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  • publicado
  • Publicado: Segunda, 09 de Março de 2015, 12h17
  • Última atualização 09/03/15
  • 12h17

Ministério da Saúde envia medicamentos às vítimas do Acre

O Ministério da Saúde está contribuindo com a assistência prestada à população do município de Rio Branco (AC), atingida pela cheia histórica do rio Acre. Nesta semana, a capital acreana estará recebendo 30 kits de medicamentos e insumos. Cada unidade pesa 240 quilos e tem capacidade para atender a cerca de 1,5 mil pessoas ao mês. São 30 tipos de medicamentos e 18 insumos, incluindo antibióticos, anti-inflamatórios e ataduras, em cada unidade.

Em fevereiro, o Ministério da Saúde já havia encaminhado 11 kits ao município de Rio Branco, totalizando 2,75 toneladas. Com a nova remessa, serão 10,25 toneladas de medicamentos e insumos enviados à cidade.
Além do apoio material, na última quarta-feira (4), a Força Nacional do SUS enviou representantes ao município, em uma missão exploratória. A equipe tem como objetivo fazer um diagnóstico da rede de saúde e verificar a necessidade de apoio em relação a equipamentos, insumos e profissionais de saúde.

Segundo dados da prefeitura, 53 bairros foram atingidos, mais de 900 ruas afetadas pelas águas, 40 áreas rurais com a produção comprometida e três pontes interditadas.

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  • Publicado: Segunda, 09 de Março de 2015, 12h02
  • Última atualização 09/03/15
  • 12h02

Saiba como as sobras de alimentos podem se transformar em uma refeição nutritiva

Crédito:Ildi PappA cozinheira Josiene Silva não desperdiça nenhum alimento em casa. Ela conta que o jantar da família é sempre preparado com as sobras do almoço"O que sobre a gente dá um jeitinho de fazer outra coisa. Sobra arroz, faz sopa. O que tem, eu faço. Quando eu chego faço uma sopa. Eu coloco batata, cenoura, macarrão, alho, cebola. O que tiver eu vou colocando. Quando sobra [a sopa] minha filha bate e toma. Ela adora sopa batida."

De acordo com o coordenador-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Eduardo Nilson, dona Josiene está certa em aproveitar as sobras dos alimentos. Segundo ele, a sopa pode ser uma excelente opção de refeição nutritiva. "A sopa é uma forma culturalmente bem comum. Quanto mais diversa, mais o potencial dela ser nutritiva. De trazer, não só os micronutrientes: carboidratos, as proteínas e as próprias gorduras saudáveis, mas também os micronutrientes, que aí entra as vitaminas e minerais que são essenciais para a nossa saúde. As sopas processadas, seja aquelas prontas ou aquelas que são para diluir em água, elas normalmente têm uma quantidade muito grande de gorduras, mas principalmente de sódio. Então, muita atenção sempre uma preferência pelos alimentos naturais, pela sopa preparada em casa, com muito cuidado com a higiene e uso moderado tanto de sal quanto de gordura."

O coordenador-geral de Alimentação e Nutrição, Eduardo Nilson, conta ainda que algumas dicas de aproveitamento de alimentos podem ser encontradas no Guia Alimentar para a População Brasileira, elaborado pelo Ministério da Saúde. "A grande regra do Guia Alimentar para a população brasileira é justamente fazer dos alimentos in natura e minimamente processados a base da alimentação. E a sopa usa principalmente esse tipo de alimento. Justamente onde você pode colocar as verduras, vegetais, carne, inclusive grãos e outros ingredientes, que permitem dar essa diversidade e essa variedade nutricional, contribuindo para a questão de aproveitamento de alimentos, tendo em vista evitar desperdício, que é um problema sério que tem para a população."

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  • Publicado: Segunda, 09 de Março de 2015, 11h52
  • Última atualização 09/03/15
  • 15h24

Saiba por que brincar é importante para o desenvolvimento da criança

Foto: Zurijeta

A brincadeira é muito mais que uma forma de passar o tempo. De acordo com a integrante do Comitê de Especialistas em Desenvolvimento na primeira infância do Ministério da Saúde, Carolina Drügg, a brincadeira é a principal forma de expressão da criança e o principal meio de ela observar e interagir com o mundo. "É na brincadeira que ela vai vivenciar muitas questões relacionadas ao bem-estar. Então, vai vivenciar liberdade, criatividade, desenvolvimento do corpo, a imaginação, a tolerar as diferenças. Não tem limite a brincadeira, a criança precisa sempre com essa oportunidade de estar imaginando, de estar fantasiando, de estar inventando o mundo, de estar reinterpretando o mundo através da brincadeira. Não tem limite pra brincar, brincar é a atividade mais saudável que vai trabalhar desde a saúde mental dessa criança, seu bem-estar mental até seu bem-estar físico porque explora o corpo dela, ela pula, ela corre, ela rola."

