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  • publicado
  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 15h56
  • Última atualização 27/01/15
  • 15h56

Ministério da Saúde incentiva hábitos saudáveis para combater a obesidade

Há três anos, o aposentado Acelino Honorato Pereira e a esposa Valéria Pereira decidiram sair do sedentarismo e começaram a fazer exercício físico. Agora, o casal faz atividade física cinco vezes por semana na Academia da Saúde de Sete Lagoas, em Minas Gerais. "É do nosso querer mesmo, para cuidar da saúde. A academia é muito boa. Nós fazemos ginástica e caminhada e temos...

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 15h40
  • Última atualização 27/01/15
  • 15h40

Saiba como preparar o feijão de forma saudável

Crédito: Mona MakelaPreto, mulatinho, carioquinha, fradinho ou de corda, o feijão está todos os dias na mesa da maioria dos brasileiros. O melhor é que, além de ser delicioso, esse alimento faz bem para a saúde porque é rico em vitaminas, carboidratos, minerais, proteínas e antioxidantes.

Mas é preciso saber preparar o feijão de forma saudável, conforme explica o coordenador de Nutrição e Alimentação do Ministério da Saúde, Eduardo Fernandes: "Primeiro ponto, reduzir a quantidade de óleo e sal que se adiciona, inclusive, de outras fontes de sal é importante porque muitas vezes é costume adicionar carne salgada; e outro ponto é, justamente, aproveitar da variedade de outros temperos que podem, inclusive, substituir muito o próprio papel do sal em relação à questão de dar sabor ao alimento que no feijão a variedade é ainda maior porque se usa desde cebola, alho, louro, salsinha, cebolinha, pimenta, coentro, então vários outros."

O feijão é um dos alimentos indicados ao consumo diário da população e integra o Guia alimentar 2014, organizado pelo Ministério da Saúde. A contabilista Eliete Fernandes conta de que modo prepara todos os dias o feijão de forma bem saudável: "O feijão aqui de casa a gente costuma preparar com verdura, eu pego uma abobrinha japonesa corto, preparo um alho e sal, passo bem no pouco óleo e cozinho o feijão, eu acho que fica mais saboroso, mais saudável e não precisa complementar com aqueles temperos industrializados, com calabresa, bacon, isso não é algo de se comer no dia a dia."

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 14h59
  • Última atualização 27/01/15
  • 15h40

Ministério da Saúde oferta 5.505 bolsas de residência para profissionais de saúde

Profissionais de saúde terão nova oportunidade para se especializar em áreas prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2015, o Ministério da Saúde autorizou a criação de 586 novas bolsas de residência para várias áreas de atuação. As novas vagas representam uma ampliação de 20% em relação ao ano passado nas bolsas disponíveis para os profissionais que estão ingressando na especialização. No total, 5.505 bolsas serão custeadas pelo Ministério da Saúde, sendo 3.461 bolsas para o primeiro ano e 2.044 para o segundo ano de residência.

Confira a lista de novos projetos selecionados

Poderão pleitear bolsas os integrantes de 15 categorias profissionais da saúde: biomedicina, ciências biológicas, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina veterinária, nutrição, odontologia, psicologia, serviço social, terapia ocupacional, física médica e saúde coletiva. As novas vagas estão presentes nas cinco regiões do país e abrangem 46 programas de residência em 12 áreas prioritárias para o SUS: Atenção Básica, Atenção ao Câncer, Saúde mental, Enfermagem Obstétrica, Física Médica, Urgência/Trauma, Neonatologia, Saúde Bucal: Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, Intensivismo, Saúde Funcional e Reabilitação, Saúde Coletiva e Atenção Clínica Especializada.

A ação faz parte do Programa Nacional de Bolsas para Residência em Área Profissional da Saúde, que financia a formação em todas as áreas de saúde (Pró-Residência em Saúde) – exceto medicina, que está contemplada por meio do Pró-Residência Médica. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, enfatiza a importância de se investir na qualificação de todas as profissões de saúde. “Com a expansão das bolsas, teremos mais de 5 mil profissionais fazendo especialização em áreas prioritárias para o SUS. As equipes multidisciplinares são fundamentais para o funcionamento do Sistema Único de Saúde e para garantir a qualidade do atendimento à população”, enfatizou.

