e em todo o Brasil contra os focos do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue e da febre chikungunya. Alessandra Santos, 42 anos, reside em Valparaíso há 18 anos e garante que realiza periodicamente as ações de prevenção, eliminando os possíveis criadouros do mosquito. “O Dia D realizado aqui na comunidade é importante porque reforça a importância da prevencão. Porque ao invés de precisarmos tratar as doenças, nós vamos prevenir para que elas não aconteçam”, diz. Ela e outros moradores da região participaram do Dia D+1 de Mobilização contra dengue e chikungunya.

Para o Dia D+1, um grupo de agentes de saúde se reuniu para montar uma apresentação teatral com o objetivo de reforçar a importância das medidas de prevenção à dengue e chikungunya dentro das residências. Fábia dos Anjos, agente de combate a endemias há 10 anos, participa do grupo e destaca a importância da participação da população no #CombateAedes. “A nossa proposta é conscientizar a população para combater a dengue. Não adianta os agentes de saúde fazerem o monitoramento se a população não se mobilizar. Queremos transmitir o nosso conhecimento e buscar a união de todos no combate às doenças, porque o verdadeiro agente de saúde é o morador”, relata Fábia.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, além de autoridades locais e profissionais de saúde, alertaram a população para a necessidade de continuar realizando periodicamente as medidas de prevenção. O agente de combate às endemias, Fernando Rocha Paulino, ressalta que a informação da população é fundamental na hora de receber os agentes de saúde em suas casas. “A comunidade precisa saber que os agentes de saúde devem estar sempre uniformizados e portando o crachá de identificação”, reforça Fernando.

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  • Publicado: Segunda, 09 de Fevereiro de 2015, 12h27
  • Última atualização 09/02/15
  • 12h27

Ministro da Saúde anuncia novas bolsas de residência médica

Oministro da Saúde, Arthur Chioro, apresenta, nesta segunda-feira (9), na cidade do Rio de Janeiro, expansão das bolsas de residência médica financiadas pelo Ministério da Saúde. Também será lançado novo edital, voltado para instituições não contempladas pelo custeio de bolsas em seleções anteriores e que desejem expandir suas vagas de residência médica. Anúncio de bolsas de...

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  • Publicado: Segunda, 09 de Fevereiro de 2015, 10h14
  • Última atualização 09/02/15
  • 10h14

Repasse de recursos da Saúde para Belo Horizonte

O Ministério da Saúde informa que todos os repasses para a prefeitura de Belo Horizonte estão em dia. Os valores podem ser conferidos no portal do Fundo Nacional de Saúde . Somente no início deste ano, foram liberados R$ 331 milhões para o Fundo Municipal de Saúde da capital mineira. Em 2015, o total ultrapassou R$ 1,3 bilhão. Assim, são absolutamente improcedentes as informações...

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  • Publicado: Sábado, 07 de Fevereiro de 2015, 12h18
  • Última atualização 26/02/15
  • 15h41

Especial doenças da infância: Rubéola

A Rubéola é uma doença exantemática aguda causada por vírus. Há alguns anos era considerada uma doença de poucas complicações. Hoje, sabe–se que isso não é bem assim. A rubéola quando adquirida na gravidez, principalmente nos três primeiros meses, pode causar a morte do feto e é um risco para os recém-nascidos, que podem desenvolver a Síndrome da Rubéola Congênita e sofrer graves complicações como retardo mental, cegueira, surdez e má formação do coração.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por via respiratória, isto é, o indivíduo doente lança no ar o vírus existente nas secreções nasais e da garganta. A pessoa suscetível (não protegida, sem anticorpos), quando infectada poderá apresentar após um período de incubação entre 14 e 21 dias: febre não elevada, manchas vermelhas pelo corpo (chamado exantema), "ínguas" no pescoço e nuca. Vários casos podem não apresentar o exantema e a doença passar despercebida.

A vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), aplicada em crianças de 12 meses e uma segunda dose com a vacina tetra viral aos 15 meses, protege a criança contra a rubéola. Esta vacina faz parte do Programa Nacional de Vacinação (PNI) distribuído gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

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  • Publicado: Sábado, 07 de Fevereiro de 2015, 10h19
  • Última atualização 09/02/15
  • 10h21

Ministério da Saúde registra aumento de casos e redução de mortes por dengue

O período de maior transmissão da dengue já começou e demonstra que é preciso ficar alerta. O primeiro balanço do Ministério da Saúde de 2015 registrou um aumento de 57,2% dos casos notificados no mês de janeiro, comparado ao mesmo período do ano passado. Foram 40.916 notificações no primeiro mês de 2015, contra os 26.017 em janeiro de 2014. Por outro lado, os números preliminares de óbitos, casos graves, além da nova denominação “dengue com sinais de alarme” apresentaram queda. Os 77 casos de dengue com sinais de alarme – quando a doença tem maior chance de se agravar – são 80,8% menor que os 402 registrados em janeiro de 2014.

Nos casos graves, a redução foi de 71,42%, caindo de 49 - em 2014 - para 14, em 2015. A queda nos óbitos foi 83,7% (37, em 2014, para seis mortes, em 2015). Os novos dados foram apresentados pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante sua participação, neste sábado (7), no Dia D+1 de mobilização contra dengue e chikungunya, em Valparaíso (GO).

Na ocasião, o ministro chamou a atenção para o aumento dos casos no primeiro mês do ano. Segundo ele, os números representam um alerta à população e aos gestores de que é preciso ficar atento e reforçar as ações de prevenção. “Precisamos focar nas medidas de prevenção, eliminando os criadouros do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti”, afirmou. Chioro também comentou a redução dos casos graves e óbitos. “A boa notícia é que os serviços de saúde estão diagnosticando e tratando melhor, o que vem refletindo em redução dos casos graves e óbitos”. Ele reforçou, no entanto, a importância do manejo adequado dos pacientes. “Os profissionais de saúde devem ficar atentos aos sinais e sintomas da doença, principalmente de agravamento, para evitar os óbitos”, afirmou.

O coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho, ressaltou que cerca de 70% dos focos do mosquito Aedes aegypti estão em residências. “Em 15 minutos semanais é possível fazer uma vistoria em casa e acabar com qualquer possível criadouro do mosquito. Toda a vizinhança precisa se engajar no combate ao mosquito”, convocou Giovanini. O coordenador alertou também para o hábito das pessoas de estocar água em casa, especialmente neste período de estiagem. “Acumular água em casa sem proteção, sem que os vasilhames estejam corretamente fechados, facilita a reprodução do mosquito transmissor da dengue”, ressaltou o coordenador, lembrando que não pode deixar também de considerar os outros fatores de risco para a procriação de mosquitos, como calhas, pneus, brinquedos, caixas d’água destampada, vasilhas de água para animais.

CHIKUNGUNYA - Além do perigo da dengue, o período de chuvas deste ano trará uma nova ameaça à saúde: a febre chikungunya. Em 2015, foram registrados 23 casos autóctones da doença, sendo 22 na Bahia e um em Goiás. Nenhum caso importado.

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  • publicado
  • Publicado: Sábado, 07 de Fevereiro de 2015, 05h07
  • Última atualização 27/06/19
  • 14h39

Doenças da Infância | Caxumba

Crédito: Photographee.euA caxumba é uma doença viral aguda, benigna, autolimitada, cujo agente etiológico tem tropismo por glândulas, principalmente as salivares, e sistema nervoso central (SNC). Seus primeiros sintomas são febre, calafrios, dores de cabeça, musculares e ao mastigar ou engolir, além de fraqueza. Uma das principais características da doença é o aumento das glândulas salivares próximas aos ouvidos, que fazem o rosto inchar. Sua transmissão ocorre pela tosse, espirro ou fala de pessoas infectadas. Nos casos graves, a caxumba pode causar surdez, meningite e, raramente, levar à morte.

A parotidite é a manifestação mais comum da caxumba, ocorrendo em 30% a 40% das pessoas infectadas, e em 60% a 70% daquelas com manifestação clínica. O envolvimento do SNC é a manifestação extra-salivar mais frequente. Após a puberdade, pode causar inflamação e inchaço doloroso dos testículos (orquite) nos homens ou dos ovários (ooforite) nas mulheres e levar à esterilidade.

Aproximadamente 30% a 40% das infecções são assintomática. O período de transmissibilidade corresponde ao intervalo de um a dois dias antes de iniciar o edema das glândulas salivares até nove dias após seu início. Não há relato de óbitos relacionados à parotidite e, após a infecção, o paciente adquire imunidade de caráter permanente. Entretanto, sua ocorrência durante o primeiro trimestre da gestação pode ocasionar aborto espontâneo.

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  • Publicado: Sexta, 06 de Fevereiro de 2015, 17h22
  • Última atualização 06/02/15
  • 17h22

Ministério da Saúde inicia distribuição de teste oral para aids no SUS

A rede pública de saúde passa a oferecer aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) um novo tipo de diagnóstico para a aids. Trata-se do teste oral, que já está sendo distribuído aos estados pelo Ministério da Saúde. A novidade será anunciada pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta sexta-feira (6), durante a divulgação da Campanha de Prevenção às DST e Aids do Carnaval 2015, em Salvador, que contará com a presença do músico Carlinhos Brown. Na ocasião serão apresentados os primeiros resultados do uso do teste oral para diagnóstico do vírus HIV, além dos resultados regionais da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP).

No início deste ano, o Ministério da Saúde enviou aos estados cerca de 140 mil testes, sendo 10 mil apenas para estado da Bahia. A previsão do Governo Federal é que, no decorrer de 2015, o teste oral já esteja disponível para todas as pessoas que quiserem realizá-lo. Estes testes já estavam sendo utilizados dentro do projeto Viva Melhor Sabendo, parceria do Ministério da Saúde com 60 organizações da sociedade civil de todo o país. As ONGs saem a campo para testar as populações-chave (transexuais, homens que fazem sexo com homens, pessoas que usam drogas e profissionais do sexo) em bares, parques e outros locais de concentração LGBT.

“Esse teste é muito importante porque temos hoje em torno de 150 mil pessoas no Brasil que vivem com o HIV e não sabem. Portanto, ter um teste rápido que produz o diagnóstico em cerca de 30 minutos de maneira extremamente simples porque é extraído da boca e não exige infraestrutura laboratorial. Se der positivo, a pessoa tem a possibilidade de procurar o serviço de referencia e iniciar o tratamento imediatamente”, explicou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

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Ministério da Saúde apresenta ação inédita de prevenção à aids em evento na Mangueira

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, apresenta nesta segunda-feira (09), no Rio de Janeiro, dados sobre ação inédita desenvolvida em rede de relacionamento para conscientizar sobre a...

  • publicado
  • 06/02/15
  • 15h28
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Ministro da Saúde participa de Dia D contra a dengue e a febre chikungunya em Valparaíso

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participa neste sábado (7/2) do Dia D de mobilização contra o mosquito aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue e da febre...

  • publicado
  • 06/02/15
  • 15h00
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Brasil tem estimativa de mais de 570 mil novos casos de câncer para este ano

O câncer é um conjunto de doenças que se desenvolvem de maneira desordenada no organismo, causa tumores nos órgãos do corpo e pode levar a morte. No Brasil, a estimativa para o ano de...

  • publicado
  • 06/02/15
  • 12h24
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