O filho da nutricionista, Christiane Lopes, que vai completar três anos de idade tem uma excelente coordenação psicomotora. Christiane conta que o incentivo às brincadeiras do filho contribuiu para isso:"Sempre foi uma criança que não teve limites com relação a brincadeiras. A gente sempre brincou junto com ele, a gente tira aquele tempo pra desenvolver tarefas com ele, seja de pintar, seja de montar, seja de ir ao parquinho, seja de correr. A gente vem percebendo ao longo desse tempo que ele se desenvolveu muito rápido, pouco se machuca quando cai, cognitivamente, ele também pensa muito rápido, ele gosta de brincar de montar, de quebra-cabeça, essas coisas assim. Então, a gente percebeu que, a gente deixando, ele foi além do que a gente queria."

A especialista em desenvolvimento na primeira infância, Carolina Drügg, explica que as brincadeiras devem estar acordo não só com a faixa etária da criança, mas com a condição motora e intelectual e com o espaço comunitário e familiar onde ela vive. Carolina Drügg cita algumas dessas brincadeiras:"Quando é bebê eler brinca com o corpo da mãe, com o corpo daquele cuidador, do pai, da avó, brincando com as mãozinhas, batendo palmas, brincando com os sons que ela emite com a voz; depois maiorzinha ele vai poder explorar os brinquedos, explorar coisas que ele possa levar a boca, que ele possa aprender como é que esses brinquedos funcionam. Lá pelos quatro, cinco anos de idade, a criança entra no mundo da fantasia e aí entra o faz de conta, as histórias infantis. Uma criança que é , por exemplo, é uma cadeirante, o limite é o cuidado para que ela não se machuque, acho que isso é uma coisa presente para qualquer criança."

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  • Publicado: Segunda, 09 de Março de 2015, 11h36
  • Última atualização 09/03/15
  • 11h36

Capacitação visa reduzir mortalidade infantil em distritos indígenas

Foto: Divulgação Sesai

Médicos e enfermeiros do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Solimões participaram, na última semana, de uma capacitação em Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI). A estratégia é da Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi adotada pelo Ministério da Saúde. O objetivo é melhorar a eficácia no primeiro nível de atendimento e, consequentemente, a redução da mortalidade infantil.

Essa foi a primeira de quatro capacitações que ocorrerão no primeiro semestre de 2015 para 80 profissionais, sendo 60 do DSEI e 20 dos municípios que são referências para os Polos Base do distrito: Tabatinga, Benjamin Constant, São Paulo de Olivença, Santo Antônio do Içá e Tonantins.

Segundo o enfermeiro do DSEI Alto Rio Solimões, Danilo Donizete da Silva, em média, são atendidas 4200 crianças no DSEI, principalmente por problemas de infecção respiratória, pneumonia, diarreia e agravos nutricional. “As crianças são atendidas e acompanhadas pela equipe do Polo Base e, quando necessário, são encaminhadas ao município de referência”, explica o enfermeiro.

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  • Publicado: Segunda, 09 de Março de 2015, 11h32
  • Última atualização 09/03/15
  • 11h40

Videoaulas da Fiocruz sobre dengue chegam à TV

Lançado há apenas dois anos, o projeto de videoaulas Aedes aegypti – Introdução aos Aspectos Científicos do Vetor, desenvolvido por pesquisadores e profissionais de Comunicação do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), vai ganhar espaço na programação da TV. Com acesso, até então, exclusivo pela internet, a iniciativa vai ser exibida no Canal Universitário do Rio de Janeiro (UTV), nos dias 08 e 15 de março (domingo), às 21h e 22h, respectivamente. A UTV pode ser assistida no canal 11 da NET. Na internet, é possível acessar os vídeos no site do IOC.

Idealizado pela pesquisadora do Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do Instituto, Denise Valle, o projeto foi pensado para ajudar na rotina de diversos públicos: estudantes, professores, profissionais de comunicação e interessados em conhecer mais sobre a dengue. As videoaulas já alcançaram mais de 33.700 visualizações no YouTube, sendo assistidas em 58 países.