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 09h30
  • Última atualização 11/06/15
  • 16h44

Higiene no preparo de alimentos evita contaminação por salmonella

Crédito: Michal KowalskiOvos, leites, carnes ou frutos do mar. Todos estes alimentos podem conter salmonella, bactéria que oferece sérios riscos à saúde por agir de forma rápida no organismo, provocando sintomas como febre, náusea, diarreia, dores abdominais, calafrios e mal-estar. A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde é responsável pela vigilância epidemiológica e pelo controle das infecções provocadas por essa bactéria, chamada de salmoneloses, que ocorrem a partir da ingestão de alimentos contaminados.

Entre 2007 e 2014, foram notificados ao Ministério da Saúde 450 surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) e causadas pela bactéria do gênero Salmonella spp. No total, 13.165 pessoas adoeceram. Desta forma, é importante estar atento ao consumir alimentos fora do ambiente domiciliar e sempre ter hábitos de higiene no preparo das refeições, optando sempre por comidas frescas ou refrigeradas de forma adequada. Pessoas que moram ou trabalham em ambientes com condições de saneamento básico precários estão mais suscetíveis à bactéria.

Em casos leves e de diarreia aguda deve-se hidratar bem utilizando sais de reidratação oral, disponibilizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, ou outras soluções de reidratação oral. Em todos os casos, porém, é importante a reposição de líquidos, principalmente em crianças, idosos e imunodeprimidos que apresentam diarreia. Persistindo os sintomas, o mais recomendado é procurar os serviços de saúde para avaliação, diagnóstico e medidas de suporte.

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  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 17h29
  • Última atualização 26/01/15
  • 17h29

Paciente diagnosticado em 1989 fala sobre medicamento 3 em 1 para a aids

Wanderley Estrella. Foto: Arquivo PessoalEste ano, pacientes diagnosticados com teste positivo para aids começaram a poder fazer uso do medicamento 3 em 1, previsto no Protocolo Clínico de Tratamento de Adultos com HIV e Aids do Ministério da Saúde. A dose tripla combinada é composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) e vai beneficiar 100 mil novos pacientes com HIV e aids. As doses já foram entregues aos estados, responsáveis pela distribuição para os municípios. Até o final deste ano, pacientes que já estavam em tratamento também serão beneficiados com a medicação.

Wanderley Estrella, 49 anos, cabeleireiro residente no Distrito Federal, recebeu o diagnóstico positivo para o vírus HIV em 1989 e conta como foi complicado seguir o tratamento nessa época em que ainda havia poucas informações disponíveis sobre a doença e as medicações utilizadas. “No primeiro momento eu tomava 27 remédios. As primeiras medicações eram terríveis. Você tomava e vomitava a metade. Em um segundo momento, com a evolução do tratamento, eu comecei a tomar 21 comprimidos. De 2007 pra cá eu estou indetectável, então eles começaram a me passar cinco comprimidos por dia e agora eu tenho a notícia de que existe um comprimido que serão 3 em 1”, conta.

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  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 14h11
  • Última atualização 26/01/15
  • 14h12

Projeto de dimensionamento da força de trabalho é iniciado

Na última semana, a Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (CGESP/SAA/SE) se reuniu com o Fundo Nacional de Saúde (FNS) para iniciar o Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho do Ministério da Saúde. O FNS foi a área priorizada para realizar o projeto piloto.

O objetivo desse trabalho é desenvolver o binômio tecnologia-metodologia para o dimensionamento da força de trabalho do Ministério da Saúde, uma vez que é considerado um instrumento de fundamental importância para qualificar o planejamento de pessoal na organização, para subsidiar as negociações de recomposição da força de trabalho, bem como para responder às diversas recomendações recebidas dos órgãos de controle.

A realização desse projeto de pesquisa prevê o desenvolvimento e a aplicação de uma metodologia de dimensionamento da força de trabalho própria para o Ministério da Saúde, considerando suas especificidades e necessidades, e terá como resultado a quantidade e o perfil de servidores necessários por Coordenação Geral.

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  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 14h08
  • Última atualização 02/02/15
  • 13h49

Into alerta foliões sobre calçados inadequados durante feriado

Crédito: T photography  Shutterstock.comO carnaval está chegando, mas a programação intensa de blocos no Rio de Janeiro já vem arrastando milhares de pessoas pelas ruas da cidade. Para a alegria dos foliões não acabar antes da Quarta-feira de Cinzas, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) alerta sobre o uso de calçados inadequados que podem causar traumas e ferimentos nos pés. Mas qual seria o melhor calçado para pular o carnaval?