Para a exibição na TV, uma parceria com a VideoSaude, distribuidora da Fiocruz, a iniciativa foi compilada e trará de forma simples e objetiva informações sobre a doença e os seus impactos, bem como as características e comportamento do Aedes aegypti. De forma dinâmica, o material conta com a participação de especialistas da Fiocruz e de outras instituições que apresentam conhecimentos científicos em ambientes diversos, do laboratório ao quintal de casa. Os assuntos são variados, incluindo orientações sobre combate aos focos do mosquito, diferenças entre Aedes aegypti e pernilongo doméstico, informações sobre o vírus, a história do Aedes e como ele se espalhou pelo mundo, além de dados sobre o comportamento do mosquito, conhecido por sua característica oportunista.

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  • Publicado: Domingo, 08 de Março de 2015, 09h00
  • Última atualização 30/06/15
  • 09h38

Especial Mês da Mulher | 08 de março

Crédito: KamiraO dia 08 de março é marcado pelo Dia Internacional da Mulher. Historicamente, a data surgiu em homenagem às manifestações de operárias pela redução da jornada de trabalho, na Europa e nos Estados Unidos, no final do século XIX e início do século XX. A data emblemática faz referência ao dia 08 de março de 1857, quando 129 mulheres tecelãs de uma fábrica em Nora Iorque foram reprimidas pela polícia e, ao refugiarem-se nas dependências da fábrica, foram trancadas e carbonizadas no local.

A data começou a ser comemorada após a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, quando o dia foi proposto em homenagem às tecelãs. Um ano mais tarde, quando milhares de mulheres manifestaram-se na Europa, o dia passou a ser celebrado no mundo inteiro.

Entre as conquistas obtidas pelas mulheres nos últimos anos estão, por exemplo, o direito ao voto, a inserção profissional em áreas de atuação que eram exclusivamente masculinas e a autonomia econômica. No Brasil, uma considerável conquista foi a publicação da Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra as mulheres.

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  • Publicado: Sábado, 07 de Março de 2015, 07h00
  • Última atualização 11/06/15
  • 15h35

Especial Mês da Mulher | Educação Sexual na Adolescência e Juventude

Crédito: Blend ImagesFalar sobre sexualidade, principalmente no período da adolescência, é abordar não só a saúde do corpo, mas também considerar os sentimentos, a história de vida, os costumes, as relações afetivas e a cultura que identificam e diferenciam cada um.

As formas de se relacionar e vivenciar a sexualidade nos últimos anos mudaram e, na convivência entre as pessoas, trazem uma nova realidade que afeta a saúde de forma direta. De acordo com a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), de 2013, na faixa etária de 15 a 64 anos, houve um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 20%, em 2004, para 22% em 2008, chegando a 39% no ano de 2013.

A educação sexual e o acesso ao planejamento reprodutivo na adolescência e juventude são fundamentais para lidar com a sexualidade de forma positiva e responsável, como incentivo para adotar comportamentos de prevenção e de cuidado pessoal, promovendo saúde.

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  • Publicado: Sexta, 06 de Março de 2015, 16h40
  • Última atualização 30/06/15
  • 09h39

Ministro da saúde debate situação da dengue em São Paulo

Para intensificar as medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, esteve nesta sexta-feira (6) em São Paulo onde participou de reuniões e eventos, chamando a atenção para a importância do combate ao mosquito transmissor aedes aegyti (dengue). Na ocasião, o ministro também discutiu o fortalecimento da rede de assistência para o atendimento aos pacientes com a doença. O encontro contou com a presença do prefeito Fernando Haddad e de mais de 600 gerentes e diretores clínicos responsáveis pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município de São Paulo.

Na reunião, o ministro chamou a atenção que, pela questão sazonal, nos próximos dois meses ainda poderá haver aumento de casos. “O período de março a maio é, historicamente, o de maior transmissão da dengue, e isso acende o alerta para a necessidade de redobrar as ações de vigilância”, observou. O ministro destacou a importância do pronto atendimento e diagnóstico correto aos pacientes com a doença, para evitar casos graves e óbitos.

O ministro explicou que a identificação rápida dos sinais de agravamento é decisiva para evitar óbitos. “Dengue, com dor abdominal persistente e com vômitos, é sinal de agravamento. A pessoa com esses sintomas precisa ser hidratada imediatamente. Não precisa, sequer, esperar para ir ao hospital ou para a Unidade de Pronto Atendimento. Na própria poltrona da Unidade Básica de Saúde, do posto ou da clínica privada, já se deve começar a hidratação. Isso é decisivo para que não ocorram óbitos”, alertou.

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  • 06/03/15
  • 14h57
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