Segundo o ortopedista Vítor Miranda, do Centro de Cirurgia do Pé e Tornozelo do Into, o calçado ideal para o período é o tênis. “A melhor opção é o tênis, sem dúvida, porque oferece maior proteção contra traumas, é mais estável e protege de possíveis torções. O folião deve usar o tênis mais confortável que tiver e esteja acostumado. Os tênis novos podem causar bolhas”, alertou.

Para as mulheres que não abrem mão das sandálias rasteiras e das sapatilhas para compor a fantasia, o especialista afirma que os calçados de solado rasteiro não são heróis nem vilões. “Existem ótimas ocasiões para o uso deles e para o abandono, como o carnaval por exemplo. O calçado não causa a doença, mas pode piorar a dor e os sintomas de uma doença pré-existente”, destacou.

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  • Publicado: Segunda, 26 de Janeiro de 2015, 13h58
  • Última atualização 26/01/15
  • 13h58

Cerca de 1000 partos normais já foram realizados na Maternidade de Juazeiro

Para realizar o parto normal, as unidades de saúde da rede pública precisam ter ambiente, espaço físico e equipamentos adequados e profissionais de saúde qualificados. Um exemplo de local que reúne tudo isso é o Centro de Parto Normal da Maternidade Municipal de Juazeiro, no Ceará, que há um ano foi habilitado pelo Ministério da Saúde e atende mulheres grávidas. O Centro de Parto já realizou cerca de 1000 partos normais desde que foi inaugurada. A equipe do Centro de Parto é formada por médicos, enfermeiras obstetras e técnicos de enfermagem.

Para a gestante ser atendida no Centro de Parto, é preciso apresentar laudo médico atestando que a mulher pode ter o bebê de parto normal. O Centro de Parto é reconhecido pelo Ministério da Saúde e preenche todos os requisitos necessários para o funcionamento. A enfermeira obstetra do Centro de Parto,Maria José Gonçalves, explica que tanto durante quanto depois do parto, todo o procedimento é realizado de maneira natural. "A gente procura fazer o mais natural possível, sem o uso de nenhum método farmacológico, o máximo natural, atrás dos exercícios facilitadores. Onde essa mulher retorna para casa sem nenhum problema. Todas as orientações do aleitamento exclusivo. Após o nascimento, a gente coloca o recém-nascido, no primeiro minuto, já em contato pele a pele, incentivando, colocando no peito, para a primeira mamada. Ele fica totalmente em contato com a mãe por uma hora no mínimo. A gente espera tudo que aconteça naturalmente".

A estudante, Ana Flávia do Nascimento, por exemplo, teve seu primeiro filho neste mês de janeiro no centro de parto da Maternidade Municipal de Juazeiro. Ela conta que gostou muito do atendimento dos profissionais de saúde durante o trabalho de parto. "Elas me ajudavam faziam o que podiam para a dor passar. Mandaram eu ficar andando, porque ajudava. Sempre estavam ali para o que eu precisava. Foi bom. Gostei sim".
O parto normal reduz os riscos para saúde tanto da mãe quanto do bebê. É o que explica o ministro da Saúde, Arthur Chioro. "O parto normal é parto não cirúrgico, é o parto que a mulher desenvolve o trabalho de parto, ela entra num trabalho fisiológico, que dá mais proteção, que diminui as internações durante longo período nas UTI's por prematuridade desses bebês. Porque isso é decisivo para diminuir a mortalidade infantil, para diminuir a mortalidade materna, para diminuir a prematuridade, mas acima de tudo, dar o direito às mulheres e aos seus bebês de terem um nascimento com dignidade".

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Campanha nas escolas quer interromper a transmissão da hanseníasenas comunidades

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  • 26/01/15
  • 13h47
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Nota de falecimento: Ministério da Saúde lamenta morte de Aloysio Campos da Paz

Ministério da Saúde lamenta morte de Aloysio Campos da Paz. O médico, fundador da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, foi emblemático pela sua persistência e...

  • publicado
  • 26/01/15
  • 09h30
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Saúde da Mulher | Endometriose

A endometriose é uma doença crônica provocada pela migração do tecido que reveste a cavidade uterina, o endométrio, para outras partes do corpo, principalmente para o abdome, além de...

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